Há várias maneiras de apontar os malabarismos praticados pela República de Curitiba no caso Triplex. Mas procurar uma fornecedora da reforma no Google, encontrar dados inconclusivos e deixar de investigar – dando margem a mais uma fake news – não é uma delas

Jornal GGN – É fake news a história de que o triplex do Guarujá, que a Lava Jato atribuiu a Lula como um presente da OAS, não possui um elevador contratado no pacote da reforma ao custo final de mais de R$ 100 mil, segundo um laudo da Polícia Federal de 2016.
Trecho do laudo pericial da PF sobre o triplex, concluído em março de 2016. Acesse aqui.Alguns vídeos divulgados nas redes sociais após a ocupação do apartamento pelo MTST, de fato, não mostram o equipamento. Mas isso não significa que o elevador é fictício.
O UOL também divulgou um vídeo (assista aqui), em abril de 2018, mostrando o interior do triplex levado a leilão por R$ 2,2 milhões. Nele, é possível constatar que o elevador foi instalado.
Em 2016, os agentes federais que vistoriaram o imóvel anotaram que o elevador não só estava instalado como vinha sendo deteriorado pela ação de uma goteira no teto, fruto de problemas de infiltração espalhados pelo triplex.Pacificado este ponto, passemos a outra fake news: o boato de que a empresa que instalou o elevador “pode nunca ter existido” ou emitido notas frias.
Segundo os autos do caso triplex, quem fez a instalação do elevador foi a empresa TNG Elevadores LTDA.
Na internet, as informações sobre a empresa são escassas. Encontra-se apenas CNPJ, endereço desatualizado, o nome do casal proprietário e o contato é um número de telefone e um e-mail que pertence ao escritório que confirmou ao GGN prestar serviço contábil à TNG.
Blogueiros que levantaram suspeitas sobre a existência da TNG Elevadores certamente não se esforçaram para encontrar a empresa pelos contatos indicados. O GGN conseguiu falar, por telefone, com um dos representantes legais. Foi a primeira vez que a empresa foi procurada por uma jornalista após a onda de boataria, informou.
A redação levantou que a TNG Elevadores, que atua em São Paulo desde 2012 (embora seu CNPJ exista desde 2005), é uma concessionária da GMV Latino América Elevadores. Esta, por sua vez, é uma multinacional italiana que fabrica elevadores privativos e revende no Brasil através de seus representantes. Ela também aparece nos documentos do caso triplex.
Com mais de 25 anos de experiência no Brasil, a GMV, que já havia feito outros projetos junto à Tallento (empresa contratada pela OAS para a reforma do triplex), acabou sendo acionada para fornecer o equipamento que iria para o imóvel no Guarujá.
A contratação da TNG para fazer a instalação foi praticamente automática, tendo em vista que a concessionária é a responsável por realizar o atendimento de qualquer cliente da GMV no litoral paulista.
A conversa de cerca de 40 minutos com o representante legal da TNG (que pediu para ter a identidade preservada por conta dos ataques que vem sofrendo em decorrência das fake news) lançou luz sobre as notas fiscais e documentos do elevador.
A instalação do equipamento teria custado cerca de R$ 14 mil, em 2014. Isso é levado aos autos do processo por meio da anotação de responsabilidade técnica (ART) assinada entre o engenheiro Peterson do Couto (ex-colaborador da TNG) e a OAS Empreendimentos, que era o “cliente final”, ou seja, a dona do imóvel. Essa ATR aparece no laudo da PF, de 2016.
Na sentença, o juiz Sergio Moro diz que uma nota fiscal emitida pela Tallento em face da OAS mostra que a instalação do elevador custou, no total, R$ 21 mil. Nesse valor, além dos R$ 14 mil da instalação, está incluso também uma diferença de R$ 7 mil referente à “manutenção preventiva” do equipamento.
