
Jornal GGN – A equipe de tênis de mesa do Brasil conquistou 15 medalhas de ouro nos Jogos Parapan-Americanos de Toronto e superou seu recorde anterior, de 11 ouros. No total, a modalide conquistou 31 pódios, também uma marca inédita. O Brasil lidera o Parapan, com 75 medalhas, seguido do Canadá, com 39, e Estados Unidos, com 28. A modalidade que conseguiu mais ouros para o Brasil foi a natação, com 25 medalhas.
Da Folha
Com 15 medalhas de ouro, o tênis de mesa do Brasil quebrou, em Toronto, no Canadá, seu recorde histórico da mais alta premiação em Jogos Parapan-Americanos, que era de 11 ouros. Ao todo, a modalidade conquistou 31 pódios, o que também é uma marca inédita.
Na quinta-feira (13), o hino brasileiro tocou três vezes na arena Markhan, com as vitórias em equipes de David Freitas, Welder Knaf e Alexandre Ank, Luiz Felipe Manara, Paulo Salmin e Israel Stroh e Carlos Carbinatti, Claudio Massad e Diego Moreira.
“Trabalhamos demais e sabíamos que, uma hora, seríamos recompensados. Não foi uma surpresa para a gente esse grande resultado. Queremos mostrar para o Brasil que podemos chegar longe e dar muito orgulho”, afirmou Paulo Salmin.
Já o mesa-tenista David Freitas cobrou mais apoio e reconhecimento para a modalidade e para os atletas. “Muitos de nós não conseguimos nos dedicar exclusivamente ao esporte ainda e temos de trabalhar em outros ramos para manter nossas famílias. Espero que os resultados que estamos trazendo sirvam para termos mais atenção”, disse.
A soma recorde de premiações garantiu também vagas para a Paraolimpíada do Rio, nas disputas individuais, para dez atletas. Na disputa do ano que vem, porém, o Brasil terá de enfrentar potências mais tradicionais no esporte como China, Coreia do Sul e Alemanha.
“Sabemos que vamos ser muito pressionados para ganhar tudo no Rio, que vamos chamar a atenção porque podemos dar bons resultados e isso tem um lado muito bom, o da inclusão. As pessoas começam a entender que esporte é para pessoas com deficiência e para pessoas sem deficiência, declarou Claudio Massad.
DORES A conquista do bicampeonato individual no Parapan, na categoria 4 –os atletas são divididos conforme suas habilidades motoras e sensoriais–, para a mesatenista Joyce Oliveira, 25, de Jundiaí (SP), teve um custo elevado: para treinar e se preparar para Toronto, ela teve de adiar uma cirurgia na coluna.
“Sinto muitas dores, há quatro meses, mas eu queria estar aqui, queria competir. Graças ao trabalho excelente das fisioterapeutas, pude competir e ganhar. Mas, agora, fico parada até o final do ano para me tratar”, disse.
Joyce ficou tetraplégica na infância, após a cobertura de uma parada de ônibus ter desabado sobre ela. Ela teve de colocar hastes de platina na coluna que, agora, precisam ser reposicionado.
Ao lado de Maria Luiza Passos, 54, a mais velha atleta da delegação brasileira, Joyce chegou a ir para a final, nas duplas, mas as brasileiras foram derrotadas para as mexicanas e ficaram com o bronze.
O Brasil lidera com folga o Parapan de Toronto, com 75 medalhas, seguido de Canadá, 39 e EUA, 28. A natação foi o esporte que, até agora, mais ouro rendeu para o país, 25.
A depender dos resultados desta sexta-feira (14), outro feito inédito poderá ser conseguido pela delegação brasileira nos jogos: medalhar em todas as modalidades em disputa.
Fernando J.
14 de agosto de 2015 2:51 pmQuadro de medalhas
rita scaramuzzi
14 de agosto de 2015 4:28 pmisto é incrivel! parabens a
isto é incrivel! parabens a todos voces!
Athos
14 de agosto de 2015 3:06 pmIsso tudo é muito bom e
Isso tudo é muito bom e bonito.
Mas não é esporte. Não é competição este povos.
Mas é muito bonito. Estão de parabéns.
Abraço
luiz valentim
14 de agosto de 2015 3:13 pmVitória das políticas afirmativas do Governo Lula Dilma
A inclusão social é meta prioritária desses dois Governos.
As políticas afirmativas já estam gerando frutos.
O acirramento do ódio das elites é porque eles sempre aplicaram pra si cota de cem por cento.
Ha muito por fazer , mas, queiram ou não os Governos Lula-Dilma representa a mudança desse paradigma que vigorou por quinhentos anos.
luiz valentim
14 de agosto de 2015 3:14 pmVitória das políticas afirmativas do Governo Lula Dilma
A inclusão social é meta prioritária desses dois Governos.
As políticas afirmativas já estam gerando frutos.
O acirramento do ódio das elites é porque eles sempre aplicaram pra si cota de cem por cento.
Ha muito por fazer , mas, queiram ou não os Governos Lula-Dilma representa a mudança desse paradigma que vigorou por quinhentos anos.
Alan Souza
14 de agosto de 2015 7:32 pmA água da Baía da Guanabara
Falando em esporte, parapan e outros: a mídia vem fazendo um escarcéu com a qualidade da água da Baía da Guanabara, no Rio de Janeiro. O local sediará as provas de Vela da Rio 2016, e a partir de amanhã começa um evento teste na Marina da Glória. Segundo a mídia (escorada numa matéria da Associated Press, publicada pela Folha em 30 de julho – http://folha.com/no1662225), os atletas vão competir em água contaminada, e correm risco de contrair doenças e podem nem conseguir concluir as provas!
O Comitê Olímpico Internacional (COI) já disse que as águas são seguras. A presidente da Comissão de Coordenação do COI, a marroquina Nawal El Moutawakel, disse até que mergulharia na Baía para mostrar que as águas são seguras (http://bit.ly/1JXBMP9).
Pois bem: hoje sai uma reportagem na Folha, onde o diretor-médico da equipe britânica de Vela, Paul Mullan, afirmou que seus atletas adoeceram menos aqui do que na Europa! Leia aqui: http://folha.com/no1668724. O médico afirmou ainda que a profilaxia médica adotada para as competições no Rio é a mesma que foi usada na Olimpíada de Londres, em 2012.
O viralatismo da nossa mídia não cansa de tanto apanhar!
João Maria Fernandes de Sousa
14 de agosto de 2015 10:01 pmO Brasil
se firmando como referência no mundo, e nossa mídia… calhorda como sempre… incentivando um bando de golpistas e nazi-fascistas pra tocar fogo no pais.
Non passaron!!!