Jornal GGN – Os bolivianos vão às urnas para decidir quem será o primeiro presidente do país após 14 anos de mandato de Evo Morales e o mandato interino de Jeanine Áñez.
Morales chegou a vencer a última disputa, mas foi destituído em 10 de novembro em meio a uma mobilização social somada ao motim dos policiais e ao pedido feito pelas Forças Armadas do país.
Pesquisas de opinião colocam o candidato do Movimento pelo Socialismo (MAS), Luis Arce Catacora, como favorito para vencer a disputa, mas o cenário é diferente do visto em anos anteriores. Em segundo lugar, aparece Carlos Mesa, ex-presidente que, desde 2019, se tornou o maior adversário do MAS.
Na terceira posição aparece Luis Fernando Camacho, e um dos líderes da revolta que contribuiu para a queda de Morales. Jeanine Áñez chegou a decidir disputar a eleição, mas acabou renunciando diante de seu fraco desempenho nas pesquisas.
Segundo reportagem da BBC News, as eleições bolivianas deveriam ter ocorrido no início de maio, mas a pandemia do coronavírus levou a disputa a ser adiada para agosto e, agora, para este domingo.
Além do impacto econômico, as responsabilidades sanitárias decorrentes da covid-19 foram abordadas na disputa: enquanto apoiadores de Morales dizem que o governo Áñez tem sido incompetente no enfrentamento da crise econômica e do sistema de saúde, os atuais mandatários dizem que o ex-presidente deixou uma herança de poucos investimentos.
Bo Sahl
18 de outubro de 2020 2:56 pm90 dias longos, esses…
De que planeta terá sido?
Afinal, desmontar e (re)aparelhar toma tempo!
No braZil, corremos o rico de termos 1460 a 2920 dias…
Como diz aquela musiquinha:
Depeendee de nóós!
Walter
18 de outubro de 2020 3:38 pmRenúncia de Evo Morales? ???
Tá de sacanagem! !!
Sergio Luiz de Souza
18 de outubro de 2020 4:53 pmPor favor, falar em termos de renúncia de Evo é totalmente errado! O que ocorreu foi a deposição forçada com ameaças e tentativa contra a vida de Evo e demais lideranças do MAS. FOI UM GOLPE DE ESTADO, POR FAVOR! Não pode-se naturalizar os Golpes!
Sergio Luiz de Souza
18 de outubro de 2020 4:54 pmPor favor, falar em termos de renúncia de Evo é totalmente errado! O que ocorreu foi a deposição forçada com ameaças e tentativa contra a vida de Evo e demais lideranças do MAS. FOI UM GOLPE DE ESTADO, POR FAVOR! Não pode-se naturalizar os Golpes!