7 comentários

  1. RECIFE E O DESCRÉDITO COM ABSOLUTAMENTE TODAS AS LIDERANÇAS
    A mídia golpista às vezes se encontra de mãos dadas com os mais combativos (ou aparentemente combativos lutadores pelas melhores condições de vidda do próximo, do povo). As desilusões (e o pouco apreço à democracia, às lutas democráticas) vêm com o exemplo “de cima. Eis uma pequenina, mas que acho significativa amostra. Deve haver aos montes nesse Brasi afora, e no silêncio do povo.”A EXPLORAÇÃO DA CREDULIDADE DA POPULAÇÃO COM UM CERTO PROJETO DE NAVEGABILIDADE DO RIO CAPIBARIBE PARA DESOBSTRUIR O TRÂNSITO DESTA RECIFE . . . Sim, uma idéia tão simpática, contagiante, mas… por isso mesmo!…  Inviável, se acompanharmos com olhar sereno e visão de conjunto, a verdadeira campanha na imprensa local, desde antes de 2011,em editoriais e reportagens, até seções de opinião como são as Colunas, por boa fé então de Colunistas de JC Nas Ruas, de De Olho No Trânsito JC, de Mobilidade Urbana (Diário Urbano e Blog Mobilidade Urbana), sem falar em espaços criados no FACEBOOK por não se sabem por quem, Direitos Urbanos e Mobilidade Urbana Recife, pois já era super previsível a inviabilidade, aditivos $$$$, contratempos, e… um escorredouro de verbas e depois o silêncio, como manda a tradição, sempre com a mídia oficiosa as vezes mais realista do que o próprio rei! E muito antes da 1ª Audiência, dê-lhe encher linguiça pra vender jornal e ter o que escrever em reportagens oficiosas com notícias “prevendo” os números, conclusões, etc, etc governamentais. Volta e meia, reaparecem, ou vêm com coluna “furo” sincero e corajoso dizendo que o rei está nu (algo que sabáimos há anos e anos) ( Tenho que me referir à 1ª Audiência – mas não venho com números e mais números, 1ª Audiência Pública em 2012, Projeto de Navegabilidade do Rio Capibaribe). Durante a dita cuja , o Prof. de Ecologia da UFPE, Ricardo Braga, diplomaticamente listou 8 questões que tive a sensação de estar sendo desmascarado o Projeto de Navegabilidade do Rio Capibaribe, aquele com tanto empenho da imprensa oficial, de seus porta-vozes, e sem nunca faltar o jornalismo oficioso. Mas isso podia ser implicância e parcialidade minha, tendo já conversado com uma jornalista bastante crítica, tinha uma coluna de opinião, e que me decepcionou nesse aspecto do projeto (grnades expectativas de um lado e eu pobre cético pessimista pretensamente realista). Os anos seguintes iriam demonstrar. Até hoje, exceto pontuais e discretas referências (e uma “oportuna”… opinião publicada recentemente), nunca vi reportagem crítica (em veículo da imprensa local de ampla audiência e, acredito, mesmo em veículos de pouca audiência, de nichos, ou da academia aos quais não tive acesso e não posso assegurar), faltam, até hoje, textos sobre a farsa do Projeto de Navegabilidade do RIo Capibaribe. Observação: digo que o bom jornalismo não deve ser somente a posteriori, e, sim, em levantar hipóteses e probabilidades no espaço, no tempo, as relações socio-econômico-políticas, ao menos os elementos das ciências sociais (em que pesem a tentação e os riscos de dogmatizrmos noções, elementos de teorias). O que aconteceu foi se abordar o tal projeto como uma bela iniciativa com data ou previsão de data, e ponto final (Mas o que não faz a crise da imprensa! Pois muito recentemente fomos brindados por suposta … “novidade”, suposta exceção, em “oportuna” coluna crítico-opinativa, com números e mais números e tendo um especialista como referência (não, não foi o Prof. Ricardo Braga, da Ecologia, da UFPE, questionador já na 1ª Audiência de 2012 (a surpresa tá no ar, tá nos Buscadores. Sim, não deixa de ser surpresa… ) ). Uma observação, porém: tirante o apego a seus empregos, a todo o custo, não entendamos o jornalismo brasileiro e, no caso, local, como necessariamente movido por intenções maquiavélicas do patronato, dos editores ou dos jornalistas: Uma hipótese pode estar na deficiência das ciências sociais nas faculdades de jornalismo ( isto renderia outro parágrafo, mas poupemo-nos: quem acompanhou e entendeu o fio da meada até aqui, ótima; quem não, nem tão ótimo, faz parte de nossa realidade). Finalizo com uma palavra sobre o arrivismo, o carreirismo. A totalidade dos políticos de carreira e os que prometiam vir a sê-lo: nada, nenhum pio nesses anos todos talvez – penso eu – pra não perderem eleitorado se se mostrassem críticos, céticos, sem esperança por um Recife melhor. Nestas eleições pra Prefeito, até se falou em rio, e um tal Rios da Gente, mas absolutamente nada sobre o demagógico projeto. Por candidato nenhum, de qualquer cargo. ( P S : Na verdade, antes de ir à tal reunião de 2012, bastava parar, com um certo esforço maior que o meu habitual, pra pensar com os botões e vir a ter muita dúvida sobre a obra (quase certeza), uma projetada obra de Eduardo Campos e sua equipe, alguns integraram o governo de João Paulo, outros são atuais governantes e secretários). Os anos demonstraram o que este simples cidadão já vinha observando na campanha da mídia. Desde aquela época emails foram enviados pra Deus e o mundo da imprensa local, mas… vingou a inocência, a ficção, e, aqui e acolá, como recentemente, oportunista coluna dominical no jornal mais querido pela classe média daqui. ” ———————————————————————————————————   As desilusões vêm com os exemplos “de cima” 