Esta manutenção, segundo o representante da TNG, deveria ter sido feita 2 meses após a instalação, fato que não ocorreu porque a Lava Jato interditou o apartamento.
Possivelmente, é por conta do bloqueio ao triplex, disse o representante, que o apartamento aparentemente encontra-se “vazio” e muita gente acredita que não houve reforma alguma. A fonte lembrou que muito do projeto contratado da Tallento pode não ter sido entregue ou executado por conta interdição da Lava Jato.
Ainda de acordo com a sentença de Moro, existe uma outra nota fiscal provando que o custo da compra do elevador foi de R$ 47,7 mil.
Ao GGN, a TNG revelou que “foi um elevador bem simples, o instalado, por opção da construtora. Não sei se foi por uma questão de custo, mas aquele era o equipamento mais em conta que a gente tinha e com o menor prazo, porque já tinha ele aqui no Brasil.”
A reforma no triplex foi contratada pela OAS à Tallento para ser executado em até 3 meses, entre julho e setembro. O elevador foi instalado depois, entre outubro e novembro.
Como, na prática, a Tallento comprou o elevador da TNG e depois revendeu à OAS, o representante acredita que o preço pode ter chegado àquele aferido em documentos pela Polícia Federal: R$ 104 mil. A Tallento “pode ter agregado valor” cobrando mais custos operacionais, como o transporte e içamento de materiais, entre outros.
EMPRESA FICTÍCIA?
A TNG, segundo o representante, opera em São Paulo com apenas 2 funcionários e está migrando para um espaço na Vila Anastacia. O endereço situado à Rua Tito Batista, fácil de ser encontrado na internet e utilizado por blogueiros para aventar que trata-se de empresa fantasma, está desatualizado.
De acordo com o representante, a empresa não dispõe de site institucional próprio porque atua num segmento de mercado muito nichado, oferecendo instalação de elevadores residenciais para imóveis de alto padrão e, até então, não via a necessidade de fazer “divulgação de massa”. Além disso, vem colhendo frutos a partir do marketing da GMV, que é a porta de entrada dos clientes. Ainda assim, promete lançar um portal oficial, para afastar as suspeitas, em breve.
Mais estruturada – e com um corpo jurídico que pode ser acionado contra quem propaga fake news, diz o representante – a multinacional italiana está fixada em Curitiba desde o final dos anos 1990. Teria sido contratada pela Tallento por ser referência no mercado, e não porque coincidentemente está situada na cidade de Moro.
A REFORMA DOS VALORES “DISCREPANTES”
O GGN já mostrou nessa reportagem aqui que outros custos da reforma do triplex foram tratados em relatório da Federal como “discrepantes” em relação ao que se observa no espaço.
No final das contas, o emaranhado de acusações feitas pelo Ministério Público contra Lula foi alterado por Sergio Moro na sentença, que não condenou Lula apenas pelo “recebimento” do triplex de R$ 2,4 milhões, mas debitou o “presente” de um suposto caixa geral de propina entre o PT e a OAS, no total de R$ 16 milhões. Foi com base nesse valor, muito superior ao apartamento, que os bens de Lula foram bloqueados.
Este fato, inclusive, foi questionado pelos advogados de Lula em recursos a instâncias superiores, pois quando um juiz, na prática, altera a denúncia do Ministério Público, o réu pode alegar que teve sua defesa cerceada.
Há várias maneiras, como se vê, de apontar os malabarismos praticados pela República de Curitiba no caso Triplex. Mas procurar uma fornecedora da reforma no Google, encontrar dados inconclusivos e deixar de investigar – dando margem a mais uma fake news – não é uma delas.
Xeque!
