
Jornal GGN – Diante da dificuldade da Polícia Federal em identificar quem são os nomes por trás de apelidos como Santo, Estrela, Corintiano e outros ligados ao recebimento de propina por obras do Metrô de São Paulo, entre outros projetos que ocorreram sob a gestão de Geraldo Alckmin (PSDB), sobrou para os próprios executivos da Odebrecht fazer essa revelação.
Ontem, o GGN mostrou que desde que a planilha da Odebrecht apareceu na mídia, em março passado, a Lava Jato já deflagrou 12 operações sem que tenha avançado sobre os esquemas da empreiteira em obras do governo Alckmin. Leia mais aqui.
A última operação, a Omertà, que prendeu o ex-ministro Antonio Palocci – atingindo o PT às vésperas da eleição municipal – poderia ter indiciado Santo e outros apelidados da planilha, mas não foi possível, de acordo com o Estadão, porque a PF ainda não fez seu trabalho.
Nesta quarta (28), o jornal informa que os executivos da Odebrecht trabalham nisso em meio ao acordo de delação premiada com o Ministério Público Federal. Mas não há prazos para a conclusão dos trabalhos.
Odebrecht desvenda a sua lista de apelidos
Da Coluna do Estadão
Executivos da Odebrecht trabalham para identificar todos os apelidos dados a beneficiários de caixa dois e propina distribuída pelo grupo. Durante o trabalho para a construção do acordo de colaboração com o MPF, eles se debruçaram sobre o material e chegaram a uma conclusão. Como a seleção de nomes era feita individualmente, não de maneira coordenada, há casos de pessoas diferentes com o mesmo apelido e casos em que um mesmo beneficiário tem mais de um apelido. A Odebrecht tem 14 braços e cada um cuidava de dar os codinomes.
A revelação dos apelidos numa reunião entre os executivos causou um momento de descontração em meio à tensão da Lava Jato, uma vez que um desconhecia a alcunha dada pelo outro. Em alguns casos, o comentário era: “Como eu não pensei nesse?”.
Luiz Mattos1
28 de setembro de 2016 2:16 pmPAULO MOREIRA LEITE.
Embora
PAULO MOREIRA LEITE.
Embora já tenha chegado a sua 35a. fase, a operação Lava Jato não conseguiu livrar-se da acusação de trabalhar de modo seletivo, reproduzindo um traço historicamente nefasto da Justiça brasileira, onde o Estado “é usado como propriedade do grupo social que o controla”, nas palavras da professora Maria Sylvia de Carvalho Franco, no estudo Homens Livres na Ordem Escravocrata. Neste universo, que descreve o Brasil anterior a abolição da escravatura, onde o grilhão, a chibata e o pelourinho eram instrumentos banais de manutenção da ordem para os habitantes da senzala, o “aparelho governamental nada mais é do que parte do sistema de poder desse grupo, um elemento para o qual se volta e utiliza sempre que as circunstâncias o indiquem como o meio mais adequado.” Dias antes de Guido Mantega ter sido forçado a deixar o centro cirúrgico do Alberto Einstein, onde sua mulher era operada de um câncer, para cumprir um mandato de prisão, descobriu-se um fato ao mesmo tempo chocante e instrutivo. A Justiça Federal foi incapaz de descobrir o endereço residencial de Pimenta da Veiga, ministro das Comunicações do governo Fernando Henrique Cardoso, para lhe entregar uma notificação relativa a AP 470, o Mensalão (Rubens Valente, Folha de S. Paulo, 15/9/2016). Não se trata de um caso com muitas dúvidas. Em 2005 a Polícia Federal encontrou quatro cheques do esquema de Marcos Valério, no valor de R$ 75.000 cada um, na conta do ex-ministro. Pimenta alegou que eram pagamentos por honorários que exerceu num serviço como advogado. Não mostrou documentos nem apresentou casos concretos em que atuou. O próprio Valério alegou, na CPI dos Correios, que havia ajudado Pimenta a pagar a conta do tratamento de saúde de um filho. Não convenceu. Mesmo assim, o caso já dura dez anos, o que configura outra ironia de longo curso. Quando resolveu procurar Henrique Pizzolato, o dirigente do PT condenado a 12 anos e sete meses no STF, o Ministério Público fez investigações no Paraguai, Argentina e Espanha, até que chegou ao interior da Itália para localizá-lo na casa de um sobrinho. Enfrentou uma disputa na Justiça daquele país para garantir que Pizzolato fosse trazido para cumprir pena no Brasil, embora