O choro potiguar de Diogo Guanabara e a Banda Macaxeira e Jazz

Passei um final de semana agradabilíssimo em Natal, uma das cidades mais simpáticas do país e terra natal do meu saudoso amigo, seu Nestor.

Como em outras partes do país, há uma molecada fantástica no choro, convivendo e aprendendo com as grandes referências da música local.

Aqui, o grupo Diogo Guanabara, Macaxeira e Jazz. Pela foto da contracapa, dá para fazer que é um pessoal muito jovem. O CD é de alguns anos atrás. Estive em uma rodada com eles, agora. Diogo tornou-se um multiinstrumentista e arranjador de primeiríssima. É nome certo para o cenário nacional.

Fiquei surpreso em saber que ele se iniciou no bandollim aos 9 anos, depois de ouvir o meu “Roda de Choro`. De uma família simpatícissima, quatro irmãos feilhos de um casal adorável, a mãe, pedagoga, contou que até os 9 anos Diogo era hiperativo, não conseguindo se concentrar em cada e alvo de constantes reclamações da escola.

Quando descobriu o choro, encontrou o rumo. Conseguiiu domar sua hiperatividade, tornou-se centrado, o mais metódico dos irmãos, segundo a mãe, e canalizou a energia para o empreendedorismo cultural. É dele a iniciativa de realizar anualmente o Festival de Choro do Rio Grande do Norte, celebrando os grandes nomes do choro e da canção potiguar.



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