Ana Gabriela Sales
Repórter do GGN há 9 anos. Especializada em produção de conteúdo para as redes sociais.
Camila Bezerra
Graduada em Comunicação Social – Habilitação em Jornalismo pela Universidade. com passagem pelo Jornal da Tarde e veículos regionais. É...
Carla Castanho
Carla Castanho é repórter no Jornal GGN e produtora no canal TVGGN
Webster Franklin
15 de julho de 2018 3:57 amMoro, o supremo
Brasil 247
Ribamar Fonseca
Jornalista e escritor
Moro, o supremo
13 de Julho de 2018 Compartilhe no Google +
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Não há mais dúvidas: o juiz Sergio Moro é, de fato, o dono da justiça do Brasil, o Supremo, e quem ousar contrariá-lo será punido exemplarmente. Vejam o que está acontecendo com o desembargador Rogério Favreto, acusado pela procuradora geral da República, Raquel Dodge, de prevaricação por ter ordenado a libertação do ex-presidente Lula, acolhendo um pedido de habeas corpus. Ela pediu, também, que Favreto seja punido com aposentadoria compulsória, por ter ousado soltar um preso de Moro que, indignado com o desrespeito e mancomunado com os desembargadores Gebran Neto e Thompson Flores e com policiais federais, impediu que a ordem fosse cumprida e o ex-presidente libertado. Na visão de Dodge, ao contrário da opinião dos mais renomados juristas do país e até de ministros do STF e de outros desembargadores, foi Favreto, desembargador de plantão no TRF-4, quem desrespeitou o juiz de primeira instância Sergio Moro e, por isso, deve ser punido. Perderam totalmente o pudor. Se hipocrisia e cinismo doessem uma gritaria infernal ecoaria pelos céus do Brasil.
A ministra Laurita Vaz, presidente do Superior Tribunal de Justiça, por sua vez, aprovou a atitude de Moro, Gebran Neto e Thompson Flores, ao mesmo tempo em que condenou o ato de Favreto, cujo crime foi ter a coragem de mandar libertar Lula. Se ele tivesse simplesmente negado o HC não estaria passando por esses problemas. Laurita, por exemplo, negou de uma canetada só mais de 100 pedidos de habeas corpus para Lula e ganhou um grande espaço na Globo. A coisa está tão escandalosa que eles nem precisam mais ler os argumentos: “É a favor de Lula? Negado”. A presidenta do STJ é a mesma que, não faz muito tempo, libertou o médico estuprador Abdelmassih, condenado a 181 anos de reclusão, acusado de estuprar 37 pacientes e que passou a cumprir a pena em casa. Ela negou o mesmo direito a uma mãe pobre de cinco filhos que estava amamentando, presa pelo porte de 8,5 gramas de maconha. No seu despacho a ministra afirmou que a mãe não comprovou ser imprescindível para seus filhos. Isso dito por uma mãe é uma blasfêmia. Ao que parece ela perdeu totalmente o senso de justiça.
Os argumentos utilizados pela PGR e pela presidenta do STJ, para justificar o pedido de punição para o desembargador Favreto e a negativa às centenas de pedidos de HCs para Lula, respectivamente, são surpreendentes, revelando a criatividade das duas autoridades para explicar a sua escandalosa parcialidade. Dodge disse que a atuação do desembargador Favreto consistiu num “episódio atípico e inesperado que produziu efeitos nocivos sobre a credibilidade da justiça e sobre a higidez do princípio da impessoalidade, que a sustenta”. Interessante é que essa justificativa se encaixa como uma luva no comportamento do juiz Moro. A ministra Laurita, por sua vez, justificou a negativa aos HCs a Lula dizendo que “o Poder Judiciário não pode ser utilizado como balcão de reivindicações ou manifestações de natureza política ou ideológico-partidárias”. E acrescentou: “Não é essa sua missão constitucional”. Ela provavelmente se referia ao Poder Judiciário de outros países, onde realmente não é essa a sua missão constitucional. No Brasil a Justiça sequer reconhece a Constituição.
