Jornal GGN – Os Estados Unidos não pretendem negociar um acordo de livre comércio com o Brasil neste momento. A declaração foi feita pelo representante comercial norte-americano, Robert Lighthizer.
Segundo informações do jornal O Estado de São Paulo, o pronunciamento de Lighthizer foi feito a deputados evidencia que a negociação feita até o momento, com a promessa de assinatura de um pacote de medidas até o final deste ano, é limitada.
Vinte e quatro deputados – incluindo o presidente do colegiado, Richard Neal – assinaram uma comunicação a Lighthizer que o presidente brasileiro Jair Bolsonaro é “um líder que desconsidera o estado de direito e tem desmantelado árduo progresso nos direitos civis, humanos, ambientais e trabalhistas” no País.
Pode-se dizer que o pronunciamento é um balde de água fria nas intenções do governo: em março, Bolsonaro declarou que havia sido dado “o primeiro passo para um acordo de livre comércio”, termo que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, chegou a usar para falar da amizade com o presidente brasileiro e as relações com o país. Contudo, os técnicos dos dois países não tem utilizado o termo “livre comércio”, e enfatizado que a ideia é trabalhar em um pacote de “facilitação comercial” ou “comércio bilateral”.
A Constituição norte-americana afirma que é de responsabilidade dos legisladores discutir a relação comercial com outros países. Entretanto, o governo Trump tem usado artifícios e exceções para avançar nos temas de comércio e na imposição de tarifas sem consultar os parlamentares.
Anônimo
17 de junho de 2020 9:34 pmNão há a menor sobra de dúvida que se trata de uma relação caracu, em que Trump entra com a cara e Bolsonaro com o que mais gosta de ofertar.
Não é o bolsonarista pistola
17 de junho de 2020 9:54 pmAdoro cada humilhação que recebo, é muita submissão nesse mundo!
peregrino
17 de junho de 2020 10:30 pmOra direis amar o Trump…
toma mais essa! o adorador das estrelas de outras bandeiras
Severino Januário
18 de junho de 2020 5:25 amMentes primitivas pensaram talvez que poderiam até mesmo cortar relações comerciais com o “comunismo” chinês ou francês, porque a gloriosa pátria da eterna liberdade iria ocupar todos os vazios deixados e compensar qualquer perda com a vantagem de ser tudo abençoado por laços de sincera amizade ocidental cristã-judaica. Este tipo de limitado alcance intelectual inerente ao subdesenvolvimento capacheiro é irmão gêmeo do pedido de asilo político nos EUA que foi sondado preventivamente e prontamente negado àquela caricatura de líder extremista que levou a doutrina grotesca do bolsonarismo ao paroxismo do terrorismo de camping.