tivesse passaporte italiano. A principal denúncia contra o antigo diretor do Banco do Brasil envolve um pagamento de R$ 326.000, quantia 10% superior aos R$ 300.000 de Pimenta. O detalhe é que Pizzolato sempre alegou que o dinheiro não era para si, mas para o PT no Rio de Janeiro. Verdade ou não, os R$ 326.000 nunca surgiram em sua conta nem foram confirmados pela quebra de seu sigilo bancário ou fiscal. Ao contrário do que ocorreu com o dinheiro entregue a Pizzolato, os recursos destinados a Pimenta foram pagos em quatro prestações e descobertos pelo delegado Luiz Fernando Zampronha, da Polícia Federal, e mais tarde arquivados no inquérito 2474 — aquele que o Supremo não examinou quando julgava a AP 470. Mesmo considerando antecedentes tão notáveis sobre o caráter seletivo das investigações que envolvem políticos brasileiros, a representação da Polícia Federal que pediu a prisão de Antonio Pallocci, Branislav Kontic e Juscelino Dourado causa um choque inegável. Isso porque a leitura das primeiras 30 páginas sobre o esquema de pagamentos clandestinos do chamado Setor de Operações Estruturadas da Odebrecht, um departamento destinado a sustentar esquemas políticos, nada informa sobre o ministro ou o Partido dos Trabalhadores mas é muito revelador sobre o conhecimento da PF sobre o esquema de corrupção do PSDB paulista. Na página 13, por exemplo, descreve-se a partilha de uma propina de 0.9% sobre um investimento de US$ 20,6 bilhões. Na página 17, uma troca de email entre executivos da Odebrecht deixa claro que estamos falando da linha 2 do Metrô, um investimento que seria particularmente rico em denúncias de superfaturamento e gastos suspeitos. Na página 18, surgem pseudônimos de quem irá receber o dinheiro. Em outra passagem, aparecem iniciais que poderiam identificar empresas envolvidas. Nas páginas seguintes, surgem várias planilhas, com detalhamento de datas, prazos e acordos. Na página 36, informa-se que o DGI, sigla usada para designar propina, pode subir de 5% para 8% em determinada obra. Também se descobre que, além da linha 2, a linha 4 do metrô entrou na dança. Foi ali, na estação Pinheiros, que em 2007 ocorreu um acidente trágico, que provocou a morte de sete pessoas, engolidas por uma cratera. Quando se refere ao consórcio encarregado da obra da linha 4, um executivo da Odebrecht usa a palavra “vencedor” assim mesmo, entre aspas, o que chama a atenção durante a leitura, pelo reforço da ironia. Também se registra na mesma passagem o pagamento de duas parcelas de R$ 250.000 destinadas a uma autoridade identificada como “Santo”. A verdade é que, além de dois vereadores do PSDB paulistano citados nominalmente, ao lado de quantias relativamente modestas num contexto de pagamentos milionários — R$ 6.000 e R$ 3.000 — não há menção explícita a nenhuma autoridade de escalão mais alto. São elas que recebem pagamentos de R$ 200.000 ou R$ 250.000 por mês — por vários meses. Embora José Serra e Geraldo Alckmin sejam mencionados como suspeitos óbvios por pessoas que conhecem os bastidores do caso, a verdadeira pergunta consiste em saber por que não se buscou apurar sua identidade real — fosse qual fosse. Boatos não resolve. Suspeita que não é apurada também não. Não há motivo para segredinhos. Os fatos estão descritos em documentos públicos.O tempo passa e quem se beneficia é o acusado, seja quem for. Como acontece com tantos colegas de Pimenta da Veiga no mensalão PSDB-MG, as acusações acabam prescrevendo. Durante um bom período, um personagem conhecido como “Italiano, visto como o protagonista das investigações que envolvem Antonio Palocci, foi identificado com outro ministro, Guido Mantega. Após um trabalho de checagem, procurando compatibilizar nome de assessores e eventos descritos em diversas trocas de mensagem, a Polícia Federal concluiu que Palocci era o “Italiano.” Foi com base nessa visão que fez a representação e, numa cena indispensável para alimentar o já previsível de carnaval televisivo, conduziu o ministro para a carceragem da Polícia Federal em Curitiba. O problema é que entre as palavras civismo, virtude que tem sido frequentemente associada a Lava Jato, e cinismo, palavra comum no vocabulário de seus