Ana Gabriela Sales
Repórter do GGN há 9 anos. Especializada em produção de conteúdo para as redes sociais.
Camila Bezerra
Graduada em Comunicação Social – Habilitação em Jornalismo pela Universidade. com passagem pelo Jornal da Tarde e veículos regionais. É...
Carla Castanho
Carla Castanho é repórter no Jornal GGN e produtora no canal TVGGN
Diogo Costa
25 de agosto de 2014 3:01 amA única chance e a tática conjunta das oposições
TÁTICA CONJUNTA DA OPOSIÇÃO – As abóboras ainda não se acomodaram na carroça, mas certo é que haverá inevitavelmente um ‘acordo de cavalheiros’ entre as candidaturas de Aécio e Marina (pelo menos até que a briga pelo segundo lugar na disputa se acirre).
O objetivo destas duas candidaturas é um só: bater em Dilma e no Partido dos Trabalhadores. O objetivo comum é retirar o PT do governo federal.
Este já era o objetivo comum antes, com Eduardo Campos. Agora, com Marina, apenas se potencializou o estratagema.
A direita precisa com urgência de um enfraquecimento considerável de Dilma já no primeiro turno.
Trago alguns dados e depois digo porque é preciso, desde o ponto de vista da direita, enfraquecer Dilma já na primeira volta da disputa:
-Eleição de 2002, primeiro turno: Lula fez 46% dos votos;
-Eleição de 2006, primeiro turno: Lula fez 48% dos votos;
-Eleição de 2010, primeiro turno: Dilma fez 47% dos votos.
Como vemos, as votações do PT situaram-se sempre entre 46 e 48% dos votos nos primeiros turnos de 2002 para cá.
Com este patamar elevado de votos fica muito difícil derrotar o partido de Lula no segundo turno.
E fica difícil porque não existe transferência automática de votos de um candidato para outro. É impossível que um candidato transfira 100% dos seus votos para outrem, em forma de apoio formal ou informal, num segundo turno.
E isto vale para os apoios que o PT receberá e que já recebeu ao longo do tempo; bem como para os apoios que a oposição receberá e que já recebeu desde 2002, nos respectivos segundos turnos havidos de lá até aqui.
Com Dilma ficando na média de 2002, de 2006 e de 2010, neste primeiro turno de 2014, a tarefa de derrotá-la se torna praticamente impossível.
Vejamos mais:
1) Em 2002 Lula fez 46% dos votos no primeiro turno e 61% no segundo. Serra fez 23% no primeiro e 39% no segundo turno. Ou seja, Lula subiu 15 pontos e Serra subiu 16 pontos percentuais;
2) Em 2006 Lula fez 48% dos votos no primeiro turno e 60,8% no segundo. Alckmin fez 41% no primeiro e 39,2% no segundo turno. Ou seja, Lula subiu quase 13 pontos e Alckmin caiu 02 pontos percentuais;
3) Em 2010 Dilma fez 47% dos votos no primeiro turno e 56% no segundo. Serra fez 32% no primeiro e 44% no segundo turno. Ou seja, Dilma subiu 09 pontos e Serra subiu 12 pontos percentuais.
Como vemos, e isto vale para eleições municipais, estaduais ou para a eleição nacional, não existe transferência automática de votos de A para B.
Repetindo, se Dilma mantiver a média dos últimos três pleitos é possível dizer que a sua reeleição, em que pese ser muito disputada, estará praticamente garantida.
À oposição só resta manter a tática do ‘acordo de cavalheiros’ entre si e torcer para que Dilma caia e fique num patamar de 40% dos votos válidos no primeiro turno (talvez nem isto seja o suficiente).
Somente assim é que teriam alguma chance, mesmo que remota, de impedir uma nova vitória eleitoral do Partido dos Trabalhadores.
Resta saber se o PSDB contentar-se-á em ficar de fora de um hipotético segundo turno. Possivelmente não se contente e então o ‘acordo de cavalheiros’ atual sofrerá algumas fissuras, logo ali adiante.
Gilson AS
25 de agosto de 2014 3:50 amManchetes de jornais para atrair o povão.
jns
25 de agosto de 2014 4:30 amMAIS QUE MEL
A morte silenciosa dos insetos polinizadores coloca em risco a vida do ser humano na Terra
Mother Nature Network | Gerri Muller | 01/07/2013
Albert Einstein disse que se as abelhas fossem extintas, a humanidade seguiria o mesmo rumo em um período de quatro anos. A razão é muito simples: sem abelhas não há polinização e sem polinização não há alimentos. Isaac Newton e Malthus concordam com esta tese que, hoje, é comprovadas em estudos científicos.
