4 de junho de 2026

O falso apartidarismo da grande imprensa brasileira

 
Jornal GGN – A falta de diversidade de ideologias nos grandes meios de comunicação do país resulta em distorções na percepção da sociedade. Grandes jornais direcionam a opinião da audiência, fazendo-a acreditar em suas publicações. 
 
O blogueiro e jornalista Rafa Wacked faz uma brilhante analogia de como tudo isso funciona. Em uma sociedade “as pessoas observam o mundo através de janelas com tamanho e direção limitada – o tamanho faz referência ao poder de influência do meio de comunicação e a direção é a ideologia do mesmo”. 
 
Na última sexta-feira (26), a presidente Dilma Rousseff (PT) recebeu no Palácio da Alvorada alguns profissionais da chamada blogosfera progressista (GGN escreveu sobre isso aqui). Na saída do encontro, os blogueiros foram provocados pela equipe de reportagem da Rede Globo (aqui) e, nas reportagens da Folha e do Jornal Nacional, foram chamados de “blogueiros petistas” ou “simpatizantes do PT. O Blog Exame da Mídia explica por que a grande mídia age dessa forma. E mais: por que ela não é transparente e denota o seu partidarismo ao seu leitor/telespectador?
 
Exame da Mídia
 
 
Rafa Wacked 
 
Depois da entrevista de Dilma Rousseff a blogueiros progressistas na tarde de ontem (26/09), os jornais da Grande Imprensa mais uma vez destacaram (aqui, aqui e aqui) a relação política entre blogosfera e PT.
 
Não há nada de errado em falar sobre o partidarismo dos chamados “blogs sujos” – eles mesmos fazem questão de deixar sua postura política clara.
 
O problema surge quando os jornais que denunciam o partidarismo alheio se declaram apartidários, como se não tivessem preferência pelo projeto neoliberal – hoje representado pelo PSDB e por Marina Silva.
 
Isso ocorre porque, na mente dos jornalistas da Grande Imprensa, essa declaração significa perda de credibilidade e, consequentemente, de audiência; dois elementos fundamentais para a sobrevivência do jornalismo.
 
O esclarecimento do leitor, portanto, não é o principal objetivo do jornalismo da Grande Imprensa. Caso fosse, os jornais fariam um ato de transparência declarando seu próprio partidarismo.
 
Mas não. Preferem sacrificar um maior entendimento político da audiência para assegurar sua própria credibilidade.
 
E essa postura traz consequências negativas para a sociedade.
 
Nos comentários das notícias dos grandes jornais do país é possível encontrar muitas pessoas dizendo, por exemplo, que “a Folha de S. Paulo é petista”.
 
Percebem a que nível chegou a consequência da informação “imparcial” veiculada na Grande Imprensa?
 
Essa distorção na percepção da sociedade é consequência da falta de diversidade de ideologias nos grandes meios de comunicação do país.
 
A teoria do enquadramento explica esse fenômeno dizendo que os jornais mostram a realidade para sua audiência segundo um determinado ponto de vista.
 
Explica a formação da opinião pública colocando metaforicamente toda sociedade dentro de uma casa fechada. Lá dentro, as pessoas observam o mundo através de janelas com tamanho e direção limitada – o tamanho faz referência ao poder de influência do meio de comunicação e a direção é a ideologia do mesmo.
 
Se uma sociedade possuiu grande variedade de janelas, com diferentes tamanhos, direções e características, poderá ver mais partes do lado de fora.
 
Uma sociedade que vive um regime ditatorial teria uma única janela grande, por exemplo: o Governo totalitário só permite uma única visão do mundo, que é a sua.
 
No Brasil, as grandes janelas do país estão voltadas para uma única direção – são a visão conservadora da sociedade. As de outras ideologias, que mostram outras partes da realidade, são menores e tem menos expressão dentro da “casa”.
 
