Exclusivo: Banqueiros da Odebrecht omitiram informações em delação da Lava Jato e tiveram multa irrisória

A 11ª postagem da série sobre a indústria da delação premiada da Lava Jato, feita em conjunto pelo Jornal GGN e o DCM. Outras matérias da série podem ser vistas aqui.

Exclusivo: Banqueiros da Odebrecht omitiram informações em delação da Lava Jato e tiveram multa irrisória

por Luis Nassif e Joaquim de Carvalho

Luiz Augusto França, Marco Bilinski e Vinicius Borin são peixes graúdos no mundo dos doleiros e das empresas offshore.

Foram pioneiros entre os operadores de mercado especializados em trabalhar com paraísos fiscais e com dinheiro não declarado.

A cadeia da lavagem de dinheiro é composta assim:

Ação 1 – O caixa 2 da empresa ou da atividade criminosa.

Ação 2 – O agente financeiro, ou doleiro, que transfere para instituições no exterior.

Ação 3 – A instituição que faz o chamado clearing, ou seja, a troca de reservas entre contas.

Os três conseguiram o feito de trabalhar simultaneamente nas Ações 1 e 2.

Junto com executivos do Departamento de Operações Estruturadas (DOE), o departamento de propina da Odebrecht, adquiriram um pequeno banco em Antigua, ilha do mar do Caribe, com o qual passaram a reciclar a maior parte dos pagamentos da Odebrecht ao redor do mundo.

O nome dos três aparece na lista dos Paradise Papers, o novo vazamento de contas em paraísos fiscais, divulgada pelo Le Monde.

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Os três tinham acesso ao sistema Drousys, a rede criada pela Odebrecht, para proteger as comunicações que sustentavam transferências e aplicações.

Entre 1975 e 1982, Luiz França trabalhou no Eurobraz (European Brailian Bank) e no Libra Bank. Depois, na representação do Midland Bank, no Excel, no Banco ABC e no Trend Bank, todas instituições que operavam o mercado offshore.

Em 2004, juntamente com Borin e Bilinski, França foi contratada para tocar a representação comercial do AOB (Antigua Overseas Bank), cuja sede era em Antígua. A partir de determinado momento, a AOB se tornou a instituição operada pelo DOE da Odebrecht e pela notória Cervejaria Petrópolis.

Em 2008 e 2009, o banco enfrentou problemas de liquidez e foi liquidado, resultando em prejuízos para a Odebrecht.

Surgiu daí a proposta de adquirir a filial desativada do Meinl Bank em Antígua. Um grupo de sócios ostensivos e ocultos – dentre esses, executivos da Odebrecht, sem conhecimento da empresa – assumiram o controle.

Através do diretor da DOE Luiz Eduardo Soares convenceu a empresa trocar o doleiro Adir Assad pelo chinês Wu Yu Sheng, que operava através de um banco de Antígua. Além de mais seguro, o novo banqueiro cobraria apenas 4% de comissão, contra 5,5% de Adir.

Na verdade, o chinês era álibi. Recebia um fee mensal, mas as comissões iriam direto para os três companheiros juntamente com os executivos do DOE.

Com sinal verde, adquiriram uma filial do austríaco Meinl Bank em Antígua, que estava praticamente desativado.

França se tornou o presidente do Banco e seu relações públicas. Mas, antes mesmo da Lava Jato, seu histórico o condenava. Foi o braço direito do banqueiro Ezequiel Nasser, dono do Banco Excel, sobrinho dos Safra, que adquiriu o Banco Econômico e acabou enredado em denúncias de fraude e corrupção. Quando tentou abrir uma filial do Meinl Bank no Panamá, a incursão foi proibida pelas autoridades financeiras.

Conforme já relatado na abertura da série,  a estratégia de Wu consistia em ter contas no Meinl Bank e em bancos de Hong Kong. Fazendo as transferências entre os mesmos titulares, burlava-se o controle da OFAC (Oficina de Controle de Ativos Estrangeiros), agência de inteligência financeira do Departamento do Tesouro dos EUA.

