A defesa do general Augusto Heleno, ex-ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), comunicou ao Supremo Tribunal Federal (STF) que o diagnóstico de Alzheimer do militar foi feito no início de 2025, e não em 2018, como constou em um laudo produzido pelo Exército durante exame de corpo de delito.
A manifestação foi enviada após o ministro Alexandre de Moraes solicitar documentos médicos que comprovem a doença antes de avaliar o pedido de transferência de Heleno do Comando Militar do Planalto para prisão domiciliar.
Condenado em setembro a 21 anos de prisão em regime inicialmente fechado por envolvimento no plano golpista de 2022, Heleno começou a cumprir a pena na terça-feira (25), logo após o encerramento do processo no STF.
O advogado Matheus Milanez afirmou que o general, atualmente com 78 anos, enfrenta um quadro de Alzheimer, doença neurodegenerativa e progressiva e, em razão da idade e das condições de saúde, deveria cumprir a pena em casa.
*Com informações da CNN.
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AMBAR
30 de novembro de 2025 5:17 pmApostamos num diagnóstico imediatamente posterior à condenação. Afinal, qualquer general fica doido ao descobrir que pode virar um presidiário comum. Vê se te orienta Heleninho! Safado!
Carlos
1 de dezembro de 2025 2:33 amBando de conversa fiada.
Impressionante como forjam doenças.
Não acredito em paraíso ou inferno, mas sim na lei da ação e reação, que ocorre aqui mesmo neste plano. De tanto forjarem doenças para livrarem-se da tranca (na realidade de luxo), acabarão infectados de verdade.
Vão pagar pela covardia e indiferença que demonstraram na pandemia, onde zombaram da agonia e morte de milhares de brasileiros, e da covardia que demonstram agora.
Rui Ribeiro
1 de dezembro de 2025 6:04 amCuma? Tavam mintino?
“Seja o vosso sim, sim, e o vosso não, não. O que passa disso é obra do Maligno”. – Jesus Cristo, segundo um Evangelista
Cadeia nesse criminoso mentiroso