As dúvidas sobre o autor da lista de Furnas, processado pelo MP

Da Revista IstoÉ

O falsário

Denúncia do Ministério Público mostra como age o estelionatário que falsificou a Lista de Furnas envolvendo políticos tucanos e relata uma série de golpes contra empresários e espólios milionários

 

Chamada.jpg
O CHEFE
Nilton Monteiro está preso no Complexo Penitenciário
Nelson Hungria, mas continua planejando seus golpes

Com a chegada de mais um ano eleitoral, políticos de diversas colorações partidárias se transformam no alvo preferencial daquele que o Ministério Público de Minas Gerais define como o “Midas da falsificação”. Trata-se de Nilton Antônio Monteiro, um antigo conhecido das delegacias de estelionato que costuma trafegar com enorme desenvoltura no eixo Minas-Rio-Brasília e que nos últimos 13 anos teria, segundo o promotor André Luiz Garcia de Pinho, movimentado cerca de R$ 1,3 bilhão com seus golpes e achaques. Niltinho, como é chamado no Complexo Penitenciário Nelson Hungria, onde está preso, ficou conhecido nacionalmente em 2005, quando divulgou a famosa lista de Furnas, uma relação com o nome de 155 políticos ligados ao PSDB que teriam recebido de forma irregular recursos da estatal para abastecer suas campanhas. Além de listar os nomes dos parlamentares e os supostos valores recebidos, Monteiro fazia ameaça com recibos que teriam sido assinados pelos próprios políticos ou por seus prepostos. Na ocasião, a denúncia mobilizou o Judiciário e emporcalhou muitas biografias. Mas perícias realizadas pela Polícia Federal atestaram que tudo era falso. Nas últimas semanas, o Ministério Público descobriu que o falsário dispunha de outra lista de Furnas, esta elaborada com nomes de políticos ligados ao PT. A relação petista foi encontrada em um dos computadores de Monteiro, apreendidos com autorização judicial.

Leia também:  Após manifestação da CDHM, STF suspende despejo de indígenas no Paraná

“Esse cidadão não tem jeito. É, com certeza, um dos maiores falsários do País”, disse o promotor Pinho, na quinta-feira 12. Ele é o responsável pela denúncia que classifica Monteiro como o líder de uma quadrilha composta por mais cinco pessoas. Antes de se identificar como lobista, o falsário já se apresentou como médico oncologista. Até que a Lista de Furnas fosse definitivamente desmascarada, Monteiro frequentou diversos gabinetes em Brasília e costumava ser visto nos mais nobres restaurantes da capital. A muitos interlocutores se dizia proprietário de uma ilha e de vários terrenos na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, quando na verdade mora em um bairro na periferia de Belo Horizonte e não tem renda fixa. Comprovada a fraude, a partir de 2007 Monteiro acabou se aperfeiçoando na arte de falsificar notas promissórias, contratos de prestação de serviços e até títulos públicos. Com esses documentos falsos ele recorre ao Judiciário em busca de valores estratosféricos. São dezenas de processos em diversos Estados, inclusive em inventários. Na maior parte dos casos, apresenta-se como consultor.

Para tentar imprimir veracidade às suas histórias, Monteiro conta com outro membro da quadrilha que é definido pelo MP de Minas Gerais como o “relações-públicas do bando”, como registra a página dois da denúncia da 11ª Promotoria de Justiça da Comarca de Belo Horizonte. Trata-se de Marco Aurélio Flores Carone, editor de um jornal eletrônico chamado “NovoJornal”. Segundo o promotor Pinho, é por intermédio desse veículo que os falsários promovem linchamento moral daqueles que se opõem a eles e também divulgam falsas notícias a fim de dar ares de credibilidade às cobranças que Monteiro faz na Justiça usando os documentos falsos. “O ‘Novo Jornal’ atua como verdadeiro balcão para intimidação das vítimas da quadrilha, disseminação de papéis falsos criados pelo bando e divulgação de matérias enaltecendo o chefe dos quadrilheiros”, redigiu o promotor em sua denúncia de 39 páginas, datada de 12 de novembro. O Ministério Público também quer descobrir quem são os financiadores do “Novo Jornal”.

Leia também:  Cruzada de Bolsonaro contra questões de gênero nas escolas é inconstitucional

1.jpg
A DENÚNCIA
Em 39 páginas, o Ministério Público mostra como atua o grupo comandado por Monteiro

Nos golpes que Monteiro e seu grupo tentaram aplicar, os valores envolvidos são gigantescos. Contra o espólio do ex-deputado Sérgio Naya, ele tenta cobrar uma “dívida” de R$ 970 milhões. Contra Andréa de Cássia Vieira de Souza, Monteiro apresentou uma nota promissória de R$ 68 milhões com vencimento em 20 de agosto de 2008. O Ministério Público já comprovou a falsidade do documento, que foi fabricado em maio de 2010. Outra vítima é o ex-presidente de Furnas Dimas Fabiano Toledo. Monteiro apresentou uma nota promissória de R$ 5,9 milhões vencida em 10 de maio de 2010. O MP comprovou que o documento fora feito no computador do falsário em 13 de maio de 2013. Com esse histórico, os promotores de Minas entendem que Monteiro está entre as pessoas físicas que mais trabalho dão ao Judiciário, seja como réu, seja como autor de processos em busca de cobranças extraordinárias.  

foto: CRISTIANO COUTO/HOJE EM DIA/AE; Samuel Aguiar/O Tempo

 

Você pode fazer o Jornal GGN ser cada vez melhor

Assine e faça parte desta caminhada para que ele se torne um veículo cada vez mais respeitado e forte.

Assine agora

44 comentários

  1. Denúncia do Viomundo
      Denúncias 

    Viomundo

     

    Com medo de morrer, delator do mensalão tucano fica em presídio de segurança máxima e se diz perseguido por Aécio

     

    publicado em 16 de dezembro de 2013 às 0:48

     

    publicado em 16 de dezembro de 2013 às 0:48

    Monteiro: um encontro nos bastidores do Fórum

    Por Lúcia Rodrigues, de Belo Horizonte*, especial para o Viomundo

    Quem vê aquele homem de cabelo grisalho, algemado, com uniforme de presidiário e chinelo de dedo nos pés, sendo escoltado por dois policiais militares pelos corredores do Fórum Lafayette, no centro de Belo Horizonte, não tem ideia de que se trata da mesma pessoa que entregou à Polícia Federal um esquema de corrupção do PSDB.

    Nilton Monteiro é a principal testemunha contra a cúpula do partido em Minas Gerais. Em 2005, revelou a trama urdida pelos tucanos para desviar dinheiro público para o financiamento das campanhas de Eduardo Azeredo à reeleição ao governo do Estado e de parlamentares de vários partidos, em 1998.

    Preso desde maio de 2013, agora no complexo penitenciário de segurança máxima Nelson Hungria, em Contagem, região metropolitana de BH, sob a acusação de coagir testemunhas em um processo em que aparece como falsário, Monteiro decide denunciar quem tem interesse em vê-lo atrás das grades. Ele se declara inocente e jura ser vítima de uma armação de políticos denunciados no esquema do mensalão tucano, que querem mantê-lo na cadeia afastado dos holofotes.

    O nome do senador Aécio Neves (PSDB-MG) encabeça a relação. “Por detrás da minha prisão está o Aécio Neves… Eu fui operador do esquema junto com o Marcos Valério”, frisa.

    A lista com os nomes dos políticos arrolados no mensalão tucano é extensa. O senador Aécio Neves, pré-candidato à Presidência da República, é um dos que aparecem, como beneficiário de R$ 110 mil.

    O dinheiro chegou a suas mãos pelo esquema do publicitário Marcos Valério, que esquentava os recursos públicos nas agências de publicidade que comandava: a SMP&B e a DNA, as mesmas empresas acusadas de servir ao mensalão petista anos mais tarde.

    Dois pesos e duas medidas

    Apesar de a lista do mensalão tucano ou mineiro, como a grande mídia prefere classificar o escândalo, ter sido reconhecida por peritos da Polícia Federal como verdadeira, nenhum dos envolvidos no desvio de dinheiro público pelo esquema de corrupção do PSDB foi julgado até agora.