Leia também:  Procuradores da Lava Jato, respondam à nação, por Agassiz Almeida

Com a parceria com o DOE, a operação se expandiu. Foram abertas contas de brasileiros, peruanos, dominicanos, venezuelanos e panamenhos.

França jogava alto. Em setembro de 2015 encontrou-se com o embaixador Casroy James e acertou pagamento de 3 milhões de euros para o primeiro ministro de Antígua e Barbuda, Gaston Browner, para controlar as informações que seriam remetidas para a Lava Jato, no acordo de cooperação.

O pagamento vazou, obrigando o primeiro ministro a demitir James.

Para a operação, os três sócios convenceram Vanuê Faria, sobrinho de Walter Faria, o notório proprietário da cervejaria Petrópolis, a comprar parte do capital e ludibriar o diretor do DOE sobre suas intenções, simulando a entrada de capital.

Segundo Tacla Duran, em seu livro, na delação premiada, os três sócios, França, Bilinski e Olívio Rodrigues esconderam informações a respeito dos sistemas de computação do banco. Com a Lava Jato explodindo, acabaram ficando com depósitos de várias empresas, que preferiram não se expor resgatando os recursos.

Na delação de França, a Lava Jato aceitou passivamente que os ganhos dos sócios limitavam-se a retiradas mensais de US$ 10 mil e quase nenhum dividendo. Isso para um banco, que segundo levantamentos superficiais, movimentou mais de US$ 1,6 bilhão em 40 contas.

As penas propostas para os três foram:

  1. Condenação à pena unificada máxima de 8 anos de reclusão e suspensão dos demais feitos criminais.

  2. Um ano em regime aberto diferenciado, com a única obrigação de recolhimento domiciliar noturno nos dias úteis (das 20 às 6 horas) e integral nos feriados e fins de semana, sem tornozeleira.

  3. Seis meses em regime aberto com recolhimento integral nos finais de semana e feriado, sem tornozeleira.

  4. De 3 a 6 meses de pena restritiva de direitos: 6 horas semanais de prestação de serviços à comunidade.

  5. Depois disso, suspensão condicional da pena, sem quaisquer condições restritivas pelo período restante

  6. Ficou acertada, ainda, a possibilidade de 6 viagens nacionais ou internacionais a trabalho, durante o cumprimento da pena prevista, com prévia autorização judicial pelo período máximo de 7 dias

E uma multa de apenas US$ 1 milhão, que será paga apenas após a repatriação de valores do exterior.

Para saber quanto dinheiro eles ganharam, a conta é simples. Recebiam 4% sobre as operações da Odebrecht feitas através do banco. Dois valores aparecem relacionados às operações do Meinl Bank relacionadas  à Odebrecht — ora 1,6 bilhão, ora 2,6 bilhões. De dólares.

Considerando que o número correto seja 1,6 bilhão de dólares, a comissão do grupo foi de cerca de 64 milhões de dólares. Além disso, o banco recebia mais 2% pela movimentação oficial do dinheiro, o que representaria mais 32 milhões.

No total, portanto, estima-se que os três, mais Olívio Rodrigues, o quarto sócio — além dos dois sócios ocultos — receberam 96 milhões de dólares de comissão, o que corresponde a 326 milhões de reais.

Mas a Lava Jato só cobrou dos três a multa de R$ 3,4 milhões de reais. Estranho, como é estranho também que os procuradores da república de Curitiba tenham omitido da delação o doleiro por trás das maiores operações realizadas pelo grupo: Dario Messer.

Em sua delação, Vinícius Borin aponta o que seria o caminho do dinheiro sujo da Odebrecht. Borin diz que a Odebrecht fazia transferências para offshores dos sócios do Meinl Bank, incluindo ele próprio, e estes, depois de ficar com a comissão de 2%, encaminhavam os valores para empresas do advogado Rodrigo Tacla Durán no exterior. Este remetia os recursos para Vinícius Claret, o Juca Bala, no Uruguai.