Tendo em vista o tamanho dos grandes meios de comunicação do país, a maioria das pessoas vai olhar a realidade através de janelas grandes. E essas pessoas verão a mesma parte do mundo. Se ignorarem ou não descobrirem as janelas menores que mostram outras partes da realidade, acreditarão somente no que as grandes janelas mostram. E isso deturpa seu entendimento dos fatos “lá de fora”.
 
Dessa forma terão uma opinião condicionada ao que veem nos grandes meios de comunicação.
 
Ou seja, quando existe oligopólio econômico e ideológico na imprensa, os grandes jornais condicionam a opinião da audiência, fazendo-a acreditar que o que veem nos grandes jornais é a realidade pura.
 
Dessa forma, os cidadãos só veem o que a imprensa vê – ou quer que eles vejam. Tudo que fica fora do campo de visão de um jornal também é deixado de lado pela audiência.
 
Não é muito poder para um único grupo fechado e selecionado de empresas?
 
A situação pira quando essa influência é usada para atingir objetivos particulares dos grupos de comunicação.
 
Um exemplo. Eles derrubaram a PEC 37 fazendo a audiência acreditar que ela favorece a impunidade em casos de corrupção. Independente de ser ou não uma medida positiva para o país, a Rede Globo conseguiu acabar com a proposta com um ou dois editoriais de Arnaldo Jabor no Jornal da Globo.
 
Com métodos similares, também “criminalizam” o debate sobre a regularização da imprensa para que os cidadãos nem cogitem a ideia de limitar economicamente seus poderosos impérios midiáticos.
 
Ou seja, a Grande Imprensa usa sua influencia sobre os cidadãos para, justamente através deles, conseguir objetivos que, na verdade, não favorecem a sociedade.
 
É como se um patrão usasse o sindicato da categoria para conseguir diminuir os Direitos trabalhistas dos funcionários.
 
Por esse motivo, a concentração de poder na imprensa é completamente abominada na Europa, território onde existem Democracias mais estáveis que a brasileira.
 
Para estabilizar a situação do Brasil é preciso seguir o exemplo dessas Democracias e realizar uma reforma profunda que limite a quantidade de meios de comunicação dos conglomerados.
 
Enquanto esses grupos tiverem tanto poder de influência dentro da sociedade, o debate democrático do Brasil ficará limitado ao que eles defendem. E esses interesses no geral não correspondem com os da maioria pobre que formam a sociedade brasileira. Então é preciso mudar esse panorama.

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34 Comentários
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  1. Bruno Cabral

    28 de setembro de 2014 6:05 pm

    fsp petista?
    Fonte, por favor.

  2. Jose Saguy Tenorio

    28 de setembro de 2014 6:11 pm

    Eles são apartidário sim…

    http://noticias.r7.com/blogs/ricardo-kotscho/2014/09/27/melancolico-fim-da-revista-veja-de-mino-a-barbosa/

     

    1. almeid

      28 de setembro de 2014 7:18 pm

      Diga a ele – Kotcho que

      Diga a ele – Kotcho que estou(eu e milhares de outros) tentando achar os mais de 20 debates (entre candidatos a governador) anunciados pela record nesta semana que finda. 

      Que ela coloque em seu site R7 Todas, na íntegra! …em vez de dar desculpas esfarrapadas. Em uma única pagina os links que levam ao video.

      (se alguem tiver a do RS, coloque aqui por favor.) Que tiver de todas , melhor ainda.

      Pois já estou vendo as mesmas serem usadas em trechos.

  3. altamiro souza

    28 de setembro de 2014 6:19 pm

    é isso aí…
    por isso,

    é isso aí…

    por isso, redemocratização da grande mídia, já!

    para que mais vozes possam falar tb.

    1. Motta Araujo

      28 de setembro de 2014 6:53 pm

      O que é “””REDEMOCRATIZAÇÃO

      O que é “””REDEMOCRATIZAÇÃO DA GRANDE MIDIA””, significa exatamente o que?