    Em 2009, o relator do processo no STF (Supremo Tribunal Federal), ministro Joaquim Barbosa, atendendo a solicitação dos réus, entre eles Marcos Valério, desmembrou o inquérito e remeteu para Minas os casos dos envolvidos no mensalão tucano que não tinham foro privilegiado.

    Desmembramento semelhante não aconteceu no caso dos petistas.

    Quatro anos depois, Valério foi condenado por Joaquim Barbosa a mais de 40 anos de prisão em regime fechado pelo mensalão que teria sido encabeçado pelo ex-ministro José Dirceu. O crime pelo qual Valério foi julgado é absolutamente similar ao que teria cometido no esquema do PSDB. Nos dois casos, sua função era mesma: dar cobertura legal a esquemas de desvio de dinheiro público.

    Neste caso, Valério será julgado pela justiça estadual mineira.

    Em Brasília só permaneceram os casos do agora senador Eduardo Azeredo (PSDB-MG), do senador Clésio Andrade (PMDB-MG), além do ex-ministro do Turismo e das Relações Institucionais, Walfrido dos Mares Guia (PSB-MG), por terem foro privilegiado. Posteriormente, quando deixou a pasta ministerial, o processo de Mares Guia também seguiu para Minas. Ele teria se beneficiado da prescrição do crime ao completar 70 anos, no ano passado.

    A conta-gotas

    O processo que tramita na Justiça de Minas envolve 10 réus. O promotor de justiça de Defesa do Patrimônio Público de Belo Horizonte João Medeiros Silva Neto, responsável pela acusação, considera que os réus do mensalão tucano devem ser julgados no final de 2014, início de 2015. Ele considera o prazo plausível devido ao número elevado de testemunhas arroladas no processo.

    Antecipa que vai pedir a condenação dos réus por peculato e lavagem de dinheiro. Esses crimes prevêem penas de dois a 12 anos e de três a 10 anos de reclusão, respectivamente.

    “O Supremo Tribunal Federal na Ação Penal 470 fixou penas bem elevadas. Esperamos que isso sirva de parâmetro para as penas na justiça estadual”, ressalta o promotor.

    Até agora só testemunhas foram ouvidas no processo. A próxima fase prevê o depoimento dos réus, mas ainda não há data marcada para que isso aconteça. No último dia 10, a oitiva de uma testemunha foi cancelada.

    A reportagem do Viomundo procurou a juíza da 9° Vara Criminal, Neide da Silva Martins, no fórum de Belo Horizonte, para obter mais detalhes sobre o processo. Ela solicitou, por meio de sua secretária, que as perguntas fossem encaminhadas por escrito, mas ainda não retornou o contato.

    Personagem conturbado

    Nilton Monteiro tornou-se peça-chave no esquema de acusação contra os tucanos, conduzido pelas mãos de Cláudio Mourão, ex-tesoureiro da campanha de Eduardo Azeredo e ex-secretário do governo de Minas.

    De aliado político, Mourão passou a desafeto do ex-governador. O motivo seria uma dívida de campanha, da ordem de R$ 700 mil, que Azeredo não queria saldar com o filho do ex-secretário Mourão. Nilton Monteiro teria passado, então, a pressionar Azeredo com a lista de Mourão que denunciava o mensalão mineiro.

    Azeredo entrou em acordo com Mourão e os dois reataram politicamente. O que eles não contavam é que Monteiro não devolvesse a lista, que em seu poder se transformou em instrumento de poder político.

     

    Pressionados pelas denúncias, os tucanos passaram a desqualificar as acusações. Monteiro, de repente, começou a ser identificado por eles como aliado do PT, quando é cria do ninho tucano.

    Apesar de afirmar que não se arrepende de ter denunciado o esquema de corrupção do PSDB, Monteiro viu sua vida virar de ponta cabeça. De braço direito do ex-empreiteiro e ex-deputado federal Sérgio Naya, hoje Nilton Monteiro dorme em um colchão no chão da cela que divide com outro detento e trabalha como jardineiro no presídio.

    A escolha por uma prisão de segurança máxima foi dele, que teme pela própria vida. Ele acusa o delegado Márcio Nabak de comandar várias retaliações que já sofreu. Segundo Nilton, Nabak seria aliado de políticos denunciados no esquema de corrupção tucana.

    O medo de retaliação à família também preocupa Monteiro. Ele quer a federalização de seus processos.

    Nilton Monteiro não tem dúvida sobre o futuro difícil que terá pela frente.

    Mesmo assim, o delator prefere partir para o ataque e denunciar o controle do PSDB sobre a mídia, para abafar denúncias contra quadros do partido.

    A reportagem do Viomundo entrevistou Nilton Monteiro em uma sala reservada dentro do gabinete do juiz da 3° Vara Criminal de Belo Horizonte, Guilherme Sadi, no último dia 6, quando ele compareceu ao fórum da capital mineira para participar de audiência. O recinto é reservado para conversas entre réus e advogados.

    Durante toda a entrevista Nilton foi mantido algemado e um policial militar permaneceu dentro da sala. A pedido do advogado de Nilton, William Souza, a reportagem garantiu que a fotografia do réu não o identificaria com as algemas.

    *Os leitores do Viomundo financiaram a viagem e a série de reportagens de Lúcia Rodrigues a respeito do mensalão tucano. Para ajudar, clique aqui.

    Outras reportagens financiadas pelos leitores:

    Conceição Lemes: Tudo o que você precisa saber sobre o propinoduto tucano em SP

    Tatiana Merlino: Viúvas da ditadura celebram Ustra e Fleury

    Dario de Negreiros: Os médicos cubanos na cidade de pior IDH do Brasil

    Aqui, a entrevista completa:

    http://www.viomundo.com.br/denuncias/com-medo-de-morrer-delator-do-mensalao-tucano-fica-em-presidio-de-seguranca-maxima-e-se-diz-perseguido-por-aecio-neves.html

     

  2. “Segundo o promotor Pinho, é

    “Segundo o promotor Pinho, é por intermédio desse veículo que os falsários promovem linchamento moral daqueles que se opõem a eles e também divulgam falsas notícias a fim de dar ares de credibilidade às cobranças que Monteiro faz na Justiça usando os documentos falsos”. 

    Uai! Agora substitua “desse veículo” por “Veja” e “Monteiro” por “Cachoeira” e descobrirás outro grupo de “falsários” livre, leve e solto atuando com plena desenvoltura…Hehehe!

  3. Marco Aurelio Carone é

    Marco Aurelio Carone é responsavel pelo site do novojornal, único orgão de imprensa mineiro, que ousa falar sobre as estrepolias do governa tucano em Minas Gerais. Inclusive, atualmente, o site estava censurado pela Justiça e ,de novo, está sendo liberado porque as denuncias feitas por este site estão se comprovando. Aliás a fomosa “lista de Furnas” foi periciada e comprovada pelas investigações da Policia Federal. Facil de consultar este fato. Infelizmente, Minas Gerais ainda não deixou de ser uma provincia ou um glotão onde poucos mandam e muitos obedecem.

  4. De novo o Ministério Público

    De novo o Ministério Público protegendo os tucanos.

    Daqui a pouco ficará “provado” que o mensalão tucano nunca existiu.

  5. “Nas últimas semanas, o

    “Nas últimas semanas, o Ministério Público descobriu que o falsário dispunha de outra lista de Furnas, esta elaborada com nomes de políticos ligados ao PT. A relação petista foi encontrada em um dos computadores de Monteiro, apreendidos com autorização judicial.”