     

  2. A patranha paraguaia

    UMA GRANDE PATRANHA 

    O que aconteceu ontem no Paraguai, e que gerou distúrbios em várias cidades do país, não tem outro nome que não seja o de uma patranha.

    Em 25 de agosto de 2016 o Senado paraguaio deliberou contra a reeleição – no país de Francisco Solano López não existe reeleição e o mandato é de cinco anos – e a matéria foi devidamente arquivada.

    O tema da reeleição só poderia ser retomado um ano após o arquivamento – em agosto de 2017 – como manda a Constituição.

    No fim do mês passado o Partido Colorado, do atual presidente Horácio Cartes, entrou em conluio com a Frente Guasu de Fernando Lugo e a patranha bananeira avançou de forma surreal.

    O presidente do Senado é o senador Roberto Acevedo, do Partido Liberal. Os coloradistas insistiram com o tema da reeleição, que não poderia ser analisada antes de agosto deste ano, e deram o golpe.

    O senador colorado Julio César Velázquez, inconformado com a correta recusa de Roberto Acevedo em reabrir a discussão da matéria, simplesmente subiu na tribuna da casa e se autoproclamou como o novo presidente do Senado paraguaio.

    Feito o golpe dos Colorados, com o apoio da Frente Guasu, os passos seguintes foram reabrir a discussão da matéria e alterar o quórum para a aprovação de Emendas Constitucionais.

    O quórum caiu de 2/3 para maioria simples.

    Na noite seguinte, na calada da noite e em sessão secreta feita à portas devidamente fechadas e lacradas, os senadores golpistas do ‘senado paralelo’ aprovaram a patranha da reeleição com 25 votos.

    Foi a partir dessas patranhas feitas em sequência quase cinematográfica, e com a rapidez de um velocista olímpico, que a população, incensada pelos liberais e de maneira correta, se manifestou.

    A quebradeira e o atear de fogo no parlamento, além do trancamento de ruas e de pontes não surgiu do nada e sim como resposta à patranha descrita nessa postagem.

    A matéria aprovada ilegalmente pelo ‘senado paralelo’ ainda tem que passar pelo crivo da Câmara dos Deputados onde os Colorados contam com mais de metade dos parlamentares.

    Ou seja, além de desrespeitarem o prazo de um ano para retomar uma matéria que foi vencida em agosto de 2016, os golpistas paraguaios ainda destituíram o presidente do Senado no grito e mudaram o quórum para aprovar Emendas Constitucionais!

    É evidente que tudo isso só poderia gerar revolta entre os populares.

