15 de outubro de 2026

Conselho Federal de Economia defende IBGE: “90 anos de serviços prestados”

Em nota, Confecon ressaltou que as críticas a respeito do IBGE são infundadas e têm o objetivo desqualificar estudos e pesquisas
Crédito: Tomaz Silva/ Agência Brasil

O Conselho Federal de Economia (Confecon) publicou, neste sábado (1°) uma nota em defesa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que na última semana foi alvo de diversos ataques para descredibilizar a instituição.

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Em nota, o Confecon ressaltou que as críticas a respeito do IBGE são infundadas e têm o objetivo desqualificar estudos e pesquisas realizados pelo IBGE e, consequentemente, economistas responsáveis por eles. 

Além de solidariedade, o conselho considera o IBGE uma das instituições mais respeitadas do País, devido aos quase 90 anos de serviços prestados [leia a nota na íntegra abaixo].

Entenda o caso

Nesta semana, o presidente do IBGE e economista Marcio Pochmann levou à Justiça um pedido de investigação sobre o conflito interno do Instituto, entre servidores e o presidente. De acordo com as denúncias, existe uma prática de conflito de interesses. 

“A Coordenação de Recursos Humanos do IBGE identificou na atuação da SCIENCE situações de conflitos de interesses”, escreveu o IBGE, em comunicado divulgado nesta sexta (24), sobre uma destas supostas consultorias criadas.

De acordo com o organismo, as consultorias privadas de servidores foram “instaladas ilicitamente dentro do IBGE” e permitiram “a veiculação de notícias e manifestações, pelas mais variadas vias, contra a Administração do IBGE”.

Nota da Confecon

Nos últimos dias o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) tem recebido inúmeras críticas que colocam em risco a credibilidade do órgão. São críticas absolutamente infundadas a uma das instituições públicas mais respeitadas do País, com quase 90 anos de serviços prestados.

As críticas, por um lado, abordam questões relacionadas à gestão do órgão, como o modelo de trabalho (presencial ou virtual) e a localização da sede. Por outro lado, também tratam da proposta de criação da Fundação IBGE+, que foi retirada de pauta para que haja uma discussão mais aprofundada com o corpo funcional e outros segmentos da sociedade brasileira.

Observa-se, entretanto, uma intensificação dos ataques à direção do órgão e ao corpo funcional, inclusive com acusações sem qualquer comprovação que visam desqualificar a credibilidade dos estudos e pesquisas realizados pelo IBGE. Consequentemente, tais ataques desautorizam e desqualificam os economistas e gestores responsáveis por esta instituição que ao longo de sua história presta serviços incontestáveis à sociedade brasileira.

Diante do exposto, o Conselho Federal de Economia (Cofecon) solidariza-se com a instituição e apoia integralmente os economistas que exercem a profissão e que têm sido alvo de ataques, inclusive de entidades internacionais, com o intuito de desqualificar o IBGE.

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Camila Bezerra

Graduada em Comunicação Social – Habilitação em Jornalismo pela Universidade. com passagem pelo Jornal da Tarde e veículos regionais. É repórter do GGN desde 2022.

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Repórter do GGN há 9 anos. Especializada em produção de conteúdo para as redes sociais.

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