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9 Comentários
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  1. Andre Araujo

    12 de agosto de 2016 3:32 am

    O PLANO QUE NÃO CHEGA A LUGAR

    O PLANO QUE NÃO CHEGA A LUGAR NENHUM – A trajetoria da economia brasileira hoje não é mais questão de opinião, é apenas um registro de numeros. Em Agosto o deficit do Orçamento Federal chegou a R$169,5 bilhões, faltando ainda quatro meses para terminar o ano. Esse dificit está sendo financiado pelo aumento da divida publica, que cresce em relação ao PIB todo ano desde 2.000, chegará facilmentea 86 ou 87% do PIB em cinco anos.

    Os cortes para o ajuste fiscal simplesmente não vão acontecer por razões politicas, a arrecadação está em queda há 30 meses por causa da recessão, os NUMEROS NÃO FECHAM e NÃO TEM COMO FECHAR com essa politica economica.

    Os desajustes da economia brasileira são historicos e o Plano Real não acabou com eles, apenas jogou os desajustes para baixo do tapete criou uma moeda nova, apenas grafica, o Real não representou uma mudança estrutural da economia brasileira, agora os buracos estão aparecendo em Real.

    O caminho unico é aumentar a arrecadação através da expansão da economia mas para isso a atual politica economica não serve. O plano Goldfajn tem como alvo combater a inflação, quando a inflação é apenas o termometro dos desajustes.

    Os desajustes só poderão ser consertados com racionalização dos gastos do Estado, profunda reforma da aposentadoria do setor publico,  diminuição do tamanho das folhas do Judiciarios e dos Legislativos, as mais altas do mundo em relação ao PIB e especialmente REBAIXA DOS JUROS na taxa basica e no sistema bancario em geral. Com isso se economiza na conta juros do Tesouro e a economia passa a ser financiavel a taxas em linha com o resto do mundo.

    O incremento da arrecadação se dará por um grande plano de obras publicas que farão o relançamento da economi na rota do crescimento. Não há outro caminho ou é isso ou serão 20 anos de estagnação.

     

    s

  2. anarquista sério

    12 de agosto de 2016 6:39 am

    Hors concours!
     

    Hors concours!

     

    1. Defesa

      18 de fevereiro de 2019 2:48 pm

      Espero que a situação financeira do país mude. Vejo muita gente passando necessidade. Defesa

  3. Arnaldo Summer

    12 de agosto de 2016 9:18 am

    Dez para o pai, um (1) para o filho, o Michelzinho; é o dízimo!

    TEMER E A ODEBRECHT: NÃO FORAM 10, FORAM 11 MILHÕES

    Como é bom ser ladrão nesse país, com essa nossa suprema corte, agora presidida pela presidenta (ou será presidente?) Carmem Lúcia. A mulher do Cunha que o diga, o Cunha também.

     BETO BARATA: pPresidente Interino Michel Temer durante cerimônia de posse do senhor Torquato Jardim no cargo de Ministro da Transparência, Fiscalização e Controle. (Brasília - DF, 02/06/2016) Foto: Beto Barata/PR/p

     

    Acusado no depoimento de Marcelo Odebrecht de ter pedido em pleno Palácio do Jaburu uma doação de R$ 10 milhões, via caixa dois, que teria sido entregue em dinheiro vivo, o interino Michel Temer tratou do tema, em entrevista ao Valor; “Eu era presidente do partido e ele acertou uma contribuição. Até se falou em R$ 10 milhões, mas na verdade foram R$ 11,3 milhões que ele entregou ao partido — tem a prestação de contas para todos os candidatos a governador…”, disse ele, afirmando que as doações de empresas foram criminalizadas no Brasil; Temer anunciou uma “luta feroz na Previdência”, a abertura do pré-sal e disse que não será candidato em 2018, como se tivesse voto para isso – hoje, segundo a Vox Populi, 79% dos brasileiros defendem sua saída imediata

     

    12 DE AGOSTO DE 2016 ÀS 05:31 // RECEBA O 247 NO TELEGRAM Telegram

     

    247 – O interino Michel Temer concedeu uma entrevista ao Valor Econômico (leia aqui), em que falou de temas como a reforma da Previdência, a abertura do pré-sal e o pedido de R$ 10 milhões feito ao empreiteiro Marcelo Odebrecht, em pleno Jaburu, que teria sido materializado numa doação em dinheiro vivo (leia aqui).

