Essa indicação tem endereço certo. Por isso a letra em Português.
Voltar aos 17 depois de viver um século É como decifrar sinais sem ser sábio competente Voltar a ser de repente tão fragil como um segundo Voltar a sentir profundo como um menino diante de Deus Isso é o que sinto neste instante fecundo
(…)*
Meu passo retrocede quando o de vocês avança O arco das alianças penetrou em meu ninho Com todo seu colorido passeou por minhas veias E até a dura corrente com a qual nos prende o destino É como um diamante fino que ilumina minha alma serena
(…)*
O que pode o sentimento não o pode o saber Nem o mais claro proceder, nem o maior dos pensamentos Tudo o muda num momento qual mago condescendente Nos afasta docemente de rancores e violências Só o amor com sua ciência nos torna tão inocentes
(…)*
O amor é um turbilhão de pureza original Até o feroz aminal sussura seu doce som Detém os pergrinos, liberta os prisioneiros O amor com seus esforços ao velho o torna criança E ao mal só o carinho o torna puro e sincero
(…)*
De par em par a janela se abriu como por encanto Entrou o amor com seu manto como uma fraca manhã Ao som de sua bela Diana fez brotar o jasmim Voando qual serafim ao céu lhe pôs brincos Meus anos em dezessete os converteu o querubim
*Vai se envolvendo, envolvendo Como no muro a hera E vai brotando, brotando Como o musgo na pedra Como o musgo na pedra, ai sim, sim, sim.
Assis Ribeiro
19 de maio de 2014 11:42 amEssa indicação tem endereço
Essa indicação tem endereço certo. Por isso a letra em Português.
Voltar aos 17 depois de viver um século
É como decifrar sinais sem ser sábio competente
Voltar a ser de repente tão fragil como um segundo
Voltar a sentir profundo como um menino diante de Deus
Isso é o que sinto neste instante fecundo
(…)*
Meu passo retrocede quando o de vocês avança
O arco das alianças penetrou em meu ninho
Com todo seu colorido passeou por minhas veias
E até a dura corrente com a qual nos prende o destino
É como um diamante fino que ilumina minha alma serena
(…)*
O que pode o sentimento não o pode o saber
Nem o mais claro proceder, nem o maior dos pensamentos
Tudo o muda num momento qual mago condescendente
Nos afasta docemente de rancores e violências
Só o amor com sua ciência nos torna tão inocentes
(…)*
O amor é um turbilhão de pureza original
Até o feroz aminal sussura seu doce som
Detém os pergrinos, liberta os prisioneiros
O amor com seus esforços ao velho o torna criança
E ao mal só o carinho o torna puro e sincero
(…)*
De par em par a janela se abriu como por encanto
Entrou o amor com seu manto como uma fraca manhã
Ao som de sua bela Diana fez brotar o jasmim
Voando qual serafim ao céu lhe pôs brincos
Meus anos em dezessete os converteu o querubim
*Vai se envolvendo, envolvendo
Como no muro a hera
E vai brotando, brotando
Como o musgo na pedra
Como o musgo na pedra, ai sim, sim, sim.
lenita
19 de maio de 2014 7:38 pmMuito obrigado, Assis
Por
Muito obrigado, Assis
Por lembrar desta maravilhosa música neste momento.
E fico imaginando se ela cantaria de novo e para os atuais jovens baderneiros e quebra-quebras de cabeça ôca ” Que viva los estudanties”