    Sei não seu Nassif, isso aí em cima está me cheirando a vacina. Esse pessoal não me convence, não sei porque…

  6. O blog do Azenha,

    O blog do Azenha, viomundo.com.br, trás, hoje, matéria sobre este mesmo assunto com entrevista do Sr. Milton Monteiro. Inclusive com trechos gravados em que ele conta uma história bem diferente desta publicada pela revista Isto É. Vale a pena conferir e indignar-se com as safadesas que ainda acontecem no Brasil.

    http://www.viomundo.com.br/denuncias/com-medo-de-morrer-delator-do-mensalao-tucano-fica-em-presidio-de-seguranca-maxima-e-se-diz-perseguido-por-aecio-neves.html

  7. Tudo era “falso”? Só falta combinar com a Polícia Federal…

    Esta “reportagem” esqueceu do relatório da Polícia Federal, elaborado pelos delegados Zamprogna e Praxedes, que atesta a absoluta veracidade da Lista de Furnas! Isso foi tema de reportagem de Amaury Ribeiro Jr., publicando aqui mesmo no blog:

     

    http://jornalggn.com.br/blog/luisnassif/ministerio-publico-confirma-autenticidade-da-lista-de-furnas?page=1

     

    Os tucanos fracassados, e desesperados, chegaram até mesmo a contratar um “perito Molina norte-americano” para dizer que a Lista de Furnas era falsa… O problema dos tucanos é que a Polícia Federal do Brasil, ao contrário do que diz essa “reportagem” do post, já atestou a VERACIDADE da Lista de Furnas. Não adianta o PSDB querer contratar sei lá eu quem. E isto foi também tema aqui no blog:

     

    http://jornalggn.com.br/blog/luisnassif/a-lista-de-furnas-e-o-perito-norte-americano

     

    É absolutamente impressionante a blindagem escancarada que o PSDB tem em Pindorama. Nada, absolutamente nada que exista contra o PSDB pode ser apurado aqui na terrinha… Contra o PT vale tudo e tudo é verdadeiro. Contra o PSDB tudo é abafado, nada é investigado, e quando se investiga conseguem até mesmo dizer que a Polícia Federal do Brasil, que atestou a veracidade da Lista de Furnas, não tem credibilidade alguma!

     

    É impressionante, a blindagem do PSDB, de FHC, de Serra e de Aécio Neves é algo que deveria ser estudado com maior profundidade. É algo intransponível, não importa que laudos atestem a veracidade de Privatarias Tucanas, de Trensalões, da Lista de Furnas e de outros furtos e desvios do PSDB! 

     

    Pelo jeito em Pindorama a lei só vale para um lado. Contra o PT usa-se o ‘domínio do fato’ para condenar réus contra os quais não há prova nenhuma. Contra o PSDB é o contrário, existem as provas e é justamente por isso que nada acontece contra os mesmos. É algo incrível e que apenas comprova que o PSDB não é um partido, mas uma máfia com muitos tentáculos. Uma máfia muito bem protegida…

    • MUITO obrigado, Diogo, por

      MUITO obrigado, Diogo, por esse post.

      Agora eu vi.

      Quem esta atraz dessa orquestracao sao macons.

      • Ivan…

        Não sei porque voce pergunta, se já sabe a resposta.

        Os de sempre, cuja matriz é aí vizinha sua.

        Aqueles mesmos que inventaram este país aí…

        E deixaram marcas em tudo que é lugar para se gabar da criação deles. Mas há algo que me intriga, porque colocaram o principal símbolo deles na nota de dolar, junto com a expressão : In god we trust e ainda uma citação em latin: Novus ordo seclorum.

         

  8. A oposição começou a usar

    A oposição começou a usar  uma tática suicida tipo :” Não sou eu é ele..” para qualificar e capacitar incautos.

     

     Em Floripa mais de uma pessoa me perguntou  se depois da quebra da máfia do ISS o Haddad 

    não sera preso.. pois assim como o “trensalão” é tudo coisa de “petralha”, isso juntando a volta

    da ladainha sobre a fortuna do Lula e da Dilma  a quebra da petrobras e da Vale(?) o ” bolsa vagabundo”

    e o avanço comunista via “mais  médicos, o Brasil ( deles ) acabou.

     

    Em tempo. A classe média alta paulista já teme uma vitória petista para o governo 

    e com isso a chegada do programa de cotas na Usp. Já se ouve o  “Não passarão!!

  9. Qualquer denúncia desse

    Qualquer denúncia desse cidadão não terá, jamais, perante nossa gloriosa imprensa, a credibilidade de um Rubnei Quicoli ou de uma ficha da Dilma no DOPS…

  10. Repetindo

    Ele é acusado de falsário por causa da Lista de Furnas que foi autenticada pela PF,  e que o deputado Antonio Júlio confirmou que recebeu os 150 mil conforme descrito na lista. Ah, e sabe quem mais também confirmou o valor recebido na lista de Furnas?  Roberto Jeferson: “Jefferson confirmou ter recebido R$ 75 mil do ex-diretor de Furnas, que nega tudo. ” http://www1.folha.uol.com.br/fsp/brasil/fc0302200602.htm (uma fonte do PIG ). Por que raios o que o R Jeferson falou do mensalão virou escândalo na imprensa e da lista de Furnas não, é um mistério que os coxinhas nunca desvendarão, enquanto Reinaldo Azevedo viver.

    Agora, tem um perito estadunidense que disse que ela é falsa. Detalhe: Ele foi contratado pelo psdb por módicos 200 mil dólares. Mais um detalhe, insignificante, apenas como curiosidade: esse perito foi preso nos EUA por mentir sobre um laudo, mas isso é bobagem, tanto que nem foi mencionado pelo PIG. “O perito estadunidense, contratado pelo PSDB, foi afastado do laboratório forense do serviço secreto dos EUA após ser preso por ter cometido perjúrio (mentido) em um tribunal de Nova York, a respeito de um laudo sobre falsificação de documento.”

    http://www.anonymousbrasil.com/politica/psdb-compra-laudo-fraudado-para-anular-lista-de-furnas/

     

  11. Quantas vezes é preciso reafirmar o laudo da PF?

    De novo vamos nos repetir:

     

    A LISTA “FALSA” ERA VERDADEIRA

     

    Quanto tem tucano na jogada a culpa é sempre do mordomo. Quando não tem morndomo é do PT

  12. É esse o promotor?
    Promotor que acusou irmão transforma-se em principal suspeitoPromotor André Luiz Garcia de Pinho é acusado de fraudar documento e simular atentado contra promotora para incriminar seu irmão 

    O abuso e o uso indevido das prerrogativas de seus cargos, por alguns integrantes do Ministério Público de Minas Gerais já esbarram no absurdo, levando a instituição a causar danos significantes contra a sociedade civil, a quem deveria proteger. Fruto de mais de uma década de comando político partidário o grupo que capturou a instituição colocou-se acima da lei.

    Exemplo desta anomalia, veio às claras através de uma tremenda fraude que vem sendo cometida no TJMG contra um advogado. Segundo participantes das investigações realizadas pela Polícia Civil de Minas Gerais, ele é vítima de uma vingança por discordar da prática de Swing, drogas e pederastia. 

