
Jornal GGN – A agência de classificação de risco Fitch Ratings retirou o selo de “grau de investimento” do Brasil e rebaixou a nota do país de BBB para BBB-, com perspectiva negativa. Também foram rebaixados o rating de notas seniores sem garantias em moeda estrangeira e local para ‘BBB-‘ (BBB menos), de ‘BBB’; o teto país para ‘BBB’, de ‘BBB+’; e o IDR (rating de probabilidade de inadimplência do emissor) de Curto Prazo em Moeda Estrangeira para ‘F3’, de ‘F2’.
Essa é a segunda agência de classificação de risco a retirar o grau de investimento do Brasil. Em setembro, a Standard&Poor’s reduziu a nota de crédito do Brasil de BBB- para BB+, com perspectiva negativa. Quando duas agências retiram o grau de investimento, fundos estrangeiros têm que retirar recursos aplicados no país.
Em relatório, a agência diz que o rebaixamento reflete o crescente peso da dívida pública do país, os crescentes desafios para consolidação fiscal e a deterioração do cenário de crescimento econômico. “O difícil ambiente político tem afetado o progresso da agenda legislativa do governo e criado um ciclo de reações negativas para a economia”.
No caso da perspectiva negativa, a Fitch acredita que “o fraco desempenho econômico e fiscal deverá persistir enquanto as incertezas políticas continuarem pesando na confiança em geral, atrasando a retomada dos investimentos e do crescimento, ao mesmo tempo em que aumentam os riscos para a consolidação fiscal a médio prazo, necessária para estabilização da dívida do país.”
O impacto maior que o previsto da recessão econômica nas receitas públicas, a dificuldade para implementar medidas compensatórias e o complicado cenário político minaram a estratégia de consolidação fiscal do governo. Consequentemente, em julho, o governo reduziu significativamente as metas de superávit primário para 2015 em diante. Em outro revés para a credibilidade fiscal, o governo submeteu um orçamento para 2016 com uma meta fiscal ainda mais fraca.
“Embora o governo esteja trabalhando em algumas propostas de cortes de gastos e de aumento de impostos, visando retomar o caminho fiscal contido nas projeções de julho, permanece uma considerável incerteza sobre a implementação destas, especialmente no contexto do atual impasse político”, pontua a agência. “A contenção de gastos obrigatórios vem ganhando importância, à luz de uma carga tributária já elevada e da rigidez orçamentária, das limitações a novos cortes de despesas discricionárias e da recuperação econômica incipiente. Entretanto, essas medidas exigirão um consenso político e suporte mais amplos, o que pode ser difícil de alcançar”.
Meire
16 de dezembro de 2015 3:54 pmDivulgaram agora a pouco,
Divulgaram agora a pouco, para ser divulgado em tom de histeria louca, pela desvairada e apocalíptica apresentadora da grobo!
Apresentadora, porque nos dias de hoje, jornalista na maioria dos casos está significando tudo, menos quem fala a verdade.
Nandex
16 de dezembro de 2015 4:04 pmPEssoal tem de entender que
PEssoal tem de entender que estas agências de risco ganham com a venda dos títulos públicos do governo a uma taxa de 15% de juros pelo próprio governo. Ou seja, o governo emite títulos públicos para receber dinheiro e depois recompra com 15% de juros. É a terceira maior taxa do mundo é um paraiso para os terroristas engravatados. Esta taxa so perde para paises super corruptos da África em que os investidores estrangeiros escravizam o povo financeiramente. Os títulos públicos são anti-constitucionais, pois cria-se uma dívida para pagar outra. COmeçou com JK para construir Brasília, no governo FHC os investidores estrangeiros junto a Arminio Fraga do BC corrupto, começaram aumentar a taxa para sugar o país. DIlma e LUla queriam diminuir e conseguinte estão recebendo ataques do sistema financeiro mundial, pois querem acabar com a colonia financeira deles; que ganha com os impostos dos brasileiros.
http://www.cartacapital.com.br/economia/201ca-divida-publica-e-um-mega-esquema-de-corrupcao-institucionalizado201d-9552.html
A única saída é a diminuição sistemática dos juros e o consequente aumento da circulação interna da moeda. Danod força ao real, ao mesrcado interno e diminuindo a infalçao do preço de produtos com componentes importados. A única saída para salvar o BRasil é salvando o Brasil dos juros altos e consequentemente da dívida externa. Aumentando, novamente, o fluxo de reais e o mercado interno; desenvolvendo indústrias. Se não, estaremos simplesmente “enriquecendo” bancos; coloquei enriquecendo bancos entre aspas pois o volume da nossa moeda aumentaria o fluxo de dinheiro e consequentemente o lucro de todos nós.