Lucio Vieira
10 de maio de 2018 8:33 pmA Leva Jetons é uma quadrilha especializada em roubar o futuro
alterando a verdade, propagando o terror e o ódio e assassinando a esperança. A caça aos corruptos não pode ser feita pela quadrilha de hipócritas e de fúncionários públicos que não protejem o bem público
Dr Ateubaldo Rodrigues
10 de maio de 2018 9:50 pmElevador do Triplex
Meu amigo como um elevador R$14.000,00 Passa a custar R$ 104.000,00??? É só você fazer uma pesquisa de preços simples, que você vai achar um elevador muito melhor no mercado instalado por menos de R$30.000,00! Para Nassif R$ 104.000,00 é um valor superfaturado, uma falcatrua!
OBS
10 de maio de 2018 9:52 pmTurbinam Valores Imobiliarios
Cinthia
O assunto não é se um dia foi de Lula este apt. É óbvio que ele não quiz por mais valores em cima deste.
Falemos de preço de imóveis no ESP.
Qual é a metragem total deste “triplex” de mais de “2 milhões”?
(Pergunto porque: a casa onde nasci e me criei nos Jardins, ao lado do shopping Iguatemi, foi vendida por valor inferior. A metragem? Muito maior do que este poleiro)
Milton Pereira Neves
10 de maio de 2018 10:04 pmA noticia mais falsa nesta
A noticia mais falsa nesta historia foi criada pela própria operação de curitiba. Eles interditaram uma obra em que não havia um centavo se quer do bolso de Lula porque o apartamento “iria ser entregue” a ele. Os procuradores foram atrás de fofocas de revistas, notas fiscais de uma obra inacabada e dezenas de testemunhas que confirmaram que “ouviram dizer” por fim enfiaram contratos da Petrobras no meio da história falsa para garantir crimionamente o processo em Curitiba. A partir dai não há mais notícias falsas porque o processo é falso. Não é discrepante é nulo do começo ao fim. Não há base jurídica para “iria”, “foi atribuído”, “ato de ofício indeterminado” e por fim “não há valores da Petrobras”. A verdade já estava morta.
Renato Lazzari
10 de maio de 2018 10:37 pm“Xeque” dando show!
Parabéns!
“Xeque” dando show!
Parabéns!
MarFig
10 de maio de 2018 11:04 pmJá que o GGN tem condição de
Já que o GGN tem condição de investigar o preço do elevador será que dá pra investigar aquela cozinha de 320 mil? Falo isso porque estou reformando o apto que recebi de herança da minha mãe de 110 m2 e troquei tudo. Coloquei piso de porcelanato, reforma completa dos 2 banheiros, vaso, pia, box, armários bem como de toda a cozinha e todos os quartos com armários novos, só coisa de boa qualidade, posso até postar as fotos depois aqui pra provar depois de pronto (faltam só os armários). No fim vou gastar 50 mil, com material e mão de obra.
Renato Lazzari
11 de maio de 2018 4:57 amrs…
Edemar Motta
10 de maio de 2018 11:44 pmSaco, todos mentem.
Saco, todos mentem.
Schell
10 de maio de 2018 11:50 pmBem, a desgraça da OAS, foi
Bem, a desgraça da OAS, foi transferida ao Lula pelo desMoronado, com elevador, com tudo. Só a injustiça brasileira não é capaz de julgar com isenção, pois, são golpistas-negocistas desde criancinhas. Tivessem nascido alguns anos antes, talvez tivessem trabalhado para os fleury, os medicis, os tavares, os figueiredos e tantos outros ditabrandos-folhescos.
emerson57
10 de maio de 2018 11:56 pmMotorzão
A Mercedes F1 com que Lewis Hamilton vai correr domingo em Barcelona terá uma pintura prateada, todos poderão ver e constatar.
O difícil será provar que ela e o resto da fábrica pertencem ao Lula.
Sejumoro consegue. Vai usar a teoria da curva reta.
