Giro GGN Queimadas: A situação do Brasil em dados do Inpe

Do dia 28 para 29 de setembro, o Brasil apresentou um aumento de 32% no número de focos, indo de 1.948 para 2.565 pontos. Está indo muito rápido: em 25 de setembro foram 947 focos observados e no dia 29, pulou para 2.565.

Jornal GGN – Segundo dados do Inpe – Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais eis um panorama das queimadas pelo país. O Inpe fornece dados coletados por satélites e são disponibilizados diariamente. Veja as tabelas a seguir.

Na tabela abaixo, o acumulado de cinco meses em focos de incêndio na América do Sul. Brasil continua em alta. Se, por um lado, diminuiu a velocidade do aumento de números de agosto para setembro em 44%, observa-se uma escalada vertiginosa de maio, quando tinha 3.637 focos para setembro, com 66.923. Argentina diminuiu em 39%, na comparação de agosto para setembro, bem como Uruguai, com queda de 44%. A Guiana, que não apresentou focos de maio a agosto, em setembro apresentou 34 locais de incêndio.

Do dia 28 para 29 de setembro, o Brasil apresentou um aumento de 32% no número de focos, indo de 1.948 para 2.565 pontos. Está indo muito rápido: em 25 de setembro foram 947 focos observados e no dia 29, pulou para 2.565.

Mato Grosso e Pará continuam no radar com mais focos de incêndio nos últimos cinco meses. Em setembro, o Mato Grosso contabilizou 19.494 focos e o Pará, 10.792 focos.

Nos últimos cinco dias, os estados com maior número de focos são Pará e Minas Gerais. Minas foi de 21 focos em 25 de setembro, para 447 focos em 29 de setembro. O Amazonas, no dia 29, apresentou somente dois focos de incêndio.

Abaixo, os 10 municípios brasileiros com mais focos de incêndio observados pelo satélite nos últimos cinco meses. São Félix do Xingu, no Pará, que é o que mais focos apresentou em setembro, não teve nenhum foco relatado em maio, e só foi apresentar os 13 primeiros focos em junho. Daí para setembro houve um grande salto, demonstrando hoje 2.100 focos em setembro.

Nos últimos cinco dias, Altamira, no Pará, vira destaque pelo salto observado do dia 28 para 29 de setembro. No dia 28 foram três focos e no dia 29 saltou para 62 focos, um aumento de 1.967%.

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