24 de junho de 2026

Gilmar Mendes e o procurador acusado de engavetar o trensalão tucano

Procurador Rodrigo De Grandis, que acompanha o chamado trensalão desde que o escândalo passou a ser investigado pela PF, em 2008, luta para não ser investigado por fazer corpo mole no processo que envolve propina sob governos do PSDB em São Paulo. Depende de aval do STF

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Jornal GGN –  Está nas mãos do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, o destino do procurador da República Rodrigo de Grandis, suspeito de sentar em cima do chamado cartel dos trens paulistas, também conhecido como caso Alstom ou trensalão, um dos maiores casos de crime financeiro internacional, na visão de membros do Ministério Público Federal. O esquema teria ocorrido entre 1998 e 2008, durante gestões do PSDB em São Paulo, com passagens pelos governos Geraldo Alckmin e José Serra, hoje ministro de Relações Exteriores.

O caso começou a ser investigado em 2008 e, até hoje, a Procuradoria da República em São Paulo não ofereceu nenhuma denúncia sobre o esquema que teria movimentado ao menos R$ 600 milhões em propina, envolvendo ex-executivos da CPTM e multinacionais como a Alstom e a Siemens. Ao contrário disso, enquanto o inquérito esteve sob a batuta do procurador De Grandis, esse montante, que já havia sido sequestrado com autorização da Justiça, foi desbloqueado nos últimos anos.

Agora, o Estadão informa que, enfim, a Procuradoria promete concluir o caso ainda neste ano e oferecer denúncia contra ex-executivos da CPTM e das empresas envolvidas. A questão é que a demora na investigação foi tanta que o chamado cartel dos trens praticamente não poderá ser acusado por formação de quadrilha, porque o crime prescreveu. O MPF vai avaliar a possibilidade de processar os investigados por corrupção ativa e passiva, lavagem de dinheiro, crime licitatório e evasão de divisas.

Segundo o Estadão, a Procuradoria disse que a demora – oito anos! – ocorreu por culpa da Polícia Federal, que concluiu o inquérito em dezembro de 2014 sem aguardar o envio de uma série de documentos de países europeus com quem o Ministério Público Federal firmou acordos de cooperação internacional em busca de comprovantes das movimentos financeiras.

Mas a PF rebateu essa versão e apontou que o inquérito já estava recheado de argumentos construídos, inclusive, com ajuda internacional, e que os dados dos acordos celebrados posteriormente pelo MPF eram secundários. Ou seja, a Procuradoria de São Paulo poderia ter oferecido uma denúncia formal no caso Siemens há pelo menos dois anos.

Neste enredo, um dos personagens que possivelmente obstaculizou a operação, na visão da própria categoria, é o procurador De Grandis. Após ganhar fama na Operação Satiagraha, ele atualmente está envolvido nas discussões nacionais sobre repatriação de recursos, enquanto aguarda a decisão de Gilmar Mendes sobre a tentativa de investigação da Corregedoria do Conselho Nacional do Ministério Público.

A saga da representação do CNMP

Em outubro de 2013, um ano antes da PF concluir o inquérito do cartel dos trens, De Grandis já fora questionado pela Corregedoria do CNMP por não ter cooperado com o Ministério Público da Suíça em processos internacionais envolvendo agentes do governo paulista que teriam recebido propina da Alstom.

O pedido de auxílio foi formulado em 2011 e dois anos depois, o MP brasileiro ainda não havia enviado respostas. A Folha noticiou que os inquéritos na Suíça começaram a ser arquivados por conta disso.

Uma reclamação disciplinar, então, foi anunciada pelo corregedor nacional do Ministério Público, Alessandro Tramujas Assad. Segundo ele, De Grandis, que acompanhara o caso Alstom desde que a PF instaurou o inquérito, em 2008, não promoveu as diligências solicitadas pela Suíça ao longo de dois anos em que tinha ciência dos pedidos.

Pressionada, a Procuradoria Geral da República sob Rodrigo Janot chegou a instaurar uma sindicância também em 2013, mas esta foi arquivada em abril de 2014, um ano depois.