críticos, a única diferença consiste numa letra. Se não há motivo para suspeitas prematuras nem acusações irresponsáveis, não há razão jurídica aceitável para se manter na penumbra a identidade de personagens conhecidos como “Santo” e “Careca” nos emails da Odebrecht. Elas devem ser conhecidas e investigadas, com o mesmo rigor dispensado a Antonio Palocci — a menos que, aceitando a troca do “v” pelo “n”, aceite-se que há uma seleção política para alvos do Judiciário. Neste caso, é preciso admitir que não estamos investigando nem a corrupção nem a troca de favores. Mas um partido e seus dirigentes, o que só é aceitável sob ditaduras. Não se quer justiça, mas política, colocando o estado “a serviço do grupo social que o controla,” como escreve Maria Sylvia de Carvalho Franco, referindo-se às instituições que mantinham a escravidão. A tragédia da linha 4, na qual sete pessoas perderam a vida, só reforça a necessidade de um esclarecimento completo a respeito da identidade e do papel de “Santo” e “Careca.” A assumida intimidade de Fernando Henrique com Emílio Odebrecht, principal acionista do grupo, muito mais influente naquele período, que é descrita com tanta intimidade no Diário da Presidência, é mais uma razão para isso. Como se aprende pela leitura, FHC chegou a imaginar que o pai de Marcelo Odebrecht poderia ajudá-lo num programa de investimentos públicos destinado a redesenhar o capitalismo brasileiro. Está lá, no volume 1. A mudança do coração da economia sob orientação da Odebrecht. Entendeu? A seletividade, sabemos todos, produz anedotas como uma Justiça que não consegue descobrir o endereço de um antigo ministro, Pimenta da Veiga. Mas não só. Roberto Brant, que foi ministro da Previdência no governo Fernando Henrique Cardoso, também foi apanhado na rede de Marcos Valério. Recebeu um cheque de R$ 100.000. Disse que era contribuição para sua campanha. Acredito sinceramente que, como tantos, estava falando a verdade. Não importa. O fato é que seu destino foi outro. Renunciou ao mandato e ficou livre, enquanto parlamentares do PT, na mesma situação, marchavam no cadafalso da AP 470. Na nova vida, fora de Brasília, Brant não teve de escapar de oficiais da Justiça. Pelo contrário. Um belo dia, lhe chegou o convite para uma missão nobre. Preparar a versão final de um projeto político de mudanças para o país. Foi assim que, uma década depois de ser apanhado com um cheque de Marcos Valério, tornou-se o autor do texto final de um documento chamado Ponte para o Futuro, projeto que deu o esqueleto ideológico para o golpe de 31 de agosto. Deu para entender como tudo se liga com tudo?
Maria Luisa
28 de setembro de 2016 3:27 pmSanto e careca
Paulo Moreira Leita esta perfeito. O santo Alckmin e o careca José Serra, onde a bolinha de criptonita de papel bateu, estão muito tranquilos em relação à Lava Jato. Se até o hexa-campeão em delação Aécio Néscio (mas que lapso, hein Lewandowski?! :), esta rindo à toa da cara de nosostros aqui, imagina o santo e o careca…. Como ja disse meu pai “esqueça, filha, justiça neste mundo não ha. So existe aquela dos homens e essa é parcial. No Brasil sempre foi.”
J.J. Lopez
28 de setembro de 2016 2:21 pmO santo: Bingo!
Quem é o santo? Fácil meu caro Watson só é ver quem tem o nome de santo dentre os tucanos. Bingo!
Junior Sertanejo
28 de setembro de 2016 2:24 pmRelembrando Joel em tempos de
Relembrando Joel em tempos de FORA TEMER.Na ditadura militar tinhamos um Ministro da Justiça,quando perguntando sobre qualquer coisa respondia:O futuro a Deus pertence.O de agora,que serve a essa quadrilha que assaltou o poder,nem Deus respeita.Por certo já entregou a alma ao diabo.
Nosde
28 de setembro de 2016 2:32 pm………………….
…………………. ALCKMIN NÃO COMETE FALCATRUAS, E UM . . . . . . . SANTO. e isso o SERRA ESTÁ . . . . . . CARECA de saber . . . . . .
Gilson AS
28 de setembro de 2016 2:34 pmSe tivesse alcunha, como :
Se tivesse alcunha, como : molusco, pinguço, sem dedo, nine, fala errado,lingua presa iriam identificar facilmente.
Pqp ! tá phoda mermão !
Sidnei Brito
28 de setembro de 2016 3:43 pmMas só pode ser ele
Só pode ser ele. Veja:
Corintiano: Lula, é claro;
Estrela: estrela é do PT. Só pode ser Lula, óbvio.
