Fantini, o mais celebrado cientista político argentino, fala sobre a condenação de Lula

De Sarandi 690

Uma entrevista de Claudio Fantini, hoje o mais celebrado cientista politico argentino, da Universidade de Cordoba, sobre a ultima condenação de Lula.

Denuncia os abusos do Judiciário brasileiro, as penas desproporcionais às provas coletadas, e o fato de Lula estar sendo praticamente condenado à prisão perpétua. Lembra que, na morte de seu irmão, Lula não foi autorizado a ir, em nenhuma razão jurídica. Criticou também o fato de Sérgio Moro ter aceitado a primeira oferta feita pelo novo governo.

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1 comentário

  1. Lembro do Lula em final dos anos 70. Um sindicalista, muito aos moldes dos sindicalistas da época – forjados na opressão por não terem voz. Foram buscar essa voz pela necessidade de resistência do trabalhador aos poderes ilimitados dos patrões, principalmente da indústria – e acabaram transformando os mundos em que estavam. Ninguém dava valor ao papel que estavam cumprindo, mas o tempo prova, agora, que o Lula, os metalúrgicos do ABC e o PT fizeram muito pelo país. Muito mais do que essa elite pegajosa e medíocre que sempre esteve à frente das instituições. Temos que agradecer ao Lula, aos metalúrgicos e ao PT pelo empenho em garantirem direitos que ainda estavam engavetados e, sobretudo, agradecer ao Lula pelo empenho na concretização da CF/88. Quando da promulgação, muito se criticou, dizendo ser incompleta. Na verdade, hoje sabemos que tinha o principal, o fundamental que eram as garantias. Temo pela vida do Lula. Aqueles dos setores relevantes devem, urgentemente, tentar liberá-lo para a prisão domiciliar antes que a saúde dele entre em uma espiral decrescente. Agora, o mais importante é salvar o Lula para que possa viver seus últimos anos com a família. A história será escrita como deve ser: a verdade será resgatada. Não sou PT, mas sou testemunha do nascimento desse partido, de sua trajetória, da importância do Lula. Tenho 52 anos e vivi o suficiente da ditadura para saber que militares devem cumprir só o que a sociedade civil a eles determinou na CF/88. Assim, para aqueles que carecem de dignidade e respeito, leiam a constituição. Vai explicar como a RFB deve funcionar, porque, aqui, dever é obrigação.

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