No começo, De Grandis havia justificado que não ajudou o MP da Suíça porque o pedido de colaboração foi “arquivado erroneamente” por uma “falha administrativa”. À PGR, porém, mudou o argumento: “atrasou o envio de documentos ao MP suíço pensando em não prejudicar as investigações no Brasil. E disse que avisou os suíços de sua decisão”, de acordo com o Conjur.

Como a PGR arquivou a investigação mesmo assim, De Grandis conseguiu com Gilmar Mendes, em novembro de 2014, uma liminar para suspender a apuração do CNMP. O ministro do Supremo acolheu os argumentos do procurador. Entre eles, o de que não era justo a Corregedoria iniciar um procedimento sem ouvi-lo antes.

Apesar de a PGR ter entendido que De Grandis não precisava ser investigado, Janot defendeu no Supremo que o CNMP tem autonomia para continuar com a apuração interna e pediu que Gilmar indefira o mandado de segurança (MS 33.347) do procurador. O magistrado recebeu a manifestação de Janot no final de setembro passado e ainda não proferiu uma decisão.

Não é a primeira vez que De Grandis tem sua conduta questionada. “No caso da satiagraha, além de documentos engavetados, houve ainda falta de ação e ações pela metade por parte do procurador, que é acusado de tomar depoimentos e não incluí-los no processo”, escreveu o Conjur, lembrando que a operação foi derrubada pelo Superior Tribunal de Justiça.

Se na primeira instância o caso Alstom anda a passos de tartaruga, no Supremo o assunto foi encerrado em um ano.

Em fevereiro de 2014, o processo foi desmembrado e ficou na Corte a parte que citava a suposta participação do deputado federal Arnaldo Jardim (PPS-SP) e dos deputados licenciados Edson Aparecido, José Aníbal (ambos do PSDB) e Rodrigo Garcia (DEM) – os três chefiaram secretarias de Alckmin e foram citados no depoimento à PF do ex-diretor da Siemens, Everton Rheinheimer. Em fevereiro de 2015, o caso foi arquivado pela primeira turma. Votaram contra a investigação os ministros Luiz Fux, Marco Aurélio Mello e Dias Toffoli. A favor, Rosa Weber e Luis Roberto Barroso. A maioria alegou falta de precisão nas denúncias contra os agentes com foro por prerrogativa de função.

Nos últimos anos, o Ministério Público Estadual de São Paulo deu andamento no caso e chegou a pedir a prisão dos agentes envolvidos e até mesmo a dissolução das empresas que teriam formado o cartel. Entre elas, a Siemens, que levou o esquema ao Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) em 2013. Também “pediu a prisão e apresentou diversas denúncias contra os suspeitos de envolvimento no cartel”, com destaque para Alstom e CAF, mas até hoje “ninguém foi punido”, ressaltou o Estadão. 

***

Para acompanhar o Mandado de Segurança de De Grandis no STF, clique aqui.

Cintia Alves

Cintia Alves é jornalista especializada em Gestão de Mídias Digitais e editora do GGN.

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39 Comentários
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  1. jossimar

    21 de novembro de 2016 4:08 pm

    Ou seja: este inquérito

    Ou seja: este inquérito comprova que tucanos são inimputáveis.

    Eu não sabia que o ministério público é uma ong ligada ao psdb para blindá-lo de processos por corrupção na justiça.

    1. alvaro f

      21 de novembro de 2016 5:41 pm

      No caso é uma OG.

      Neste caso temos uma OG ( organização governamental) sustentada com o dinheiro do orçamento público, ou seja, dinheiro do povo. Esta OG tem fins partidários, e por isso, criminoso pois fere a constituiçao.

    2. C.Poivre

      21 de novembro de 2016 10:08 pm

      Missão primordial

      Não é só o mp, o sistema judicial como um todo tomou nas mãos como missão sagrada proteger e blindar os incontáveis corruptos tucanos.

      Assim como os juizes e mp, filiados ao psdb também estão ACIMA DA LEI e ninguém tasca!

  2. Fábio de Oliveira Ribeiro

    21 de novembro de 2016 4:18 pm

    Impossível esquecer que

    Impossível esquecer que Gilmar Mendes também se reune com o MBL.

    Os líderes deste movimento costumam instigar a violência política e mostrar a bunda na Av. Paulista.

    Ao se tornar o mentor judiciário do MPL, Gilmar Mendes conseguiu mudar a cara da Justiça brasileira.

