Chile retoma protestos às vésperas de plebiscito sobre Constituição

Votação programada para 25 de outubro vai decidir sobre substituição de documento deixado pela ditadura, e como a nova Carta será redigida

Foto: Reprodução

Jornal GGN – O Chile voltou ao estado de tensão por conta do plebiscito programado para o dia 25: daqui duas semanas, os cidadãos vão decidir se querem uma nova Constituição.

Em meio às lembranças da ditadura de Augusto Pinochet (evidenciadas pela atuação dos carabineiros contra manifestantes), os chilenos se organizam para derrubar ou não a Carta que foi herdada do governo militar e que não consagra direitos como os à educação, à saúde e à previdência.

Segundo o jornal O Globo, a opção “aprovo” ou “rejeito” um novo texto constitucional é a primeira a ser apresentada na consulta, que também vai perguntar se o eleitor prefere que a nova Carta seja escrita por uma “convenção constituinte” de 155 integrantes a serem eleitos exclusivamente para isso, em abril de 2021, ou por uma “convenção mista”, formada em parte pelo atual Congresso.

A movimentação ocorre em meio à emergência sanitária por conta da pandemia do coronavírus: no total, o Chile registra mais de 476 mil casos e 13.167 mortes pela Covid-19, em uma população de pouco mais de 19 milhões, enquanto o Banco Central prevê uma queda do PIB (Produto Interno Bruto) de até 5,5% este ano.

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