Ana Gabriela Sales
Repórter do GGN há 9 anos. Especializada em produção de conteúdo para as redes sociais.
Camila Bezerra
Graduada em Comunicação Social – Habilitação em Jornalismo pela Universidade. com passagem pelo Jornal da Tarde e veículos regionais. É...
Carla Castanho
Carla Castanho é repórter no Jornal GGN e produtora no canal TVGGN
jns
11 de agosto de 2016 4:12 am“Vamos blindar o Eduardo”
“A queda do Eduardo Cunha só interessa ao PT.” – Feliciano Pintinho & Ungido Bolsonaro
[video:https://youtu.be/gnuK1UoQ4zg width:600]
alexis
11 de agosto de 2016 8:22 amCarta?
Alguém sabe sobre a carta que Dilma iria apresentar para os senadores indecisos?
Guimarães Roberto
11 de agosto de 2016 10:33 amCentavos
Aproveitando o espaço do “Fora de Pauta” venho solicitar ao Luis Nassif que elabore um post sobre o motivo que leva as casas comerciais, bancárias e outras a não devolver os centavos do troco à população. É uma sutil mas real formação de caixa dois. E os operadores de caixa não fazem “cara boa” quando exigimos as moedinhas. Seria o caso do BC eliminar os centavos? Desde já agradeço.
Emanuel Cancella
11 de agosto de 2016 1:58 pmPetrobrás
Mais uma vez Globo e PSDB tentam destruir Petrobrás
Sindipetro-RJ, Surgente editorial de 11/08/2016
Em 1994, o governo FHC, com apoio da Globo, tentou privatizar a Petrobrás. Alegava que “a Petrobrás era um paquiderme e os petroleiros marajás”. Foram 32 dias de greve, 100 demissões, inclusive a do coordenador da FUP, Antonio Carlos Spis, e multa de cem mil reais por dia de greve. Dr. Clotário, então chefe do RH da Petrobrás, não resistiu à baixaria aplicada pelo governo e pela direção da empresa e morreu subitamente. Quatro acordos foram assinados. O primeiro ainda em novembro de 1994, em Juiz de Fora, com a presença do presidente Itamar, que, junto com o ministro Ciro Gomes, celebrou o acordo salarial. Na época, disse Itamar que, na condição de presidente, sua palavra era lei. Mas, com a troca de presidentes, não teve tempo de formalizar o acordado. Esqueceu Itamar que seu sucessor não era um sujeito digno de confiança. É de Fernando Henrique a célebre frase: “Esqueçam tudo o que escrevi”. Ora se FHC não soube honrar a própria obra, imaginem a palavra do seu antecessor! A princípio, a greve teve motivação salarial. Já com FHC, empenhado em destruir e privatizar a Petrobrás, tornou-se uma greve política, de defesa da companhia.Durante a greve, outros acordos foram firmados e invalidados. O desrespeito à nossa categoria levou ao acirramento do embate. Hoje Pedro Parente, colocado na presidência da Petrobrás pelo mesmo grupo FHC-Serra, recorre às velhas falcatruas e mentiras. Diz que vai salvar a Petrobrás entregando o pré-sal e vendendo ativos como a BR. Outra balela é dizer que “em sua gestão não existem indicações políticas”, omitindo sua própria indicação. Com uma greve dura, naquele momento derrotamos os entreguistas. FHC “quebrou” o monopólio, mas não conseguiu privatizar a Petrobrás. A nossa resistência trouxe de volta todos os demitidos. A multa aplicada arbitrariamente pela justiça para punir os sindicatos foi resgatada e o dinheiro foi usado para reformar a sede sindical da Avenida Passos, no Rio. No entanto, ainda assim FHC não desistiu de seus propósitos entreguistas e transformou a Petrobrás em unidades de negócios para vendê-la fatiada. Chegou a vender 30% da Refap , mas as ações foram recompradas no governo Lula.Braço do PSDB, se antes a Globo taxava os petroleiros de “marajás”; hoje tenta passar à opinião pública a imagem de que somos todos “corruptos”. Na greve de 95, também enfrentamos a guerra com a mídia entreguista. Fizemos um grande ato na porta da Globo, no Jardim Botânico, e ocupamos a Rede Manchete, no Flamengo, conseguindo direito de resposta. Hoje, depois do golpe político-judiciário-midiático, estamos vivenciando um novo capítulo da mesma política neoliberal da era FHC, embora mais acirrada. Trouxeram o “ministro do apagão” , Pedro Parente, para presidir a Petrobrás. Logo quem!Nos governos Lula-Dilma, o país superou o risco de apagão, graças aos investimentos nas termoelétricas da Petrobrás. O retorno da política privatista e entreguista, porém, deve trazer de volta o pesadelo dos racionamentos. Em 62 anos de existência, a Petrobrás jamais deixou faltar combustível em todo o território nacional. Ultimamente, respondia por 13% do PIB e financiava, com seus impostos, mais de 80% das obras do PAC. A Petrobrás, mesmo sob ataques, é a empresa que mais cresce. A produção do pré-sal bate recordes e já produz mais de um milhão de barris/dia. Com o pré-sal, o Brasil tem abastecimento garantido por, no mínimo, mais 50 anos. A cobiça sobre essa imensa riqueza está no cerne do golpe em curso no país. Só uma nova greve nacional dos petroleiros, que está prevista para começar no próximo dia 16 de agosto, poderá reverter a destruição da Petrobrás e a entrega do nosso petróleo aos gringos. Essa é a lição que a história recente nos ensinou.