Nem todos os magistrados, no entanto, foram contaminados por esse veneno contra Lula e o PT, como, por exemplo, o desembargador Tutmés Airan, do Tribunal de Justiça de Alagoas, que afirmou que as ações de Moro e de Gebran para impedir a libertação de Lula no último domingo foram criminosas. “O que é aberrante e o que chega inclusive a ser criminoso – ele disse – é um juiz de primeira instância, viajando de férias, portanto sem jurisdição nenhuma, se arvorar de super-juiz e determinar que a PF não cumprisse a decisão do desembargador. Isso é um absurdo criminoso”, acrescentou. O magistrado alagoano disse ainda que “o Judiciário, pelo menos a parte ligada à Lava-Jato, está completamente partidarizada. A operação deixou de ser um processo judicial para ser um processo político”. Tutmés, na oportunidade, defendeu a necessidade de punição para Moro e Gebran. “Espero que o CNJ tenha a coragem cívica de puni-los – disse. – Já está na hora de impor limites a essa turma de Curitiba e do Rio Grande do Sul”.
Felizmente, apesar do visível complô dentro do Judiciário para impedir Lula de ser libertado e concorrer à Presidência da República nas próximas eleições, ainda existem magistrados imparciais, que buscam efetivamente fazer justiça. É o caso, por exemplo, do juiz Ricardo Augusto Soares, de Brasília, que absolveu Lula da acusação de obstrução da Justiça no caso de Nestor Cerveró, por absoluta falta de provas. Esse magistrado revelou muita coragem e pode correr o mesmo risco de Favreto porque, como é fácil perceber, qualquer ato que possa produzir algum tipo de benefício ao ex-presidente pode ser interpretado como um desrespeito ao juiz Sergio Moro, o Supremo. Diante do comportamento da procuradora geral da República e da ministra Laurita Vaz não é difícil concluir que o intocável juiz de Curitiba continuará blindado, pelo menos enquanto a ministra Carmem Lucia estiver na presidência do Conselho Nacional de Justiça, onde ninguém tem coragem sequer de colocar as ações contra ele em pauta para julgamento. Isso pode mudar em setembro, quando o ministro Dias Toffoli assumir a presidência do STF e do CNJ, mas diante dessa expectativa a esta altura certamente a Globo já está se preparando para massacrá-lo, como fez com Favreto. Toffoli, no entanto, não parece do tipo que se intimida facilmente.
https://www.brasil247.com/pt/colunistas/ribamarfonseca/361675/Moro-o-supremo.htm
antonio francisco
15 de julho de 2018 9:37 amSite diz que bancada de Bolsonaro já é a maior na Câmara
https://br.noticias.yahoo.com/bancada-bolsonaro-na-camara-ja-e-maior-que-de-qualquer-partido-diz-site-144017323.html
João do Grão
15 de julho de 2018 9:38 amO banditismo da “Polícia Federal” contra Edu e PHA
Veja o protesto de Eduardo Guimarães a partir 8 minutos e 52 segundos nesse vídeo produzido pelo próprio Edu.
O protesto foi NA LATA.
[video:https://youtu.be/XBsLsAGVKoQ%5D
Agora, alguns maus elementos da Polícia Federal se voltam contra Paulo Henrique Amorim (PHA) aplicando-lhe um novo tipo de “condução coercitiva”,ou seja, uma nova modalidade de sacanagem contra o cidadão brasileiro. Veja em que consiste esse novo tipo de putaria no vídeo a seguir.
[video:https://youtu.be/XBsLsAGVKoQ%5D
Marly
15 de julho de 2018 6:42 pmPHA
[video:https://youtu.be/qyiaQlII6sk%5D
João do Grão
15 de julho de 2018 9:52 amPrisão para esse psicopata! Ele é perigoso e morde
Janio: Bolsonaro incita assassinatos e deveria estar preso
O colunista Janio de Freitas classifica o deputado Jair Bolsonaro como a voz da violência e diz que ele já fez o suficiente para estar preso, com sua permanente incitação à violência e a assassinatos.
Antero
15 de julho de 2018 9:59 amÀs claras, os chantagistas da Rede Globo já ameaçam o Toffoli
247 – A mídia conservadora, em especial os veículos da família Marinho, está em campanha de ameaças explícitas contra o ministro Dias Toffoli, que assume a presidência do Supremo Tribunal Federal (STF) em setembro.
O objetivo é impedir que o sucessor de Cármen Lúcia assuma a cadeira com independência. Tudo converge para a mesma alegação: Toffoli seria quase que um “infiltrado” do PT no STF. O tom foi dado pela colunista Miriam Leitão, em O Globo, na última terça (10): “Dias Toffoli é leal ao PT ou às leis?” -o artigo, em tom de editorial, é assinado por Leitão, mas ela divide com outro jornalista, Merval Pereira, a função de porta-voz informal da família Marinho.
https://www.brasil247.com/pt/247/brasil/361638/Globo-amea%C3%A7a-Toffoli-que-assume-presid%C3%AAncia-do-STF-em-setembro.htm
Casulo
15 de julho de 2018 1:01 pmVocê acredita que a Folha do octavinho disse isso?