      1. Ingrid Mariana

        28 de setembro de 2014 9:13 pm

        Algumas sugestões para ampliar a diversidade estão na CF/88
        Combate ao monopólio, fim da propriedade cruzada, regulamentação do direito de resposta…

        1. Motta Araujo

          28 de setembro de 2014 9:49 pm

          Não há monopolio algum,

          Não há monopolio algum, qualquer um pode fundar um jornal, revista ou solicitar frequencia pra radio ou TV, desde que haja faixa de onda basta juntar os papéis e dar entrada.

          1. CB

            28 de setembro de 2014 10:39 pm

            Claro, qualquer um pode

            Claro, qualquer um pode fundar um jornal, uma rede de rádio ou tv. É tão simples e barato quanto montar uma barraquinha de pastel na feira.

  4. Motta Araujo

    28 de setembro de 2014 6:50 pm

    Completa tolice,

    Completa tolice, desconhecimento historico. A imprensa é por definição PARTIDARIA, a liberdade de imprensa visa a propagação de opiniões de cada veiculo, os jornais tem por vocação serem porta vozes de CORRENTES PARTIDARIAS. É assim desde que existe a imprensa, jornal não tem que ser neutro. The Times de Londres é por séculos porta voz dos Conservadores, The Washington Post é porta voz do Partido Democrata, The New York Times idem, Miami Herald é 100% do Partido Republicano,  Fox News é completamente Tea Party,

    The Wall Street Journal é ultra conservador, Financial Times tem opiniões CLARISSIMAS, não deixa duvidas sobre seus posicionamentos politicos e economicos pro-economia de mercado.

    Le Figaro é a expressão da direita francesa, Der Spiegel é a direita alemã, Corrire della Sera é a burguesia milanesa, Frankfurter Allgemeine Zeitung é o conservadorismo do business alemã,

    ISSO É ABSOLUTAMENTE NORMAL, imprensa neutra só em Havana.

     

    1. CB

      28 de setembro de 2014 7:57 pm

      Porque a direita se borra

      Porque a direita se borra tanto de medo de Cuba? Até nos EUA já andam ventilando a idéia de que não é preciso continuar temendo tanto aquela poderosíssima ilha caribenha.

      1. Motta Araujo

        28 de setembro de 2014 8:57 pm

        A direita não se borra de

        A direita não se borra de medo, a Direita combate Cuba porque lá está a central ideologica da esquerda radical latinoamericana, Cuba é a MAIS ANTIGA estrutura de disseminação do esquerdismo populista e por essa tradição mantem um DOMINIO PSICOLOGICO sobre politicOs de esquerda na região, não há nada de extraordinario nisso, nos tempos do Fascismo a Italia de Mussolini exercia a mesma dominação ideologica sobre politicos do Brasil, da Argentina, de Portugal, da Espanha, são centros de irradiação de pensamento ideologico pela propria natureza de seus regimes.

        A esquerda brasileira combate os EUA pelea mesma razão, consideram os Estados Unidos centros de disseminação das ideias neolibais para a America Latina.

        1. CB

          28 de setembro de 2014 10:36 pm

          A Rússia antes da revolução

          A Rússia antes da revolução era um paraíso… Cuba antes da Revolução devia ser um paraíso também, né? Aquelas milhares de pessoas se juntaram a Castro e seus homens para derrubar o governo só porque não tinham nada melhor pra fazer e pensaram: “Puts, legal, vamos criar um Central Ideológica de Disseminação do Comunismo!” A Venezuela antes da ascensão de Chavez era outro paraíso na Terra, é incompreensível o motivo pelo qual os venezuelanos elegeram, reelegeram, defenderam-no contra o golpe patrocinado apoiado pelos EUA, referendaram e depois elegeram seu vice só por diversão. O Brasil era uma m-a-r-a-v-i-l-h-a antes de 2002, não se compreende por que votaram Lula se ainda nem existia Bolsa-Família. A Bolívia era outro paraíso terrestre, não se entende porque Morales se elegeu, como não se entende porque Kirchner se elegeu na Argentina. As pessoas, a maioria das pessoas não vota ideológicamente, vota pela percepção que tem da realidade e aí entra a mídia, no melhor estilo “1984”, tentando convencer de que estamos à beira do abismo e esconde a quantidade de burrices e safadezas que os novos salvadores da pátria fizeram quando governaram. 