Juca tem uma loja de surf em Punta Del Lste, a Paddle Boards Uruguay, mas é só fachada. Ele é conhecido por suas operações de lavagem de dinheiro no Brasil. Juca Bala tem um esquema que faz chegar até o endereço indicado cédulas de real, transportadas por carro forte.

O esquema foi descoberto na investigação envolvendo ex-governador Sérgio Cabral. Tacla Durán nega participação nesse esquema, mas sabe que ele existe. E mais: ele tem provas Juca Bala não é o cabeça do esquema. Ele trabalha para Darío Messer, apontado como o maior doleiro do Brasil e antigo conhecido do juiz Sergio Moro. Messer apareceu no escândalo do Banestado, como grande operador, mas conseguiu se safar.

Messer nasceu no bairro do Leblon, no Rio de Janeiro, e seu pai é paraguaio — por isso, ele tem cidadania paraguaia. No país vizinho, tem grande influência política. Seu pai foi amigo do atual presidente,  Horácio Cartes. O combativo e influente jornal ABC Color, de Assunção, publicou reportagem sobre essa proximidade.

A relação entre os 2 viria dos anos 1980. O pai de Darío Messer, Mordko Messer, teria acolhido Cartes “afetiva e economicamente” quando o político tentava se livrar de acusações de evasão de divisas naquela década. Hoje, segundo o jornal, Darío Messer é como um irmão para Cartes, conhecido também HC. Messer, por sinal, depois que estourou a Lava Jato, teria transferido residência para o Paraguai.

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O nome de Messer não aparece na Lava Jato, da mesma forma como sumiu do caso Banestado, que morreu na jurisdição de Moro. Estas são linhas de investigação que devem ser perseguidas para conhecer efetivamente o submundo do caixa 2 no Brasil. O que está na superfície é glamouroso.

Borin e seus dois sócios trabalharam durante anos com Adir Assad, no Trend Bank, onde a lavagem de dinheiro era feita através de patrocínio em eventos automobilísticos.

Assad chegou a ser intimado para depor no FBI quando Hélio de Castroneves foi processado por sonegação de impostos, há alguns anos. Castroneves tinha patrocínio de empresas indicadas por Assad, mas ficava com 10% do valor pago.

O restante era devolvido, em contas de empresas de paraíso fiscal, para a formação de caixa 2.

A Indy teria sido usado com esta finalidade por diversas empresas, como o próprio Banestado e corruptores notórios, como a Bauruense, cujo dono, Airton Daré, tinha um filho que disputou campeonatos da categoria, o Darezinho. A Baruense, protegida de Aécio Neves, foi uma das maiores fornecedoras de serviços da estatal Furnas.

No Brasil, as digitais de Adir Assad— e, em consequência, de Vinícius Borin, Luiz Augusto França e Marcos Bilinski — estão impressas em patrocínios da Stock Car. O esquema era o mesmo. O patrocinador, como o próprio Trend Bank, onde eles operavam, despejava um caminhão de dinheiro nas equipes.

Tinha o nome estampado nos carros, mas isso não era o mais importante. O que interessava era o dinheiro pago de volta. Lavagem pura. Adir Assad, conhecido por seu temperamento instável, já vazou sua intenção de contar como funcionava o esquema, mas a justiça ainda não aceitou sua proposta de delação. Estranho.

Os termos de delação dos três sócios do Meinl Bank podem ser interpretados como mais um lance favorável no trio. Delação é o resultado de negociação, com valores estabelecidos num mercado de informação de interesse judicial. E eles saíram bem.

