O governador do Rio de Janeiro Wilson Witzel é um genocida. Sua política de estímulo à violência policial, a ordem para que helicópteros metralhem bairros residenciais, a pretexto de combater criminosaos, a execução de inocentes, tudo isso é motivo para que se decrete sua prisão em flagrante.
A tergiversação em torno do tema está produzindo mortes diárias. Cada dia em que se postergam medidas contra ele significa mais civis sendo mortos, crianças aterrorizadas, comunidades inteiras em tensão permanente. E, na outra ponta, aumentam os suicídios de Policiais Militares, comprovando que o estado de guerra permanente beneficia apenas os chefes.
Mais dia, menos dia, ele será julgado por seus crimes e preso, em presídio de segurança máxima, dado seu grau de periculosidade. Mas, antes disso, precisa ser detido. Se Ministérios Públicos, Judiciários, não se consideram com força suficiente para denunciá-lo pelos crimes, que pelo menos tomem medidas para interromper os massacres no Rio de Janeiro.
Anônimo
20 de setembro de 2019 11:29 am“Mais dia, menos dia” teremos o Estado de Exceção cada vez mais ampliado, isso, sim. A “torcida” para que MP e Judiciário cumpram com suas funçoes e responsabilidades soa como retórica. Não é falta de coragem, é cumplicidade.
Não é necessário ser profundo conhecedor de Agamben pra enxergar isso.
Arthemisia
20 de setembro de 2019 12:50 pmÉ tão visível, né?
Helder Moura da Rocha
20 de setembro de 2019 11:53 amMeu apoio, Nassif, nessa cruzada. Por enquanto, (quase) solitária, mas imprescindível: o bom combate – não podemos tolerar esse genocida, louco.
Lúcio Vieira
20 de setembro de 2019 12:50 pmEstes senhores, bestificando as relações entre as pessoas não notam o mal e a armadilha que vão criando. Só tomarão alguma ciência, não sei se consciência, quando algo de muito grave recair contra si ou em seu entorno. Ficam expondo as pessoas e inclusive os policiais a um estilo de vida contrário a uma saúde mental equilibrada – não se acaba com a pobreza, matando os pobres e pior, pedindo a que outros o façam. Recentemente o canal da Sputnik no Brasil fez uma matéria muito boa mostrando o aumento no número de suicídios entre policiais civis e militares. Interessante é que entrevistaram um dos comandantes da PM da Bahia (uma das maiores corporações do Brasil) onde o tipo de atenção dada, tem feito os números serem diminuídos em relação às médias nacionais. Num tipo de corporação onde não podem se reunir socialmente de modo voluntário (como sindicatos) e só através da disciplina e hierarquia institucional e onde a aceitação das ordens superiores são os motes da carreira, quando pegam um comandante (governador) que tem ojeriza e descaso à vida do próximo, é o que virá.
Por que suicídios entre policiais de SP crescem?
https://www.youtube.com/watch?v=2Fq49U2x1ag
Prevenção ao suicídio na Polícia Militar da Bahia
https://www.youtube.com/watch?v=AzVL8ZcqYDc
André Lameira
20 de setembro de 2019 3:04 pm“Se Ministérios Públicos, Judiciários, não se consideram com força suficiente para denunciá-lo pelos crimes, que pelo menos tomem medidas para interromper os massacres no Rio de Janeiro.”
Aí é que está. Eles são amigos pessoais do Witzel. Essa “esperança no Judiciário” é impraticável no Brasil. Só para citar um setor crucial que Lênin identificou como entrave à democracia: “a autocracia, a corte, a polícia, o funcionalismo, o exército e o grupo da alta aristocracia”. Isso, traduzido para o Brasil de 2019, fica assim: “o Judiciário, o ministério público, as polícias, o alto funcionalismo, as forças armadas”. Isto é, é uma tolice exigir justiça e democracia desses setores. Esses setores na verdade são o principal inimigo da democracia popular e da classe trabalhadora. Devem ser combatidos como inimigos, e não tratados à base de lisonjas estéreis.
Carlos Elisio
20 de setembro de 2019 3:23 pmO discurso deste individuo que hoje governa o RJ mudará assim que um seu parente ou parente de um chegado for alvejado. Até lá é esta desgraça diária e aturar bravatas de fanfarrão.