    Sobre Previdência, ele defendeu idade mínima de 65 anos para os homens e 62 para as mulheres. “Sabidamente as mulheres hoje vivem mais que os homens, mas tem essa coisa da dupla, tríplice jornada. Na minha cabeça, tem que haver uma pequena diferença. Se o homem se aposenta com 65, a mulher pode se aposentar com 62. Já é um avanço”, disse ele, que previu uma batalha sobre o tema. “As centrais vão acabar não apoiando, seja qual for a reforma. Se não apoiarem, vamos mandar ao Congresso e ver o que acontece. Queremos fazer depois uma publicidade aos jovens e dizer: ‘Vocês, daqui a dez, 20 anos, não vão ter como receber’ (…) Sim, vai ser uma luta feroz, mas vai ter que ser enfrentada. Quando você me pergunta o que ocorrerá depois do impeachment, essa será uma das batalhas.”

    Temer também falou sobre seu pedido de R$ 10 milhões à Odebrecht, em pleno Palácio do Jaburu, que, segundo Marcelo Odebrecht foi doado, via caixa dois e em dinheiro vivo – dos quais R$ 4 milhões para Eliseu Padilha, braço direito de Temer.

    “Eu não tenho medo dessas coisas. Eu era presidente do partido e ele acertou uma contribuição. Até se falou em R$ 10 milhões, mas na verdade foram R$ 11,3 milhões que ele entregou ao partido — tem a prestação de contas para todos os candidatos a governador…”, disse o interino. “Eu não sei se ele falou. A coisa vai para a imprensa e você não sabe se é fruto da delação, se é fruto do advogado. Você não sabe de onde veio. Então, o que eu faço? Eu não vou negar que ele esteve comigo, como tantos outros empresários estiveram comigo. Ainda hoje, quando não há a menor possibilidade de pessoa jurídica [doar dinheiro para campanha] eles vêm me perguntar como vão colaborar. Quando havia a possibilidade das doações, era uma enxurrada de gente pedindo para colaborar.” 

    Temer também disse que não será candidato em 2018, como se tivesse voto para isso e fosse um candidato viável – hoje, 79% dos brasileiros, segundo o Vox Populi, defendem sua imediata saída, seja com novas eleições, seja com a volta de Dilma.

    Sobre a abertura do pré-sal, outro tema polêmico, também rejeitado pela maioria dos brasileiros, Temer disse que vai passar. “É prioridade na Câmara, será aprovado, mas o problema é que as eleições municipais atrapalham as votações.”

    O interino também disse não temer a ação movida pelo PSDB no Tribunal Superior Eleitoral, que pede a cassação da chapa Dilma-Temer. “São questões apartadas, o vice e o presidente são instituições separadas no texto constitucional. Embora examinadas conjuntamente, minha conta foi prestada separadamente. O que é preciso é verificar se o que eu recebi foi fruto também de desajustes eleitorais.”

     

        

     

  4. Maria das Dores

    12 de agosto de 2016 9:29 am

    Serra, um gangster muito habilidoso protegido pela Globo e Moro

    Moro, vai atrás do Cerra em Nova York

    “Só pode ter vindo de jatinho”, diz o garçom mineiro    Publicado 11/08/2016 no Conversa Afiadajosé serra.jpg

    O Padim Pade Cerra é suspeito de ser corrupto desde 1983, no Governo Montoro, em São Paulo, quando foi Secretário de Planejamento e tinha que aprovar todas as obras e gastos.