    Agora ela tem cara de bunda.

  3. silvio monteiro

    21 de novembro de 2016 4:19 pm

    No STF um raio cai várias vezes no mesmo lugar

    Um fenômeno estranho ocorre no tal STF. As causas são completamente desconhecidas. Seja para “torrar” petista, seja para atingir o para-ráio tucano, as “descargas elétricas” caem sempre no mesmo lugar. Será que essas descargas não afetaram o sistema de distribuição de processos? Talvez uma auditoria da NASA, acompanhada de técnicos da Alston, e sob a supervisão dos entrevistadores do roda-viva consiga indentificar o problema. Mas acho que um torneiro mecãnico do ABC seria o profissional mais indicado para explicar o fenõmeno sobrenatural.

  4. OBS

    21 de novembro de 2016 4:20 pm

    O texto em questão ainda tá

    O texto em questão ainda tá complicado para fazer julgamento do apanhado geral e se os detalhes estão formatados como o ocorrido.

    De cara senti falta de um procedimento que ocorreu no CNMP sobre um afastamento para curso do promotor (na época da discussão deste embrólio)

    Quem presidia?.. votou a favor.

    ______

    Ou seja, no mínimo, no texto está faltando peças.

  5. OBS

    21 de novembro de 2016 4:23 pm

    Peçam uma certidão de Objeto

    Peçam uma certidão de Objeto e Pé perante o CNMP para saber todos os administrativos.

  6. Alan Souza

    21 de novembro de 2016 4:26 pm

    Que gracinha!
    Gilmar Mendes vai decidir se investiga um Procurador que fez corpo mole em favor de Tucanos.

    Ganha um tostão de mel coado quem acertar o resultado disso…

  7. Wilton Santos

    21 de novembro de 2016 4:31 pm

    Só existe um ministro no stf: o Gilmar Dantas!

    Só existe um ministro no stf: o Gilmar Dantas!

  8. Jorge Fernandes

    21 de novembro de 2016 4:47 pm

    Premio
    O procurador será o próximo agraciado pela globo com o prêmio faz diferença

  9. Maria Luisa

    21 de novembro de 2016 5:03 pm

    Gilmar Mendes operando em favor dos seus

    Todo esse esquema do chamado trensalão tucano não tera nenhuma punição, a não ser aquelas para inglês ver. O procurador Rodrigo De Grandis deveria ser punido, excluido da corporação por prevaricação e obstrução da justiça. Mas pelo que vamos assistir, entre Gilmar Mendes e o CNMP, sera mais um a sair ileso nessa opereta feita às nossas custas.

  10. Pedro Bandeira

    21 de novembro de 2016 5:15 pm

     
    Gilmar pode segurar esse

     

    Gilmar pode segurar esse processo até ele completar 75 anos e sair na PEC da Bengala.

  11. Jotage

    21 de novembro de 2016 5:27 pm

    Roleta viciada

    Seria importate que a PF desse uma batida na roleta de distribuição de processos no STF.

    É estatísticamente impossível que todos os processos contra os tucanos caiam na mão do Gilmar.

    Bom, pode ser a roleta!!!!!!!!!!!!!!!

  12. Hemes Cosme

    21 de novembro de 2016 5:31 pm

    No setor privado daria justa causa

    Mas no serviço público dará o que?

  13. jeffBeck

    21 de novembro de 2016 5:35 pm

    Poder  Supremo Do Brasil  –

    Poder  Supremo Do Brasil  – Gilmar Mendes: o Dono do País..

    Alguém duvida?

  14. Cristiana Castro

    21 de novembro de 2016 5:45 pm

    Que esculhambação!

    Que esculhambação!

    1. Alan Souza

      22 de novembro de 2016 4:07 pm

      Pois é…

      O Brasil não é para amadores, Cristiana. E, em se tratando de política/politicagem, ninguém é mais profissa que a galera do PMDB/PSDB. Eles são imbatíveis!

      Enquanto o povo acha que fez grande negócio se livrando de Dilma e do PT, a galera do PMDB/PSDB nada de braçada e muito rápido pra destruir o país…

  15. Carla Antonia

    21 de novembro de 2016 5:46 pm

    Gilmar, o sortudo

    Nossa, sempre aparece ele nas causas mais quentes… foi por sorteio, também desta vez? O cara deveria começar a apostar na Loteria, pois ele com certeza ganharia!