DISSE. Depois que Lula foi preso por ter sido acusado (por delator premiado) de ser o dono do Triplex de Guarujá.
A Folha quer nos fazer de trouxas.
Eis um resuma de mais uma picaretagem:
Folha condena delação sem provas usada contra Lula
“Reputações, empreendimentos, a política nacional e a credibilidade das instituições da Justiça são maculados por denúncias do gênero. O anseio compreensível pelo fim da impunidade não pode levar a atalhos que contornem as exigências dos processos corretos”, aponta editorial da Folha, sobre caso em que o ex-presidente Lula foi acusado e posteriormente inocentado, após acusação do ex-senador Delcídio Amaral
Casulo
15 de julho de 2018 3:14 pmClarim: Estados Unidos usou Lava Jato para destruir o Brasil
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Clarín: como o EUA usou a Lava Jato para destruir o Brasil
Moro é o centro de uma política de choque para a América Latina CompartilharEm
Da Revista Forum:
Clarín: Estados Unidos manejam a Lava Jato para destruir o Brasil e a América Latina
Reportagem da versão chilena do jornal Clarín mostra como o governo norte-americano forma procuradores e influencia no fenômeno do lawfare para derrubar chefes de governo e impor novas lideranças comprometidas com as políticas de austeridade neoliberal
Por El Clarín Chile, com tradução da Carta Maior
Num discurso feito em julho deste ano, no qual felicitava a si mesmo, o subprocurador geral estadunidense Kenneth A. Blanco, que dirigia a Divisão Penal do Departamento de Justiça (porque logo o Secretário do Tesouro, Steve Mnuchin, o escolheu para encabeçar a Direção de Investigação sobre Delitos Financeiros), se referiu ao veredito condenatório ditado contra o ex-presidente do Brasil, Lula da Silva, como o principal exemplo dos “resultados extraordinários” alcançados graças à colaboração do Departamento de Justiça (DOJ, por sua sigla em inglês) com os promotores brasileiros na operação “anti corrupção” chamada Lava Jato.
A unidade da Divisão Penal do DOJ que colabora com a Lava Jato é a Seção de Fraudes. De novembro de 2014 até junho de 2017, quem dirigia a Seção de Fraudes do DOJ era ninguém menos que Andrew Weissman. Ao deixar essa função, ele foi transferido e passou a formar parte do grupo de choque contra Trump encabeçado pelo Procurador Especial do FBI, Robert Mueller. Weissman tem sido, há muito tempo, o principal assessor de Mueller, e seu histórico de conduta indevida lhe valeu o apelido de “pitbull judicial de Mueller”.
Agora que se está ficando evidente o assalto judicial de Mueller contra a Presidência dos Estados Unidos, com cada vez mais membros de sua equipe ficando expostos por sua corrupção e atos ilegais, é de se esperar que sua operação latino-americana, a Lava Jato, terá a mesma sorte.
Como se sabe, Weissman foi retirado da equipe de caça às bruxas porque transcendeu à luz pública sua parcialidade a favor de Hillary Clinton. Agora cada vez que se menciona a Weissman na imprensa estadunidense é para fazer referência à profunda corrupção que inunda o Departamento de Justiça e o FBI.
As ex-presidentas do Brasil e da Argentina, Dilma Rousseff e Cristina Fernández de Kirchner, respectivamente, denunciaram na semana passada que os líderes nacionalistas e progressistas de todo o continente estão sendo submetidos sistematicamente ao que denominam lawfare, o uso da lei como arma de guerra, com o propósito de impor mudanças de governo e instalar chefes de Estado comprometidos com as políticas de austeridade neoliberal que vão destruindo a região. O discurso de Blanco demonstra que por trás do tal lawfare estão os mesmos interesses imperiais que buscam dar um golpe de Estado em seu próprio país, depor o presidente Donald Trump do seu cargo e instalar alguém ainda mais fiel aos interesses do mercado.
Matéria completa: https://www.conversaafiada.com.br/mundo/clarin-como-o-eua-usou-a-lava-jato-para-destruir-o-brasil