Estupro coletivo: Robinho é condenado em segunda instância na Itália

Defesa deve recorrer à terceira e última instância para evitar cumprimento da pena de 9 anos de prisão mais multa de R$ 368 mil

Divulgação: Santos FC

Jornal GGN – O jogador de futebol Robinho foi condenado nesta quinta (10) em segunda instância na Justiça italiana por estupro coletivo. A informação é da Folha de S. Paulo. A defesa deve recorrer à terceira e última instância, o Supremo Tribunal de Cassação, em Roma.

Embora alegue que fez sexo oral consensual com uma mulher de 30 anos de origem albanesa que estava bêbada, Robinho foi condenado a 9 anos de prisão e multa de 60 mil euros (R$ 368 mil). Seu amigo, Ricardo Falco, igualmente réu no processo, também teve a sentença confirmada.

Participaram da decisão as juízas Chiara Nobili, Paola Di Lorenzo e Francesca Vitale, presidente da mesa. A vítima estava presente. Robinho e os demais acusados, não.

De acordo com o Ministério Público, Robinho e cinco amigos são acusados de estupro coletivo por terem embriagado a mulher em 2013 durante uma festa na Itália, quando o jogador atuava no Milan. Em gravações feitas com autorização da Justiça, Robinho debochou do estado mental da vítima, e afirmou ter presenciado os amigos “fodendo” com ela.

Em conversa com um músico presente na festa, Robinho admitiu que introduziu o pênis na boca da mulher deitada em um sofá. Ela acusou Robinho de ter abusado dela sem que ela pudesse reagir.

A primeira sentença saiu em 2017. O caso veio a público no Brasil em outubro passado, quando o Santos anunciou a contratação de Robinho. Após pressão da mídia e opinião pública, o time suspendeu o contrato e anunciou que Robinho cuidaria exclusivamente de sua defesa.

A pena só deve ser cumprida, segundo a Folha, após o trânsito em julgado.

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