  16. Carla Antonia

    21 de novembro de 2016 5:49 pm

    Satiagraha

    Tem certeza que ele teve a ver com a Satiagraha? Não está confundindo com o juiz  De Sanctis?

  17. carlos alberto rodrigues de carvalho filho

    21 de novembro de 2016 5:55 pm

    Gilmar Mendes de novo

     Porque todo processo envolvendo tucanos cai nas maos do Gilmar Mendes, a Justiça é mesmo cega, e parabens pro Levandovski que enfrentou o tucano desqualificado do Gilmar Mendes

  18. pedro lorençon

    21 de novembro de 2016 5:57 pm

    E a convicção?

    De Santis não acha o Santo. Talvez por ser insípido, o picolé de xuxu se disfarça debaixo da batina de algum bispo do opus dei. Daí a falta de convicção, embora o caso esteja recheado de provas. Oh! como fazer se a convicção não me inspira? Apela para o Gilmar. ele já chuta o pau da barraca e ainda sai ” pagando de honesto”.

  19. Nadraas

    21 de novembro de 2016 6:47 pm

    Que tipo de Roleta os deuses

    Que tipo de Roleta os deuses usam?

  20. J.marcelo

    21 de novembro de 2016 8:24 pm

    Gilmar é o Pelé dos tucanos
    Gilmar é o Pelé dos tucanos golpistas,nos momentos mais importantes ele está lá para definir a jogada ou dar um belo
    passe para o gol,Abdelmasihs,funcionária da receita q roubou
    processo favorecendo a Globo e Daniéis Dantas q o digam!!!
    Obs:NÃO AO PAGAMENTO ABUSIVO DOS SALÁRIOS DOS TOGADOS

  21. Francisco Andrade

    21 de novembro de 2016 8:27 pm

    nossa !….

    o gilmar dantas é mesmo sortudo …. foi “sorteado” para julgar os amiguinhos tucanos,…  sabem o que vai acontecer ? … NADA !

  22. Dilma Coelho

    21 de novembro de 2016 9:12 pm

    Gilmar Mendes e o procurador acusado de engavetar o trensalão tu

    Onde há podridão, corrupção, insanidade, golpismo, deslealdade, irresponsabilidade, desvario, psicopatias mil, tudo o que não presta, o sinistro está no meio. Ele não é sinistro do TSE? o que o insano tem a ver com o STF?

  23. Dilma Coelho

    21 de novembro de 2016 9:12 pm

    Gilmar Mendes e o procurador acusado de engavetar o trensalão tu

    Onde há podridão, corrupção, insanidade, golpismo, deslealdade, irresponsabilidade, desvario, psicopatias mil, tudo o que não presta, o sinistro está no meio. Ele não é sinistro do TSE? o que o insano tem a ver com o STF?

  24. C.Poivre

    21 de novembro de 2016 10:00 pm

    Facilidades nos tribunais superiores

    Se está nas mãos deste asqueroso “ministro”(sic) está tranquilo para o De Pequenus, pois segundo Daniel Dantas é nos tribunais “superiores” que estão as “facilidades”. Seja lá o que ele quis dizer com isso.

  25. L. Santos

    21 de novembro de 2016 10:03 pm

    Canalhas, canalhas e canalhas….

    Todos os dias, quando leio na net, os noticiários que, são sérios e, não aqueles que requentão matérias, apara atingir seus desafetos vejo que, tem muito site de notícias, falando mentiras. Fica evidente que alguns deles, procuram passar para a opinião pública, sempre os podres, daqueles que eles não toleram e que, algum dia os peitou. Tava agora pouco, assistindo o Cidade Alerta, apresentado pelo Marcelo Rezende. Ele, só faltou babar de raiva, falando do Cabral e do Garotinho que, foram presos, recentemente. Ora, se realmente, tivermos que apotar os ladrões, que este país produz, a a cada ano e o Sr. Marcelo Rezende, quiser coloca-los na cadeia, tem que começar pelo seu patrão, o Edir Macedo. Este, roubou a fé de milhões de seguidores e, que o fizeram, um dos homens mais ricos do Mundo. Depois dessa, o caso  Alston, Proer, Privataria e, muitos outros, são balelas.

