5 de junho de 2026

Planeta perde 33 mil hectares de terra fértil por dia

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Sugestão de Almeida

da Revista Online do IHU – Instituto Humanitas Unisinos

Planeta perde 33 mil hectares de terra fértil por dia

O mundo perde 12 milhões de hectares de terra fértil por ano, equivalente a 33 mil hectares diários, de 30 a 35 vezes mais do que a proporção histórica. Estudos científicos calculam que a superfície terrestre em condições de seca passou de 10% para 15% no começo dos anos 1970, para mais de 30% no início de 2000, e que esses números continuarão aumentando.

A reportagem é de Baher Kamal, publicada por Envolverde/IPS, 19-08-2016. 

Embora as secas ocorram em todas as partes, a África parece ser o continente mais prejudicado. Segundo a Convenção das Nações Unidas para a Luta Contra a Desertificação (UNCCD), dois terços das terras africanas são desertas ou áridas.O desafio é enorme para o segundo maior continente do planeta, com 1,2 bilhão de habitantes distribuídos em 54 países, que foi a região mais afetada em 2015-2016 pelo fenômeno climatológico El Niño.
“Em nível mundial, as secas são cada vez mais graves, mais frequentes, têm maiores duração e extensão espacial. Seu impacto é cada vez maior, e inclui o deslocamento humano em massa e a migração. A seca atual é evidência”, afirmou Daniel Tsegai, funcionário da UNCCD, na Conferência sobre a Seca na África, organizada por esse organismo e pelo governo da Namíbia, que termina hoje, em Windhoek, capital desse país.

A Conferência insiste na “resiliência diante da seca”. Tsegai destacou à IPS que “a resiliência diante da seca se define simplesmente como a capacidade de um país para sobreviver secas consecutivas e recuperar as condições prévias. Para começar, há quatro aspectos na seca, o meteorológico (clima), o hidrológico (águas superficiais), o agrícola (cultivo) e o socioeconômico (as consequências para os seres humanos)”.

Para Tsegai, os principais obstáculos para se conseguir a resiliência diante da seca na África são:

1. Falta de uma adequada base de dados que inclua clima, recursos hídricos – superficiais e subterrâneos –, umidade do solo e incidências de secas passadas e seus impactos;
2. Má coordenação entre os diversos setores e atores relevantes em um país e entre países de uma região;
3. Baixo nível de capacidade para aplicar medidas de redução do risco de seca, especialmente em nível local;
4. Falta de vontade política para implantar políticas nacionais contra a seca;
5. O elemento econômico da preparação para a seca não é bem investigado.

Quanto aos objetivos da UNCCD, Tsegai apontou que essa Convenção procura melhorar a produtividade da terra, restaurá-la ou preservá-la para estabelecer um uso mais eficiente da água e melhorar as condições de vida das populações afetadas pela seca e a desertificação, destacando algumas das estratégias que podem ser adotadas para aumentar a resiliência diante da seca.

Primeiro, uma mudança na maneira de lidar com o problema. Devemos mudar a forma de pensar sobre a seca, explicou. “A seca já não é mais um evento isolado e nem mesmo uma crise. Será mais frequente, grave e de maior duração. É um risco constante”, ressaltou.“Portanto, temos que deixar de ser reativos e ser proativos, passar do enfoque da gestão da crise para a gestão de riscos, do enfoque fragmentado para um mais coordenado e integrado. Tratar a seca como uma crise implica tratar os sintomas e não as causas”, alertou Tsegai, acrescentando que, “em resumo, o caminho a seguir é o desenvolvimento de uma política nacional contra a seca baseada nos princípios da redução do risco”.

Em segundo lugar é necessário fortalecer os sistemas de controle e de alerta das secas. Também é importante avaliar a vulnerabilidade do país diante do fenômeno e realizar perfis de risco: quem será afetado, em que áreas e quais serão os impactos.As medidas de redução do risco incluem o desenvolvimento de sistemas de irrigação sustentável para os cultivos e o gado, acompanhamento e medição do abastecimento de água e seus usos, reciclagem e reutilização das águas, possibilidade de cultivos mais tolerantes à seca e ampliação de seguros das colheitas.

