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No meio da confusão, nossos amigos imortais-mortais-imortais meditam, por Sebastião Nunes

Se o Jair Messias é um genocida em larga escala, merece ser julgado e condenado por uma corte internacional. Se nossos juristas não servem nem pra se limpar a bunda com suas leis covardes e tendenciosas, vamos torcer para que os lá de fora legislem por nós.

Caravaggio, 1, por Romério Rômulo

o meu suor é um extrato de serpente rasgado pela noite mal dormida

Como era de esperar, mundos paralelos se desencontram no infinito, por Sebastião Nunes

Estamos chegando perto, não do final, mas do miolo da encrenca. O genocida terá se estrepado? Nem eu sei. Saberemos nos próximos capítulos.

Lista de Livros: Tudo que é sólido desmancha no ar (Parte II), de Marshall...

Comparado ao Manifesto Comunista, todo o corpo da apologética capitalista, de Adam Ferguson a Milton Friedman, é notavelmente pálido e sem vida

Quem não tem competência vai de mal a pior, por Sebastião Nunes

Enquanto o pseudo-humano Jair Messias segue pendurado em duas fake news, seu pseudo-espírito tenta usar a melhor arma que tem para salvá-lo do abismo. É a distopia que segue em frente.

Lista de Livros: Tudo que é sólido desmancha no ar (Parte I), de Marshall...

Marx absorve esse ideal desenvolvimentista da cultura humanística alemã de sua juventude, do pensamento de Goethe e Schiller e seus sucessores românticos

Carta a Caravaggio, 4. Por Romério Rômulo

sobra ser um amante calejado de amores e estradas carcomidas

Caindo no abismo sem fundo, por Sebastião Nunes

Continua a saga de nossos amigos na eternidade, sempre incomodados pelo antipresidente Jair Messias, com seu fedor desesperador e sua eterna falta de pudor.

Trago meu cavalo doido, por Romério Rômulo

pro cariri vou agora, me declaro a essa senhora e caso no mesmo dia.

Se o ano 2020 acabou, a porta 2020 também não existe mais, por Sebastião...

Depois de uma semana atroz nos Estados Unidos, com o Trump ultrapassando todos os limites, continuo a distopia brasiliana, esperando que o boquirroto Jair Messias consiga sair do pântano de merda em que está cada dia mais afundado, e não nos afunde junto com ele.

Fazendeiro do ar, por Romério Rômulo

fazendeiro de fazendas, mistura de pano e rendas, de bois, jumentos e éguas.

A transposição da primeira porta, por Sebastião Nunes

Seguindo a distopia, abre-se a primeira porta, dedicada a 2020, mas ninguém entra. Jair Messias, afundado em merda, pede socorro ao policial que guarda a porta e conversa com nossos amigos.

Só a estirpe dos canalhas me ama, por Romério Rômulo

As águas que me lavam são um pedaço do escuro.

Esperança e desesperança num lamento de despedida, por Sebastião Nunes

Num país desgraçado como o nosso, só o humor salva, então segue a distopia com meus amigos falecidos e o Jair Messias tentando, sem sucesso, escapar do pântano de merda em que se meteu.

Procuro deuses que me bebam/E sambem, por Romério Rômulo

Sou a amargada visão de um calafrio / Num corpo ancestral e delinquente.

Apresentando Otávio Ramos e dando continuidade às desventuras de Jair Messias, por Sebastião Nunes

Continuando a distopia 2084, a cantora Janis Joplin entra em cena para aumentar o tormento do fedorento Jair Messias, que continua mergulhado em urina e excremento.

Joaquinas&Anas&Alices, avós, por Romério Rômulo

As avós só me deixaram / Os atos dos seus segredos

Hoje: A luta de mulheres contra o autoritarismo em “Minha Valente Avó”

Andreia Prestes, Ana Prestes e Edu Prestes lançam livro infantil sobre mulheres que lutaram contra a ditadura militar e hoje são avós

Curiosos e tensos, nossos amigos começam a desvendar os segredos da eternidade, por Sebastião...

Pelo jeito, essa distopia parece interminável. Continua o calvário de Jair Messias e a perplexidade de nossos amigos. Finalmente, porém, chegamos diante das três portas que se abrem no tempo.

Eu não vi Clarice/E deixo aqui minha paixão, por Romério Rômulo

Clarice entregou seu rosto / A Carlos Scliar: / Ele a deduziu em amarelo.

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