          A gente vê muito, mas muito mais fanatismo ideológico nos conservadores e direitistas do que no resto. Não sou filiado a partido, não tenho ideologia “pensada” ou manipulada por ninguém, mas Deus me livre de ver este tipo de gente que acha que o “que é bom para os EUA é bom para o Brasil” de volta ao poder.

          1. Motta Araujo

            29 de setembro de 2014 1:18 am

            Nada a ver. Revoluções e

            Nada a ver. Revoluções e golpes de Estado surgem por circunstancias especificas e não porque um lugar é um paraiso ou um inferno. A Russia em 1917 sinha sofrido 3 anos de uma terrivel guerra que acabou com o fornecimento de comida e  combustivel . tinha sofrido milhões de mortes de soldados. O fim da Revolução e do comunismo foi a prova de que a URSS não era um paraiso. A Revolução Cubana teve no seu desfecho o apoio dos EUA que estavam fartos de Fulgencio Batista por suas arbitrariedades, tanto que negaram asilo a Batista, Castro não se revelou comunista antes da Revolução ser vitoriosa. A Venezuela de hoje com sua economia destruida, está longe de sr um paraiso, todos revolucionarios prometem o paraiso quando tomam o poder, quando fracassam, como Chavez, não deixam o poder por causa disso, continuam mandando como ditadores. A Venezuela de 1998 tinha os problemas de todos os paises andinos mas era incomparavelmente melhor que a Venezuela de hoje, o que não quer dizer que só por causa disso o regime chavista vai acabar, continua mesmo ruim porque ninguem consegue tira-lo, já que o chavismo controla de forma cubana todo o aparelho do estado, Congresso e Judiciarioe nunca sairá pacificamente.

            Quem apoia uma Revolução ou um golpe é uma PARTE da população, então não são “os cubanos” que apoiaram a Revolução ou “os venezuelanos” que apoiaram Chavez, foram sempre ALGUNS cubanos, não todos, 2 milhões foram embora de Cubainsatisfeitos com a Revolução, da Venezuela 600 mil já foram embora, portanto NUNCA houve um apoio unanime, é sempre parcial e as revoluções e golpes vencem por CIRCUNSTANCIAS do jogo de poder.

          2. CB

            29 de setembro de 2014 11:46 pm

            A Venezuela era melhor do que

            A Venezuela era melhor do que a Venezuela de hoje? Faz favor, não perco mais meu tempo com você.

  5. Motta Araujo

    28 de setembro de 2014 6:52 pm

    A imprensa brasileira NUNCA

    A imprensa brasileira NUNCA FOI APARTIDARIA, quem inventou isso? Faz parte da natureza da imprensa ser partidaria, imprensa existe para defender ideias definidas e consistentes.

    1. Francy Lisboa

      28 de setembro de 2014 7:51 pm

      imprensa existe para defender

      imprensa existe para defender ideias definidas e consistentes.

       

      Juro que nã sei o que vc quis dizer com consistentes Sr. Motta. Peço que desenvolva mais, se possível.

      1. Motta Araujo

        28 de setembro de 2014 9:02 pm

        Consistencia é a continuação

        Consistencia é a continuação através do tempo do mesmo conjunto de ideias. o jornal O ESTADO DE S.PAULO é consistente no seu conservadorismo desde mais de um século, , O GLOBO é consistente na defesa do mesmo conjunto de ideias a favor da civilização liberal ,

        do livre mercado e da ordem global representada pelas democracias americana e europeia.

