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sexta-feira, setembro 18, 2020
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    Literatura

    Sou feio. Minha estética é bruta, por Romério Rômulo

    Minha paixão é o avesso da ternura / Movida em todo caso à força bruta.

    Lista de Livros: Filosofia da Práxis (Parte I), de Adolfo Sánchez Vázquez

    "Há 35 anos da primeira edição, livro é cada vez mais vigente, na necessidade de compreender e transformar entorno social, político, econômico e cultural"

    Poema de um setembro triste, por Dora Incontri

    Mas a pátria também é / O corpo que cai na favela / E a mancha do sangue negro / E a história de marcha ré!

    Luís Gonzaga Vieira também espera (sic) na porta do Paraíso, por Sebastião Nunes

    De careca reluzente e sandálias apostólicas, nosso amigo Vieira era inconfundível. Também, para não ser confundido com um pequeno-burguês qualquer, fazia a barba apenas uma vez por semana.

    A minha alma é crespa. E eu sou ingrato, por Romério Rômulo

    A vida é aquilo que morre no palato / Sobre pedras e trevas. Ervas ervam.

    Solidariedade, por Romério Rômulo

    Solidariedade com o Jornal GGN

    Das vantagens de digitar com o indicador da mão esquerda, por Sebastião Nunes

    O ciscar da galinha é parente próximo dos pensamentos do referido antipresidente.

    Poesia como oxigênio, por Gilson Jorge

    Poetas baianos apresentam poemas inéditos criados durante a pandemia e refletem sobre o que esse tempo representa

    Sérgio Sant’Anna continua esperando na porta do Paraíso, por Sebastião Nunes

    Espero que este texto, ao retratar meu amigo às portas do Paraíso, possa estar à altura daquele tempo, e daquelas aventuras.

    Campanha traz formato inédito para “Histórias da Meia-Noite”, de Machado de Assis

    A clássica obra de quase 150 anos de Machado de Assis poderá ganhar um formato inédito, em financiamento coletivo organizado pela editora Grupo Estante

    Sérgio Sant’Anna, Luís Gonzaga Vieira e Manoel Lobato chegam ao Paraíso, por Sebastião Nunes

    Uma pausa na distopia foi uma homenagem a três grandes amigos que se foram recentemente.

    Meu coração é sempre vil e torto, por Romério Rômulo

    Meus dedos infiéis são decadentes.

    Uma pausa na distopia que persegue a maior utopia negativa do século XX, por...

    Quem tem razão é o português Alberto Pimenta, que publicou, no já distante ano de 1977, a primeira edição do pequeno-grande livro “Discurso sobre o filho da puta”

    Canção da Partida, por Gustavo Felicíssimo

    “Agora essa notícia: Morreu Sérgio Ricardo. / E eu, ao telefone, desconcertado.”

    Sobre a crença bastarda dos amores, por Romério Rômulo

    Me atraquem num porto de agonia / Onde eu caiba, ainda que pequeno.

    Construindo inimigos a partir da linguagem, por Sebastião Nunes

    Segue a décima sexta parte da distopia 2084. Chego enfim ao momento em que futuro e presente se encontram, para criar o pior dos mundos possíveis.

    Eu vou te trazer, ó doce amada, por Romério Rômulo

    Eu vou viver das tuas mãos vibráteis / E vou beber teus atos inconsúteis

    Avanços da Novilíngua na destruição de palavras e do pensamento crítico, por Sebastião Nunes

    Continua, em 2084, o trabalho infatigável de destruir a inteligência da população pela destruição de palavras e pela redução do vocabulário crítico.

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