Maria Cristina dos Santos
11 de maio de 2018 12:11 amas tais notais fiscais
Excelente! A OAS planejou tudo certinho para enrolar o presidente Lula. Muitas coisas chocam nesse processo, incluindo a falta de cabeça do juizinho em colocar o imóvel para leilão sem mandar fazer uma avaliação através de agente imobiliário, porque não importa o que a OAS declarou que colocou no imóvel, o que interessa é o valor de mercado. Aquilo não será nunca vendido pelo valor pedido no leilão, basta comparar com outros imóveis à venda no Guarujá. Aliás, acho que o imóvel é radioativo, não seria vendido nem com o preço certo.
Cafezá
11 de maio de 2018 3:33 ammoro num tem próvas i nem
moro num tem próvas i nem indísicius i nem vistíjios. pra tê indísius i vestijios, moro puderia iscrevê um romanse iscrito em letra garrafais que é baziado in fatus reaiz. U premero capitúlu siria mais ou meno anssim:
o donu da oas foi visitá u lula i tava chuveno muitu, cuandu tava pérto du palásio levô um tombu i bateu a cabessa na guia da sarjenta. cuandu chegô na çala dulula, eile tava centado na meza tumano uma chachácha i fumanu um xarutu cúbanu cospé pá sima da meza. U donu da óas tava cacábessa ardenu i cum um calombu du tamanhu dum ovo na tésta i foi falanu pulula anssim
– ucê qué um apartamentu pucê?
Maisi lula ficô oianu prele i viu qui eile tava dicabessa quenti i falô:
– Você está passando bem? O que houve? Está todo descomposto, molhado e tem a cabeça ferida, sangrando muito.
Ieu to iscrévenu dugeitu qui u lula falô ieu tô seno literáu. aqueli anafarbeto num sabi falá purtugueis.
U donu da oas imendô:
– É teo di grassa.
– De forma alguma. Não tenho nenhum interesse.
– Maisi óia qui é um triprés. pença bem é muita grana.
i anssim cumessaria u romamse qui tirinha pur nomi U triprés dulula u corrupitú.
moro dispois di terminá si canditaria a uma vaga na acadimia brasilera di letraz na óra qui arguém da acidimia batece as bóta
Ó grória!!! moro vensiria, dalanhó ficaria jejuanu pur intenssão deile prele ganhá, i ja tava imajinanu ele du ladu du mérval pereira nu xá das cinco, tiria seo nomi inscritu du ladu du róbélto marinhu, síria imortáu iguarzim a eile
i ficô imajinanu eile caquele frauldão fazénu u discurçu di póssi. i faria in ingreis, pá móstrá u cuantu eile é bão dilingua
Antonio Victor
11 de maio de 2018 3:38 amEsse elevador prova o que ?
Tivemos uma presidente deposta, vivemos um golpe, temos o maior líder político do Brasil preso por razões políticas, e o GGN exige que a esquerda faça meticulosas investigações sobre um elevador ? Para salvaguardar a “honestidade” da Lava Jato ?
Realmente o Brasil vive um momento bizarro.
Fábio de Oliveira Ribeiro
11 de maio de 2018 10:22 amO elevador não existe, logo
O elevador não existe, logo Lula é inocente. O elevador existe, logo Lula é culpado. Nos dois casos a logica é a mesma. Não há ligação alguma entre a conclusão e a premissa maior, nem uma premissa menor que coloque Lula na equação.
Rômulo Oliveira
11 de maio de 2018 11:27 amLaudo da perícia, datas e prisão de Leo Pinheiro
Desde as últimas publicações sobre a polêmica do elevador, algumas ficarão com poucas respostas, por exemplo, a perícia não observou, por exemplo, se o elevador estava em serviço. Se as instalações elétricas, por exemplo, eram compatíveis com o funcionament do elevador e uma reforma para dar luxo ao dito imóvel.
Não é uma situação qualquer.
Falta ainda uma especificação sobre o que se chama de “linha” dos móvies da Kitchens para se poder fazer o levantamento de valores. A perícia poderia lançar mão de uma consulta a Kitchens, por meio de pedido de orçamento a partir de uma especificação das dimensões e módulos encontrados. Seria possível atestar a procedência dos móveis? as dobradiças e outros metais poderia ser reutilizados… etc…
Mas isto é complemento, o que nos intriga são as datas.