    No início de 2012, a Polícia Civil de Minas Gerais com enorme estardalhaço da imprensa prendeu o advogado Marco Antônio Garcia de Pinho, de 41 anos, por suspeita de ameaçar a promotora Laís Maria Costa Silveira, em setembro de 2011, quando o carro dela foi pichado com cruzes e a frase “vadias, a morte sempre está por perto”.  Ele foi detido, em sua casa, onde os agentes que cumpriam os mandados de prisão preventiva e de busca e apreensão encontraram uma agenda com os nomes de quatro mulheres: o da própria promotora, o da ex-esposa do acusado, o da cunhada dele, Lorenza Silva e o da delegada Tânia D’arc.  Na época, seu irmão o promotor André Luiz Garcia de Pinho afirmou a imprensa: “É a crônica da morte anunciada” acrescentando que também teria sofrido ameaças por telefone. As acusações apontavam também como vítima da raiva de Marco Antonio sua ex-mulher, também promotora em Belo Horizonte.  Segundo consta do inquérito o casal tivera um desentendimento dois anos antes do ocorrido e se separou litigiosamente. Na época o promotor André Luiz afirmou ainda: “Ele pediu que eu o apoiasse, mas me recusei, porque o Marco Antônio praticou violência contra ela. Há, inclusive, uma medida judicial que o proíbe de se aproximar da ex-esposa”. As reportagens da época informavam ainda que: “Indignado com a ex-mulher, o advogado também teria dirigido sua revolta contra a promotora Laís, que teve o carro pichado e recebeu telefonemas anônimos. Para a polícia, ele acreditava que o processo de violência doméstica que respondeu na Justiça foi conduzido por Laís, pois ela é titular da Promotoria de Defesa da Mulher Vítima de Violência Doméstica e Familiar”.  E que por estar chateado com o irmão, que não o apoiou na ação, Marco Antônio também era acusado de ameaçar a cunhada, Lorenza, que também conseguiu na Justiça uma medida protetiva para manter o suspeito distante. O promotor André Luiz foi além em suas acusações contra seu irmão: “A partir daí, foi só ameaça em cima de ameaça. Até culminar com um fato que significa extorsão: há alguns dias, dois motoqueiros pegaram minha esposa e apertaram o seu pescoço até que ela desmaiasse. Disseram que, se não retirasse o processo contra meu irmão, o próximo aviso seria à bala”.  As acusações contra o advogado Marco Antônio levaram a Polícia Civil a instaurar inquérito. Na ausência de provas André Luis acusou: “Meu irmão deixou sua “assinatura” na agenda, pois nela havia o desenho de cruzes semelhantes aos desenhos pichados no carro da promotora Laís”.  Ela e Lorenza, a mulher do promotor, estavam juntas na noite em que o carro da primeira foi alvo de jatos de spray, acrescentando André afirmou: “os desenhos foram feitos nas páginas que representam datas em que ele e as mulheres teriam recebido telefonemas anônimos”. Na tramitação do inquérito determinou-se a realização de exame grafotécnico na escrita constante do veículo e da agenda apreendida. O resultado comprovou que a caligrafia constante na agenda, assim como na pichação do veículo não eram do advogado Marco Antônio. Durante as investigações, devido as versões do envolvimento do promotor com sua cunhada e outras “brincadeirinhas”, assim como da possibilidade do mesmo sofrer de transtorno de sociopatia, pois para próximos, após tatuagem, o promotor alegava que fazia justiça por questão divina, pois recebia o espírito “Cobra Coral”, no “Centro Choupana do Caboclo”, passou-se a investigar a possibilidade dele ter armado todas as provas contra seu irmão.  Foi então solicitado que fosse colhido seu padrão gráfico e de sua esposa, para comparar com o padrão gráfico constante da agenda e da pichação no veículo. Para surpresa de todos, ambos recusaram-se a submeter-se ao exame sob a alegação de que “ninguém é obrigado a produzir provas contra si próprio.”  Sem submeter-se aos exames e já sobre a proteção do corporativismo do Ministério Público, o promotor André Luiz mudou de religião, passando a processar até mesmo os advogados de seu irmão, o que causou o rompimento de seus familiares, revoltados com seu comportamento. A questão que anteriormente fora tratada com destaque pela imprensa tornou-se sigilosa. Em vez de afastá-lo de seu cargo ou mesmo submetê-lo a um tratamento ele foi promovido de Santa Luzia para Capital. Como as questões além de envolver o aspecto criminal teriam que ser apreciadas de maneira correcional, foi feito uma representação perante o CNMP- Conselho Nacional do Ministério Público. Por interferência declarada do ex-procurador Geral de Justiça de Minas Gerais, Jarbas Soares tal procedimento não surtiu qualquer efeito.  Indefeso e nas mãos de uma instituição que não pune, nem permite que se punam seus maus elementos, o advogado Marco Antônio Garcia de Pinho, atualmente não consegue sequer exercer sua profissão, aguardando uma decisão da Justiça, que para a maioria dos advogados militantes da área criminal jamais virá.

    http://www.novojornal.com/minas/noticia/promotor-que-acusou-irmao-transforma-se-em-principal-suspeit-16-12-2013.html

  13. O outro lado…
    Denúncias – Originalmente publicado no Viomundo.  

    Com medo de morrer, delator do mensalão tucano fica em presídio de segurança máxima e se diz perseguido por Aécio

     

    publicado em 16 de dezembro de 2013 às 0:48

     

     

    Monteiro: um encontro nos bastidores do Fórum

    Por Lúcia Rodrigues, de Belo Horizonte*, especial para o Viomundo

    Quem vê aquele homem de cabelo grisalho, algemado, com uniforme de presidiário e chinelo de dedo nos pés, sendo escoltado por dois policiais militares pelos corredores do Fórum Lafayette, no centro de Belo Horizonte, não tem ideia de que se trata da mesma pessoa que entregou à Polícia Federal um esquema de corrupção do PSDB.

    Nilton Monteiro é a principal testemunha contra a cúpula do partido em Minas Gerais. Em 2005, revelou a trama urdida pelos tucanos para desviar dinheiro público para o financiamento das campanhas de Eduardo Azeredo à reeleição ao governo do Estado e de parlamentares de vários partidos, em 1998.

    Preso desde maio de 2013, agora no complexo penitenciário de segurança máxima Nelson Hungria, em Contagem, região metropolitana de BH, sob a acusação de coagir testemunhas em um processo em que aparece como falsário, Monteiro decide denunciar quem tem interesse em vê-lo atrás das grades. Ele se declara inocente e jura ser vítima de uma armação de políticos denunciados no esquema do mensalão tucano, que querem mantê-lo na cadeia afastado dos holofotes.

    O nome do senador Aécio Neves (PSDB-MG) encabeça a relação. “Por detrás da minha prisão está o Aécio Neves… Eu fui operador do esquema junto com o Marcos Valério”, frisa.

    A lista com os nomes dos políticos arrolados no mensalão tucano é extensa. O senador Aécio Neves, pré-candidato à Presidência da República, é um dos que aparecem, como beneficiário de R$ 110 mil.

    O dinheiro chegou a suas mãos pelo esquema do publicitário Marcos Valério, que esquentava os recursos públicos nas agências de publicidade que comandava: a SMP&B e a DNA, as mesmas empresas acusadas de servir ao mensalão petista anos mais tarde.

    Dois pesos e duas medidas

    Apesar de a lista do mensalão tucano ou mineiro, como a grande mídia prefere classificar o escândalo, ter sido reconhecida por peritos da Polícia Federal como verdadeira, nenhum dos envolvidos no desvio de dinheiro público pelo esquema de corrupção do PSDB foi julgado até agora.

    Em 2009, o relator do processo no STF (Supremo Tribunal Federal), ministro Joaquim Barbosa, atendendo a solicitação dos réus, entre eles Marcos Valério, desmembrou o inquérito e remeteu para Minas os casos dos envolvidos no mensalão tucano que não tinham foro privilegiado.

    Desmembramento semelhante não aconteceu no caso dos petistas.

    Quatro anos depois, Valério foi condenado por Joaquim Barbosa a mais de 40 anos de prisão em regime fechado pelo mensalão que teria sido encabeçado pelo ex-ministro José Dirceu. O crime pelo qual Valério foi julgado é absolutamente similar ao que teria cometido no esquema do PSDB. Nos dois casos, sua função era mesma: dar cobertura legal a esquemas de desvio de dinheiro público.

    Neste caso, Valério será julgado pela justiça estadual mineira.

    Em Brasília só permaneceram os casos do agora senador Eduardo Azeredo (PSDB-MG), do senador Clésio Andrade (PMDB-MG), além do ex-ministro do Turismo e das Relações Institucionais, Walfrido dos Mares Guia (PSB-MG), por terem foro privilegiado. Posteriormente, quando deixou a pasta ministerial, o processo de Mares Guia também seguiu para Minas. Ele teria se beneficiado da prescrição do crime ao completar 70 anos, no ano passado.

    A conta-gotas

    O processo que tramita na Justiça de Minas envolve 10 réus. O promotor de justiça de Defesa do Patrimônio Público de Belo Horizonte João Medeiros Silva Neto, responsável pela acusação, considera que os réus do mensalão tucano devem ser julgados no final de 2014, início de 2015. Ele considera o prazo plausível devido ao número elevado de testemunhas arroladas no processo.

    Antecipa que vai pedir a condenação dos réus por peculato e lavagem de dinheiro. Esses crimes prevêem penas de dois a 12 anos e de três a 10 anos de reclusão, respectivamente.

    “O Supremo Tribunal Federal na Ação Penal 470 fixou penas bem elevadas. Esperamos que isso sirva de parâmetro para as penas na justiça estadual”, ressalta o promotor.

    Até agora só testemunhas foram ouvidas no processo. A próxima fase prevê o depoimento dos réus, mas ainda não há data marcada para que isso aconteça. No último dia 10, a oitiva de uma testemunha foi cancelada.

    A reportagem do Viomundo procurou a juíza da 9° Vara Criminal, Neide da Silva Martins, no fórum de Belo Horizonte, para obter mais detalhes sobre o processo. Ela solicitou, por meio de sua secretária, que as perguntas fossem encaminhadas por escrito, mas ainda não retornou o contato.