  26. Renato Lazzari

    21 de novembro de 2016 10:05 pm

    Mostarda na cozinha com o castiçal.

    Esse procurador é parente de Sérgio Moro, contra-parente de Dellagnol? Geraldo Alckmin, primo de Claudia Cruz? Gilmar Mendes, tiozão da Satiagraha? Quem está na lista de Furnas? E o Banestado?

    Tem uma turma aí sabotando a nossa república, querendo fazer dela uma republiqueta.

    Cadê as manchetes nos jornalões? Dá prá ver quem é o culpado por sermos um “povinho”…

  27. L. Santos

    21 de novembro de 2016 10:07 pm

    Figura Notória….

    Gilmar Mendes, a mim não surpreende mais. Esta figura notória que, protege de corpo e alma, os integrantes do PSDB, sem se importar, com o que vão falar dele. Vergonha na cara, este senhor, não tem mais.

  28. Leonardo Koppes

    21 de novembro de 2016 10:30 pm

    Se tá na mão de GM

    Todos já sabem o que vai acontecer. Mais um caso de impunidade. O ministro mais cínico do STF nunca deixou os seus amiguinhos e capangas desguarnecidos.

  29. mauro silva 3

    22 de novembro de 2016 12:22 am

    piada cara

    o judiciário brasileiro é uma piada onerosa ao contribuinte. o mais caro do mundo.

    por isso, deve ser expurgado e todos botinados de lá a bem do serviço público.

  30. Jus Ad Rem

    22 de novembro de 2016 3:35 am

    O roleta do STF está viciada!

    O roleta do STF está viciada!

    Os casos que envolvem o PSDB só caem nas mãos do GM.

    Que merd* de sorteio é esse?

    Agora ele janta com algum tucano e encerra o caso no dia seguinte e, ainda é capaz de pedir desculpas aos acusados em nome do STF.

    1. Jose mestre Carpina

      22 de novembro de 2016 11:20 am

      Advogado do PSDB…

      ….o cara tá lá prá isso:  prá defender seu cliente !

       E o contrato de serviços advocatícios, escrito nos anos 2000, tem cláusulas de renovação automática !!

      TAMOFU !!

    2. ze sergio

      22 de novembro de 2016 12:48 pm

      a roleta….

      Abramos os olhos! O que está por trás de destruir empresas e biografias genuinamente nacionais e entregar a soberania e as “nossas” maiores reservas petrolíferas do planeta a interesses estranhos ao nosso país e de graça? A ALSTOM está atolada até “os fios de cabelo” em todos os grandes casos de corrupção no país. No entanto, seus diretores assinaram um acordinho mequetrefe de leniência, pagaram uns trocados de multa e foram liberados para dar o pé do Brasil e liberados de qualquer inquerito que está assolando a Economia Brasileira. Qual o significado desta diferença com empresas estrangeiras que estão se beneficiando desta “demolição” patrocinada por antigos idealizadores das Privatarias Tucanas? E Shell? E CAF? E Bombardier? E SBM Offshore? E Siemens? Por que só brasleiros precisam dar satisfações ao FBI norte americano? Acorda Brasil!!! 

  31. João de Paiva

    22 de novembro de 2016 12:27 pm

    Tudo dominado. Conluio puro.

    Prezados,

    Usando uma parábola bíblica: “É mais fácil um camelo passar pelo orifício de uma agulha do que um um tucano graúdo ser punido, muito menos preso, por crimes de corrupção e contra a administração pública, mesmo que haja fartas e robustas provas e não apenas convicções”. Com Gilmar Mendes a julgar Rodrigo De Grandis, ‘está tudo em casa’, pois jogam no mesmo ‘time’, assim como os DPFs e procuradores do MPF que integram a Fraude a Jato e o juiz sérgio moro.

  32. Clovis 50

    22 de novembro de 2016 12:42 pm

    Sou apenas um pseudo-cidadão

    Sou apenas um pseudo-cidadão que teria, em tese, o direito de perguntar (ou saber) por que todo processo que envolve a tucanada cai nas mãos do ministro mais tucano do STF?

    1. Edson J

      23 de novembro de 2016 12:12 am

      “Sorteio”

      É por “sorteio”. Entendeu?…

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