Ciclone extratropical atinge Sul e já provoca estragos no Sudeste

Ana Gabriela Sales
Repórter do GGN há 8 anos. Graduada em Jornalismo pela Universidade de Santo Amaro. Especializada em produção de conteúdo para as redes sociais.
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Segundo Inmet até o Centro-Oeste do país deve ser afetado pelo fenômeno entre esta quinta e sexta-feira

Ciclone extratropical via satélite. | Foto: Reprodução/Regional and Mesoscale Meteorology Branch

O ciclone extratropical que se organizou sobre a região Sul do país se arrasta e já atinge o Sudeste brasileiro, nesta quinta-feira (13). O Centro-Oeste também deve ser afetado.

A Defesa Civil Nacional informou que o fenômeno se formou entre o Paraguai e a Argentina e chegou ao Brasil na tarde desta quarta-feira (12).

Em meio a temporais e rajadas de vento, o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) aumentou o nível de alerta em parte do país.

A previsão é que os ventos desse novo fenômeno devem ser iguais ou superiores aos que atingiram o Sul no mês passado. Entenda.

Sul

Ontem (12), o Inmet declarou situação de “grande perigo”, por meio do alerta vermelho, no Rio Grande do Sul e Santa Catarina. A previsão do órgão é de chuva superior a 60 milímetros por hora ou maior que 100 milímetros por dia, além de ventos superiores a 100 km/h e queda de granizo. 

Desde terça-feira (11), ambos estados registram as menores mínimas de temperatura e sofrem com aos temporais e ventanias, que aumentam o risco de enxurradas, alagamentos e deslizamento de terras. 

Nesta manhã, a cidade catarinense de Bom Jardim da Serra, registrou rajadas de vento de 146,9 km/h, segundo a Defesa Civil do estado. Em Urupema, na Serra do estado, os ventos passaram dos 100 km/h.

Já no Rio Grande do Sul, 42 municípios foram afetados. Uma morte foi registrada, na cidade de Rio Grande. As informações iniciais são de que a pessoa morreu após a queda de uma árvore em cima de uma residência. Outras 20 pessoas estão feridas.

Além disso mais de 825 mil pessoas estão sem energia elétrica no estado, informou a Rio Grande Energia (RGE) e da CEEE Grupo Equatorial.

Sudeste 

No estado de São Paulo a ventania que estava prevista para esta tarde chegou mais cedo e já provocou estragos em algumas regiões da capital. 

Na zona sul, ao menos duas árvores caíram. Uma delas, de grande porte, tombou em cima de uma guarita, no Morumbi. O segurança não estava no local.

No bairro de Moema uma outra árvore caiu na calçada da Avenida Aratãs, em frente a um salão de beleza e um empório, Ambos os estabelecimentos tiveram o fornecimento de energia afetado. 

Já no Campo Belo parte da cobertura de uma casa foi parar do lado de fora. Uma árvore também caiu na região da Consolação.

Felizmente, segundo os bombeiros, não há registro de feridos em nenhum dos incidentes.

Por conta da chegada do ciclone extratropical, a Defesa Civil de São Paulo emitiu alerta com previsão para esta quinta e sexta com ventos fortes, de até 90 km/h, especialmente na região metropolitana, Vale do Ribeira, região de Itapeva, Baixada Santista e litoral norte.

Há previsão de ressaca marítima em todo o litoral paulista, nos dois dias, com ondas que podem atingir até 4 metros. “Diante desse cenário, recomenda-se evitar a prática de esportes aquáticos ou influenciados pelo vento, como surf, windsurfe e kitesurf”, alertou o órgão. 

Segundo o Clima Tempo, as rajadas de vento também devem atingir pontos altos da serra do Rio De Janeiro.

Centro-oeste

O Inmet também informou que os próximos dias nos estados do Centro-Oeste serão marcados pelo avanço de uma massa de ar frio e temperaturas mais baixas.

“Áreas de instabilidade deverão se intensificar sobre o Mato Grosso do Sul nesta quarta-feira (12), devido à influência de um ciclone extratropical”, alertou.