    O então deputado Flavio Bierrembach tentou na Justiça, no recurso à “exceção da verdade”, provar que ele era ladrão e ele, Cerra, fez de tudo para não deixar a Justiça provar que ele não era ladrão.

    Cerra foi também do “planejamento” da privataria tucana, quando seu clã, segundo asdenúncias irrespondíveis do Amaury Ribeiro Jr., enriqueceu por várias gerações.

    Depois, Rubens Valente, no livro “Operação Banqueiro”, onde se prova que, sem Gilmar, não haveria Daniel Dantas, demonstra que Cerra “operava” com o lobbista Roberto Amaral para beneficiar Daniel Dantas no Governo do Príncipe da Privataria.

    A trajetória do enriquecimento de Cerra ainda está para ser escrita.
    Por Amaury, Valente, ou outro destemido jornalista.

    Quem sabe não será o historialista dos chapéus?

    No dia seguinte a um editorial da Fel-lha que mandava Cerra e Temer à Papuda, Gaspari, disciplinadamente, escreveu destemida colona para dizer o óbvio: que a Lava Jato tinha esbarrado no Cerra !

    (O Janio mostra que a Odebrecht o pagava no exterior!)

    Como demonstrar isso?
    Onde ele recebia e em que gastava?

    Já que não recebe delações premiadas, o Conversa Afiada, por conta própria, resolve contribuir para o aperfeiçoamento da Lava Jato e fazer uma não-premiada delação.

    Poucos dias depois da retumbante vitória de Dilma sobre Cerra, em 2010, o ansioso blogueiro e a mulher foram a Nova York jantar no famoso Café Boulud, num chiquérrimo endereço: 20 East 76th, a alguns passos do Central Park.

    Ali, um vinho Romané-Conti, 2011, custa US$ 13,500.

    (O Gaspari entende muito de Romanée-Conti. Na campanha de 2002, ele ficou horrorizado porque o Duda Mendonça ofereceu um Romanée-Conti ao Lula, num restaurante do Rio, para celebrar a vitoria esmagadora sobre o… Cerra! Ele gosta de apanhar…)

    A certa altura, aproxima-se um garçom mineiro do Le Boulud.

    Provavelmente lulista

    E conta ao ansioso blogueiro que, na noite seguinte à derrota para Dilma, Cerra jantou lá.

    (O que dá a entender que viajou a Nova York de jatinho…)

    Ficou só, num canto reservado.

    E pediu um bom vinho (o mineiro foi discreto e não identificou o vinho…)

    Mas, contou que Cerra se hospedou no hotel em cima do Boulud.

    Trata-se de um “hotel boutique”, em que a acomodação “Grande De Luxe”, de 37 metros quadrados, com cama tamanho King, custa US$ 1,503.00, a noite.

    O imparcial Dr. Moro deveria mandar uma delegação da Força Tarefa a Nova York refazer esse trajeto do Cerra, pegar os recibos, trazer de volta, e vazar para o Janio de Freitas.

    Quá, quá, quá!

    Esse Dr. Moro…

    PHA

    Em tempo: Record denuncia Cerra. Blindagem só na Globo:

     

  5. DjalmaSP

    12 de agosto de 2016 9:30 am

    Mais um exemplo

    De que esses economistas de plantão não sabem nem onde fica o supermercado, quanto mais elaborar planos mirabolantes como receituário para uma economia.

    Na verdade o povo está de pacuá cheio de ler análises detalhistas, previsões catastróficas, proposição de medidas que nunca saneiam nada e coisa nenhuma.

    Juntem no inferno economistas e advogados dessa justiça brasileira, sob o comando de nossos supra sumos políticos e garanto que nem o capeta fica lá. Foge de mala e cuia e vai pedir asilo no purgatório, pois no céu seria demais.