1. Julho de 2014 a empresa Tallento é contratada para uma obra de 3 meses ao valor de R$ 3.000,00 por metro quadrado, ou seja, sem projeto, sem especificação o que no mercado seria possível se há urgência, mas a AOS procuraria melhores preços. É o comum se quer qualidade e preço.
2. Novembro de 2014, engenheiro entrega o projeto de reforço estrutural para a instalação do elevador, ou seja, ainda não haviam instalado o equipamento. Neste mesmo mês Leo Pinheiro é preso. Por que Leo Pinheiro permitiu que continuassem a reforma do imóvel?
3. Pelo laudo de perícia é possível identificar atividades posteriores a prisão como o içamento do elevador e outras atividades. O elevador era fundamental para criar o cenário da Delação em conjunto com a marca Kitchens.
Temos a sensação que Leo Pinheiro negociou a entrega de um apartamento de luxo e a negociação não foi com o Lula.
Um político, vendo o dono de uma empreiteira que estava em princípio executando um agrado, não mandaria imediatamente parar a obra? Uma pergunta extremamente banal.
Ale Nogueira
11 de maio de 2018 3:05 pmXeque!
Xeque!
Vladimir
11 de maio de 2018 11:31 amO blog,sempre tão crítico ao
O blog,sempre tão crítico ao republicanismo do PT, faz,agora,A mesma coisa em relação às chamadas fake news.
Vamos fazer justiça e dizer que 1 dia após a ocupação do dito triplex pelo MTST, o blog do Azenha disponibilizou toda a vistoria e laudo da PC, fotos inclusas,onde aparecia este “elevador”.
Oras,se em algum momento as imagens deram a entender que este elevador não existia, é porque não existia.
Pelo menos não com a sumtuosidade criada no imaginário popular pela midia golpista,este sim uma fake news.
As imagens tornadas públicas demonstram,por si,o despropósito de qualquer ação contra o presidente Lula,fosse ele o proprietário do apartamento, não sendo então…
O blog faria melhor se ajudasse a descobrir como um objeto de R $14000,00 acaba aparecendo na “nota” com valor superio a R $100000,00.
Talvez,muito Talvez,pudéssemos descobrir como as obras públicas custam tão caro em nosso país
Investigadora de telefone
11 de maio de 2018 11:37 amA jornalista investigadora
A jornalista investigadora fez a apuração por telefone como se ninguém fosse capaz de mentir e verificou fotografias da PF, um cidadão Kane, e quer convencer que a matéria dela é um primor a desvendar o caso “elevador”. Além disso, não especifica se o levador é dentro do apartamento unindo os três andares do trilpex ou se é do prédio (que leva os moradores do térreo até seus andares). Adorei a investigação por telefone e por fotografias, realmente, muito superiores a busca por google.
Matéria estilo grande mídia
11 de maio de 2018 11:54 amPor essas e outras fui
Por essas e outras fui diminuindo minha leitura dos ditos sites alternativos. Como publica uma matéria com um termo moralista (fake news) criado pelos grandes meios de comunicação para cercear a liberdade na internet? Pior, a jornalista dá ares de jornalismo investigativo sem ter levantado do sofá: não esteve no interior do triplex, nem visitou a empresa do elevador. E eu ainda caí nessa matéria-pegadinha aqui.
Eudes Gouveia da Silva
11 de maio de 2018 12:04 pmNão importa se o elevador
Não importa se o elevador existe ou se funciona ou não. O fato é que Lula não recebeu apartamento algum em troca de vantagens a construtoras. E muito menos no exercício do cargo. Ponto.CNPJ próprio e a OAS Construções possível receptora das supostas vantagens é outra.