Há mais de dez anos que atuam juntos, vistos como operadores bem sucedidos. Olívio se agregou ao grupo e trouxe para a sociedade o chinês Wu Yu Sheng, que ajudou Fernando Migliaccio e Luiz Eduardo Soares a convencerem Marcelo Odebrecht a trocar Assad do automobilismo por outro esquema de lavagem, num lance que gerou atrito com Hilberto Silva, diretor de Operações Estruturadas da empresa, muito próximo de Assad.

O chinês foi apresentado como um expert em operações de lavagem, com trânsito em mercados orientais, mas não era nenhum astro da lavagem de dinheiro. Foi incorporado ao grupo por ter estudado com o irmão de Olívio, Marcelo. Aceitou o papel, e outro Marcelo, o Odebrecht, foi convencido a dar um tempo na sua relação com Adir Assad.

Em dez anos de operação, os três aceitaram outros parceiros, mas eles mesmos nunca se separaram. Fazem tudo juntos, de maneira coordenada. A sede do Meinl Bank em São Paulo, na rua Helena, 267, foi comprada pelos três, além de Olívio Rodrigues, o quarto sócio de fato e de direito do banco.

O banco ocupa duas salas no condomínio da rua Helena. Fernando Migliaccio, que era executivo da Odebrecht, é dono de 20%. Os outros 80% estão divididos entre os quatro. Luiz Eduardo Rocha Soares, também executivo da Odebrecht, chegou a ter participação na propriedade, mas depois a vendeu.

Luiz Eduardo Soares talvez tenha se dado conta de que, no grupo, era um parceiro eventual. Migliaccio permaneceu na sociedade, mas, como mostra seu acordo de delação, agia sozinho. Seu patrimônio é grande, como mostra a declaração juntada no acordo de delação premiada.

Só em carros, exibe marcas como Mercedes e Porshe. Tem ouro em barra, casas de luxo, aplicações variadas. Se ele, empregado da Odebrechet, tem patrimônio declarado de algumas dezenas de milhões de dólares, imagine quanto têm seus sócios no Meinl Bank, donos do banco.

Para eles, a multa de 1 milhão de dólares foi mais um entre os excelentes negócios que aprenderam a fazer.

 
 

23 comentários

  1. Só sei uma coisa. Esses

    Só sei uma coisa. Esses procuradores e juizes envolvidos na Lava jato vão sair da operação milionários. Suprimir, adicionar, esquecer, confundir. Quanto custa ou é por quilo? A fachada foi o caixa dois do PT, mas dentro o quarto de dinheiro do Gedel é puxadinho.

  2. #

    “Juca Bala não é o cabeça do esquema. Ele trabalha para Darío Messer, apontado como o maior doleiro do Brasil e antigo conhecido do juiz Sergio Moro. Messer apareceu no escândalo do Banestado, como grande operador, mas conseguiu se safar.”

    A cada dia que passa esse juizinho se revela cada vez mais um prevaricador omisso muito enérgico com os inimigos ou adversários políticos.

    Os fatos mostram isso…

    Parabéns ao Luis Nassif e ao Joaquim de Carvalho! Felizmente temos alguns jornalistas de verdade no País dos Bananas.

  3. Desconheço a idade de cada um

    Desconheço a idade de cada um dos os três sócios, França, Bilinski e Olívio Rodrigues, mas suponho que são muito mais velhos do que o juiz Moro. Sendo asim, a delação premiada dos três materializou-se de forma estranhíssima. Sem nenhum restinho de dúvidas, foi um belo e empolgante negócio de pai para filhos, daquele tipo que faz as pessoas mais sensíveis verterem lágrimas de tanta emoção diante da importância e grandeza das boas e amorosas famílias dos tempos atuais. Oh, como é bela a paternidade responsável! Nem Michel ofertaria tanto a Michelzinho. Ou talvez – quem sabe!? – eu esteja equivocado. Pode ter sido o oposto: Os filhos contemplando o pai, o que não diminui as dádivas ofertadas às famílias dos últimos tempos. E que tempos!