        Já a FOLHA não é consistente, não é possivel identificar na FOLHA um conjunto coerente de ideias, é um jornal oportunista que tenta atender todos os perfis ideologicos.

        1. Ingrid Mariana

          28 de setembro de 2014 9:33 pm

          Papel-jornal
          É solúvel e aceita tudo, escolha outro adjetivo porque “consistente” simplesmente não cola mais. Não leio e muitos da minha geração não lêem porque propaganda a gente encontra de graça por aí. Pagar por propaganda depois da rede é igual beber água engarrafada… Alguns acham chique, já outros sabem que é futilidade.

          1. Motta Araujo

            28 de setembro de 2014 9:46 pm

            Nada a ver. A imprensa atende

            Nada a ver. A imprensa atende a um publico definido de leitores, não tem esse “”aceita tudo””, o jornal é fiel a seus leitores e são esses que trazem os anunciantes, há uma comunhão de ideias entre o jornal e seus leitores, até no estilo de linguagem. O leitor de maior cultura não aceita jornal com linguagem vulgar ou pobre. É evidente que O ESTADÃO tem uma linguagem mais elevada e apurada do que a FOLHA e seu publico é mais qualificado do que da FOLHA.

            Portanto o veiculo não faz o que quiser, ele precisa ser fiel a seu publico.

  6. CB

    28 de setembro de 2014 7:02 pm

    O mito da caverna, versão

    O mito da caverna, versão século XXI

    Imagine uma grande caverna e que diante de sua entrada exista um enorme muro que impeça a visão do mundo exterior. Dentro desta caverna habitam pessoas que viveram por toda a vida ali. Agora, imagine que no fundo desta caverna há uma enorme tela de TV sintonizada sempre no mesmo canal; imagine, também, que, diariamente, lhes entreguem os mesmos jornais e, semanalmente, a mesma revista. Então, você acha que aquelas pessoas conhecem a realidade do mundo exterior ou apenas a versão que lhes contam sobre ele?

  7. Artaud

    28 de setembro de 2014 7:10 pm

    Falso porém sincero.

    Seria “falso apartidarismo” somente no caso da imprensa disfarçar ou tentar falsear seu partidarismo.

    A imprensa, a daqui de SP, pelo menos, é claramente, descaradamente, partidária. Não faz ou não fazem questão nenhuma de escancarar essa condição.

    Se a sólida blindagem que estenderam sobre  sobre Serra, Alckimim e tucanato em geral -já vai pra mais de vinte longos anos- não é partidarismo, não faço a menor idéia do que seja partidarismo.

  8. Zanchetta

    28 de setembro de 2014 7:59 pm

    “Dizendo que os blogueiros

    “Dizendo que os blogueiros são petistas…” Ué, não é verdade? Então a mídia está simplesmente informando…

    1. Luciano Prado

      29 de setembro de 2014 12:35 am

      Tem que ler tudo para compreender o texto e o contexto

      “Não há nada de errado em falar sobre o partidarismo dos chamados “blogs sujos” – eles mesmos fazem questão de deixar sua postura política clara.  

      O problema surge quando os jornais que denunciam o partidarismo alheio se declaram apartidários, como se não tivessem preferência pelo projeto neoliberal – hoje representado pelo PSDB e por Marina Silva.”

  9. Wellington Moreira

    28 de setembro de 2014 8:16 pm

    “apartidaria” x partidária = tudo do mesmo.
    “apartidária” x partidária = tudo do mesmo. Percebem as aspas…. bela aspas.

  10. Fabio Passos

    28 de setembro de 2014 8:19 pm

    O PiG é o partido da direita!

    O PiG é o partido da direita. Sustentáculo do Apartheid Social.

    E este partido detém o monopólio da informação. Um absurdo antidemocrático. 

    É fundamental democratizar a mídia no Brasil.

     

    Nestas eleições o PiG apóia ostensivamente os candidatos neoliberais: marina e aécio.