jns
11 de agosto de 2016 8:29 pmJornalista de Programa
“Bauer, porque você não mata ele?”
Segundo informações da Folha, Artur Mangabeira (o rapaz que Lélis queria que fosse morto) seria namorado de uma amiga virtual de Lélis e teria se oferecido para ajudar Lélis dizendo ser agente da Abin e teria negociado com Bauer em nome dela. Mas ele a teria enganado.
Segundo o diálogo, Bauer relata ter entregado R$ 50 mil para Artur Mangabeira, porém ele teria ficado com o dinheiro.
Lélis mostra estar indignada por ter sido enganada:
– Com esse dinheiro dá pra você se resolver? – Perguntou Bauer.
– Os R$ 10 [mil]. – Diz Lélis.
– Não, eu dei R$ 50 [mil] pra ele. – Responde Bauer.
Neste momento, a estudante parece surpresa.
– O quê? Não, ele falou que você deu R$ 10 mil.
Ela então diz que vai se vingar de Mangabeira.
– Bauer, eu vou enfiar a cara dele no chão. […]
Logo em seguida, mais ou menos aos 1:20 ela diz:
– Bauer, porque você não mata ele?
Bauer fica sem resposta e ela continua:
– Por favor.
Bauer pede para ela esquecer o caso. Então ela insiste:
– Bauer, me promete que você vai fazer alguma coisa com ele?
Bauer gagueja mais uma vez sem resposta dizendo apenas: “Eu vou…”
Patricia continua insistindo:
– Bauer eu quero a sua palavra de que vai fazer alguma coisa com ele.
Ele continua sem reação e ela repete a frase pela segunda vez:
– Eu quero a sua palavra de que vai fazer alguma coisa com ele.
Bauer então diz:
– Eu vou pegar…
Patricia o interrompe:
– Mas você vai fazer alguma coisa com ele quando pegar? Me dá sua palavra.
Neste momento ela estende a mão e fazem um toque de malandro para fechar o acordo de que Bauer fará alguma coisa com Mangabeira.
Ela então diz:
– Eu vou confiar em você. Eu quero que alguma coisa aconteça com ele.
Bauer então promete:
– Eu não vou matar ele, mas eu dou um nó nele, alguma coisa eu faço.
Veja o vídeo:
[video:https://youtu.be/6BebFwfLteA width:600]
http://midialatina.com/brasil/redacao/video-mostra-patricia-lelis-pedindo-pra-bauer-matar-artur-mangabeira-por-ter-roubado-o-dinheiro-da-propina/
antonio francisco
11 de agosto de 2016 10:53 pmO suposto Mangabeira é pesadão, né?
Olá, jns, ele está numa foto em
http://colunaesplanada.blogosfera.uol.com.br/2016/08/10/em-video-patricia-e-assessor-de-feliciano-tratam-r-50-mil-por-silencio/
antonio francisco
11 de agosto de 2016 10:22 pmGente
Elena Kagan é juíza da Suprema Corte dos Estados Unidos. Ela já ocupou o cargo de advogada-geral dos Estados Unidos.
https://pt.wikipedia.org/wiki/Elena_Kagan
Robert Bunda é filiado ao Partido Democrata dos Estados Unidos e senador no estado do Havaí. É presidente emérito do Senado naquele estado. Nasceu em Waialua, Havaí.
https://pt.wikipedia.org/wiki/Robert_Bunda
Burrhus Frederic Skinner foi um linguista, filósofo e muito conhecido psicólogo americano.
https://pt.wikipedia.org/wiki/Burrhus_Frederic_Skinner