  4. A operação Lava Jato é uma

    A operação Lava Jato é uma operação POLÍTICA.

    O meio que ela opera é o judicial.

    O capitalismo, e seus lucros legais e ilegais, não são seu alvo, são seu objetivo.

    O problema, que os Odebrechts* não perceberam (por miopia ou covardia), é que eles apoiam um golpe onde eles não são os patrões que vão lucrar. O capitalista que vai lucrar, nesse caso, são os grandes: EUA, Inglaterra, França, China. Não há como separar capitalismo de Estado Nacional, pois a força armada estatal é a garantidora última da propriedade e seus rendimentos – fonte do lucro capitalista.

     

    * E outros grandes empresários brasileiros que apoiam o golpe, que a LJ é um dos principais braços operacionais.

  5. quem pede apoio técnico de banqueiros…

    não combate corrupção, mais esconde……………………….

    os grandes corruptos e corruptores brasileiros não se encontram no ponto de partida do dinheiro

    só no ponto final

    deveriam se preocupar mais com banco de dados de transações financeiras,

    não de delações e de políticos envolvidos

  6. Todos os Homens do Presidente é pinto

    Um campeão de bilheteria do ano 2021.

    Que beleza de trabalho!

    A história sendo narrada em tempo real por dois gigantes do jornalismo brasileiro: Luis Nassif e Joaquim de Carvalho.

    11º capítulo e ainda não se viu a palavra povo.

    Ora, e ainda queríamos, nós o PT, a companheirada, a Dilma, o Zé e o Lula, só as migalhas desse mundo de glamour; só as sobras, mas nem isso, nem mesmo o pó esparramado pelo chão. 

    Povo não se viu, mas, no presente capítulo, eis que surge o mineirinho; por isso a associação. Cuidado com esse plumado acoitado pela irmã, ele não manda recado.

     

    Lava Jato, que nome mais apropriado para um procedimento onde se cobra uma taxa, uma mísera porcentagem, para que o produto do assalto possa se mostrar desavergonhadamente à luz do dia; algo assim como um imposto sobre a riqueza apropriada do alheio.

     

    Seja do jeito que for, de maneira ilegal (descarada), ou de forma legal (disfarçada), esforço e riqueza, capital e trabalho nunca estão juntos.

     

  7. Cadê os bancos?
    Lavagem de dinheiro sem bancos envolvidos é impossível.
    Desde o início eu me questiono sobre como tamanha movimentação de dinheiro foi possível sem que bancos estivessem envolvidos. E dinheiro brasileiro, pelo que eu sei, não e movimentado no estrangeiro em tal proporção.
    A pergunta é; onde bancos brasileiros entram na lavagem? Pra sacar dez mil no caixa, você precisa notificar movimentação.

  8. Quando leio esses artigos

    Quando leio esses artigos desmacarando esses falsos e hipócritas “profetas” da Lava Jato dá raiva mas ao mesmo tempo uma admiração muito grande pelo Luiz Nassif e o Joaquim de Carvalho por nos oferecer aquilo que eu sempre quis encontrar no jornalismo: informação, imparcialidade e coragem de ir contra a corrente.

    • Uma “ode” aos guerreiros

      Isso, Vera. Sou muito grata aos valorosos, idealistas e corajosos jornalistas que contra a corrente têm feito um trabalho primoroso, na qual a historia desses tempos – da vitoria de Lula ao golpe de 2016, das manifestações de rua à Lava Jato -, tera seu ponto maior, sua autenticidade resgatada, com esses blogs. São eles que têm feito um grande serviço à nação. Sem eles, estariamos sendo enganados, como tempos atras, pela velha imprensa brasileira.

  9. Forças do mercado

    São as forças o mercado em ação!!!! E por que não, fazer um levantamento sobre a capacidade econômica do Moro e do Delagnhol ou seja la como se escreve? 