Com informações do G1 e Agência Brasil

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  1. Quando é que o GGN vai abrir um debate sobre os efeitos — visíveis a todos — de décadas de experimentos militares e geo-engenharia? Que fique claro: geo-engenharia de eventos meteorológicos é pura barbarie high tech. —- Nos últimos sessenta anos as principais forças militares do mundo construíram armas inéditas onde a natureza foi usada para destruir, aterrorizar e provocar mudança repentina na vida de comunidades, arruinar economias de inteiras regiões, fazendo-se passar por calamidade natural. Nos anos 70/80 “descobriram” a redução da camada do ozônio sobre a Antártida e venderam “o buraco” como causa do gás CFC de uso doméstico. Do mesmo modo, tanto as presentes manifestações meteorológicas extremas como a mudança climática, são atribuídas prevalentemente às emissões de CO2 dos automóveis e produções industriais. Ninguém fala do impacto na atmosfera e na troposfera causado por testes nucleares durante décadas. Ninguém fala das modificações atmosféricas com uso de reagentes químicos e de forças eletromagnéticas. Ninguém fala do óxido de alumínio e do bário vaporizados nos céus das maiores cidades. Entre agosto e setembro de 1958 a Marinha estadunidense detonou três bombas nucleares a uma altura de 480 km sobre o Atlântico meridional contemporaneamente a outras duas bombas “H” a uma altura de 160 km sobre as ilhas Johnston no Pacífico (fonte: New York Times, 19-03-59). Os testes atômicos interromperam e alteraram o moto atmosférico nas altas camadas, induzindo modificações climáticas na troposfera com efeitos irreversíveis na ionosfera. Ninguém fala do programa não oficial entre estadunidenses e soviéticos em 1974, para aquecer a calota polar ártica (fonte: The Cooling, Ponte, Lowell, Prentice – Hall Inc., Cambridge, MA, 1976). Anos depois deram o alarme do derretimento do gelo ártico e da consequente situação de merda do urso polar. Para o grande público era o sinal da mudança climática. Nos Estados Unidos a grande mídia foi proibida de falar do drama do urso polar! Mesmo assim a revista Science de março de 2017, edição italiana, na seção TODAY, publicou dois artigos: “Clima enlouquecido, cientistas alarmados: a Terra se aquece mais rápido do previsto. Outono e primavera já era.” —- “Ursos polares reduzidos de 1/3 nos últimos 35 anos”.

  2. Na rede pública da TV italiana, RAI, em novembro de 2018, um entrevistado referindo-se aos frequentes eventos climáticos catastróficos cometeu um lapso ao dizer: “estamos no meio de uma experimentação planetária, uma manifestação de mudança do clima, da qual não temos a menor ideia dos efeitos de longo período”. Por causa do segredo militar o público foi induzido a pensar que o controle de emissão do CO2 seja a solução. Ninguém fala das consequências do lançamento de um foguete nem do vôo supersônico. Ninguém fala do foguete que libera enorme quantidade de ácido clorídrico (cada lançamento do Shuttle introduziu na atmosfera 387 toneladas de dioxido de carbono, 187 toneladas de cloro, que destroe o ozônio, e sete toneladas de óxido de azoto que também destroe o ozônio. Ninguém fala da engenherização climática em escala planetária. É notícia recentíssima: um relatório do departamento de política científica da Casa Branca fez saber que o governo Biden deseja explorar métodos de geo-engenharia para blocar a luz solar e desaquecer o planeta! (fonte: https://www.whitehouse.gov/wp-content/uploads/2023/06/Congressionally-Mandated-Report-on-Solar-Radiation-Modification.pdf). Em maio de 2010, no âmbito do encontro de 193 países sobre biodiversidade promovido pela ONU, o idiota maldito chamado Bill Gates junto com um time de calhordas, planificaram “embranquecer” as nuvens numa zona de teste de 10.000 km2 com o escopo de “mandar de volta” ao sol seus raios de calor (Silver Lining Project). Entre as propostas apresentadas naquela ocasião está a do aerosol estratosférico, que polue intencionalmente a atmosfera superior com enxofre e óxido de alumínio. Não precisa ser laureado nem ser Ph.D. Basta um curso ginasial para perceber que esse programa experimental vai reduzir ulteriormente a coisa mais importante para a vida: a biodiversidade. Alarmado, o Diário do Estado, maior jornal do Mato Grasso do Sul, publicou no dia 22 de abril de 2014 o mais completo artigo até então publicado no Brasil sobre “Geo-engenharia global”, escrito pelo pesquisador catarinense Oberon de Mello e divulgado pelo competente jornalista Walter Luiz. Segundo o artigo, o Brasil com todo o seu território fora incluído no programa de pulverização em meados de 2011. Civis encaminharam denúncias para a FAB que respondeu evasivamente sem nada esclarecer (nota minha: tanto a FAB como as companhias aéreas comerciais participam ativamente desse crime para aterrorizar a humanidade com a farsa da mudança climática, em benefício da Agenda do World Econômica Fórum, de Davos) que já decidiu o nosso futuro: VOCÊ NÃO VAI POSSUIR NADA MAS VAI SER FELIZ —- Livro fundamental: Planet Earth: the latest weapon of War, Rosalie Bertell /// Confissão de um engenheiro espacial alemão que foi demitido por ter denunciado as modificações de aviões para a pulverização química: https://www.youtube.com/watch?v=FN2E2mRWH18 /// Estudo da Força Aérea dos EUA “Weather as a Force Multiplier: Owning the Weather in 2025: https://www.nogeoingegneria.com/news/il-meteo-come-moltiplicatore-di-forza-possedere-il-tempo-nel-2025/

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