Giro GGN Queimadas: Pantanal Matogrossense tem 329 focos de incêndios

Nos últimos cinco dias é Porto Velho quem apresenta o maior aumento, de 900%, do dia 11 para 12, indo de 7 para 70 focos.

Jornal GGN – Segundo dados do Inpe – Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais eis um panorama das queimadas pelo país. O Inpe fornece dados coletados por satélites e são disponibilizados diariamente. Veja as tabelas a seguir.

O diagrama a seguir é o retrato do que acontece no Parque Nacional do Pantanal Matogrossense. Os números indicam a quantidade de focos em determinado ponto do Pantanal, entre Cáceres, no Mato Grosso, e Corumbá, no Mato Grosso do Sul. O total de focos no Pantanal Matogrossense é de 329.

O diagrama abaixo mostra a situação na Reserva Extrativista Chico Mendes, no Acre. Os focos se espalham pela reserva e vários focos são observados na proximidade de Rio Branco e no lado do parque que se aproxima da Bolívia e do Peru. O total de focos na área Chico Mendes é de 293 observados pelo satélite.

Nos últimos cinco meses, na comparação entre os dias 1 e 12 de cada mês, O número total de focos observados apresenta variações importantes. Como observado no diagrama acima, Peru e Bolívia têm proximidade com os focos na área de conservação Chico Mendes. Bolívia, nos 12 dias de outubro, apresentou um aumento de 107% no número de focos e Peru, 32%. O Brasil apresentou um pequeno recuo na comparação mensal, mas ainda segue com excesso de focos neste período de secas.

Nos últimos cinco dias a Bolívia observou um salto de 3.994%, indo para 617 focos. O caso da Bolívia é bem conhecido, um dia tem 864 focos, baixa para 224 e tem uma alta inesperada para 617. O Brasil, mesmo apresentando uma queda na comparação dos primeiros dias de outubro com relação aos últimos cinco meses, observou um aumento de 53% do dia 11 para 12 de outubro, indo de 569 para 871 focos de incêndio.

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Nos primeiros 12 dias de outubro comparado com os primeiros 12 dias dos últimos meses, vemos uma oscilação de focos de incêndio importante no Amazonas, Acre, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. Bahia vem num crescendo de focos desde junho e a mesma coisa acontece com Minas Gerais.

As maiores variações, com aumento de focos, foram observados nos últimos cinco dias no Acre, Maranhão e Rondônia.

 

Dos municípios mais atingidos, na comparação até dia 12 de cada mês nos últimos cinco meses, Corumbá continua com o maior número de focos, seguido de Poconé, no Mato Grosso. Cocos, na Bahia, apresentou o maior aumento entre setembro e outubro, com 2.356% de aumento, indo de 18 em setembro para 442 em outubro, na comparação até o dia 12 de cada mês.

Nos últimos cinco dias é Porto Velho quem apresenta o maior aumento, de 900%, do dia 11 para 12, indo de 7 para 70 focos.

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