Gerson_BR
11 de maio de 2018 12:13 pm“No final das contas, o
“No final das contas, o emaranhado de acusações feitas pelo Ministério Público contra Lula foi alterado por Sergio Moro na sentença, que não condenou Lula pelo triplex de R$ 2,4 milhões, mas por um suposto caixa geral de propina entre o PT e a OAS, no total de R$ 16 milhões. ”
De onde a autora do texto, que parece intima do juiz de 1a instância, tirou essa conclusão? Qual a prova? Onde isso está escrito?
Ale S.
11 de maio de 2018 1:11 pmPois, é, amigo. Ainda por
Pois, é, amigo. Ainda por cima, a reportagem é truncada e tem um tom arrogante. O texto finaliza com uma liçãozinha.
Como a blogosfera veio, em grande parte, do PIG, parece que não se livrou do vício de manipular. Publicar esse trem aí… francamente.
Cau Tinoco
11 de maio de 2018 12:57 pmQue palhaçada essa matéria,
Que palhaçada essa matéria, tão tentando enganar quem? Kkkkkk.
Carlos de Souza
11 de maio de 2018 1:07 pmO juiz tem convicção!
Leis existem, para fornecer parâmetros e limitar a liberdade dos juízes.
No Brasil atual, entretanto, os juízes se libertaram totalmente das leis: basta que tenham “convicção”, que achem, que queiram, que não vão com a cara do réu, e pronto.
O pior é que muita gente boa, de alto nível cultural e grande reputação, acha que isso está certo, porque, ao que parece, nos “estadozunidos” é assim.
Hora de fechar o congresso, já que leis não valem mais nada.
Cintra Beutler
11 de maio de 2018 5:52 pmUma tática muito usada por
Uma tática muito usada por debatedores habilidosos se constitui não em provar seu argumento, mas sim, fazer com que sua contraparte seja manobrada a debater sobre algum tema desconfortável a ele, ou favorável ao primeiro interlocutor.
Ou seja, astutamente encurralar o debatedor em um local em que ele fique vulnerável.
É isso que a imprensa faz rotineiramente. E não é diferente no caso em tela: em vez de discutir-se a legalidade do processo, a existência de provas reais que façam a ligação entre Lula e esse triplex, ou mesmo sobre o fato absurdo da OAS ser laranja de um apartamento cuja pripriedade é dela mesma (!), toda a discussão gira em torno da existência ou não de um elevador.
O fato de existir o elevador no interior do apartamento (ainda que ele não existisse) é totalmente irrelevante. Fato é que esse apartamento nunca foi usado pelo Lula e, seja lá qual SERIA (dessa forma, no futuro-do-pretérito) sua destinação, essa nunca ocorreu, além da cabeça do Moro e dos procuradores Leite Ninho que forçaram a barra de tal forma e insistiram tanto em forjar provas dessas fantasias que todo um rol de discursos foi inventado, reforçando a tese de perseguição política, e sobre o qual não parece haver contestação.
ivan silva
11 de maio de 2018 6:03 pmLula processou Moro e foi questionado em depoimento por isso!
Só que eu colocaria mais uma questão: No Google aparecem duas Natureza Jurídica:206-2- Sociedade Empresária Limitada (Site da RF) 126-0 – Fundação Pública de Direito Privado Estadual ou do Distrito Federal…https://empresasdobrasil.com/empresa/tng-elevadores-07711305000150 E isso importa muito!
ivan silva
11 de maio de 2018 6:11 pmOnde está as provas de enriquecimento ilícito?
Não conseguiam prender Alcapone, por não ligarem a fatos nenhum e nem por isso atropelaram as leis do pais pra prende-lo. Ao contrario, a Receita Ferderal dos EUA condenaram o Bandido dentro da lei. Aqui a Receita Federal inocenta Lula e condena muitos da republica mofada e não acontece nada. Não confio nesse governo e em nenhuma instituição enquanto perdurar o Golpe!