  6. Fernando J.

    12 de agosto de 2016 11:54 am

    Ruas de Memória

    [video:https://www.youtube.com/watch?v=wY8MdkixTJY%5D

  7. Fernando J.

    12 de agosto de 2016 11:56 am

    Caminhada com Jango e pela democracia – 14 de agosto – 9 hs

    CAMINHADA

    ‘No momento em que se debate o retrocesso, é muito importante rememorar Jango’

    Filho de ex-presidente participará de evento em São Paulo, no próximo domingo, no elevado que agora leva o nome de João Goulart. Ele compara o momento atual com 1964: “A história é implacável”por Vitor Nuzzi, da RBA publicado 11/08/2016 10:22 LUCIANA WHITAKER/2014João Vicente

    João Vicente lembra que seu pai (na foto, com ele e Denize) foi o único presidente brasileiro a morrer no exílio

    São Paulo – No próximo domingo (14), um grupo participará da chamada Caminhada Cívica por Jango e pela Democracia, no elevado da região central de São Paulo, que agora leva o nome do ex-presidente João Goulart. E o ato – organizado, entre outros, pela Agência Sindical – ocorre em um momento oportuno, conforme lembra João Vicente Goulart, filho do ex-presidente, que ao lado de sua irmã, Denize, estará presente. “É muito importante, neste momento em que se debate abertamente o retrocesso, rememorar Jango”, diz João Vicente.

    A simples mudança de nome no elevado, o popular “Minhocão”, significa “um grande avanço na luta pelos direitos humanos, pelos sítios de memória”, diz ele, lembrando ainda, de mudança ocorrida em 2015 em Brasília, onde a ponte que tinha o nome do general-presidente Arthur da Costa e Silva passou a se chamar Honestino Guimarães, em homenagem ao líder estudantil desaparecido durante a ditadura. Em São Paulo, a alteração foi sancionada em julho pelo prefeito Fernando Haddad, após a Câmara aprovar projeto de lei do vereador Eliseu Gabriel. Inaugurado em 1971, o elevado tinha até então também o nome de Costa e Silva.

    João Vicente destaca outras iniciativas envolvendo o nome de Jango, como projeto do deputado federal Pompeo de Mattos (PDT-RS), aprovado há um mês na Comissão de Cultura da Câmara, pelo qual se inscreve João Goulart no Livro dos Heróis da Pátria. Ele cita ainda a devolução das honras de Estado e anulação da “tenebrosa sessão” de 2 de abril de 1964, que decretou vaga a Presidência da República, mesmo com Jango em território nacional. “Estão dando a ele o verdadeiro espaço que a ditadura lhe cassou.”

    A iniciativa da caminhada demonstra ainda, segundo João Vicente, o reconhecimento de centrais e sindicatos “à luta de Jango pelos trabalhadores brasileiros”. Ele lembra episódios como o aumento de 100% dado ao salário mínimo em 1954, quando Goulart era ministro do Trabalho de Getúlio Vargas e acabou perdendo o cargo. Foi o período do chamado Manifesto dos Coronéis, que reclamavam, entre outras coisas, do reajuste do mínimo. Destaca ainda a criação do 13º salário, em 1962, já no governo Jango.

    Nesse sentido, o filho do ex-presidente lembra das ameaças em curso, com o governo interino. “Os trabalhadores não podem sofrer esse retrocesso em seus direitos”, afirma, comparando o Congresso atual e o de 1964. Aquele, diz, “impediu as reformas de base”. O de hoje, acrescenta, “não é comprometido com a democracia, mas com interesses pessoais e corporativos”.

    Para ele, Jango representa hoje “todos os democratas”, e a caminhada de domingo surge como evento “em homenagem à história nacional”. João Vicente lembra que seu pai foi o único presidente brasileiro a morrer no exílio: a morte de Jango completará 40 anos em 6 de dezembro.