Santo: Lula, sem dúvida. É só um apelido irônico, afinal todos sabemos que ele não é santo.
Assim como o JD, que sabemos não ser mais o José Dirceu, só pode ser Jararaca & Dilma.
E da próxima vez, vamos pedir para as empreiteiras pararem de dar apelido para os seus favorecidos.
Spin do Rio Meia Ponte
28 de setembro de 2016 2:35 pmDa série Quando dá branco na
Da série Quando dá branco na puliça…rss
Nicola
28 de setembro de 2016 2:36 pmO Santo.
Quem disse que a PF e a PGR quer desvendar algo que atinja tucanos? A Lava Jato já cumpriu sua missão: depor a Dilmna, prejudicar o PT e prender o Lula (aguardem).
Nicola
28 de setembro de 2016 2:36 pmO Santo.
Quem disse que a PF e a PGR quer desvendar algo que atinja tucanos? A Lava Jato já cumpriu sua missão: depor a Dilmna, prejudicar o PT e prender o Lula (aguardem).
Antonio Uchoa Neto
28 de setembro de 2016 2:37 pmE evidente que todos já estão
E evidente que todos já estão identificados.
Mas apenas os do PT e dos partidos pequenos vinculados ao PT é que vieram a público.
O resto não vem ao caso.
aleminas
28 de setembro de 2016 2:38 pmTUCANO tem o “corpo fechado”
Nada acontece com os caras. Nem tiro de canhão fura blindagem dessa gente… Pois digo: é mais facil povoarmos Jùpiter do que ver um Tucano ir pra cadeia!
MarFig
28 de setembro de 2016 2:57 pmMuito difícil saber quem é o
Muito difícil saber quem é o tal Santo. No pósdb só tem santo.
João de Paiva
28 de setembro de 2016 3:03 pmQual tucano paulista tem cara de padre, mas esconde o porrete?
Prezados,
Precisamos chamar os que integram Fraude a Jato pelo que ralmente são: criminosos enquistados na burocracia estatal brasileira. Toda essa turma da PF, do MP e do PJ constitui um ORCRIM institucional, como tenho dito e escrito há dois anos.
Não é preciso ser investigador de polícia, promotor de justiça, procurador de MP ou juiz de direito, para apontar suspeitos de serem “santo” e “careca”. Se a meganhagem da PF quiser, posso dar indicções; aí vão elas:
a) “careca”: é aquele especialista em encomendar dossiês e que manda recados aos donos de jornais e emissoras de TV, para produzir matérias contra os desafetos. O dito cujo foi presidente da UNE na década de 1960, exilou-se no Chile e misteriosamente foi resgatado o estádio nacional e apareceu nos EUA; “careca” prometeu à Chevron revogar a Lei da Partilha e entregar o Pré-Sal às empresas estadunidenses; hoje o dito cujo ocupa o MRE.
b) “santo”: esse foi vice de Mário Covas, assumindo o governo de SP, com a morte do titular. Depois foi governador e reelegeu-se em 2014. Santo tem cara de padre, é conhecido como ‘papa-hóstia’, mas no sub-mundo integra a opus dei e manda a PM espancar professores, estudantes e integrantes de movimentos sociais. “santo” também faz parceria com exército eoutras FFAA, combinado com elas a infiltração de “P2” em manifestações populares contra o golpe de Estado, visando intimidar e prender os jovens.
CFilho
28 de setembro de 2016 3:19 pmTodos os Santos
Santos que devem ser excluídos da lista por falta de provas:
São Geraldo, São José, São Fernando e São Michel
José Luis Pereira
28 de setembro de 2016 3:26 pmBrilhante, a conclusão do
Brilhante, a conclusão do MPF: “Como a seleção de nomes era feita individualmente, não de maneira coordenada, há casos de pessoas diferentes com o mesmo apelido e casos em que um mesmo beneficiário tem mais de um apelido”. Até meu cachorro chegaria mais facilmente a essa magnífica conclusão. Deve ser um entendimento posterior ao “JD” que botou Zé Dirceu em prisão perpétua.
Socorrooo…
j.marcelo
28 de setembro de 2016 3:34 pmAs delações da Odebrecht
As delações da Odebrecht andam a passos de tartaruga,PQ SERÁ NÉ !!