    Personagem conturbado

    Nilton Monteiro tornou-se peça-chave no esquema de acusação contra os tucanos, conduzido pelas mãos de Cláudio Mourão, ex-tesoureiro da campanha de Eduardo Azeredo e ex-secretário do governo de Minas.

    De aliado político, Mourão passou a desafeto do ex-governador. O motivo seria uma dívida de campanha, da ordem de R$ 700 mil, que Azeredo não queria saldar com o filho do ex-secretário Mourão. Nilton Monteiro teria passado, então, a pressionar Azeredo com a lista de Mourão que denunciava o mensalão mineiro.

    Azeredo entrou em acordo com Mourão e os dois reataram politicamente. O que eles não contavam é que Monteiro não devolvesse a lista, que em seu poder se transformou em instrumento de poder político.

    Pressionados pelas denúncias, os tucanos passaram a desqualificar as acusações. Monteiro, de repente, começou a ser identificado por eles como aliado do PT, quando é cria do ninho tucano.

    Apesar de afirmar que não se arrepende de ter denunciado o esquema de corrupção do PSDB, Monteiro viu sua vida virar de ponta cabeça. De braço direito do ex-empreiteiro e ex-deputado federal Sérgio Naya, hoje Nilton Monteiro dorme em um colchão no chão da cela que divide com outro detento e trabalha como jardineiro no presídio.

    A escolha por uma prisão de segurança máxima foi dele, que teme pela própria vida. Ele acusa o delegado Márcio Nabak de comandar várias retaliações que já sofreu. Segundo Nilton, Nabak seria aliado de políticos denunciados no esquema de corrupção tucana.

    O medo de retaliação à família também preocupa Monteiro. Ele quer a federalização de seus processos.

    Nilton Monteiro não tem dúvida sobre o futuro difícil que terá pela frente.

    Mesmo assim, o delator prefere partir para o ataque e denunciar o controle do PSDB sobre a mídia, para abafar denúncias contra quadros do partido.

    A reportagem do Viomundo entrevistou Nilton Monteiro em uma sala reservada dentro do gabinete do juiz da 3° Vara Criminal de Belo Horizonte, Guilherme Sadi, no último dia 6, quando ele compareceu ao fórum da capital mineira para participar de audiência. O recinto é reservado para conversas entre réus e advogados.

    Durante toda a entrevista Nilton foi mantido algemado e um policial militar permaneceu dentro da sala. A pedido do advogado de Nilton, William Souza, a reportagem garantiu que a fotografia do réu não o identificaria com as algemas.

     

    Aqui, a entrevista completa:

     

     

  14. Nassif, qual a razão da

    Nassif, qual a razão da substituição do post anterior por este?

    Lembre-se, você havia postado a entrevista dada pelo Nilton Monteiro ao Viomundo, aqui reproduzida por outros comentaristas. 

    De repente, não mais que de repente, sem qualquer explicação, você substituiu a entrevista por essa imundice de Isto é.

    Qual a sua explicação.

  15. A GRAVIDADE NA LIBERDADE DE IMPRENSA EM M.GERAIS.
    Aécio e Andréa Neves determinam nova devassa no NovojornalUtilizando a máquina policial e fiscal do Estado e a cumplicidade de alguns integrantes do MPMG e do TJMG irmãos Neves tentam vingança

    Por Marco Aurélio Carone – originalmente no Novo Jornal. 

    Como dito em outras reportagens, fazer jornalismo em Minas Gerais transformou-se em atividade de alto risco, principalmente se a proposta é uma linha editorial independente, não se sujeitando às determinações da censora oficial Andréa Neves.

    Em 2008, o Novojornal foi empastelado por forças da Polícia Militar, por determinação do então Procurador Geral, Jarbas Soares, a serviço de Andréa Neves, comandada pela promotora Wanessa Fusco dirigente da recém criada Promotoria de Crimes Cibernéticos.

    De posse de uma medida cautelar concedida pela Juíza da Vara de Inquéritos de Belo Horizonte, apreendeu todos os equipamentos da redação, arquivos contábeis e os servidores do portal jornalístico, tornando-o indisponível na internet com a terminação .com.br.

    Quatro anos depois, o TJMG reconheceu o crime cometido contra o portal jornalístico e condenou o MPMG a devolver os equipamentos apreendidos, assim como liberar o acesso ao .com.br. O que até hoje não foi obedecido. No acórdão, os desembargadores relataram a violência e o absurdo praticado contra o Novojornal.

    Insatisfeitos com a perda no TJMG e diante da intransigente prática de liberdade de imprensa exercida pelo Novojornal − mostrar ao país o que realmente ocorreu e ocorre em Minas Gerais − Andréa e Aécio Neves deram início a um projeto de vingança, no intuito de desmoralizar e fechar o Novojornal.

    Eles utilizaram um novo inquérito, desta vez na Delegacia de Crimes Cibernéticos da Polícia Civil, subordinada ao delegado Marcio Naback. Esse já é conhecido por sua atividade criminosa em forjar provas e desaparecer com processos e documentos a serviço dos Neves e da conhecida “Gangue dos Castros”.

    Neste processo depuseram o Procurador de Justiça, Jarbas Soares; o prefeito de BH, Márcio Lacerda; o Secretário do Governo Estadual, Danilo de Castro; o Desembargador José do Carmo e o Juiz Christiano de Oliveira Cesarino. Todos relataram fatos que já se encontram sendo analisados pelo Poder Judiciário e na grande maioria já julgados de maneira favorável ao Novojornal.

    Porém, como agora ficou provado o objetivo do inquérito não era analisar possíveis crimes de calúnia, injúria e difamação. E sim, servir de pretexto, para solicitar na já conhecida Vara de Inquérito outra medida cautelar, desta vez para quebra do sigilo, telefônico, fiscal, bancário, contábil e de e-mails, objetivando promover uma devassa contra o Novojornal e seu diretor responsável.

    Segundo o delegado Pedro Paulo Uchoa Fonseca Marques, o objetivo do procedimento havia passado de calúnia à investigação de possível prática de extorsão. Durante o depoimento prestado pelo representante legal da empresa Nova Opção, pessoa jurídica que edita o Novojornal, na presença do advogado Dr. Dino Miraglia o delegado informou:

    “Nada foi encontrado a respeito de extorsão, nas gravações apareceram foram denúncias de práticas criminosas do delegado Marcio Naback em relação aos crimes ocorridos em Ipatinga por este motivo estarei enviando a questão para a corregedoria e Delegacia de Homicídios”.

    É evidente que não era este o verdadeiro intuito das escutas telefônicas. Elas visavam ter acesso às fontes do Novojornal, o que se tornou inviável diante da maneira tradicional do diretor responsável do portal em contatar suas fontes. Porém, diante de mais esta derrota, partiram em busca de novas acusações e investigações. Quem estaria financiando o Novojornal?

    Durante dias, permaneceram no mais completo sigilo dentro da empresa de contabilidade que atende oNovojornal, constrangendo e causando medo nos profissionais ao fazer minucioso levantamento em busca desta resposta. Novamente as ações foram infrutíferas, pois, todas as movimentações financeiras do Novojornal estavam rigorosamente contabilizadas.

    Além da pouca publicidade em função da atitude de Andréa Neves ligar pessoalmente para os anunciantes, informando que eles estariam patrocinando um jornal contra o Governo de Minas, a origem dos recursos que mantiveram os principais investimentos do Novojornal nos últimos cinco anos eram provenientes de contratos de empréstimos conhecidos como “mútuo”, de sua antiga sócia para sociedade. Recursos estes obtidos da venda de patrimônio que lhe havia sido doado por seu pai.

    Gerentes dos bancos foram assustados, funcionários do Novojornal foram constrangidos e ameaçados − alguns chegando a pedir demissão por medo − prestadores de serviços foram literalmente subornados em busca de alguma informação que pudesse criminalizar a atividade do Novojornal.

    Na delegacia, o diretor responsável do Novojornal, ciente de que se tratava apenas de mais uma armação optou por só falar em juízo.

    Este é o estado de insegurança jurídica que se vive atualmente em Minas Gerais, onde quem ousa noticiar fatos desabonadores da conduta do senador Aécio Neves é perseguido pelos ocupantes do Governo, que agem impunemente, pois, contam com a submissão e cumplicidade de quem deveria fiscalizá-lo.

