5 de junho de 2026

Bolsonaro tem até hoje para aprovar MP Antifraude do INSS

Medida Provisória corre o risco de caducar se o governo Bolsonaro não articular a base aliada no Senado para votar nesta segunda (3)
Foto: Agência Brasil

Jornal GGN – O Governo Bolsonaro tem até o final desta segunda (3) para articular a base aliado no Senado e aprovar a medida provisória (MP) que permite o pente-fino em beneficiários previdenciários e assistenciais, mais conhecida como MP Antifraude do INSS. Se não for aprovada hoje, a MP perderá a validade.

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Segundo o Estadão, a MP corre o risco de caducar porque a votação foi marcada para um dia em que os parlamentares não costumar estar em massa em Brasília. Além disso, Bolsonaro enfrente dificuldades com a governabilidade.

Houve um esforço, durante o final de semana, para tentar reunir a base. O governo diz que tem expectativa de reunir ao menos 60 senadores nesta segunda. A MP precisa de 41 votos.

“Estamos mobilizando os senadores para comparecer”, disse o presidente Jair Bolsonaro ontem à tarde, ao chegar ao Palácio da Alvorada. “Se Deus quiser, vai dar certo.”

O líder do governo no Senado, Fernando Bezerra (MDB), disse que a votação deve começar por volta das 17h30. Na pauta há ainda uma segunda MP de interesse do governo, que prorroga o pagamento de gratificações de servidores da Advocacia-Geral da União. Ela é “considerada um dos pilares da estratégia do governo para enfrentar a questão do déficit na Previdência”, explica o Estadão.

Redação

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  1. AMORAIZA

    3 de junho de 2019 2:53 pm

    Um dos dois vai caducar: ou a medida ou o segurado.
    Se a medida caducar o segurado sobrevive. Se não, o segurado morre caduco e sem benefício, porque o estado está pagando para o servidor contestar todas as provas que o segurado apresente, mesmo as incontestáveis.O mote é suspender o máximo possível de benefícios em manutenção e represar os pedidos em análise.
    Represar ou suspender, no modo contábil, significa dinheiro em caixa.
    O segurado que cair “no pente fino”, que se veja com a justiça.
    Enquanto isso, o estado “economiza”, a justiça e os advogados tem trabalho e a “máquina anda”.

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