Tsgai espera cinco resultados da Conferência de Windhoek:

1. Um documento de estratégia comum em nível de África para fortalecer a preparação do continente diante da seca, que possa ser aplicado e compartilhado entre os países;

2. Que leve ao desenvolvimento de políticas nacionais integradas destinadas à construção de sociedades mais resilientes à seca, baseadas no uso sustentável e na gestão dos recursos naturais (terra, floresta, biodiversidade, água, energia, etc.);

3. Espera-se que os países acordem um protocolo que seja vinculante e que será apresentado na Conferência Ministerial Africana sobre o ambiente, em 2017, para sua aprovação na Cúpula da União Africana (UA);

4. Os resultados da Conferência serão apresentados aos governantes da UA para obter seu apoio;

5. E também que a fortaleça as alianças e a cooperação Sul-Sul para apoiar o desenvolvimento de políticas nacionais e a melhora das já existentes sobre gestão da seca.

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Fonte: http://ihu.unisinos.br/noticias/559243-planeta-perde-33-mil-hectares-de-terra-fertil-por-dia

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  1. rdmaestri

    25 de agosto de 2016 1:12 pm

    Este dado colocado acima não é referenciado a nenhum estudo ….

    Este dado colocado acima não é referenciado a nenhum estudo científico.

    Tentei procurar de onde vem esta informação, pois ela foi uma citação de um funcionário da ONU numa palestra em que ele diz que “segundo vários estudos científicos”, porém não há em menhum lugar a origem desta informação, e como perda de solo não se quantifica por área mas sim por volume me pareceu que é um imensa chute.

    1. Almeida

      26 de agosto de 2016 4:01 am

      Não sei se você conhece a etimologia da palavra Estatística.

      Ela se refere a prática, muito antiga, de coleta e análise de dados pelos estados. De fato, nenhum estado moderno abriu mão dessa prática e continuam realizando periódicamente, coleta e análise de dados socioeconômicos e ambientais do espaço que controlam. São exemplos: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística(IBGE); United States Bureau of Labor Statistics (BLS); United States Geological Survey (USGS); Office for National Statistics (ONS); Institut National de la Statistique et des Études Économiques (INSEE); Statistisches Bundesamt (Destatis); Istituto Nazionale di Statistica (Istat); entre muitos outros.

      Nenhuma instituição científica tem recursos e capilariedade, para realizar levantamentos de dados sobre extensas regiões territoriais, então, em trabalhos científicos, os pesquisadores recorrem aos dados já coletados por instituições públicas do estado, como informação válida para a ciência. No plano de informações mundiais, não temos um estado responsável por tais coletas, mas organismos internacionais, que se baseiam nas informações disponibilizadas por cada estado membro, para compilar e consolidar as estatísticas globais. Exemplos são a FAO, UNICEF, Banco Mundial, FMI, BIS e outras.

      Os estudos da ONU, que recorrem ao apoio do meio acadêmico para realizá-los, têm validade científica. Quando um funcionário desse organismo cita “segundo vários estudos científicos”, ele está se referindo a estudos encomendados pela organização a alguma instituição, ou equipe de pesquisadores, contratadas para essa finalidade.

      Como há agrupamentos e classes sociais dotados de estatofobia, certas corentee ideológiacas levantam essas desconfianças nas estatísticas. Geralmente vêm acompanhadas de teorias da conspiração, de “governo” globalista, conspirações dos iluminattis e da maçonaria e outras alucinações. Grupos ultraconsevadores e reacionários recorrem a esse “argumento” com frequência, lancam desconfiança sobre as estatísticas mas não sabem apontar uma fonte de informação válida. a não ser o próprio achismo.