  10. Aos cadastrados(as)

    Aos cadastrados(as) estreladas(os) desatentos e esquecidos daqui.De hoje a 7(sete) dias a cobra vai fumar,a ema vai gemer no tronco do juremá e seja o que Deus quiser quando a aurora raiar.O Sol é o melhor desinfetante.

  11. Sem comentarios.

    Uma frase que deveria ser impactante.

    “O nome de Messer não aparece na Lava Jato, da mesma forma como sumiu do caso Banestado, que morreu na jurisdição de Moro. Estas são linhas de investigação que devem ser perseguidas para conhecer efetivamente o submundo do caixa 2 no Brasil. “

  12. Seria muito importante

    Seria muito importante acompanharmos evoluções patrimoniais e nível de frugalidade dos membros da LJ.

  13. Que sera, sera?

    Realmente muitas coisas estranhas ai. Parece-se com um quadro de clair-obscur: muitas zonas escuras. Para quem, como os procuradores tão desejosos de combater a corrupção, deixa passar tanto tubarão assim, fica uma grande interrogação. Ao ler o artigo e sabendo que isto é um emaranhado que se estende a muitos outros casos no Brasil, lembro de meu pai, velho engenheiro daqueles que levanta cedo e põe a mão na massa, dizer “so fica milionario neste Pais quem participa de esquemas”.

  14. O MP e a Delação Premiada

    O depoimento do professor e advogado Aury Celso Lopes Júnior, na audiência pública da CPMI da delação, no dia 21/11/2017.

    “Por que o Estado vai negociar com alguém que é um criminoso confesso? Exatamente porque o Estado falhou na sua necessária e no seu poder de investigar e apurar crimes. Porque se você, Estado, tem prova suficente, você não senta para negociar com delinquente, você pune, você pune o criminoso. Então, a banalização da delação, como se tem dito no Brasil, é o reconhecimento da incompetência do Estado em investigar e apurar crimes…” “O próprio procurador já deu entrevista, que ficou conhecida por todos, onde ele diz: “.Em crime de colarinho branco, onde existem rastros mas pegadas não ficam, são necessárias pessoas envolvidas com o esquema para colaborar. E ele diz: passarinho para cantar precisa estar preso.”…”

    [video:https://youtu.be/a9DxCd3bdlM%5D

  15. A ORCRIM lavajateira com a bunda cagada exposta à luz solar

    Desde que foi deflagrada, chamo a Fraude a Jato pelo que ela é: uma ORGANIZAÇÃO CRIMINOSA INSTITUCIOANAL, composta por policiais federais, procuradores do MP e juízes. O bravo Jornalista Marcelo Auler se encarregou de desnudar  a SR-DPR/PR, transformando o núcleo lavajateiro curitibano – em primeiro plano a PF, mas com o MPF, sérgio moro e outros juízes e desembargadores sulistas em segundo plano – em cadáver pútrido. Auler revirou as entranhas do cadáver, exumando-as e autopsiando-as. 

    Em reportagens esparsas anteriores, as equipes do GGN e do DCM e blogueiros solitários – como Miguel do Rosário e Eduardo Guimarães – começaram a expor as entranhas da ORCRIM lavajateira em termos mais gerais. Com sua ironia ácida, PHA, no blog Conversa afiada, tem sido impiedoso com a ORCRIM Fraude a Jato. Eduardo Guimarães chegou a ser perseguido, tendo a residência invadida, equipamento de trabalho confiscado, sendo vítima de seqüestro judicial ordenado por sérgio moro e processado por esse juiz criminoso.

