4 de junho de 2026

Windmills of Your Mind e a trilha sonora de “Crown, o Magnífico’

Por Anna Dutra

Siga o Jornal GGN no Google e receba as principais notícias do Brasil e do Mundo

Seguir no Google

The Thomas Crown Affair

Este filme é sensacional.

Dei de cara com ele procurando por uma outra canção/filme e fiquei resetando a canção indefinidamente. Em busca de uma cena para recordar o filme, topei com esta beleza, que compartilho.

Os mais novos vão lembrar-se de versão mais recente com o bonitão Pierce Brosnan e a beldade René Russo (1999).  Mas, me desculpem, não é possível competir com o charme de Steve McQueen. E nem com o olhar de Faye neste filme.

Steve McQueen é Crown, milionário ladrão que vive de grandes roubos. Crown assalta um banco, fugindo com mais de 2 milhões de dólares. Mas uma investigadora, convencida de que ele é o culpado, tenta apanhá-lo, acaba se apaixonando.

CROWN, O MAGNÍFICO
(The Thomas Crown Affair, 1968)
Direção: Norman Jewison  –  Roteiro: Alan Trustman
Elenco: Addison Powell, Astrid Heeren, Biff McGuire, Faye Danaway, Gordon Pinsent, Jack Weston, Paul Burke, Steve McQueen
Trilha Sonora: Michel Legrand;  Canção: The Windmills of Your Mind, Oscar de Melhor Canção Original 1969

Esta, por Neil Diamond. Mas há uma infinidade de versões.

Defiance

Round
Like a circle in a spiral
Like a wheel within a wheel
Never ending nor beginning
On an ever-spinning wheel

Like a snowball down a mountain
Or a carnival balloon
Like a carousel that’s turning
Running rings around the moon

Like a clock whose hands are sweeping
Past the minutes of its face
And the world is like an apple
Whirling silently in space

Like the circles that you find
In the windmills of your mind

Like a tunnel that you follow
To a tunnel of its own
Down a hollow to a cavern
Where the sun has never shone
Like a door that keeps revolving
And a half-forgotten dream
Or the ripples from the pebble
Someone tosses in a stream

Like a clock whose hands are sweeping
Past the minutes of its face
And the world is like an apple
Whirling silently in space

Like the circles that you find
In the windmills of your mind

Keys that jingle in your pocket
Words that jangle in your head
Why did summer go so quickly
Was it something that you said

Lovers walk along the shore
Leaving footprints in the sand
Is the sound of distant drumming
Just the fingers of your hand

Pictures hanging in a hallway
And the fragments of a song
Half-remembered names and faces
But to whom do they belong ?

When you knew that it was over
You were suddenly aware
That the autumn leaves were turning
To the color of her hair

 

E Barbra!!!

Fonte: http://www.cineclick.com.br/crown-o-magnifico & YouTube
 

Redação

Curadoria de notícias, reportagens, artigos de opinião, entrevistas e conteúdos colaborativos da equipe de Redação do Jornal GGN

Assine a nossa Newsletter e fique atualizado!

Assine a nossa Newsletter e fique atualizado!

Mais lidas

As mais comentadas

Colunistas

Ana Gabriela Sales

Repórter do GGN há 9 anos. Especializada em produção de conteúdo para as redes sociais.

Camila Bezerra

Graduada em Comunicação Social – Habilitação em Jornalismo pela Universidade. com passagem pelo Jornal da Tarde e veículos regionais. É...

Carla Castanho

Carla Castanho é repórter no Jornal GGN e produtora no canal TVGGN

5 Comentários
...

Faça login para comentar ou registre-se.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

  1. Anna Dutra

    18 de maio de 2015 2:59 pm

    Um pouco do rebelde sedutor

    Terrence Steven McQueen, mais conhecido como Steve McQueen (EUA aos 24/03/1930 – México aos 07/11/80), ator americano, lembrado pelos filmes de ação que protagonizou.

     

    Apelidado de “The King of Cool”, é considerado um dos maiores atores de todos os tempos e em 1974 tornou-se o astro de cinema mais bem pago do mundo. Foi piloto ávido de motocicletas e carros, o que contribuiu para que ele próprio realizasse suas cenas de ação dispensando o uso de dublês durante as cenas de perseguição de alta velocidade. McQueen também desenhou e patenteou um assento e transbrake para carros de corrida.

    Steve foi menino de fazenda, conviveu com hippies, delinquentes e transviados. Passou dois anos num reformatório da Califórnia e aos quinze anos abandonou a sua família para ser marinheiro, carregador, empregado de posto de gasolina e vendedor.

    Definia-se como um indomável cínico, rebelde e nada bonito. Ao chegar a Hollywood, na década de 1950, foi saudado como o sucessor de James Dean.

    McQueen começou fazendo diversos papéis em séries de TV.  Começou no cinema num papel não creditado em Marcado pela Sarjeta (Somebody Up There Likes Me, 1956), estrelado por Paul Newman. Tirou a sorte grande ao conseguir um dos principais papéis de Sete Homens e um Destino (The Magnificent Seven, 1960), faroeste clássico de John Sturges, com Yul Brynner comandando um elenco repleto de outros jovens candidatos a astros, como Robert Vaughn, James Coburn e Charles Bronson.