      Então, você deve fazer o seguinte: aponte uma fonte segura, de que não nenhum problema de perda de solos agricultávei ao rewdor do planeta, de que, ao contrário, eles estão em franco crescimento e que nenhum alerta o atitude de precaução deva ser tomada.

      Bos sorte em sua pesquisa.

       

  2. Dandara

    25 de agosto de 2016 1:22 pm

    Agroflorestas já!

    Ernst Götsch é um agricultor e pesquisador suíço que migrou para o Brasil no começo da década de 80 e se estabeleceu em uma fazenda na zona cacaueira do sul da Bahia. Desde então, vem desenvolvendo técnicas de recuperação de solos por meio de métodos de plantio que mimetizam a regeneração natural de florestas. Com o acúmulo de mais de três décadas de trabalho que resultaram na recomposição de 480 hectares de terras degradadas (dos quais 350 foram transformados em RPPN, a primeira da Bahia), Götsch elaborou um conjunto de princípios e técnicas que viabilizam integrar produção de alimentos à dinâmica de regeneração natural de florestas, sempre complexificando sistemas, ao que convencionou chamar de Agricultura Sintrópica.

    Como resultado de sua intervenção, além da colheita agrícola, observou-se que a fazenda desenvolveu seu próprio microclima, 14 nascentes de água foram recuperadas e a fauna repopulou o lugar. O experimento tem sido disseminado e adaptado a diferentes regiões e climas nos últimos 30 anos. Neste modelo de agricultura, o insumo mais importante é o conhecimento. Assim nasce o Projeto Agenda Gotsch, a partir do qual dois jornalistas visitam a fazenda de Ernst Gotsch para registrar conceitos, implantações e manejos do agricultor. A produção dos vídeos e textos ajudarão produtores de todo o mundo a adotar técnicas agrícolas verdadeiramente sustentáveis.

     

    http://agendagotsch.com/

     

    1. rdmaestri

      25 de agosto de 2016 1:38 pm

      Na África e na Ásia estes programas cobrem milhares de hectares!

      Há nos dias atuais programas levados por países ou regiões cobrindo milhares de hectares que no lugar de ficar alarmando todo mundo estão fazendo a diferença.

      1. Almeida

        26 de agosto de 2016 4:40 am

        Alarmismo? Qual a origem desses programas?

        Será que eles seriam lançados, se não houvesse uma situação que alarmasse a sua urgência? Lamento ter de lhe informar, mas alarme funciona para avisar da emergência de um problema e alertar para que se tenha precaução sobre ele, antes que aconteça um quadro de tragédia.

        Ficar pintando o mundo panglossianamente cor de rosa, negar que existe um gravíssimo problema ambiental, que extensas áreas estão sob risco de escassez de água, que as formas de exploração econômica predam hoje, a natureza indispensável para o futuro, tudo isso é algo que só interessa aos que querem auferir lucros imediatistas, que não estão nem aí para o futuro da humanidade. São os fascistas ambientais, criaturas obscuras, ultraconservadoras e retrógradas, que almejam apenas a pérmanência da atual ordem social hierárquica, que beneficia estreita plutocracia. Eles negam a emergência do problema ambiental, por saberem que mudanças do atual modo de produção econômica afetam seus interesses imediatistas.

  3. rdmaestri

    25 de agosto de 2016 1:22 pm

    Como sempre, olhando a parte vazia do copo meio cheio!

    Primeira coisa, não se havalia perda de solo por área mas sim por volume, segundo a notícia esconde uma realidade que está sendo MEDIDA E PUBLICADA EM REVISTAS SÉRIAS. (Greening of the Earth and its drives – Nature Climate Change 25 april 2016 DOI: 10.1038/NCCLIMATE3004) estudo feito por 32 autores de 24 instituições de oito países.

