4 de junho de 2026

A relevância cultural e musical das bandas militares

 
Hoje, durante as gravações do programa Brasilianas.org, Luis Nassif receberá três mestres de dobrado para discutirem o papel das bandas marciais na formação da música instrumental brasileira: Tenente Franco, mestre da Banda do Segundo Batalhão da Polícia do Exército; Major Ezequiel, comandante do Corpo Musical da Polícia Militar de São Paulo; e Capitão-de-Corveta Sidney da Costa Rosa, maestro da Banda Sinfônica do Corpo de Fuzileiros Navais, referência nacional e internacional na área de bandas militares. 
 
A edição irá ao ar na próxima segunda-feira (22), na TV Brasil, mas você já pode participar sugerindo no espaço de comentários desta página os dobrado que não poderão deixar de ser lembrados durante o debate. 
 
https://www.youtube.com/watch?v=Ovf4ZvNMWKI&index=1&list=PL83D99E49F8319C88 width:700
 
Onde sintonizar a TV Brasil:
UHF Analógico Canal 62 (SP)
UHF Digital Canal 63 (SP)
VHF Canal 2 (RJ), (DF) e (MA)
Net – Canais 4 (SP), 16 (DF), 18 (RJ e MA)
Sky-Direct TV – Canal 116
TVA digital – Canal 181
 
Ou assista pela internet: www.tvbrasil.ebc.com.br.

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16 Comentários
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  1. pedro holanda

    18 de setembro de 2014 3:14 pm

    HINOS

    Rapaz… Eu lembro daquela ´´DÊ OUTO PARA O BEM DO BRASIL´´

  2. Cláudio José

    18 de setembro de 2014 3:17 pm

    Nassif a Banda do Corpo de

    Nassif a Banda do Corpo de Fuzileiros Navais é show de bola! 

  3. altamiro souza

    18 de setembro de 2014 3:24 pm

    o cara pode odiar o

    o cara pode odiar o imperialimo do tal destino manifesto 1que profess invasões pelo mundo, mas não deixará de

    amirar stras and stripes forever, de john philip souza.

    no cinema da pequena cidade onde morava,

    quando tocava essa música cinco

    minutos antes do filme começar,

    era orrer em desabalada carreira para chegar a tempo.

    emocionante,.

  4. Hansel

    18 de setembro de 2014 3:25 pm

    Por falar em bandas

    Por falar em bandas militares, lembrei-me da Banda e Coro do Exército Vermelho que tanto sucesso fez.

    https://www.youtube.com/watch?v=x72w_69yS1A

  5. Jair Fonseca

    18 de setembro de 2014 9:22 pm

    O belo dobrado “Belo

    O belo dobrado “Belo Horizonte”, de Júlio César do Nascimento, é de 1899 e homenageia a então nova capital de Minas. Infelizmente o autor dessa postagem no seu canal do youtube, só de marchas militares do mundo inteiro, não coloca os créditos das versões e gravações, inclusive desta.

    [video:https://www.youtube.com/watch?v=7pfUjZApFv0%5D

  6. josé maria de souza

    18 de setembro de 2014 11:40 pm

    Existe um dobrado chamado

    Existe um dobrado chamado Capitão Caçulo?

    josé maria

    1. luisnassif

      18 de setembro de 2014 11:49 pm

      Um dos mais bonitos.  Nós

      Um dos mais bonitos.  Nós somos da pátria a guarda…

      1. joao

        19 de setembro de 2014 2:00 am

        Samuel Machado Filho2 months

        Samuel Machado Filho

        2 months ago (edited)    Dobrado intitulado ‘Capitão Caçulo”, de autoria do paraense Teófilo de Magalhães, composto por volta de 1907, em homenagem ao capitão Caçulo de Melo, da Polícia Militar do Pará, então oficial de gabinete do governador daquele Estado. Com os versos do Segundo-Sargento Alberto Augusto Martins, também paraense, ganhou o título ou subtítulo de “Canção do soldado” ou “Canção do Exército”. É um dos dobrados mais célebres do Brasil, muito conhecido e apreciado. Este registro de Vicente Celestino data de 1918.

        [video:https://www.youtube.com/watch?v=EoNzM2idylk%5D

        1. joao

          19 de setembro de 2014 2:04 am

          tambem tinha outra letra

          kkk

          [video:https://www.youtube.com/watch?v=dypr0a0xkvY%5D

  7. Noir

    19 de setembro de 2014 12:42 am

    Muito bom, Nassif. Cresci

    Muito bom, Nassif. Cresci ouvindo todo 7 de setembro esse dobrado. Muito obrigado.

