9 de junho de 2026

Augusto Aras pede revogação de liminar que parou investigação sobre Flávio Bolsonaro

Procurador-geral da República também quer que STF reconheça legalidade da transferência de dados do antigo Coaf para o Ministério Público sem quebra de sigilos

Jornal GGN – O procurador-geral da República, Augusto Aras, pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) que seja revogada a liminar do presidente da Corte, Dias Toffoli, que parou as investigações de 935 inquéritos pelo país e a apuração sobre rachadinha por parte do senador Flávio Bolsonaro (sem partido-RJ).

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Segundo informações do jornal O Globo, esta é a primeira vez que Aras fala sobre o uso de dados financeiros do atual UIF (Unidade de Inteligência Financeira), e de outros órgãos em investigações do Ministério Público.

Ao listar os argumentos da Procuradoria-Geral da República para o julgamento que deve ocorrer amanhã, Aras criticou durante a decisão de Toffoli de suspender todas as investigações com base em relatórios do antigo Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras), ao dizer que o processo em andamento no Supremo tratava da possibilidade ou não de os dados bancários obtidos pela Receita Federal serem compartilhados com o Ministério Público para investigações, sem passar por uma decisão judicial.

Por conta disso, Aras disse que Toffoli ampliou de forma ilegal e indevida o objeto do processo para envolver o Coaf no debate e suspender as investigações, incluindo a de Flávio Bolsonaro.

Além disso, o PGR solicita que o STF reconheça a legalidade da transferência de dados do Coaf para o Ministério Público sem precisar quebrar os sigilos bancário e fiscal — o que também significaria a retomada da investigação contra Flávio Bolsonaro no Ministério Público do Rio.

Redação

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5 Comentários
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  1. walter

    19 de novembro de 2019 1:35 pm

    na realidade este sr tofolli aproveitou o pedido do advogado do sr flavio , para , na realidade, estancar a investigação sob sua esposa e a esposa do sr gilmar , simplesmente isso, foi isssperto o sr tofolli

  2. Edivaldo Dias de Oliveira

    19 de novembro de 2019 2:04 pm

    Tendi nada.

    Afinal o Aras foi o homem de confiança do Mitômano fora da lista tríplice para engavetar processos contra o governo e sua família.
    E agora?

    Nomeado, não pode ser cassado até completar o mandato, por isso que em campanha todos os candidatos se rastejam aos pés dos presidentes e depois lhes dão uma banana, com exceção do Brindeiro/FHC, o engavetador mor.

    Altas traições se vislumbra no campo miliciano.

    1. Alexander

      19 de novembro de 2019 4:19 pm

      Isso ficou meio como um xadrez do Nassif.
      Porque, na verdade, tenho a impressão de que não tem como saber até onde vai o Aras.

  3. jcordeiro

    19 de novembro de 2019 3:26 pm

    Nassif: nada melhor que botar a raposa pra vigiar o galinheiro. Agora que o poleiro foi “limpo” pelo TogaSuja o ProcuradorChefe pode pedir, tranquilo, que a investigação prossiga. Não deletaram tudo, pra não dá na cara. Só embaralharam o suficiente pra justificar o “em dúbio pro réu”. E tem quem duvide do ServiçoDeInteligência dos VerdeSauvas, alunos do Mossad e da CIA. A lição tá pronta pra grande mídia (da TVSalomão e TVBAÚ) fazerem alarde. Pena que o JardimBotânico foi escarrado da patota…

  4. MILA GUTIERREZ

    19 de novembro de 2019 3:33 pm

    O´TIMO, coloque esses milicianos nas grandes–traidores DO POVO E DA LAVA JATO–QUE INVESTIGUEM TAMBÉM QUEM MATOU A MARIELLE—-FAMÍLIA DE MILICIANOS BOLSONARO NÃO SÃO MESSIAS SÃO DEMONIOS

  5. Rui Ribeiro

    20 de novembro de 2019 7:22 am

    Segundo Marx, Hegel observou em uma de suas obras que os fatos importantes da história acontecem, por assim dizer, duas vezes, e esqueceu de acrescentar: a primeira, como tragédia, a segunda, como farsa.

    Esse eventual traição do Aras ao Mito Fecal é a reedição farsesca do assalto ao Banco Central em Fortaleza-CE. Antes do assalto, os assaltantes estavam unidos, coesos e solidários. Depois do assalto, cada um queria uma fatia maior do bolo. Resultado: tudo deu em merda.

    Os assaltantes milicianos agora estão trilhando o mesmo caminho trilhado pelos assaltantes do Banco Central em Fortaleza-Ce.

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