    A MASSA VEGETAL NO PLANETA ESTÁ AUMENTANDO DE FORMA SURPREENDENTE

    (VIDE http://www.nature.com/nclimate/journal/v6/n8/full/nclimate3004.html)

    Abstract: Global environmental change is rapidly altering the dynamics of terrestrial vegetation, with consequences for the functioning of the Earth system and provision of ecosystem services12. Yet how global vegetation is responding to the changing environment is not well established. Here we use three long-term satellite leaf area index (LAI) records and ten global ecosystem models to investigate four key drivers of LAI trends during 1982–2009. We show a persistent and widespread increase of growing season integrated LAI (greening) over 25% to 50% of the global vegetated area, whereas less than 4% of the globe shows decreasing LAI (browning). Factorial simulations with multiple global ecosystem models suggest that CO2 fertilization effects explain 70% of the observed greening trend, followed by nitrogen deposition (9%), climate change (8%) and land cover change (LCC) (4%). CO2 fertilization effects explain most of the greening trends in the tropics, whereas climate change resulted in greening of the high latitudes and the Tibetan Plateau. LCC contributed most to the regional greening observed in southeast China and the eastern United States. The regional effects of unexplained factors suggest that the next generation of ecosystem models will need to explore the impacts of forest demography, differences in regional management intensities for cropland and pastures, and other emerging productivity constraints such as phosphorus availability.

    The researchers said there had been an increase in the growing season in various parts of the world, with up to 50 per cent of the vegetated area of the Earth's surface benefiting from increased carbon dioxide (illustrated)

    Ou seja, olhando a parte cheia do copo meio vazio, se verificou que a cobertura vegetal está AUMENTANDO e NÃO DIMINUINDO

    1. Almeida

      26 de agosto de 2016 4:35 am

      Você está certo…

      … assim como afirmar que um copo meio vazio está meio cheio. A perda de solo se mede por volume, ou mais propriamente, por horizonte de solo fértil. Mas, como medir efetivamente isto?

      A perda anual de horizonte de solo se verifica em escala milimétrica, a medida de horizonte de solos se faz em escala centimétrica, com margem de erro da mesma ordem ou superior da perda anual. Para se assegurar do horizonte de solo médio de um hectare de terra, são necessárias várias medições, em dúzias, ao menos.

      Como se assegurar da medida de perda de solo em zilhões de hectares? A medida prática é pelo efeito. Mede-se quantos hectares anualmente são abandonados, em virtude do seu esgotamento para prática de agricultura moderna, que exige um horizonte mínimo ─ Você tem noção de quantos milênios são necessários para a formação desse horizonte? ─ em virtude de exploração intensiva, manuseios inadequados, horizontes mais limitados, ou a combinação de todos esses fatores.

      O problema de perda de solos é seríssimo, requer políticas públicas igualmente sérias para mitigá-lo. Não o minimize com suas idiossincrasias ideológicas antiambientais.

      PS ─ O que tem o crescimento da massa verde a ver com a perda de horizonte de solos? Há muito os americanos concentram suas atividades agrícolas, nas planícies férteis do seu meio-oeste, onde podem mecanizar com facilidade a agricultura, ao passo que largaram a agricultura em áreas montanhosas do leste, exploradas na época colonial, que hoje se veem novamente ocupadas por bosques.

      1. rdmaestri

        27 de agosto de 2016 1:40 am

        Caro Almeida (por enquanto que não apelares, chamarei de Caro)

        A perda de solo é um problema antigo na agricultura dos últimos 100 anos, por exemplo, nos Estados Unidos o Dust Bowl, que ocorreu durante a grande recessão, levou a perda de milhares de hectares nos Estados Unidos, a fome e a miséria naquele país e a perda da propriedade de centena de milhares de pequenos agricultores para os grandes bancos.

        Foi originado pela incidência de 8 secas, principalmente as secas dos anos de 1934, 1936 e 1939 – 1940, estas secas ocorreram junto com terras que sofreram o esgotamento pelo manejo errado do mesmo solo.

        Coloco estes dados simplesmente para descolar a tragédia da perda de solo principalmente em regiões mais pobres do “aquecimento global”, pois a perda de solo é tão antiga como a civilização agrícola no mundo e sempre ataca quem não tem condições de utilizar técnicas conservacionistas, por exemplo, no Rio Grande do Sul, com a introdução do plantio direto (que para ser utilizado o agricultor tem que possuir um trator) está barrando a perda de solo no estado.