     

  8. joao

    19 de setembro de 2014 2:13 am

    gosto

    Dobrado Jubileu – por Anacleto de Medeiros]

    [video:https://www.youtube.com/watch?v=Wiwlgm6oUf8%5D

  9. joao

    19 de setembro de 2014 2:25 am

    Dobrado sinfônico – Danilo Guanais – Normando Carneiro

    Published on Aug 8, 2014

    Dobrado sinfônico – Danilo Guanais – Banda Cruzeta RN

    (Análise)

    A Híbrida Música Nordestina tonal e Modo-quartal do Nordeste Brasileiro é uma técnica que não foi utilizada em todas as minhas composições. De fato, nas primeiras, principalmente (os dobrados), havia uma preocupação, em eliminar o óbvio melódico, e o tradicional “forte”, existente na forma dos dobrados tradicionais, e em lugar disso oferecer transições harmônicas de caráter líricas em andamentos fora do contexto habitual desse gênero. Quanto ao óbvio melódico, é notório observar mudanças fluídicas tonais afastadas, durante o percurso dos temas. Entre temas diferentes também podemos constatar transições harmônicas que não levam à próxima tonalidade. Isso já consta em nível de uma tentativa “híbrida” que ficou configurada nas próximas obras.

    [video:https://www.youtube.com/watch?v=p5hbbJ7U3Bo%5D

    Na primeira audição, essas modulações melódicas e harmônicas parecem contrariar ao ouvido daqueles que estariam esperando algo costumeiro, contudo ao apreciar várias vezes o ouvido terminará por aceitá-las com naturalidade. 

    Considerando que as sucessivas e constantes modulações representam as principais características dessa nova forma, não há necessidade de “armadura de clave”. 

    O dobrado “Danilo Guanais” foi o primeiro dessa série: 

    •Forma: Introdução – a; b; a; transição lírica; c; coda.

    •Introdução: em Sib, modulante a RebM; (tom afastado) – compassos: 01 a 04;

    •Tema principal “a” repetido c/introdução: modulante a SiM (tom afastado), com transição harmônica direta, V do V + V do tom principal: (ReM); compassos: 05 a 27;

    •Tema “b” repetido e ampliado – No tom de Mibm, precedido da dominante (afastado, portanto de ReM), modulante a SiM; compassos 29.2 a 61.1;

    •Repetição integral do tema “a” com introdução (compassos: 62.1 a 88.1; 

    •Transição harmônica (lírica) – conduzindo de BM a DM – compassos 88.1.2 a 97.1;

    •Tema “c” ampliado e repetido: em Sol bemol menor modulante a Sol Maior; compassos 97.2 a 128.1;

    •Coda: modulante a Dó M – compassos 131.2 a 135.1.2; 

    Obs:
    Curiosamente, a forma desse dobrado é: A – B – A – C – CODA.
    Academicamente deveria ser A – B – A – C – A – C0DA, em obediência à clássica forma RONDÓ européia. Aqui, a elisão da última seção (A) foi providencial porque o tema tem uma rítmica muito marcante durante toda a obra que aparece de forma cíclica a partir da introdução. Logo, repedir a seção “A”, se tornaria desnecessário, mesmo porque a CODA também contem o mesmo desenho rítmico, desta feita configurando-se também como uma forte lembrança do tema principal. 

    Normando Carneiro (texto e composição)

     

  10. NICKNAME

    19 de setembro de 2014 2:28 am

    pernambuco e sao paulo

    têm tradições de excelentes banda. pena que estão ficando no passado. meu pai tinha um disco de música marcial norte-americana, se bem me lembro, da universidade de columbia, excelente.

  11. Jair Fonseca

    19 de setembro de 2014 2:50 am

    Pelo que se sabe, Anacleto de

    Pelo que se sabe, Anacleto de Medeiros (1866-1907) foi o pioneiro e principal compositor de dobrados no Brasil. Fundador da Banda do Corpo de Bombeiros do Rio de Janeiro, foi seu primeiro maestro titular. Graças à digitalização, temos preciosos registros originais de seus dobrados no youtube, como este: “Avenida”, gravado em 1902 ou 1904. O termo “dobrado” provavelmente vem do pasodoble ou marcha redoblada, dos espanhóis. No Brasil, a coisa mesclou-se ao lundu, ao tanguinho e ao maxixe, adquirindo uma maior malemolência e um caráter mestiçamente brasileiro.

    [video:https://www.youtube.com/watch?v=NgyE3dqK_t8%5D

    1. Jair Fonseca

      19 de setembro de 2014 3:07 am

      Anacleto de Medeiros é também

      Anacleto de Medeiros é também um dos pioneiros do choro, como se comprova com esta gravação de “O que tu és”, pela Casa Edison em 1907, com Arthur Camilo e G. de Almeida. É o mesmo belo choro “Três estrelas”, gravado pela primeira vez em 1905, mais conhecido como “Três estrelinhas”, abaixo com o Época de Ouro.

      [video:https://www.youtube.com/watch?v=so7TtBLsYq4%5D

      [video:https://www.youtube.com/watch?v=bQPdtthRYZw%5D

       

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