21 de junho de 2026

Centro de Estudos de Cultura Contemporânea presta apoio à Reginaldo Nasser e Bruno Huberman

CEDEC repudia denúncia de antissemitismo contra os professores e reitera que a atitude pode ser pretexto para golpear a liberdade acadêmica
Foto: PUC-SP

O Centro de Estudos de Cultura Contemporânea (CEDEC) divulgou nota em apoio aos professores Reginaldo Nasser e Bruno Huberman, do curso de Relações Internacionais da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), em meio a acusações infundadas de antissemitismo

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No final de agosto de 2024, estudantes da PUC-SP realizaram um protesto no campus em apoio à Faixa de Gaza. No entanto, um grupo sionista contrário à manifestação encaminhou à Fundação São Paulo (Fundasp) uma denúncia alegando um suposto caso de antissemitismo, envolvendo os docentes.

Em nota, o CEDEC manifestou preocupação com o “modo como um pretenso antissemitismo vem sendo utilizado atualmente em todo mundo“. Leia a íntegra:

O Centro de Estudos de Cultura Contemporânea (CEDEC) manifesta sua solidariedade aos professores da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), Reginaldo Nasser, nosso associado e diretor vice-presidente do CEDEC, e Bruno Huberman.

Consideramos que o chamado feito a eles para prestarem explicações ao setor de Ética e Integridade da Fundação São Paulo (FESP) a respeito de suposto antissemitismo constitui um constrangimento inadmissível. É de se notar que os dois são importantes estudiosos brasileiros do Oriente Médio, Bruno sendo inclusive judeu.

A PUC-SP, universidade ao qual o CEDEC é historicamente ligado, sempre foi, inclusive durante os piores momentos do arbítrio, um espaço onde se podia ter o livre debate de ideias. Vemos como preocupante o modo como um pretenso antissemitismo vem sendo utilizado atualmente em todo mundo, a exemplo do governo Donald Trump nos Estados Unidos, como pretexto para se golpear a liberdade acadêmica. 

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Milleny Ferreira

Milleny Ferreira é estudante de jornalismo, repórter no Jornal GGN e produtora na TV GGN.

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Carla Castanho é repórter no Jornal GGN e produtora no canal TVGGN

3 Comentários
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  1. Fábio de Oliveira Ribeiro

    2 de maio de 2025 6:23 pm

    Esses abusos criminosos cometidos pelos sionistas devem começar a ser tratados com o devido rigor. Eles tem que ser processados civil e criminalmente, quer porque apoiam um genocídio quer porque tentam silenciar quem defende a legislação internacional que reprime o crime cometido em Gaza pelas tropas de Israel.

  2. Arthemísia

    3 de maio de 2025 6:05 am

    Vamos ser honestos: os sionistas querem o fim da liberdade acadêmica para apagar da história os crimes cometidos por Israel e todo o ocidente. Eles não querem perder a posição de únicas vítimas de holocausto.

  3. tulio sousa muniz

    3 de maio de 2025 8:04 am

    Ecos do Trumpismo…

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