Jornal GGN – O governo de Jair Bolsonaro ignorou, completamente, os desmatamentos recordes promovidos durante a sua gestão no plano de desenvolvimento até 2031 divulgado em decreto, nesta terça (27). Os objetivos econômicos, sociais e ambientais para o período não incluem o combate às queimadas.
Também não integra a “Estratégia Federal de Desenvolvimento para o Brasil” nenhuma menção à Amazônia ou Pantanal, os biomas que desde o ano passado vem somando recordes históricos de desmatamento.
No quesito ambiental, o que aparece são os tratamentos urbanos, de lixões e aterros sanitários, assim como esgoto, cujo obetivo da pasta de Ricardo Salles é atingir o tratamento para até 77% da população em 2031, que hoje cobre somente 46%.
Como o GGN mostrou em reportagem, a gestão ambiental de Salles vem priorizando estas medidas de tratamento e sanitárias urbanos, à revelia das demandas de proteção florestal e de biomas no país.
A única referência que aparece nas metas do governo Bolsonaro é, de forma genérica, “assegurar a preservação da biodiversidade, a redução do desmatamento ilegal, a recuperação da vegetação nativa e o uso sustentável dos biomas nacionais” e “reduzir a ameaça de extinção de espécies da biodiversidade brasileira”, sem trazer números de quanto pretende reduzir o desmatamento ou metodologias para que sejam alcançadas.
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