  16. A IstoÉ só está certa no caso

    A IstoÉ só está certa no caso do Trensalão, neste caso do Mensalão Tucano ela está errada…

    Aqui temos a moralidade seletiva dos comentaristas…

    • É melhor ler antes de falar qualquer coisa sem discernir

      Na segunda e terça-feira desta semana, integrantes do PSDB paulista não falaram em outra coisa que não fosse a publicação da reportagem pela revista “IstoÉ”, informando que a “ Lista de Furnas” seria falsa.

      Estas informações são sabidamente irreais e contraditórias, pois, a “IstoÉ” já publicara matéria afirmando o contrário. Os documentos já foram periciados pela Polícia Federal e reconhecidos como autênticos. Tanto que, fruto deste laudo, o Ministério Público Federal do Rio de Janeiro apresentou há dois anos uma denúncia contra o principal arrecadador do esquema criminoso, Dimas Fabiano Toledo.

      Intrigava o PSDB paulista o que estaria por trás das ações da “IstoÉ”, pois estes encontram-se sob pesado ataque da revista, há quase três meses. A “IstoÉ” vem desnudando um esquema de corrupção montado por meio de um cartel de empresas, capitaneadas pela Siemens e pela Alstom, fornecedoras do Metrô de São Paulo.

      As primeiras suspeitas de condução e direcionamento na publicação das reportagens vieram pelo fato de somente ser noticiado pela “IstoÉ” as irregularidades relativas ao cartel no setor de transporte metroviário, que está restrito a São Paulo e Brasília, sem abordar o setor elétrico, na qual as irregularidades são maiores e envolvem principalmente a CEMIG e a Light. Ambas pertencem ao Governo de Minas Gerais.

      O envolvimento da Cemig no esquema criminoso é tão escandaloso que o principal operador do esquema, José Luiz Alqueires, abandonou a presidência da Alstom para assumir a direção da Light, assim que a concessionária de energia foi comprada pela Cemig.

      Segundo assessores do PSDB paulista, o ex-governador José Serra há mais de um mês vinha insistindo com o governador Geraldo Alckmin na tese de que por trás do ataque seletivo da “IstoÉ” estaria o grupo de Aécio Neves. Essa desconfiança, segundo os mesmos assessores, agigantou-se diante da “concessão” feita pela revista ao publicar a matéria sobre a “Lista de Furnas”, sabidamente de interesse do senador mineiro. 

       http://www.novojornal.com/politica/noticia/caso-novojornal-expoem-esquema-de-aecio-na-revista-istoe-18-12-2013.html

       

    • Paulo Moreira Leite é apenas o Diretor da Sucursal em Brasília

       

      O Redator Chefe é o Delmo Moreira, o Diretor de Núcleo é o Simas Filho e o Dono é o Domingos Alzugaray

      A mando de Andréa Neves, Leonardo Attuch subornou diretor da IstoÉ

      Há duas semanas, jornalistas do portal “247” alertaram o Novojornal sobre o encontro e a “encomenda” feita por Andréa Neves a Leonardo Attuch. Em função desta advertência, o Novojornal denunciou: “Gângster da imprensa é contratado por Andréa Neves contra o Novojornal”.

      Não deu outra, na edição desta semana da “IstoÉ”, foi acrescentada, após o fechamento da revista e sem que o redator chefe  tivesse conhecimento, a matéria: O Falsário. Tal publicação, além de ter sido veiculada no apagar das luzes, foge das normas da publicação, pois foi divulgada sem autoria. O pior, repetindo a matéria que havia sido noticiada em 19 de Novembro no portal jornalístico “247”, pertencente à Attuch: “MP Denuncia “Novo Jornal e lobista Nilton Monteiro”.

      Fica evidente que Attuch não agiu sozinho, pois, sabidamente tem por trás de si o apoio da alta direção da revista, que nas últimas décadas são figuras conhecidas no submundo do jornalismo.

      Delmo Moreira, redator chefe da revista, ao ser procurado por Novojornal deixou claro o descontentamento seu e de seus colegas da redação com o ocorrido, informando que nada sabia sobre a matéria, e que quem talvez pudesse dar explicações sobre a mesma era o diretor de núcleo Mario Simas Filho, que também foi procurado por Novojornal em busca da origem e autoria da matéria. 

      Durante toda esta segunda-feira (16), o Novojornal tentou falar com Mario Simas Filho, acusado por seus colegas de ter sido subornado por Leonardo Attuch. Através de sua secretária, ele informou que retornaria o que não ocorreu até o fechamento desta matéria. 

      http://www.novojornal.com/minas/noticia/a-mando-de-andrea-leonardo-attuch-subornou-diretor-da-revis-17-12-2013.html

  17. Mas nao dah nem pra

    Mas nao dah nem pra desconfiar que este post eh uma confissao de barriga?O fanatismo deixa mesmo os seguidores cegos .

  18. Se a lista de Furnas for verdadeira

    Se a lista de Furnas for verdadeira, comprovadamente verdadeira depois de perícias e mais perícias, a Lista encontrada no computador dele envolvendo o PT deverá ser também, essa é a jogada dos DEMO-TUCANOS: Fomos pegos, o negócio agora é levar o PT com a gente e lá na frente ver apenas o PT ser condenado. Será que não estão enxergando a jogada??? Estão ferrados, o negócio é ferrar o PT de novo, assim como fizeram com o dito mensalão. Vão criar com isso mais um grande escândalo ano que vem e dirão que um falsário a mando do PT tentou incrimina-los e que inclusive o Trensalão Tucanalha é invenção de diretores da Siemmens a mando do governo do PT. Basta envolver o PT em tudo pra criar a confusão desejada e sairem ilesos do processo eleitoral, assim ganham tempo pra continuar respondendo o processo sem pressão popular e da mídia corrupta. Só o PT ficará na vitrine sendo apedrejado durante o ano de 2014, assim como já estão fazendo o roubo bilionário do ISS e IPTU de São Paulo na gestão Kassab e Serra.

  19. Os aloprados.

    Aloprado era uma gíria muito usada no mundo universitário na época da Ditadura. Era alguém afobado, “sem noção”, capaz de cometer as maiores barbaridades achando que fazia tudo certo. “Porra louca” eram os malucos beleza, ou radicais que tomavam atitudes extremas sem avaliar as consequências. Ouvi essa expressão pela primeira vez numa assembleia da ECA-USP, onde os alunos exigiam a demissão de um tal Nunes, diretor da faculdade e sujeito reacionaríssimo, professor de História Americana. Segundo os alunos, ele costumava arrancar os murais do Centro Acadêmico. Diante do Rodas, o Nunes era um progressista. Um dos estudantes da ECA discursava. Terminou sua fala com “Abaixo os Nunes da vida!”. Um veterano que estava ao meu lado comentou: “Taí, um porra louca!” Eu queria recordar o Lula, que usou essa gíria, “aloprados”, velha como a Sé de Braga, para comentar os membros do PT que estavam dispostos a pagar uns dois milhões de dólares por um dossiê que não devia dizer boas coisas do Serra e do Alckmin. Se avaliaram em tanto dinheiro, havia coisa explosiva por lá, falsa ou verdadeira. Haverá idiotas que pagam tudo isso por uma denúncia falsa? Talvez haja, se falarmos com o coração, provavelmente, não, se usarmos a razão. Pois é, a PF federal prendeu os aloprados (não haviam cometido crime nenhum, portar dólares e comprar dossiês não é crime. Crime se fizessem algo ilegal com o tal dossiê. Crime se no ano seguinte não declarassem a origem do dinheiro à Receita Federal). Mas a imprensa dos coxinhas mostrou isso na TV como crime (como é que a Globo já estava lá de manhãzinha, antes de começar a ação???), o povo comprou a história e a eleição foi para o segundo turno. No segundo turno, que eu já dava por perdido, Alckmin teve menos votos do que no primeiro, um fenômeno eleitoral digno de ser estudado no mundo inteiro. A bem da verdade, focando na montanha de dinheiro e deixando o dossiê de lado, a imprensa desmoralizou o dossiê. Qualquer coisa que contivesse, Serra e Alckmin já estavam absolvidos. Você comete um crime, denuncia em dois idiomas, com pequenas diferenças no texto em português e inglês e depois proclama aos quatro ventos que as denúncias são falsas, porque num texto consta “altos funcionários do governo do estado de São Paulo” e no outro constam os nomes de membros do partido do governo do estado, o PSDB. Entenderam?