Foto: Kino Lorber, Inc./ MNN
Um apicultor dos Alpes Suíços e um fazendeiro que cria abelhas na Califórnia estão notando o mesmo problema desconcertante: as abelhas estão morrendo. Na China, o desaparecimento da população de abelhas forçou os fazendeiros a importar pólen de abelhas para polinizar manualmente as suas plantas.
O desaparecimento das abelhas não se dá por um turno sinistro de eventos evolucionistas, mas consiste em algo muito mais provocado pela interferência humana. O fato é que elas estão a caminho da extinção em todo o mundo, o que pode trazer efeitos de cataclisma na economia global e na sobrevivência humana.
Em seu documentário “More Than Honey” (que significa “Mais que mel”), o cineasta Markus Imhoof busca explorar as teorias por trás do fenômeno chamado “Distúrbio do Colapso das Colônias” (“Colony Collapse Disorder” – CCD), e seu impacto sobre o planeta.
Veja o trailler:
[video:http://youtu.be/2NT05qEJxUk width:600 height:450]
Na preparação do filme, Markus examinou de perto o comportamento e a reprodução desses animais e compartilhou as suas ideias com a Mother Nature Network:
MNN: O que o levou a contar essa história no cinema?
Markus: Abelhas desempenharam um papel importante na fábrica de conservas do meu avô. Sem as abelhas, ele nunca teria colhido cerejas, damascos e framboesas em seus vastos pomares. A fascinante relação entre plantas e abelhas é também a razão pela qual minha filha e meu genro se tornaram pesquisadores na Austrália. Mas agora, a história de nossa família com as abelhas se tornou subitamente um tópico de extrema importância para todos: quando as abelhas começaram a morrer no mundo, fiquei alarmado, porque sei o que elas significam na natureza.
MNN: Você concorda com a afirmação de Einstein de que “quando as abelhas desaparecerem, a humanidade irá durar apenas quatro anos”?
Markus: Há rumores de que ele tenha dito isso, e a afirmação faz sentido: 70 a 80% de todas as plantas são polinizadas por insetos e não poderiam existir sem eles. Também, um terço de tudo o que comemos não existiria; especificamente, os alimentos mais saudáveis e saborosos. O mundo seria em preto e branco.
MNN: Por que é importante mostrar os efeitos do Distúrbio do Colapso das Colônias na Alemanha, na Suíça, nos Estados Unidos e na China?
Markus: É importante pois há muitos fatores ocasionando a morte das abelhas. As causas são diferentes em cada continente, provando que o problema é global. Contudo, a situação na China, onde os homens têm tido que atuar no lugar das abelhas, mostra uma visão utópica do presente.
MNN: Como você conseguiu closes tão próximos das abelhas na colmeia e no ar?
Markus: Nós trabalhamos com mini helicópteros, balões com essências e andaimes, mas o principal segredo foi a câmera, que podia capturar 300 imagens por segundo. Isso significa que um segundo de realidade me dá 12 segundos de filme – desde que eu conseguisse o momento certo! Para o voo nupcial da abelha rainha, nós trabalhamos dez dias a partir de um andaime alto para obter 36 segundos de filme.
MNN: Há muitas teorias sobre o CCD. Quais fatores você acha mais plausíveis? Os cientistas estão próximos de descobri-los e atuar sobre eles?
Markus: O pior é a combinação de fatores, por exemplo, pesticidas e ácaros. Mas se você adicionar a monocultura (falta de comida), o stress, os remédios errados e a endogamia (falta de reprodução), são fatores demais. Os cientistas têm que trabalhar, analisar os problemas e encontrar respostas, mas nós também precisamos agir de forma politicamente correta como consumidores, uma vez que somos conscientes o suficiente. Estou esperançoso pois neste ano o parlamento europeu tomou algumas decisões importantes: banir os pesticidas mais perigosos e vincular os subsídios a obrigações ambientais. Se nós tornarmos a agricultura uma indústria, que é o plano de algumas grandes companhias internacionais, tudo entrará em colapso e nós não seremos capazes de alimentar o mundo. Nós somos o que comemos; então, como consumidores, podemos decidir o que seremos.
MNN: Que mensagem você espera que os espectadores levem consigo após verem o filme?