Se os “Odebrechts” baterem o pé,podem SÓ DELATAR A TUCANOS,ESSA É A CHAVE,
A (in)justiça não poderá esconder mais as delações deles,se eu fosse o Marcelo Odebrecht já
está lascado mesmo,então LASCADO E MEIO (tem o viés político,jurídico futuro,onde td pode mudar e
beneficiar Odebrecht,vai depender das cirunstâncias e a mudança dos atores principais)
Ritinha
28 de setembro de 2016 3:42 pmÉ claro que o tal “santo” é o
É claro que o tal “santo” é o Alckmin.
Tem cara de bom marido e filho. T m cara de fiel. Tem cara de que foi coroinha quando menino. E além do mais, torce para o Santos F.C. (na lista não tem corintiano? Pois então, tirando o “s” no final de Santos o que sobra? Santo.
MaGon
28 de setembro de 2016 8:38 pmEu tenho a convicção só não tenho provas
Que o santo é o Alckmin e o careca é o Serra.
Igual à lavajato com o italiano.
C.Poivre
28 de setembro de 2016 4:02 pmPartidarismo extremado
O partidarismo do sistema jurídico brasileiro (mp+judiciário) se tornou tão escandaloso que se na Lista de Furnas houvesse um único petista o MP denunciaria esse e pediria sigilo sobre todos os demais exclusivamente por serem tucanos (e, evidentemente o judiciário aceitaria de pronto:
https://jornalggn.com.br/blog/luisnassif/os-nomes-e-valores-da-lista-de-furnas
MarFig
28 de setembro de 2016 6:26 pmNão sei não. É capaz de
Não sei não. É capaz de processarem o PT por falsificação da Lista. E olha que a PF quando ainda não era totalmente tucana periciou e validou a assinatura do Dimas Toledo e Roberto Jeferson, herói dos coxinhas, confirmou o recebimento dos 75 mil que estão na lista.
Maria Rita
28 de setembro de 2016 4:19 pmSe segredos valem milhões e
Se segredos valem milhões e até a liberdade, taí um livro com verdadeiras bombas que pode ser escrito: Nenhuma empreiteira é uma Ilha assim como nenhum interesse global é santo. Oldebrecht tem muita coisa para contar, mas não é o que interessa aos frentistas jurídicos da lava raso.Aliás. esse monte de zés não existiriam se não fosse montado o espetáculo dos ‘poderosos’ do país, ‘poderosos’ criminosos ou não, com provas ou não.
joselacerda
28 de setembro de 2016 4:36 pmO Dallagnol sabe…
…afinal, ele fala diretamente com Deus.
giuseppe tortelini
28 de setembro de 2016 4:52 pmJá desvendei!
Facilitando o trabalho da PF:
Corintiano = o mais corintiano de todos = LULA
Estrela = estrela do pt, vermelha = LULA
Santo = o intocável do bolsa família = LULA
Notícia sendo varrida para debaixo do tapete de jornais e do judiciário em 5…4….3…2…
giuseppe tortelini
28 de setembro de 2016 4:52 pmJá desvendei!
Facilitando o trabalho da PF:
Corintiano = o mais corintiano de todos = LULA
Estrela = estrela do pt, vermelha = LULA
Santo = o intocável do bolsa família = LULA
Notícia sendo varrida para debaixo do tapete de jornais e do judiciário em 5…4….3…2…
Wellington Lima
28 de setembro de 2016 5:07 pmProsa ruim.
Santo deus. Todo mundo tá careca de saber que não vem ao caso.
Importante é saber que se JD não é Dirceu só pode ser o Jararaca Desdedado.
Amalse
28 de setembro de 2016 5:15 pmComplemento
Excelente texto, Luiz Mattos. Embora eu ainda tenha a (ingênua, talvez) esperança de que a operação lava jato possa demonstrar a não seletividade, concordo com a sua introdução ao assunto.
Faço uma observação com a intenção de complementar. Um fato interessante é que o Sr. Pimenta atualmente responde à ação criminal pelo esquema do mensalão mineiro.
Quando do recebimento da denuncia o mesmo não foi localizado no endereço indicado, dizem que o mesmo se mudou, mas a justiça o citou indiretamente, isto é, citação não pessoal. Porque entenderam que a citação deveria ser pessoal, judicializaram. A ação foi trancada, destrancada, e agora segue seu curso. No mesmo esquema, mensalão tucano mineiro, mas em outro processo, já há, ou ainda – tão tarde, a condenação do ex-presidente do psdb nacional Azeredo, aguardando o julgamento de sua apelação pela Justiça de 2º grau.