    • Quem é o dono da IstoÉ ?

      Quem é o dono da IstoÉ ? Daniel Dantas…

      Dantas + Valério + PSDB = Mensalão tucano (O verdadeiro)

      Qual é a jogada, Nassif ? Não acredito que o orelhudo e Atuch estejam te enrolando….

      A não se que vc queira que os comentaristas do blogue te ajudem a desmascarar esta reportagem plantada (pretensão minha?).

      PS: Aviso aos incautos, devavagarzinho, devagarzinho, Atuch e o 247 do sistema Dantas de Plantação de Noticias, trazem até a blogosfera as opiniões das redes de esgoto do PIG que NINGUÊM LÊ,  e misturam dissimuladamente com as noticias progressistas para ver se AINDA conseguem enganar e reverter as opiniões de alguns incautos. Jogada pra lá de manjada…

      • Quem acabou de investir R$23 milhões na Istoé

        O que era suspeita, nesta terça-feira (16), tornou-se realidade ao se descobrir que o ex- sócio da revista “IstoÉ”, Fernando Moreira Salles − que na década de 80 comprara a empresa tampando um rombo de U$ 1,5 milhão− voltara desde março deste ano, a aportar recursos na mesma. Fernando é hoje presidente da CBMM, que tem como única renda a exploração de Nióbio, por meio de um contrato de arrendamento com o Governo de Minas Gerais através da CODEMIG. Esse, foi celebrado de maneira irregular, pois não foi precedido de licitação.
        Segundo relatório do Ministério Público do Tribunal de Contas de Minas Gerais, o valor da venda do Nióbio vem sendo declarado pela CBMM a um preço inferior ao do mercado internacional. No mesmo relatório também consta que esta diferença alcança U$10.000 por tonelada. Esse fato é amplamente denunciado há anos pelo Novojornal e mereceu recente reportagem de autoria da repórter Lilian Primi publicada na revista “Caros Amigos” na edição de outubro de 2013.
        Fernando Moreira Salles ao ser consultado por uma liderança paulista, teria desconversado ao alegar que se tratava apenas de um negócio, porém, a quantia “investida” nos últimos seis meses chega a mais de R$ 28 milhões de reais. Somado a este investimento, os tucanos paulistas descobriram que um dos coordenadores da campanha de Aécio Neves, Mario Garnero, ex- sócio de Domingo Alzugaray, dono da “IstoÉ”, no Banco Múltiplo Transcontinental, passou, desde o início do ano, a buscar patrocínios internacionais buscando alavancar a revista a fim de fazer frente à concorrente “Veja”. 
        A liderança tucana que questionou Fernando ressalta que ele a princípio negava e só admitiu o fato depois de ser confrontado com documentos que comprovavam o aporte de capital, registrado no balanço da CBMM. Admitiu, ainda, que fundos de investimentos chineses e japoneses que compraram parte do capital da CBMM, também estariam fazendo um pesado investimento na Editora Três. 
        Aécio questionado e ciente do tratamento que teria doravante do PSDB paulista, ameaçou renunciar sua candidatura. Segundo um assessor, revoltados com seu comportamento e para deixá-lo pagar o preço de sua traição, Serra, Geraldo Alckmin e outras lideranças do PSDB paulista decidiram lançar imediatamente e por definitivo a candidatura de Aécio à presidência. Abandonando-o logo em seguida.

         http://www.novojornal.com/politica/noticia/caso-novojornal-expoem-esquema-de-aecio-na-revista-istoe-18-12-2013.html

         

  20. Quem é o mais pilantra nessa história?

    Quem é o mais pilantra nessa história? A midia golpista, o estelionatário ou o promotor?

      

     

    Promotor que denunciou autor da Lista de Furnas é acusado de fraudar documento e simular atentado contra promotora para incriminar seu irmão

     O abuso e o uso indevido das prerrogativas de seus cargos, por alguns integrantes do Ministério Público de Minas Gerais já esbarram no absurdo, levando a instituição a causar danos significantes contra a sociedade civil, a quem deveria proteger. Fruto de mais de uma década de comando político partidário o grupo que capturou a instituição colocou-se acima da lei. Exemplo desta anomalia, veio às claras através de uma tremenda fraude que vem sendo cometida no TJMG contra um advogado. Segundo participantes das investigações realizadas pela Polícia Civil de Minas Gerais, ele é vítima de uma vingança por discordar da prática de Swing, drogas e pederastia. No início de 2012, a Polícia Civil de Minas Gerais com enorme estardalhaço da imprensa prendeu o advogado Marco Antônio Garcia de Pinho, de 41 anos, por suspeita de ameaçar a promotora Laís Maria Costa Silveira, em setembro de 2011, quando o carro dela foi pichado com cruzes e a frase “vadias, a morte sempre está por perto”.   Ele foi detido, em sua casa, onde os agentes que cumpriam os mandados de prisão preventiva e de busca e apreensão encontraram uma agenda com os nomes de quatro mulheres: o da própria promotora, o da ex-esposa do acusado, o da cunhada dele, Lorenza Silva e o da delegada Tânia D’arc.   Na época, seu irmão o promotor André Luiz Garcia de Pinho afirmou a imprensa: “É a crônica da morte anunciada” acrescentando que também teria sofrido ameaças por telefone. As acusações apontavam também como vítima da raiva de Marco Antonio sua ex-mulher, também promotora em Belo Horizonte.   Segundo consta do inquérito o casal tivera um desentendimento dois anos antes do ocorrido e se separou litigiosamente. Na época o promotor André Luiz afirmou ainda: “Ele pediu que eu o apoiasse, mas me recusei, porque o Marco Antônio praticou violência contra ela. Há, inclusive, uma medida judicial que o proíbe de se aproximar da ex-esposa”.  As reportagens da época informavam ainda que: “Indignado com a ex-mulher, o advogado também teria dirigido sua revolta contra a promotora Laís, que teve o carro pichado e recebeu telefonemas anônimos. Para a polícia, ele acreditava que o processo de violência doméstica que respondeu na Justiça foi conduzido por Laís, pois ela é titular da Promotoria de Defesa da Mulher Vítima de Violência Doméstica e Familiar”.   E que por estar chateado com o irmão, que não o apoiou na ação, Marco Antônio também era acusado de ameaçar a cunhada, Lorenza, que também conseguiu na Justiça uma medida protetiva para manter o suspeito distante.  O promotor André Luiz foi além em suas acusações contra seu irmão:  “A partir daí, foi só ameaça em cima de ameaça. Até culminar com um fato que significa extorsão: há alguns dias, dois motoqueiros pegaram minha esposa e apertaram o seu pescoço até que ela desmaiasse. Disseram que, se não retirasse o processo contra meu irmão, o próximo aviso seria à bala”.   As acusações contra o advogado Marco Antônio levaram a Polícia Civil a instaurar inquérito. Na ausência de provas André Luis acusou: “Meu irmão deixou sua “assinatura” na agenda, pois nela havia o desenho de cruzes semelhantes aos desenhos pichados no carro da promotora Laís”.   Ela e Lorenza, a mulher do promotor, estavam juntas na noite em que o carro da primeira foi alvo de jatos de spray, acrescentando André afirmou: “os desenhos foram feitos nas páginas que representam datas em que ele e as mulheres teriam recebido telefonemas anônimos”.  Na tramitação do inquérito determinou-se a realização de exame grafotécnico na escrita constante do veículo e da agenda apreendida. O resultado comprovou que a caligrafia constante na agenda, assim como na pichação do veículo não eram do advogado Marco Antônio.  Durante as investigações, devido as versões do envolvimento do promotor com sua cunhada e outras “brincadeirinhas”, assim como da possibilidade do mesmo sofrer de transtorno de sociopatia, pois para próximos, após tatuagem, o promotor alegava que fazia justiça por questão divina, pois recebia o espírito “Cobra Coral”, no “Centro Choupana do Caboclo”, passou-se a investigar a possibilidade dele ter armado todas as provas contra seu irmão.   Foi então solicitado que fosse colhido seu padrão gráfico e de sua esposa, para comparar com o padrão gráfico constante da agenda e da pichação no veículo. Para surpresa de todos, ambos recusaram-se a submeter-se ao exame sob a alegação de que “ninguém é obrigado a produzir provas contra si próprio.”   Sem submeter-se aos exames e já sobre a proteção do corporativismo do Ministério Público, o promotor André Luiz mudou de religião, passando a processar até mesmo os advogados de seu irmão, o que causou o rompimento de seus familiares, revoltados com seu comportamento. A questão que anteriormente fora tratada com destaque pela imprensa tornou-se sigilosa. Em vez de afastá-lo de seu cargo ou mesmo submetê-lo a um tratamento ele foi promovido de Santa Luzia para Capital.  Como as questões além de envolver o aspecto criminal teriam que ser apreciadas de maneira correcional, foi feito uma representação perante o CNMP- Conselho Nacional do Ministério Público. Por interferência declarada do ex-procurador Geral de Justiça de Minas Gerais, Jarbas Soares tal procedimento não surtiu qualquer efeito.   Indefeso e nas mãos de uma instituição que não pune, nem permite que se punam seus maus elementos, o advogado Marco Antônio Garcia de Pinho, atualmente não consegue sequer exercer sua profissão, aguardando uma decisão da Justiça, que para a maioria dos advogados militantes da área criminal jamais virá. Fonte:Novo Jornal