Markus: A curiosidade é o primeiro passo para se encontrar uma solução. Eu também espero que a audiência fique fascinada pelos fatos, percebendo o quanto tudo está interligado: plantas, insetos, humanos, comércio global, consumidores. Eu quero que cada pessoa possa se sentir uma parte dessa história de conflito crescente entre a civilização e a natureza.
MNN: O que as pessoas podem fazer para ajudar a resolver o problema?
Markus: Eu tenho uma questão fundamental: Nós, humanos, somos parte da natureza, ou nós queremos ficar do lado de fora e subjugá-la? Podemos encontrar uma forma de simbiose criativa entre todas as partes envolvidas, compondo um tipo de orquestra composta por solistas ouvindo uns aos outros e fazendo a música juntos?”.
Veja o filme:
[video:http://youtu.be/LJDb5dqhfOs width:600 height:450]
Fonte: http://www.mnn.com/earth-matters/animals/stories/new-film-sees-a-world-without-bees
jns
25 de agosto de 2014 4:20 pmVICE OGM
BETO MONSANTO
O Albuquerque Geneticamente Modificado
Beto Albuquerque atuou em plenário do Congresso para aprovar a legislação para legalizar o uso da soja geneticamente modificada, apesar das objeções de Marina Silva.
jns
25 de agosto de 2014 4:57 amEcodesencontro
Como ministra Marina Silva entrou em confronto com outros pares, incluindo Dilma Rousseff, sobre o licenciamento de hidrelétricas na Amazônia, levando-a a renunciar.
Durante décadas Marina Silva, ex-Ministra do Meio Ambiente, lutou contra o desmatamento impulsionado pela agricultura, a exploração madeireira e a expansão das indústrias brasileiras.
No entanto, o seu novo companheiro de chapa à vice-presidência, Beto Albuquerque, representa os interesses agrícolas.
Para superar as suspeitas e emitir um sinal de reconciliação entre Marina Silva e o poderoso agronegócio do Brasil, que responde por um quarto da economia e 44 por cento das exportações, o PSB escolheu como seu companheiro de chapa, um congressista do Rio Grande do Sul, representante dos latifundiários brasileiros.
Uma década atrás, Beto Albuquerque atuou em plenário para a aprovação da Legislação para legalizar o uso da soja geneticamente modificada, pelo Congresso, apesar das objeções de Marina Silva.
Se for eleita, os assessores econômicos de Marina Silva dizem que as suas políticas ideais para os negócios, seriam as mesmas defendidas por Aécio Neves.
Eduardo Giannetti da Fonseca, economista e principal conselheiro de Marina Silva, desde a campanha presidencial de 2010, disse que a sua plataforma econômica é muito semelhante à do deputado centrista Aécio Neves, com quem ela está disputando o segundo lugar nas pesquisas para as eleições presidenciais.
As informações foram publicadas pelo The Independent
http://www.independent.co.uk/news/world/americas/marina-silva-the-amazonian-candidate-who-would-be-brazils-next-president-9684301.html
* * * * *
O Deputado Federal Beto Albuquerque (PSB), chama o seu companheiro de coligação, Alceu Moreira (PMDB), de “Ficha Suja”,
Diz a matéria:
“O candidato do PSB à Presidência da República, Eduardo Campos (ex-governador de Pernambuco), comparecerá nesta quarta-feira ao primeiro evento em Porto Alegre, a festa de aniversário do deputado federal Alceu Moreira, um ficha suja, inscrito pela Justiça no Cadastro Nacional de Pessoas Condenadas por Improbidade Administrativa e Inelegibilidades, no site do Conselho Nacional de Justiça.
Veja na imagem a certidão extraída desse cadastro.
Nesta quarta-feira, o candidato do PMDB ao governo do Rio Grande do Sul, José Ivo Sartorni, mais seu vice na chapa, o empresário Luis Cairoli, e o candidato ao Senado Federal, Beto Albuquerque, terão um encontro com Eduardo Campos, no Hotel Plaza San Raphael. Eduardo Campos almoçará em Cachoeirinha, na Grande Porto Alegre, o mais importante município gaúcho sob comando do PSB. No final da tarde, ele falará para os alunos do cursinho pré-vestibular Unificado e à noite prestigiará a festa de aniversário do deputado federal ficha suja Alceu Moreira, do PMDB, no Centro de Eventos Casa do Gaúcho, no Parque da Harmonia. Vai começar bem o roteiro de Eduardo Campos no Rio Grande do Sul.”