Já escutei uma vez uma verdade cada vez mais atual no meu RJ: “saimos de casa candidatos a vitima e retornamos como sobreviventes”
Mas nao cabem genocidas no poder. Serão julgados!
peregrino
20 de setembro de 2019 3:55 pmA morte como propaganda
aquele ato de propaganda política comemorativa na ponte Rio-Niterói mostrou a periculosidade para todo e qualquer cidadão de se ter um governador como Witzel.
Aquilo foi um indício de que o que ele mais procura como governador é satisfazer a vontade dos que têm cede de sangue e morte. E ninguém consegue isso sem sair por aí à procura de motivos para matar; algo que pode surgir até da revolta dos moradores das comunidades
Se continuar com esta total liberdade para matar. até mesmo sair de casa para trabalhar ou estudar em dias de operações pode se transformar no motivo que ele tanto procura
Wagner Cintra
20 de setembro de 2019 4:35 pmEu temo muito que o que se passa no RJ seja algo parecido com a “aprovação” da Lava Jato à época das caças as bruxas. Explico: muitas pessoas tanto das regiões periféricas alvos destas operações como as de “melhores condições” avalizam e defendem estas ações. É de ficar em choque ao ouvir as respostas. Se tem a clara sensação de vivermos um total Estado de Exceção nestas regiões. Você sai de casa e não sabe se volta vivo. Problemas de saúde surgem em todos, pois o medo, a insegurança e a incerteza do que pode acontecer é generalizada. Quando a principal autoridade do executivo da cata branca para matar o que se pode esperar e pensar? Já houve mortes de inocentes segurando guarda-chuva, furadeira, marreta, macaco hidráulico e etc por suposto/confusão por uso de armas. criar secretaria de vitimização não irá trazer paz e vidas de volta. Se ninguém segura este “DEUS GOVERNADOR” quem segurará seus “anjos”? O que se faz no RJ está tudo ERRADO. As estatísticas de mortes envolvendo todos os lados(os policiais também) é superior a muitos países de guerra. Nesta semana um vídeo que apareceu no YOUTUBE de um programa jornalístico europeu com cenas gravadas por câmera pública, a tentativa de assassinato por um pistoleiro montado numa moto contra pessoas numa calçada. Diversos comentários (estrangeiros) perguntavam se a cena era no Brasil, Rio de Janeiro. Outro dado curioso( para não dizer que é o jogo em desvirtuar o foco principal)é a atitude e pronunciamento de figuras de projeção em terras fluminenses se preocuparem com coisas pequenas como por exemplo foi o caso do gibi com beijo gay na bienal do Livro comparado a esta MAZELA. As vezes eu penso que vivo no meio de ZUMBIS e MÁQUINAS. As sucessivas mortes e as já anunciadas que virão não incomodam tanto prefeitura, religiosos, judiciário e outros como foi a foto do beijo gay num gibi e tantas outras. O inferno existe e tem lugar físico, mesmo com leis e “deuses” é superior quando deixamos de sermos SERES HUMANOS.
peregrino
20 de setembro de 2019 5:29 pmAquele lance da Ponte do Saber, e ela permaneceu aberta sim senhor, só não colocou a vida de todos os passantes em risco porque crianças de uma escola não revidam tiros que são vistos apenas em tempo de guerra ou em um campo de batalha repleto de policiais aparentemente com autorização para matar, ameaçar ou ofender qualquer cidadão que esteja se deslocando em um país livre, sem guerra declarada a quem ou ao que quer que seja. Não pago meus impostos para correr este perigo
quer fazer este tipo de propaganda, vai fazer dentro da sua casa, seu doido, e com seus familiares, não nas ruas e para com qualquer cidadão
Jorge Neto
20 de setembro de 2019 5:33 pmÉ um genocida que tem o apoio de todas as esferas da justiça, dos órgãos de segurança do estado e o principal apoio, da milicia
Marcelo
23 de setembro de 2019 3:23 amAcho que o Nassif tá meio por fora do RJ… Não sabe ainda que o TJRJ anda rezando pela mesma cartilha do Witzel, que é ex-juiz.