A Polícia Federal e o tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro (PL), chegaram a um acordo envolvendo uma delação premiada do militar.
Ao assumir a defesa de Cid, o advogado Cezar Bittencourt contou em entrevista exclusiva ao jornalista Luis Nassif, para o canal TVGGN, que não descartaria a possibilidade de fazer o acordo de delação, embora seja um “crítico intelectual” do instrumento jurídico. Assista aqui.
Cid esteve no Supremo Tribunal Federal (STF) nesta quarta-feira (06/09), de livre e espontânea vontade, onde realizou audiência com o juiz Marco Antônio sobre a delação.
Agora, a decisão sobre se delação de Cid será aceita ou não está à cargo do ministro Alexandre de Moraes.
A defesa de Cid não se manifestou a respeito, enquanto a Polícia Federal afirmou que não vai falar sobre o assunto “considerando o sigilo das investigações e o bom andamento dos trabalhos de polícia judiciária”.
Entre os casos pelos quais Cid é investigado, está o envolvimento em tratativas sobre possível golpe de estado; a tentativa de trazer irregularmente presentes joias recebidas na Arábia Saudita como presente por Bolsonaro; suposta fraude no cartão de vacinação do ex-presidente e de sua filha adolescente; ligação com as tratativas para desacreditar o sistema judiciário.
Com Metropoles e G1.
José de Almeida Bispo
7 de setembro de 2023 6:08 pm“Davam-se na Bahia, diariamente, muita conversões à fé cristã, mas, no seu entender, estes neófitos valiam muito menos do que os das Índias Orientais, ‘ficando sempre assás levianos e brutais’.” Taunay, em “Na Bahia Colonial, por Pyrard de Laval, 1610. É COMO CERTAS delações premiadas. De repente alguém recuperou o bom senso e descobriu que tinha passado dos limites. E é hora do meia volta-volver. Torçamos para que com essas mais recentes lições, as nossas bravas forças de segurança parem de bancar os pistoleiros de privilegiados, e voltem-se para o objetivo tácito da DEFESA NACIONAL; e não atacar os fundamentos do próprio, numa semelhança com o que disse o Padre Antônio Vieira no Sermão da Visitação de Nossa Senhora “Como se havia de restaurar o Brasil, se o capitão-de-mar-e-guerra fazia cruel guerra ao seu navio, vendendo os mantimentos, as munições, as enxárcias, as velas, as antenas, e se não vendeu o casco do galeão, foi porque não achou quem lho comprasse?” OU SEJA, eleger o povo brasileiro como O INIMIGO. Torçamos.