OAB-SP repudia violência da PM em Paraisópolis

"Juntamente  com a Ouvidoria das Polícias de São Paulo trabalhamos juntos para que as apurações dessas violências sejam feitas com transparência e que não haja impunidade"

Foto Jornalistas Livres

Jornal GGN – A Comissão de Direitos Humanos da Ordem dos Advogados do Brasil – São Paulo, denuncia a atuação abusiva e violenta da Polícia Militar, mais uma, na comunidade de Paraisópolis. A OAB se solidariza com as famílias das vítimas e vai se empenhar para que o Estado esclareça ação tão violenta e condenável.

Leia a nota a seuir

COMISSÃO DE DIREITOS HUMANOS DA OAB-SP DENUNCIA ATUAÇÃO ABUSIVA DA PM QUE RESULTOU NAS 9 MORTES EM PARAISÓPOLIS

Estarrecedora a notícia de mais uma atuação abusiva da Polícia Militar de São Paulo, que teve como resultado a morte de 9 moradores da comunidade de Paraisópolis, por pisoteamento, durante um baile funk com mais de 5 mil pessoas.

A Comissão de Direitos Humanos da OAB/SP se solidariza com as famílias das vítimas, que fará todos esforços para que o Estado esclareça as circunstâncias de tão bárbara violência e que levou à essa tragédia.

A violência e as violações nas regiões periféricas são uma constante e caminham passo a passo com a impunidade policial frente aos abusos de autoridades e despreparo nas intervenções em manifestações de massas, políticas, sociais e culturais.

Temos acompanhado vários eventos, agindo como Observadores Institucionais para minimizar conflitos, mediar e dialogar com as forças públicas e manifestantes.

Juntamente  com a Ouvidoria das Polícias de São Paulo trabalhamos juntos para que as apurações dessas violências sejam feitas com transparência e que não haja impunidade, nesse sentido defendemos que os Inquéritos Policiais Militares (IPM) sejam conduzidos  pela Corregedoria da Polícia, o que garantirá a necessária, considerando – se que a maioria, das investigações são hoje conduzidos pelos batalhões a que pertencem os Policiais Militares envolvidos nesses episódios.

Leia também:  Decisão do TJ deve render extra de até 100 mil reais para desembargadores paulistas

Diante desse caso gravíssimo, a Comissão de Direitos Humanos da OAB/SP exige a prioridade máxima das instituições competentes no governo do Estado para que apurem com rigor, modifiquem procedimentos de intervenção policial, para que não se repitam e evitem mais mortes.

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2 comentários

  1. Em Santa Catarina um senhor de 61 anos foi assassinado por um homem de 44 de classe média alta em Balneário Camboriú, só porque a vitima era de esquerda e, o assassino foi liberado pela justiça com a afirmação de que o assassino não causa perigo à sociedade.
    O governo do Rio de Janeiro segundo informações não atualizadas, matou mais de 16 (dezesseis) jovens ou crianças e a justiça daquele estado não da respostas à sociedade brasileira.
    E, agora esta tragédia de Paraisópolis!
    No Brasil de Bolsonaro, estão matando índios; pessoas de esquerda, negros pobres; branco pobres, mulheres pobres, jovens pobres, crianças pobres; moradores de rua; sem teto; sem terra e, portanto, no governo Bolsonaro esta estabelecido uma gerra dos ricos contra os pobres e o pior que esta gerra tem o respaldo da justiça brasileira, ou seja, a justiça dos ricos.
    Esta é a triste realidade.

  2. VÍDEO: jovens são agredidos por PMs durante abordagem no RS
    Vítimas foram liberadas após apresentarem documentos; PMs foram afastados.

    https://g1.globo.com/rs/rio-grande-do-sul/noticia/2019/12/02/camera-de-seguranca-registra-agressao-de-policiais-a-dois-jovens-durante-abordagem-em-pelotas.ghtml

    Os Assassinos alegarão em defesa de suas impunidades que seus excessos decorreram de medo escusável, de surpresa ou de emoção violenta. E tudo continuará como antes no Quartel de Abrantes.

    Eles põem crianças e adolescentes em frente á porteira de um curral cheio de gado, abre a porteira e afugenta o gado, que dispara em debandada. As crianças e adolescentes são mortos mas a culpa não é da polícia, é do gado.

    É esse o gado do Bolsonaro.

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