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quarta-feira, julho 15, 2020
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    Literatura

    No Bananistão dos Parapoliciais – 2ª parte, por Bruno Lima Rocha

    Na primeira parte desta trama macabra e “ficcional”, fizemos um panorama dos momentos anteriores à consolidação das forças parapoliciais.

    O complexo sistema de vaporização de impessoas, por Sebastião Nunes

    Continuando a saga da distopia 2084, começo neste 12º capítulo a desfazer a biografia de um herói futuro, que, infelizmente caiu em desgraça junto ao Grande Irmão sendo, por isso, vaporizado, isto é, tornado inexistente.

    Singularidade, por Wilton Cardoso

    o canto no entanto entorna / e entorta a boca em abismos

    No claustro do meu corpo, de repente, por Romério Rômulo

    Não sei se a tua mão na minha mão / É alguma andropausa destes rios.

    Como funciona o controle social absoluto na Terra Unificada, por Sebastião Nunes

    Segue o décimo primeiro capítulo de "2084": uma amostra de como é possível - e relativamente fácil - desmontar a cultura e substituí-la pelo que interessa ao Grande Irmão.

    O Ritual da Distância, por Romério Rômulo

    Nem sempre o transtorno / Vira pedra.

    Controle social total: como a História é reescrita, por Sebastião Nunes

    Segue o capítulo 10 da nova distopia, 2084. Todos os novos meios de comunicação foram proibidos, ficando sós os jornalões impressos, que divulgam notícias manipuladas, mais ou menos como é feito hoje.

    Sou eu o meu cordel, sou puro e torto, por Romério Rômulo

    Um corpo, um dado, um jogo de amargura / Que derretesse aquela luz pagã.

    Para manter a dominação, é indispensável reescrever a História, por Sebastião Nunes

    Melhor tentar adivinhar o futuro longínquo do que o futuro próximo, mais próximo do caos absoluto.

    Caderno de Viagem, roteiro histórico e sentimental

    Para compreender narrativa do livro, é preciso situar-se em seu momento histórico: início dos anos 1980. A América Latina vivia sob o domínio do medo, com ditaduras sufocando as instituições e suprimindo as garantias individuais

    O repórter urubu, por Wilton Cardoso

    Então, o repórter urubu / acusa os parentes do morto (ao vivo) / de censurar o trabalho da imprensa

    Todo poeta se vê na agonia, por Romério Rômulo

    Sou aos pedaços, sou outro / E pouco caibo nas altitudes do homem.

    Histeria incontrolável, pânico coletivo e a ficção em fúria, por Sebastião Nunes

    Uma distopia avacalhadora, botando a cada dia um pouco mais de pimenta na sopa de defuntos que o antipresidente Messias cozinha em fogo brando.

    O leitor de si mesmo, por Izaías Almada

    “SUCURSAL DO INFERNO é uma sátira surrealista do Brasil contemporâneo. É o Brasil um país real? Ou uma ficção?”

    Roliúde – Leitura de Quarentena, por Homero Fonseca

    Tomo a liberdade de recomendar meu romance Roliúde como opção de leitura para esses difíceis tempos de quarentena.

    Bandolim&Luis&Poços (poema de aniversário), por Romério Rômulo

    Chegou filho de Oscar / Teve mãe d. Tereza. / Este poema é do mar / Deixará muita certeza.

    Fascistas não passarão!, por Dora Incontri

    Homens armados se apressam / Para maior opressão, / Mas o povo sai às ruas: / Fascistas não passarão!

    Os inimigos ocultos, os dois minutos de ódio e a paranoia coletiva, por Sebastião...

    Vai o sétimo capítulo do "1984", transfigurado numa paródia adequada ao século XXI.

    Minhas ruínas são o que eu te entrego, por Romério Rômulo

    Muitas são as terras do meu sono / E muito é o quinhão do meu desejo.

    O esforço de escrever um diário arranhando a crosta dura da verdade, por Sebastião...

    Wilson abriu o caderno, correu os dedos pela suavidade do papel e, embora inseguro, começou a escrever. Antes de tudo, escreveu o título, na primeira página: DIÁRIO DO ANO 2084

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