    O filho de Goulart mostra inconformismo com decisão do governo do Distrito Federal, há um ano, de não mais ceder um terreno para a construção do Memorial da Democracia e da Liberdade, que levaria o nome do ex-presidente. “Surpreendeu muito pela covardia do governador (Rodrigo) Rollemberg, que de socialista não tem nada. Ele está praticando um crime de memória. No momento em que o Brasil lhe devolve (a Jango) as honras de chefe de Estado, que o Congresso faz uma autocrítica (anulando a sessão de 2 de abril), em que os direitos humanos avançam, em que o Mercosul declara Jango herói latino-americano, tivemos uma surpresa e uma indignação profunda.”

    João Vicente também vê paralelo entre a situação vivida hoje pelo Brasil e a de 52 anos atrás. “Em 1964 também diziam que não era golpe, que era revolução. O destino é inviolável. A história é implacável. A esses senadores que vão votar a favor do impeachment a história reserva a cada um o destino que lhes é merecido”, afirma, contestando em certa medida a suposição de que a história é escrita pelos vencedores. “Quem vence são aqueles que permanecem como figuras do povo brasileiro”, diz, citando Jango. “Onde estão aqueles que traíram o povo?”

    Caminhada e corrida

    A concentração no domingo, às 8p0, será na Rua Doutor Cesário Mota Jr., 561 (Pizzaria da Sara) – desse ponto sairá a caminhada. No final, está previsto um ato público/artístico no Largo Padre Péricles, em Perdizes, na zona oeste da capital paulista.

    Haverá também uma corrida, coordenada por Rodolfo Lucena, “pela legalidade e contra o golpe”. A saída está marcada para as 7h na Rua Oscar Freire, diante da estação Sumaré do Metrô.

    O evento tem página no Facebook: https://www.facebook.com/events/1084673221586701/.

     

  8. Emanuel Cancella

    12 de agosto de 2016 7:04 pm

    Lava Jato

    Juiz Sérgio Moro –  estrela decadente de uma elite golpista

    Cunha, Temer, Aécio, Moro, Gilmar Mendes, FHC e outros, juntamente com a Globo, convenceram grande parte da sociedade dizendo que havia uma quadrilha no poder! Na verdade, nada foi provado contra Dilma e sua equipe, entretanto a sociedade, manipulada e enganada, acreditou e hoje assiste a uma verdadeira quadrilha governando o país, isto é, em nome do combate à corrupção, depuseram uma mulher honesta colocando, em seu lugar, pessoas envolvidas em mil e uma falcatruas, com provas cabais, inclusive o Temer já inelegível, o Aécio envolvido até com tráfico de droga, o Cunha com bilhões desviados, mas todos esses permanecem inatingíveis, em conluio com nossa Justiça, principalmente Gilmar Mendes e Sérgio Moro. Essa elite golpista precisava retirar a Dilma para poder implementar seus verdadeiros projetos: entregar nossas riquezas e destruir nossas conquistas sociais.

    O Sérgio Moro, que a Globo passa para a sociedade como probo e que combate a corrupção, na verdade sempre esteve a serviço da Globo, pois juntos tentam desmoralizar a Petrobrás com o motivo único e exclusivo de entregá-la mais barato aos gringos.

    A Globo não diz para ninguém, mas ela e a Justiça sabem que a mulher de Moro trabalha para o PSDB e para empresa multinacional de petróleo, justamente os, de forma estapafúrdia,  beneficiados com a Lava Jato que Moro chefia. Se a nossa Justiça estivesse funcionando, ele jamais continuaria na chefia, pois é caso crasso de suspeição!

    Mas nada acontece e Moro, PSDB e Globo continuam interligados para destruir a Petrobrás e destituir o governo Dilma.

    O governo de FHC, do PSDB, tentou sem sucesso privatizar a Petrobrás. Na ocasião, a Globo também iniciou uma campanha difamatória contra a empresa!

    No curso da Lava Jato, a toda hora há vazamentos seletivos para a Globo, sempre desmoralizando a Petrobras e o governo Dilma! E vazamento é crime! Mas nada acontece também!

    Como também continua a blindagem de Moro ao PSDB e a fúria do juiz para destruir a Petrobrás, em favor da empresa multinacional que contrata sua esposa.

