4 de junho de 2026

Teori prorroga inquéritos da Lava Jato e defende harmonia entre PF e MPF

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Jornal GGN – O ministro Teori Zavascki, relator Lava Jato no Supremo Tribunal Federal, concedeu nesta quarta-feira (30) a prorrogação do prazo para a conclusão de diligências em inquéritos relacionados à investigação de políticos envolvidos em supostos desvios de recursos na Petrobras. A ampliação dos prazos foi feita a pedido da Polícia Federal, com a concordância do procurador-geral da República, Rodrigo Janot.

Segundo o Regimento Interno do Supremo Tribunal Federal, a autoridade policial deve reunir os elementos necessários à investigação no prazo de 60 dias, prorrogável por requerimento fundamentado. Ao deferir o pedido, o ministro entendeu que a condução da investigação deve ser desenvolvida pela atuação conjunta do Ministério Público e da autoridade policial, com interferência mínima da Justiça. A atribuição do STF se restringe a controlar a legitimidade dos atos e procedimentos de coleta de provas.

No despacho, Teori defendeu que a PF e os procuradores atuem de maneira “harmoniosa”. A sugestão aconteceu um dia após a imprensa noticiar que Janot pediu ao ministro do Supremo que reconhecesse a autoridade do MPF na coordenação das investigações.

“É do mais elevado interesse público e da boa prestação da Justiça que a atuação conjunta do Ministério Público e das autoridades policiais se desenvolva de forma harmoniosa, sob métodos, rotinas de trabalho e práticas investigativas adequadas, a serem por eles mesmos definidos, observados os padrões legais, e que visem, acima de qualquer outro objetivo, à busca da verdade a respeito dos fatos investigados, pelo modo mais eficiente e seguro e em tempo mais breve possível”, afirmou Teori.

Nos casos em que investigados nos inquéritos requereram sua exclusão dos processos, o ministro Zavascki determinou que os pedidos de arquivamento tramitem em autos apartados, para que, separadamente, a investigação possa continuar, sem prejuízo de outras decisões.

Os inquéritos envolvendo parlamentares foram abertos em março pelo Supremo com base nas delações premiadas do doleiro Alberto Youssef e do ex-diretor da Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa, principais delatores do esquema de desvios na estatal. Ao todo são 48 investigados.

Com informações do STF e da Agência Brasil

Cintia Alves

Cintia Alves é jornalista especializada em Gestão de Mídias Digitais e editora do GGN.

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7 Comentários
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  1. José C Lima

    1 de maio de 2015 12:55 pm

    Já caçar o unico sujeito q

    Já caçar o unico sujeito q poderia complicar pro lado de Anastazia ninguem quer, o juiz tucano o soltou e nem se lembrou que há tornozeleira eletronica…como eh bom ser tucano nesse pais; basta se filiar ao psdb que ta autorizado a roubar sem que a midia e o republicanismo anti-pt se imoorte com isso

    1. Ugo

      1 de maio de 2015 2:01 pm

      e outros direitos

      Autoriza beter em professor pelos lados do tucanistão do Paraná.

    2. lenita

      1 de maio de 2015 10:52 pm

      Por essa e por outras que o

      Por essa e por outras que o ixpertinho do Eduardo Campos, bandeou-se para a thurma.

  2. Ulisses s

    1 de maio de 2015 12:58 pm

    Investigação de mais de um ano?

    E não acharam nada? Ou não acharam nada contra o PT? Por que para PP, PSDB, DEM, PSB tá sobrando provas. Avião sem dono e tudo mais. 

  3. Ugo

    1 de maio de 2015 2:08 pm

    para os exibicionistas existe solução

    Dez minutos de holofotes e televisão para cada um resolve o problema.

  4. sbernardelli

    1 de maio de 2015 2:24 pm

    Agora vem fase de inventar

    Se acabou coisas para acusar contra o PT eu não sei, mas sei que… Agora vem fase de inventar

  5. Orlando Soares Varêda

    1 de maio de 2015 5:15 pm

     
    De fato, os tucanos gozam

     

    De fato, os tucanos gozam de especiais e merecidos privilégios hereditários. Quiçá, decorram eles da rigorosa aplicação dos táis “direitos adiquiridos”, vindos lá de trás. Como por exemplo; o usucapião, modo de aquisição da propriedade do qual o paipai do Aécio da Cunha, que se diz Neves, era expert.

    Pois bem. Desde quando a coroa portuguêsa aqui plantou seus súditos, e procedeu a partilha das terras de Pindorama, fatiando-as, e as distribuindo, para governança dos Fernando Henrique da época. Os primeiros embriões, ou seriam girinos? Formadores finais de nossos simpáticos batráquios, digo, nossa simpática elite cheirosinha. Em especial, sua classe de anfíbios dirigentes, ai ficou suas raizes, e, até os dias que atravessamos, os gajos não largam o osso.

    Depois, querem negar aos da senzala, até o direito universal de chiar. Quando estes alegam não ter o Brasil destribuído a terra entre seus habitantes. Pois muito bem. A implantação das Capitanias Hereditárias, foi uma espécie de “Proer,” da nascente Colonia do Sul da America. A distribuição das terras, à moda do que o professor Cardoso, copiou anos depois, para salvar banqueiros amigos. Aquela, se afigura aos da planície, como uma uma “reforma agrária, patrimonial de alto-calibre”. Não obstante, digamos assim, a primogénita medida distributiva, sabe-se, tratar-se aquela providência atender desideratos de outra natureza. Não obstante, é quando o país lança as bases para o surgimento da elite dirigente da mais rastequera capacitação dos antônimos, aos termos seguintes: moral, ética e justa e generosa.

    Não é por outra razão, que alcaçamos o “topo” civilizatório, ao atigir o índice Gini de 0,56, ou seja, o invejável terceiro país mais desigual do mundo.

    Quando o pessoal da “capitania” (leia-se, herdeiros), sente algum risco do vento mudar o rumo, é um deus nos acuda dos diabos. Foi assim com Vargas, com Goulart. Não está sendo diferente agora.

    Orlando

     

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