5 de junho de 2026

Coronavírus: cidades da Grande SP suspendem transporte público

Interrupção foi decidida pelo Consórcio Intermunicipal Grande ABC e será feita de forma gradual; paralisação total vai ocorrer a partir do dia 29
A cidade de São Caetano do Sul, um dos municípios que integram o Consórcio Intermunicipal Grande ABC. Foto: Reprodução/Wikipedia

Jornal GGN – Os prefeitos de sete cidades da Grande São Paulo decidiram suspender de forma temporária o serviço de transporte público municipal.

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O anúncio foi feito pelo Consórcio Intermunicipal Grande ABC, e a suspensão do período será feita de forma gradual até o dia 28 de março. O serviço será interrompido de forma total, por tempo indeterminado, a partir de 29 de março. A decisão integra um esforço da região de conter o avanço do novo coronavírus e, assim, minimizar os danos à população.

O consórcio é composto pelas cidades de Santo André, São Bernardo do Campo, São Caetano do Sul, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra.

 

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3 Comentários
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  1. Edivaldo Dias de Oliveira

    18 de março de 2020 2:11 pm

    Comentário no meu zapzap: ????????Sábia decisão. Com isto a peãozada tem uma justificativa para ficar em casa e o patrão não poderá efetuar o desconto nem mandar embora. Eles os patroes que vão para cima dos governos municipais, estaduais e federal para os ajudar a arcar com os custos.É o que tem que fazer em todas as cidades.

    Nassif, escreva um artigo defendendo a extensão de tal medida pelo Brasil, assim sai das costas do trabalhador e trabalhadora a responsabilidade em justificar a falta e transfere para todas as empresas de todos os ramos a pressão sobre os governos para racharem os custo com o afastamento do seu quandro de funcionário. Tipo: Não pagamento de encargos trabalhista durante o afastamento, sem prejuízo para quem trabalha entre ouras coisa.

  2. Não é o Covid-19

    18 de março de 2020 2:50 pm

    Universidade de São Paulo, na vanguarda do atraso, por meio de medidas temerosas, coloca funcionários da instituição em risco.

    Enquanto diversos setores da sociedade não ignoram o peso do coronavírus em nível global, a reitoria da Universidade de São Paulo, tem agido de modo desigual entre docentes, funcionários e alunos.
    De modo resumido. Para os docentes e alunos, tem sido adotadas formas online de aulas, evitando as aglomerações em ambientes fechados.
    Para os funcionários administrativos, o cenário é mais sombrio.
    Desde sexta-feira, a Universidade tem dado orientações diferentes. Inicialmente, a reitoria deixou a critério das Faculdades a forma de organização do trabalho, sem dar alguma proposição concreta e efetiva, situação diversa em relação aos alunos e docentes.
    Neste caminho, funcionários fizeram reuniões locais e até reuniões com diretores e dirigentes de cada Faculdade, o Sindicato dos funcionários e a Associação de docentes tentaram se reunir com a reitoria, que, depois de 3h de espera, atendeu os representantes, mas com um assessor que mal sabia das notícias recentes, demonstrando descaso. Enquanto isso, a reitoria também se reunia com os diretores das Faculdades, que tinham dado orientações gerais.
    Após a reunião com os dirigentes e diretores de Faculdades, a reitoria divulgou diversos documentos com diretivas, passando por cima de qualquer decisão tomada anteriormente e de qualquer forma de decisão dos funcionários.
    Dentre as diretrizes, a reitoria da USP busca claramente limitar as formas de trabalho home office (recomendado pela OMS, Ministério da Saúde e diversos órgãos de Saúde), fazendo com que os funcionários, em esquema de rodízio ou horário reduzido, façam atendimento presencial e colocando-os em exposição em locais com aglomeração. A consequência de horários reduzidos, rodízio e atendimento presencial é explosiva. Os próprios funcionários podem se tornar responsáveis pela contaminação de seus familiares.
    O Sintusp, sindicato que representa os funcionários administrativos, convocou assembleia emergencial e foi deliberada paralisação das atividades até a suspensão do trabalho presencial na USP.

    Para ler
    https://coronavirus.usp.br/
    http://www.esquerdadiario.com.br/Trabalhadores-da-USP-criam-comando-de-delegados-eleitos-para-enfrentar-crise-do-Coronavirus
    http://www.adusp.org.br/index.php/defesauniv/105-condicoes-de-trabalho/3580-carta-corona
    http://www.adusp.org.br/index.php/defesauniv/105-condicoes-de-trabalho/3582-preserva-vida
    http://www.adusp.org.br/index.php/defesauniv/3581-adusp-e-sintusp-cobram-suspensao-de-todas-as-atividades-na-usp-e-elaboracao-conjunta-de-um-plano-de-contingencia-contra-o-novo-coronavirus
    http://www.esquerdadiario.com.br/Trabalhadores-da-USP-votam-paralisacao-ate-a-suspensao-do-trabalho-presencial-na-USP

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