Roque
16 de dezembro de 2015 4:17 pmIsso é uma ótima notícia.
Isso é uma ótima notícia. Dilma volta atrás e vai colocar em prática o projeto vencedor das eleições.
EJ
16 de dezembro de 2015 4:32 pmMais uma
Mais uma realização “Levytica”. Não existe país no mundo em que política econômica aplicada pelo trio Dilma-Levy-Tomibini tenha dado certo. Azar o nosso, dos que votamos nela. Resta-nos a esperança de que, ao acordar do pesadelo golpista, ela volte ao que prometeu na capanha. Em resumo, ouça mais Lula, que deu aula de economia aos economistas, em 2008/2009/2010.
Fernando Barcellos Ximenes
16 de dezembro de 2015 6:01 pmFalta discutir …
Parece-me que falta uma explicação clara, serena e objetiva de quem entende a fundo o papel das agências de classificação — independentemente de sua ética ou falta de ética.
Sendo verdade que certos fundos de pensão americanos e/ou europeus não possam mais investir em países que tenham sido considerados abaixo do grau de investimento por duas agências, qual o verdadeiro impacto sobre nossa economia? O quanto esses fundos têm investido aqui e seriam obrigados a vender? O quanto ganhariam / perderiam com essa venda? O quanto deixariam de trazer de dinheiro novo ao longo do próximo ano?
Em paralelo, se o Brasil está “barato”, há uma série de outros investidores que vê nisso uma bela oportunidade de aquisição de boas empresas brasileiras descapitalizadas ou fragilizadas de alguma forma. O crescimento da atividade de M&A este ano parece refletir isso. O quanto entrou de dinheiro novo aí, e o quanto mais deverá entrar no ano que vem?
Hoje mesmo está nos jornais a venda do IBMEC para um fundo educacional americano.
Outra perspectiva de avaliação é do potencial de desnacionalização de alguns setores da academia.
Talvez seja pedir demais, porém estas são as questões que estão ausentes da discussão — e que fazem toda a diferença.
Nandex
16 de dezembro de 2015 6:53 pmhttp://www.esquerda.net/artig
http://www.esquerda.net/artigo/equador-experi%C3%AAncia-da-auditoria-oficial-da-d%C3%ADvida-p%C3%BAblica
http://www.diariodocentrodomundo.com.br/por-que-o-equador-ama-rafael-correa/
Nandex
16 de dezembro de 2015 6:48 pmA não ser que seja investidor
A não ser que seja investidor de fundos abutres estrangeiros que lucram encima de 15% de juros encima dos títulos públicos brasileiro que compromete mais de 50% do orçamento do Brasil; está lutando do lado errado. Tentaram privatizar o Banco Central justamente para isso, para o presidente não poder frear a corrupção e mentira interna do BC. Eles tem poder da manada ignorante que endeusam estes economistas pilantras.Levy segue a política dos fundos terroristas internacionais ou fundos abutres para os íntimos. Fundos que derrubaram a Argentina no passado e mais recentemente a Grécia e também Portugal e Espanha. Que através do BC privatizado roubam o país com alta taxa de juros que acelera a inflação. POis com alta taxa de juros nimguém busca crédito no mercado interno com a moeda local, diminuindo a fluidez da moeda interna e aumentando a fluidez do dolar. Causando a inflação do preço de produtos atrelados ao dólar como pão derivado do trigo. O mercado sem crédito devido ao alto juros, sucateia as indústrias que não tem como pegar dinheiro emprestado com a alta taxa de juros e acaba fechando. Quem ganha são os investidores estrangeiros que investem no Brasil e recebem 15% de juros a terceira maior taxa do mundo em ordem de país com Banco Centrais corruptos. Começou com JK para construir Brasília e depois virou safadeza com FHC para o mercado externo sugar.
Só na Boa
16 de dezembro de 2015 6:50 pma dilma não quis reduzir gastos e cortar da carne
e só entuchar imposto no povo não ia resolver, uma hora ia dar errado mesmo…