    O que é de se admirar é que certos setores da esquerda de Pindorama insistam em dar guarida a esse tipo de patranha bananeira. O saldo dessa patranha é, até agora, de mais de 200 presos e de um jovem morto pela polícia dentro da sede do Partido Liberal. 

  3. A Arte de convencer tucanos

    Toda a estratégia de argumentação pela esquerda com setores reacionários  neste país tem sido equivocada, e a maior prova disto, é que a população continua acreditando em sua maioria nas mentiras que a mídia conta, continua aplaudindo a lava jato, como se fosse uma conquista civilizatória sem se dar conta da quebradeira de empresas que isto ocasiona. 

    A esquerda simplesmente defende Lula, bolsa família, coisas que para um reaça não significam nada. Por isto nenhum coração tucano é conquistado, e o jogo político permanece zero a zero. Ou em outros casos, a esquerda apelida os reaças de golpistas, de coxinhas, outras coisas que nada significam na mente de um eleitor reaça. É preciso falar a língua deles para convencê-los, é preciso falar de valores que são caros a um reaça. 

    ——————

    Tenho tido grande sucesso em convencer amigos tucanos no meu facebook, usando minha linha de argumentação. O segredo da preciosa Arte de convencer tucanos é falar apenas de assuntos que eles dominem, segundo, não tentar desmentir as mentiras que a mídia injetou neles, e terceiro, bombardeá-los com verdades que eles não saibam, mas sobre valores que lhe são caros.

    Por exemplo, conversando com um amigo tucano ( me fiz de neutro, não me dei a conhecer como eleitor do Lula ) , este defendeu a lava jato e o juiz de Curitiba, como os ” heróis ‘ do combate a ” corrupção “. 

    Eu disse que esta operação policial estava arrebentando com as maiores empresas deste país, que isto é absurdo, pois empresa é um Templo Sagrado do capitalismo, a empresa é que sustenta o PIB brasileiro. 

    Prender ” corrupto ” tudo bem , destruir empresas, nem de brincadeira. 

    Disse a ele que Herói é quem constrói uma empresa, tijolo por tijolo, e não quem destrói uma. 

    Para minha surpresa, ele concordou comigo. 

    O valor mais caro para um reaça é a defesa de empresas, do capitalismo. Não tinha como não concordar.

    Alguns dias depois espiei o facebook de meu amigo reaça e notei que parou completamente de dar apoio ao juiz de Curitiba. Vitória!

    Eu coloquei uma pulga atrás da orelha dele. Talvez continue detestando Lula, mas pelo menos ele sabe a verdade sobre um dos  ” heróis ” que a mídia cria. Contei a verdade que a mídia não conta pra ele. Não adianta tentar desmentir a mídia, eles não vão acreditar. Mas contar uma verdade que a mídia não contou, isto funciona. 

    Experimentei fazer isto com outro amigo reaça, e tive o mesmo sucesso. Depois com outro, tive o mesmo sucesso também. Tive certeza de que achei a fórmula para abrir os olhos dos reaças. 

     

     

     

  4. Anarquista Sério, só vi agora…
    Suas mensagens chegam com delay. Nem sempre as vejo logo que são liberadas.

    Esta minha é para dizer o óbvio: você é um camarada acridoce. Muito gentil, à sua maneira tão peculiar.

    Obrigada pela trilha de ontem. Só vi agora…

    Quanto a escrever pra você, seria desrespeitar sua escolha.

    Bom domingo e uma excelente semana.

    Até qualquer hora.

  5. Agora VAI.
    fIQUEI SABENDO que

    Agora VAI.

    fIQUEI SABENDO que o ministro que julga a cassação de Temer/Dilma é homosessual.

     

    E Daí ? O que isso tem a ver com o processo ?

     

  6.  O que Adriana Ancelmo tem,
     

    O que Adriana Ancelmo tem, que as outras presas não têm?

    A ministra Maria Thereza de Assis Moura, do STJ, precisa se decidir. Ela concedeu o benefício da prisão domiciliar a Adriana Ancelmo, acatando o argumento de que não se pode separar mães e seus filhos menores de 12 anos.

    Em um caso idêntico que chegou ao tribunal em setembro, Cristiane Gonçalves de Souza teve o mesmo pedido negado. Na decisão colegiada, consta também a negativa da ministra, segundo O Globo.

     

     

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