     

  21. Eu tenho que rir. Há vários

    Eu tenho que rir. Há vários anos o Novojornal denuncia a quadrilha do psdb em Minas. Aócio e sua gang já fez de tudo para retirá-lo da Internet e não conseguiram. Agora arrumaram essa reporcagem pra dar ares de verdade, entrevistanto um promotor sem vergonha (o MP mineiro é pior que o paulista), que mais parece um advogado tucano (e nós mineiros pagamos esse m.).

    O laudo do Instituto de criminalística está aí em baixo. Roberto Jeferson, o deputado Antônio Júlio já confirmaram ter recebido os valores que estão na lista.

    É tão simples saber se a lista é verdadeira. Abram as contas de Furnas na época em que Cláudio Mourão (tesoureiro da campanha do Azeredo que já fez 70 e se livrou do julgamento do mensalão do psdb) era diretor. Por que não fazem isso?

    A reportagem da Istoé é grotesca, como as reportagens feitas sobre o helicóptero do Perrela. Não aprofunda, não investiga, não ouve o outro lado.

     

  22. Peraí!

    O cara está em um presídio de segurança máxima, a pedido dele mesmo, só pra manter a “farsa” de que a lista de furnas é verdadeira.

  23. A campanha de “desmoralização” do testemunha dos Caixas 2 de MG

    Essa história é bem complicada, pois vem desde 1997 e trata das arrecadações de Caixa 2 para o PSDB & Aliados em Minas Gerais nas eleições de 1998 e 2002, com 2 esquemas (Valerioduto do Azeredo e Lista de Furnas) que foram escancarados no correr do tempo, principalmente durante as CPIs que tentaram derrubar o governo Lula em 2005. Ao tentar incriminar seletivamente José Dirceu & Cia, que usou o esquema Valerioduto entre 2003/2004, a tucanada matou suas 2 galinhas dos ovos de ouro, pois sua papelada acabou aparecendo.

    Esse “maluco” Nilton Monteiro era “pau pra toda obra” nesses e$quema$ das Alterosas nos quais participava ativamente, inclusive contatando, buscando e levando as “bufunfas” a serem coletadas e distribuidas.

    Com a vitória de Itamar na eleição mineira de 1998, a turma do Azeredo não teve mais acesso aos cofres do estado e acabaram sobrando dívidas contraídas pelo Cláudio Mourão que o Azeredo se negava a ressarcir. Mourão então, que fora o operador chefe financeiro dessa campanha, fez a sua lista do que arrecadara e distribuira na campanha, citando nomes e valores, assinou, reconheceu firma em cartório e entregou-a ao Nilton Monteiro, para que ele pressionasse o Azeredo inclusive com ameaça de divulgação pública da lista.

    Quanto à “lista de Furnas” foi feita e assinada (com reconhecimento de firma) por Dimas Toledo, diretor da hidrelétrica federal de Furnas  no governo FHC e responsável pela arrecadação de dinheiro junto às empresas que forneciam equipamentos e serviços à hidrelétrica. Com a vitória de Lula para presidente, sentindo-se ameaçado de demissão do cargo, Dimas entregou a lista para o Nilton Monteiro, para que este pressionasse Aécio governador eleito a negociar com o novo governo sua permanência no cargo.

    Estas são as origens, bastante semelhantes, das duas listas também semelhantes, sobre esquemas de arrecadação da tradicional família política mineira entre 1997 e 2002.

    Quanto à postura da Istoé, não deixa de ser coerente, em favor de Aécio na disputa interna do PSDB. As reportagens sobre o Cartel Alstom-Siemens foram seletivamente feitas apenas com relação ao setor de transporte metroviário (Serra, Alckmin e Arruda), resguardando as irregularidades de valores bem maiores desse mesmo cartel com o setor elétrico envolvendo a CEMIG e a Light, empresas do Governo de MG.

    Paulo Moreira Leite é apenas diretor da Sucursal em Brasília da Istoé.   

    O Novojornal denuncia que esta matéria “O Falsário” sem autoria assinada foi acrescentada após o fechamento desta edição da Istoé, sem conhecimento de seu redator chefe Delmo Moreira, pelo jornalista Leonardo Attuch contratado por Andréa Neves como parte da campanha de “desmoralização” de Nilton Monteiro e suas listas autenticadas pelos peritos do Instituto de Criminalística da Polícia Federal. Denuncia ainda o Novojornal que a Istoé recebeu nos últimos meses aportes de R$ 28 milhões de reais da CBMM, participante do bilionário “escândalo do Nióbio” cujo presidente está engajado na campanha de Aécio Presidente e atuando juntamente com Mario Garnero (coordenador da campanha de Aécio) no projeto de financiamento para transformar a Istoé numa grande concorrente da Veja.

    O Novojornal é a melhor fonte para se informar sobre a política mineira hoje em dia, sempre com links e documentos comprobatórios em pdf. Talvez seja o único ainda não “comprado” pela máfia dos Neves, pois até mesmo o “Hoje em Dia” foi vendido para o grupo político do Pó Pará Governador.

    Ressalte-se que, depois de perseguido e até mesmo empastelado, tendo confiscado todo seu equipamento material, esse jornal eletrônico precisou se hospedar em servidores da Holanda para poder continuar na internet.

     

    http://www.novojornal.com/politica/noticia/psdb-monta-circo-para-desqualificar-provas-do-mensalao-tucan-20-11-2013.html

    http://www.novojornal.com/politica/noticia/caso-novojornal-expoem-esquema-de-aecio-na-revista-istoe-18-12-2013.html

    http://www.novojornal.com/minas/noticia/a-mando-de-andrea-leonardo-attuch-subornou-diretor-da-revis-17-12-2013.html

  24. Há um mês (20/11/2013 às 10:11:40) o Novojornal já publicava:

    PSDB monta circo para desqualificar provas do Mensalão Tucano

    Preso e incomunicável, mesmo sem qualquer condenação, denunciante do esquema criminoso dos tucanos será execrado na tentativa de desqualificar provas.

    O intuito é apresentar a imprensa Nilton Monteiro, o delator dos esquemas criminosos montados pelos tucanos, seja através da “Lista de Furnas” ou no “Mensalão Tucano”, como um mega falsário no sentido amplo, sem detalhar quais falsificações são a ele atribuídas, tudo na tentativa de criar no imaginário popular a impressão de que tudo que foi por ele apresentado é falso.

    A desconstrução da imagem de Monteiro interessa a outras importantes autoridades mineiras, além dos integrantes do PSDB.

    Leia a matéria completa e veja todos os documentos comprobatórios do Mensalão Tucano:

    http://www.novojornal.com/politica/noticia/psdb-monta-circo-para-desqualificar-provas-do-mensalao-tucan-20-11-2013.html

  25. + comentários

Deixe uma mensagem

Por favor digite seu comentário
Por favor digite seu nome