Jornal GGN – A Polícia Federal, no âmbito do inquérito sobre o financiamento dos atos antidemocráticos, descobriu que empresários bolsonaristas conversaram entre si e com o chefe da SECOM, Fábio Wajgarten, sobre a compra de uma emissora de rádio para veicular pautas de interesse do governo de Jair Bolsonaro.
A PF apreendeu mensagens no celular do empresário Otávio Fakhoury em 16 de junho. Na conversa, ele com Wajgarten sobre o projeto da rádio e diz já ter um grupo para “financiar a aquisição”, citando entre os empresários o dono do restaurante Madero, Luiz Renato Durski Júnior.
O dono do Madero, por sua vez, disse à PF que que nunca foi procurado por ninguém para falar do assunto e que não apoia “grupo político”, apenas uma pessoa: Jair Bolsonaro.
Segundo reportagem de O Globo desta terça (22), o pastor RR Soares também foi questionado sobre o assunto, e contou à Polícia Federal que foi procurado por Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) pedindo ajuda para encontrar uma rádio em São Paulo para locação.
RR Soares conversou com proprietários de rádios. Um deles lhe disse que o faturamento mensal é de R$ 1 milhão, valor informado a Eduardo. O filho do presidente da República respondeu que não teria aquele valor.
O inquérito dos atos antidemocráticos tramita sob o Supremo Tribunal Federal.
Joel lima
22 de setembro de 2020 10:41 amPra que gastar dinheiro á toa? A Jovem pan já faz á defesa de Bolsonaro em rede nacional
Carlos Elisio
22 de setembro de 2020 11:27 amSó safado…
De qualquer modo, precisariam de um mágico para defender ou encontrar pauta favorável a esta merda de desgoverno.
Leona
22 de setembro de 2020 12:06 pmO STF e o Congresso vão escrever nova nota de repúdio.
Rita
22 de setembro de 2020 6:08 pmÉ só o que sabem fazer, notinha de repúdio. A familicia debocha do MPF e eles ? Notinha de repúdio. Milicianos do caralhoooo