No caso do Sr. Guido, embora o endereço do mesmo estivesse corretamente informado, o mesmo não se encontrava e, segundo agentes federais, o filho do mesmo teria informado que este se econtrava no hospital x, e o ato seguinte o mesmo foi localizado. Repercutiu o fato de que o mesmo foi retirado da condição de acompanhante de sua esposa, que estava sendo submetida a uma cirurgia de tumor cancerígeno, embora posteriormente tenha sido publicada nas mídias a informação de que a mesma foi submetida ao procedimento de endoscopia. Na mesma operação foi levado coercitivamente Mylton Lyra, apontado como operador do PMDB. Funaro, apontado como operador de Cunha e PMDB está preso há algum tempo.
Acredito que a questão da seletividade seja o ponto mais sensível de todas as discussões sobre a lava jato. Há um enorme peso contra a lava jato exigindo a sua postura simétrica quanto a todos os possíveis envolvidos e é bom que assim seja.
Por outro lado, parece que uma eventual operação no seio do PSDB ou talvez até mesmo algo mais incisivo no núcleo do PMDB teria o condão de afastar o histórico de seletividades. Talvez pela manipulação ou omissão de informações das grandes mídias, algumas mídias alternativas também, ou pela possibilidade de que os investigadores e procuradores adotem estratégias que farão um sentido lógico mais para frente, ainda agurdo o avanço da operação, ainda que refletindo sobre a neutralidade da postura.
Danilo pro
28 de setembro de 2016 5:59 pmPuta maladade com os
Puta maladade com os procuradores e policiais!!
pensem bem, a multidão de suspeitos nessas falcatruas do psdb:
CORINTIANO : são aprox. 33 milhões só no Brasil, sem contar os espalhados pelo mundo afora.
ESTRELA: são bilhões somente na nossa galaxia. E todo dia os cientistas estão descobrindo novas galaxias.
SANTO: são centenas somente na igreja católica. E todo dia o papa está tbm canonizando novos santos. E olhe que podem ter confundindo santo com beato, omque dificulta mais ainda a descoberta.
portanto, pessoal, sacanagem com nossas bravas e imparciais autoridades de curitiba. É muita implicância. Coisa de comunista.
Robson Santos
28 de setembro de 2016 9:58 pmAinda bem q não apareceu
Ainda bem q não apareceu flamenguista nessa lista… aí seriam mais 48-60 milhões pra procurar, só por aqui…
saulogeo
28 de setembro de 2016 6:06 pmCorintiano
Nesta altura da Vaza Jato (Caça ao PT) onde, para tentar incriminar petistas, procuradores gastam os últimos neurônios nesta tentativa, é “compreensível” que, por mais que se esforçem, não sobra imaginação para relacionar os apelidos com os penosos.
Então, para ajudar, um palpite:
Corintiano: Andres Sanches – Executivo da Globo – Odebrechet – Agenda do Marcelo
Mas, é claro que isso não vem ao caso!!
Snaporaz
28 de setembro de 2016 7:13 pmA intimidade da Opus Dei,
A intimidade da Opus Dei, facilita a identificação do “Santo”. E, talvez mais alguns em vias de serem canonizados.
Jose de Almeida Bispo
28 de setembro de 2016 7:29 pmMaldoso! Rsrsrsrsrsrs
Maldoso! Rsrsrsrsrsrs
Frederico69
28 de setembro de 2016 9:37 pmfoi em que governo mesmo??
???
Ivan de Union
28 de setembro de 2016 11:42 pmCorrupta do comeco ao fim…
A putaiada lavajatica blinda Aecio, blinda Serra, blinda Alckmin, blinda Cunha… e ainda quer que todo mundo acredite que eles NAO sao corruptos.
Sao sim.
A lavabunda eh corrupta do comeco ao fim.
E todos seus integrantes -inclusive os evangelicos de bunda quente- tambem sao.
Milton Murilo
29 de setembro de 2016 2:00 amSobrou para a Odebrecht
Sabido é a enorme dificuldade da “República dos Estados Unidos de Curitiba” em indiciar tucanos.
Como prova é o que mais sobra contra as “aves” inventaram a “convicção”.
Desde a primeira reunião da turminha já tinham a convicção da inocência de tucanos e culpa de petistas então desdenham as provas e se baseiam na convicção. E aja circo para a tigrada.
Com a questão dos apelidos já se sabe que tucano algum será indiciado. Afinal como se sabe a corrupção do Brasil começou no governo Lula antes todos eram santos da opus dei et caterva.
E tem bobo que acredita.