Catarina e Jarirí – uma paixão sobre-humana

Entoncis, mestre Bódim sentiu um vento jélado qui rrévortô sua cabileira branca. “Maisi qui énérjia ié éissa? Qui sopro frio qui passô pur aqui? Tá tão réfrescanti quentim, num éira pá passá um ventanio deisses. Siria um animar? Siria um homi? Uma muié? Argum vento incanado qui subiu u rio di adondi num si sabe? Qui ispritu ié eisse? Dradondi vem?

Hã hã …um énigma pra ieu disvendá! Éira um homi pérdido nu num uvivérso distanti. Péssoa má. Ieu sintí. Éissa póltrona in fórma di trono ié májica i doidona memo, um ponto da luz distanti, sugador di otros mundos. Um homi bom num éira, éira um démonhu in fórma dum vento frio pérdido nas imensas istrastóféras. Éira ruim feito u amargo maisi amargo. Ovo podri cum repoio istragadu, sujeito hórrorosu, achava qui tinha tudo i num tinha nadica di nada, agóra eile tá venu u qui é u nada. Bóbão, du qui valeu machucá tanta jienti? Trinchera iscavada num chiquero, porco imundo in fórma di um ar contaminado. Dradondi eile invém? Péssoa burra, pensava qui u córpo deile acabaria juntu cum eile todo, qui nada réstaria, a num sê sua carni qui nasceu mórta. Eile num sabi di nadica di nada, nunca sentô nem in lugá nem poco paricido cum eisse, cás énérjia aflui. I memo qui sentassi, num sintiria nada. Drandi invém eisse malvado?  Da larva nogenta dum inséto predadô? Cousa istragada, fél brasileiro num estadus déploraveu.

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