    Filmes como Fugindo do Inferno (The Great Escape, 1963), também de John Sturges, O Canhoneiro de Yang-Tsé (The Sand Pebbles, 1966), de Robert Wise e, principalmente, Bullitt (Bullitt, 1968), de Peter Yates, estabeleceram McQueen como o típico durão hollywoodiano, versão anos 1960, papel que ele herdou de Humphrey Bogart, John Wayne e outras lendas do passado e transmitiria a Clint Eastwood, Bruce Willis, Sylvester Stallone etc.

    Na década seguinte, o sucesso continuou em diversas películas bem acolhidas pelo público, como Papillon (Papillon, 1973), de Franklin J. Schaffner, e Inferno na Torre (The Towering Inferno, 1974), de John Guillermin e Irwin Allen.

    McQueen era um solitário por natureza e sua insociabilidade atingiu o ápice entre 1974 e 1978, quando preferia ficar trancado em casa, bebendo cerveja e engordando.  Recusou convites milionários para atuar em Apocalypse Now e para trabalhar ao lado de Sophia Loren. Seu único interesse eram os carros e chegou a pedir a seu mecânico para ler os roteiros que recebia e mostrar a ele apenas os mais interessantes. Sua última atuação foi no thriller Caçador Implacável (The Hunter, 1980), de Buzz Kulik, já debilitado pela doença que o levaria à morte.

    McQueen casou-se três vezes: Neile Adams (1956-1972), dois filhos;  Ali MacGraw (1973-1978) e Barbara Minty (Janeiro a Novembro de 1980). Os dois primeiros terminaram em divórcio.
    O ator foi vítima de um mesotelioma, câncer na membrana que envolve os pulmões e é por vezes chamado de “a doença do amianto”. Quando faleceu possuía sua própria empresa cinematográfica, a Solar.  Seu corpo foi cremado, e suas cinzas espalhadas no Oceano Pacífico.

    Steve era apaixonado por motocicletas e a sua primeira foi uma Indian Chief modelo 1946 e tornou-se colecionador de motos clássicas, chegando a possuir mais de 100 modelos. Nas décadas de 1960 e 1970, possuiu equipe e participou de competições esportivas e desta maneira, em 1999 foi introduzido no Motorcycle Hall of Fame.

    Filmografia – Alguns títulos :

        1956 – Marcado Pela Sarjeta (Somebody Up There Likes Me); não creditado
        1959 – Quando Explodem as Paixões (Never So Few)
        1960 – Sete Homens e um Destino (The Magnificent Seven)
        1963 – O Preço de um Prazer (Love with the Proper Stranger)
        1966 – O Canhoneiro do Yang-Tsé (The Sand Pebbles)
        1968 – Crown, O Magnífico (The Thomas Crown Affair)
        1968 – Bullitt (Bullitt)
        1969 – Os Rebeldes (The Reivers)
        1971 – As 24 Horas de Le Mans (Le Mans)
        1972 – Os Implacáveis (The Getaway)
        1973 – Papillon (Papillon)
        1974 – Inferno na Torre (The Towering Inferno)
        1980 – Caçador Implacável (The Hunter)

     

     

    Fonte: Wikipedia e Imagens da Internet

     

  2. Anna Dutra

    18 de maio de 2015 3:01 pm

    Um pouco sobre a Canção

    The Windmills of Your Mind é uma canção de 1968 e que foi interpretado por Noel Harrison. Com a música e letras de Michel Legrand, Alan e Marilyn Bergman. Esta música faz parte da banda sonora do filme O Caso Thomas Crown, com Steve McQueen e Faye Dunaway.

    Em 1969, Legrand e os irmãos Bergman ganharam um Óscar de melhor canção original.

     

    Fonte: Wikipedia.

    Noel Harrison

    [video:https://www.youtube.com/watch?v=WEhS9Y9HYjU%5D

     

     

  3. Anna Dutra

    18 de maio de 2015 3:17 pm

    A versão de 1999 – pálida

    Thomas Crown – A Arte do Crime  (1999)

    Quando um Monet avaliado em 100 milhões de dólares é roubado do Metropolitan em Nova York, Thomas Crown (Pierce Brosnan), um bilionário que está acostumado a ter tudo que deseja, não é nem ao longe considerado suspeito, mas Catherine Banning (Rene Russo), uma investigadora contratada para reaver a pintura (por 5% do seu valor), tem certeza que Thomas é o responsável. Paralelamente Catherine e Thomas se sentem atraídos.

    Dirigido por  John McTiernan
    Com  Pierce Brosnan, Rene Russo, Ben Gazzara

     

    [video:https://www.youtube.com/watch?v=ktEVampzx1o%5D

     

    Fonte:  Imagens da Internet, YouTube e http://www.adorocinema.com/filmes/filme-20498/

  4. mchaiben

    18 de maio de 2015 5:15 pm

    Versão em árabe

     

    Anna Dutra,

    Há uma linda e curiosa versão em árabe, com a libanesa Hiba Tawaji e versos de um dos maiores poetas da língua árabe,  o grande Mansour Rahbani. Eu não consegui postar o video, mas você poderia me ajudar, procurando por “hiba tawaji la bidayi wala nihayi”. Espero que goste. Abraços,

    Michel

     

     

    1. Anna Dutra

      18 de maio de 2015 5:55 pm

      Michel

      Que maravilha!

      Meu sangue libanês fica sempre contente de ver essa beleza no olhar da moça – toda ela linda – e esta sonoridade da música !!

      Muito Obrigada pela preciosa indicação que vai, com certeza, agradar aos sensíveis à beleza e enriquecer o post.

      Anna.

      Eis a peça:

      [video:https://www.youtube.com/watch?v=6XBwEjfwCdk%5D

       

Recomendados para você

Recomendados