    Como se não bastasse, na Lava Jato, chefiada por Moro, os delegados que compõem a força tarefa fizeram campanha para o tucano Aécio Neves, inclusive, no blog de campanha, chamaram Lula e Dilma de anta. E foi da lava Jato que saiu o vazamento mentiroso, às vésperas da eleição, de que Lula e Dilma sabiam da corrupção na Petrobrás. Quem desmentiu a denúncia foi o próprio advogado daquele que teria delatado. Tudo para beneficiar o candidato tucano!

    Para mostrar com que tipo de pessoas estamos lidando, a mulher de Moro, a advogada Rosangela Moro, está envolvida com um grupo de advogados que deram um rombo de bilhões de reais no estado do Paraná ,no escândalo conhecido como a ‘Indústria das Falências’. Existe até livro sobre o caso!

    Moro instituiu, em Curitiba, um tribunal de exceção, onde funciona uma indústria de delações premiadas. Onde pessoas são presas e só saem quando denunciam o PT, Lula ou Dilma. Prova disso é que a lista da Odebrechet, com mais de 200 parlamentares e com cerca de 20 partidos, não valeu para a operação. Isso porque a ampla maioria dos denunciados era da base do governo golpista.

    Além disso, o juiz Moro manda somente aqueles que delatam o PT, Lula ou Dilma cumprir suas penas em casa, os outros ficam presos. É só mencionar PT, Lula ou Dilma e são agraciados em cumprir sua pena em casa, verdadeiros clubes de lazer, construídos com dinheiro da corrupção.

    Como se não bastasse, a operação do juiz Sérgio Moro, contra decisão do STF, está ficando com 10% do valor dos contratos de leniência.

    A Globo, preocupada com a avalanche de denúncias contra o juiz Moro, mandou um grupo de artistas a Curitiba, capitaneada pela atriz Susana Vieira, exaltar Moro.

    E paralelamente, a mídia tenta passar para a sociedade que existe uma conspiração contra a Lava Jato. Que parlamentares estariam trabalhando pelo fim da Lava Jato. Na verdade os golpistas delatados na Lava Jato, como o presidente interino, Michel temer, FHC, Aécio Neves, José Serra, Renan Calheiros e Eduardo Cunha e outros desejam vida eterna à Lava Jato, por saber que os componentes da Lava Jato jamais os atingirão, apesar das provas cabais.  

    E não adianta a Globo mandar artistas a Curitiba para melhorar a imagem do Moro. A sociedade exige é que a Lava Jato use o mesmo rigor que usa contra o PT, Lula e Dilma contra todos os partidos e parlamentares, inclusive  contra o governo golpista. E isso o juiz Sérgio Moro não pode fazer, porque fica claro que ele é parte dessa elite golpista.

    Como dizia o presidente dos EUA, Abraham Lincoln: “Você pode enganar uma pessoa por muito tempo; algumas por algum tempo; mas não consegue enganar todas por todo o tempo”.

     

    Fonte:

    1-       http://fernandorodrigues.blogosfera.uol.com.br/2016/03/23/documentos-da-odebrecht-listam-mais-de-200-politicos-e-valores-recebidos/

    2-      http://www1.folha.uol.com.br/poder/2016/06/1785712-acordos-de-leniencia-preveem-repasse-de-10-para-a-lava-jato.shtml

     

    3-  http://www.megacidadania.com.br/mulher-de-moro-obtem-ganhos-conflitantes/   

     

     

    4- http://linkis.com/blogspot.com/K2ofA?next=5

     

    Rio de Janeiro, 12  de agosto de 2016 

     

    Autor: Emanuel Cancella, – OAB/RJ 75 300              

      Emanuel Cancella é petroleiro, coordenador-geral da Federação Nacional dos Petroleiros (FNP) e do Sindipetro-RJ.

     

    OBS.: Artigo enviado para possível publicação para o Globo, JB, o Dia, Folha, Estadão, Veja, Época entre outros órgãos de comunicação.

     

     

     

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