        Não estou minimizando o problema da perda de solo, só estou colocando-o no seu contexto onde, por exemplo, um aumento global da quantidade de CO2 na atmosfera aumenta a produção da massa vegetal que serve para compensar em parte ou mal manejo do solo.

        O problema são vários e principalmente centrados no econômico, logo devemos ter uma visão clara disto e não ficarmos desviando a atenção para outros pontos.

        Talvez não entendeste até agora, eu me preocupo com problemas reais, a perda de solo é um deles, porém esta perda é devida essencialmente ao mal manejo do solo e não de oscilações de clima, pois o aumento do CO2 está na direção contrária a produção de solo (que não leva milhares de anos para se recuperar).

        Quanto a quantificação global desta perda há realmente sérias dúvidas na sua avaliação, podes ler sobre isto em Mazzucato, V. and Niemei jer, D. (2001). Overestimating Land Degradation, Underestimating Farmers in the Sahel, Drylands Issues Paper. London, International Institute for Environment and Development http://www.iied.org/pdf/dry_ip101eng.pdf.

        Estes autores analisando o caso de Burkina Faso chegam a conclusão que os “especialistas ocidentais” erram estupidamente superestimando a perda de solo principalmente por:

        “A major reason for the overestimation of land degradation has been the underestimation of the abilities of local farmers.”

        Também eles chamam a atenção que há uma dificuldade enorme dos “experts” sobre perda de solo o que é natural, o que é temporário e o que é perda mesmo! “This implies that experts need to discriminate more carefully between a naturally bad state, a temporary bad state and a degraded state of land.”

        Ou seja, estes discursos globais de funcionários da ONU mais me parece neo-colonialismo do que qualquer coisa.

        1. Almeida

          27 de agosto de 2016 9:58 am

          Você não leu o artigo e insiste no “aquecimento global”.

          Mas que obsessão! Em qual parágrafo do artigo se cita de modo explícito, mudança climática ou “aquecimento global”?

          Aumento da massa verde em determinadas regiões não significa que noutras, o processo de desertificação esteja paralizado. Práticas agrícolas inadequadas provocam sim, o fenômeno de perdas de solo; foi por isso que se desenvolveu o método de plantio direto, para minimizar algo que acontece.

          Superestimado ou não, o processo de desertificação do Sahel é real. Há causas naturais e outras introduzidas pela ocupação humana da região; se os agricultores locais encontram formas de enfrentar e contornar as limitações da região, isto é outra questão. A própria readequação dos agricultores mostra que o problema existe.

          Não é somente o Sahel que assiste o processo de perda de solos. No mundo inteiro isto é uma questão grave. Solos são perdidos de muitas formas: para o avanço dos desertos devido a causas naturais, erosão e compactação de solos por práticas de agriculturas inadequadas, salinização dos solos, esgotamento de manaciais hídricos, inundação por barragens, construção de estradas, edificações e urbanização, etc.

          Note-se que a conferência relatada no artigo, Conferência sobre a Seca na África, foi organizada naquele continente, em conjunto com um país aficano, a Namíbia, teve participação de outros países africanos e o que for acordado “será apresentado na Conferência Ministerial Africana sobre o ambiente, em 2017, para sua aprovação na Cúpula da União Africana (UA)”. Onde é que está o “neo-colonialismo

          1. rdmaestri

            28 de agosto de 2016 2:31 am

            Caro Almeida.

            Em nenhum ponto eu disse que o problema da perda de solo não é grave, só contestei a forma com que ele é quantificado no artigo e citei que o aumento do CO2 está provocando o “greening” de amplos setores da terra, inclusive no sahel.

            Simplesmente o que coloquei que mais CO2 não representa o fim da humanidade, só que ele pode ser a solução parcial de alguns problemas.

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