Bolsonaro dá cargo a ex-assessor que poderia ter dossiê comprometedor

Segundo jornal, o novo diretor da Funarte trabalhou próximo de Carlos Bolsonaro e teria informações sobre como as redes foram usadas

Jornal GGN – O governo Bolsonaro garantiu um cargo com salário de mais de R$ 13 mil para um ex-assessor que teria informações comprometedoras sobre como a família presidencial fez campanha eleitoral, inclusive nas redes sociais. A informação é da Folha de S. Paulo desta segunda (11).

Luciano Querido trabalhou durante anos fazendo campanha para praticamente todos os Bolsonaro. A partir de 2017, quando mostrou habilidades na internet, passou a ser acompanhado mais de perto por Carlos Bolsonaro. Mas acabou demitido após ter causado atritos com apoiadores de Bolsonaro em Mato Grosso do Sul.

Segundo Folha, até Fabrício Queiroz teria demonstrado preocupação com as informações que Querido poderia ter guardado para usar contra os Bolsonaro. A reaproximação se deu em março passado, com o ex-assessor sendo nomeado diretor do Centro de Programas Integrados da Funarte, com salário de R$ 10.373.

No começo de maio, Querido “somou outros R$ 3.250 ao contracheque ao ser promovido a diretor-executivo da fundação. Dois dias depois, passou a exercer o cargo de presidente substituto do órgão (R$ 16.944), após a anulação da nomeação de Dante Montovani. Ele não deve permanecer neste último posto”, narrou a Folha.

Carlos Bolsonaro está na mira da CPI das fake news.

O GGN vai investigar e contar a história de Sergio Moro sem os retoques da grande mídia. Saiba mais aqui.

Você pode fazer o Jornal GGN ser cada vez melhor.

Apoie e faça parte desta caminhada para que ele se torne um veículo cada vez mais respeitado e forte.

Apoie agora