    Agora, com essa parceria entre o GGN e o DCM – atendendo a uma sugestão que eu e outros leitores fizemos – repórteres desses dois portais independentes e progressistas estão produzindo uma série histórica de reportagens que reduzem a pó o castelo de cartas criminoso da ORCRIM lavajateira. De forma corajosa, investigativa, sagaz, obstinada, didática, indignada e impiedosa, os jornalistas do GGN e do DCM estão revelando, com fartura de provas, aquilo que eu e outros leitores indignados deduzíamos e percebíamos: a Fraude Jato e todos os seus núcleos (no PR, no RJ, em Brasília e noutros estados) e nas três instituições que compõem o sistema judiciário, nas quais há integrantes dessa ORCRIM (PF, MP e PJ) é a mais perigosa ORGANIZAÇÃO CRIMINOSA EM AÇÃO NO BRASIL. Essas reportagens mostram que os procuradores do MPF-PR, policiais federais do PR, sérgio moro e outros juízes do PR e de outros estados do sul, advogados conluiados com esses procuradores, juízes e policiais federais, assim comodesembargadores do TRF4 (esse tribunal de exceção nazifascista) estão metidos nos esuemas criminosos de corrupção, lavagem de dinheiro, sonegação fiscal, evasão de divisas e, claro, no uso político-partidário de suas atuações em prol de um golpe de estado, subordinados ao alto comando internacional do golpe – que fica nos EUA. 

    Os Jornalistas Livres produziram reportagem histórica – com mais de 20 páginas – mostrando que a DPF Érika Mialik Marena, juntamente com o psicopata Rodolfo Hickel do Prado, corregedor da UFSC, são responsáveis diretos pela morte do reitor dessa universidade, Luiz Carlos Cancellier de Olivo, ocorrida no dia 2 de outubro.

    O advogado Rodrigo Tacla Durán, que se recusou a aceitar as coações, chantagens e ameças feitas pelos lavajateiros contra ele a família dele, já revelou provas bombásticas, mostrando qe a ORCRIM lavajateira comete outros crimes, como o de falsificar documentos, plantar e forjar provas, para incrimiar pessoas ligadas ao PT e aos governos petistas, além de coagir pessoas investigadas, mantidas presas por tempo indefinido, de modo que elas – sob tortura psicológica e ameça a familiares – aceitem a falar perante sérgio moro e procuradores aquilo que os lavajateiros desejam, nos termos em que a ORCRIM institucional estabeleceu.

    As trampas e crimes do ex-PGR, Rodrigo Janot, assim como de auxiliares diretos dele – dentre os quais Marcello Miller e Sérgio Bruno – que para mim sempre foram claras (embora tenham enagando muita gente, durante muito tempo) ficaram escancararadas com o episódio do “incomum acordo de delação premiada celebrado com a JBS”.

    Enfim: o golpe de Esatdo e os golpistas estão nus, em pêlo. Mais do que isso: estão com entranhas pútridas e fétidas expostas à luz solar; os cadáveres da dos lavajateiros e dessa ORCRIM institucional estão sendo exumados e autopsiados pelos jornalistas independentes e progressistas. O mau cheiro que exala do sistema judiciário brasileiro é insuportável.

    Os maiores juristas do País (dentre eles advogados, professores de Direito, alguns ex-procuradores, alguns procuradores e até mesmo alguns juízes), como os 122 que escreveram os 102 artigos que compõem o livro “Crônicas de uma sentença anunciada: o caso Lula), de forma elegante, técnica e rigorosa, estão demolindo todo o castelo de cartas da ORCRIM lavajateira, que hoje só impressiona e seduz as maltas e matilhas cegadas pelo ódio nazifascista dissemindao pelo PIG/PPV.

     

  16. Máfia fhc esgoto a céu aberto desde 2002, antes era na moita….

    Continuamos querendo a devolução dos 55 milhões de votos que a máfia fhc clinton nos roubou. Continuamos querendo a devolução dos nossos projetos democráticos exatamente na mesma situação que vinham acontecendo até o golpe de estado aplicado por esses criminosos nazi fascitas traficantes de pasta de cocaína assassinos fascínoras. Se fosse decretada a pena de morte no Brasil por guillhotina, seria formado um rio de sangue mais ou menos nas dimensões do Amazonas. 

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