     

  11. alexis

    28 de setembro de 2014 9:12 pm

    Fidelidade editorial

    A imprensa é pautada pela fidelidade editorial aos seus anunciantes e, em parte, ao grupo social que ainda lê.

    Se não fizer isso ela fecha as suas portas

    1. Motta Araujo

      28 de setembro de 2014 9:41 pm

      Uma opinião bem inteligente,

      Uma opinião bem inteligente, o leitor quer ler aquilo que espera do jornal e o anunciante quer atingir aquele perfil de leitor. A imprensa não é livre para escrever o que quiser, ela precisa atender a seu publico , que ela sabe bem o que pensa e o que quer ler.

      1. CB

        28 de setembro de 2014 10:05 pm

        Fiquei até com dó dos barões,

        Fiquei até com dó dos barões, coitados. Eles só publicam tudo que publicam porque tem medo de perder o ganha pão.

  12. josé adailton

    28 de setembro de 2014 9:51 pm

    Blá, bjá. blá

    “Essa distorção na percepção da sociedade é consequência da falta de diversidade de ideologias nos grandes meios de comunicação do país.”

    E os grandes meios de comunicação tem que ter definida sua ideologia? Por que? Eu, como cidadão tenho que definir minha ideologia? Barbarbaridade, tchê!

    Eu imaginava que, tanto a imprensa  quanto a população tem mais é que participar da vida política do país pelo bem da sociedade como um todo , independentemente de qualquer baboseira ideológica.

    Os ideais de esquerda são nobres, mas  isto não impede de que haja entre seus seguidores exemplos inaceitáveis de conduta ética, tão reprovável como do outro lado ideológico.

  13. wendel

    28 de setembro de 2014 10:34 pm

    Mercenários, sempre os haverá………………..

    “Sabe de nada…., inocente !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

    Pensa que sabe tudo, para para mim, não passa de instrumentado do neo-liberalismo e propagandista do Império!!!

    Será quanto estão pagando para terem defesas tão contundente?????????  

  14. Fabio Passos

    28 de setembro de 2014 10:51 pm

    É preciso tirar a teta da boca destes oligarcas vagabundos!

  15. leonidas

    29 de setembro de 2014 12:17 am

    Midia partidaria existe, e

    Midia partidaria existe, e sempre existiu.

    Mas ela nao faz mal ao estado de direito, o que faz mal ao estado de direito é peleguismo e totalitarismo que é sinonimo da esquerda.

    Gente desonesta , especialista em distorcer fatos e realidades, gente que adora negar o obvio e ainda tem a cara de pau de se achar em condiçoes morais de cobrar insenção de quem quer que seja…rs 

    1. Marcos K

      29 de setembro de 2014 9:43 am

      Então quer dizer que a mídia

      Então quer dizer que a mídia de direita, a mesma que insistiu em chamar o golpe de 64 de “democrático”, jamais  distorceu a realidade? Que a imprensa e propaganda nazistas eram democráticas e de esquerda? Que a imprensa de direita como a que escreve a “Veja”  nunca distorceu nenhum fato, nem uma realidade e nunca produziu reportagens sem provas. Aliás, Carlinhos Cachoeira era aliado de que grupo de comunicação mesmo? Quem é cara de pau mesmo nessa história? Ora. Faça-me o favor e deixe de ser desonesto, ingênuo e obtuso.

  16. Ozzy

    29 de setembro de 2014 2:02 am

    Uma sugestão

    Já que a “mídia corporativa” é tão má, vamos acabar com TODA a publicidade oficial e fazer com que ela pare de ser má usando dinheiro público. Claro que, para isso, tem que cortar a verba oficial para blogues sujos ou outras “mídias independentes”.

    Liberdade para se escrever o que quiser, mas sem usar dinheiro público para isso. E arcando com as eventuais consequências legais sobre o que escrever. É o que proponho.

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