Segue o link: http://www.betoalbuquerque.com.br/central/o-socialista-eduardo-campos-candidato-a-presidencia-ira-ao-primeiro-evento-em-porto-alegre-na-festa-de-aniversario-do-ficha-suja-alceu-moreira/
De acordo com o site do Deputado Beto Albuquerque, o conteúdo é originário do “Portal Vide Versos” e provavelmente veio do “RSS”. O estranho é que, quase dois meses depois da postagem, ela ainda continua lá, numa espécie de consentimento tácito dessa publicação.
http://blogdothales.sul21.com.br/2014/07/fogo-amigo-beto-albuquerque-psb-ataca-alceu-moreira-pmdb/
Notívago
25 de agosto de 2014 5:53 amMas que contradiçao, dona Marina!
Mas que contradição, dona Marina!
Esse candidato à vice em sua chapa pensa completamente diferente da senhora, não é verdade?. Quem o conhece bem é o jornalista Valdemar Menezes, do jornal o POVO (Fortaleza) que assim o descreve:
“A escolha de Marina Silva, da Rede Sustentabilidade, para encabeçar a chapa presidencial do PSB, substituindo Eduardo Campos, criou uma saia justa, no PSB, como era esperado. A dificuldade está, sobretudo, na resistência de uma parte do PSB e aliados às propostas da Rede Sustentabilidade, partido de Marina Silva, e a alguns de seus critérios políticos. O vice escolhido, Beto Albuquerque (PSB), por exemplo, teve uma atuação decisiva para a liberação da soja transgênica, condenada por Marina, e é apontado por suas ligações com o agronegócio, com empresas de armas, cerveja e defensivos agrícolas. Uma pedra no sapato de Marina. Talvez, nem tanto, pois ela tem no staff de sua campanha a herdeira do banco Itaú e economistas neoliberais. Mas, que a briga intestina se alastra, não há como negar, pois várias baixas já foram registradas”.
É o que nós podemos chamar de “vice candidato da pesada”: armas, defensivos agrícolas, soja transgênica… O PSB está mais perdido do que cego em tiroteio. Que chapa maravilhosa!
http://www.opovo.com.br/app/colunas/valdemarmenezes/2014/08/23/noticiasvaldemarmenezes,3303013/crueldade-insana.shtml
Notívago
25 de agosto de 2014 6:01 amDilma, essa gigante!
O terceito programa da Dilma no horário eleitoral gratuito deu mais Ibope do que o Jornal Nacional. Para quem não o assistiu ainda, eis a oportunidade: http://youtu.be/TivRBpeaOhs
Ou https://www.youtube.com/watch?v=TivRBpeaOhs
Adir Tavares
25 de agosto de 2014 10:27 amJORNAIS TENTAM MANTER A CABEÇA FORA D´ÁGUA
por Coleguinhas uni-vos!
A experiente, embora ainda jovem, repórter dá um suspiro, depois de passar vários minutos digitando no laptop, após a coletiva. “Entrou no impresso!”, diz, mais relaxada, o que deixa seu rosto, já atraente, mais bonito. Passados alguns momentos, porém, ele volta a demonstrar tensão. “E agora, o que vou escrever para o on line?”, pergunta-se em voz alta.
É uma dúvida comum essa, mas que, na visão de um grupo de oito jornalistas do New York Times, selecionados pessoalmente pelo dono, Arthur O. Sulzberger Jr, é também um modo de pensar que precisa ser aposentado imediatamente. A missão do time, liderado pelo próprio filho de Sulzberger Jr e editor de Metro (Cidade), Arthur Gregg Sulzberger, chegou a essa conclusão após seis meses repensando completamente o centenário diário da Grande Maçã, com o objetivo de fazê-lo sobreviver ao tsunami digital em que estamos mergulhados e, ainda por cima, surfar sobre ele.
O resultado foi o The New York Times Innovation Report, um relatório de 96 páginas, datado de 24 de março passado e que era para ser lido apenas pelos altos executivos (com um resumo comunicado aos empregados), mas a demissão da editora-chefe Jill Abramson, no cargo desde 2011, e sua substituição por Dean Baquet (aqui ), deve ter deixado sequelas e o relatório vazou em meados de maio, pouco antes do pé-na-bunda de Jill.
Se é possível sintetizar as conclusões de um relatório tão profundo, produzido por tanto tempo e baseado em centenas de entrevistas com coleguinhas da redação do NYT e concorrentes tradicionais e novos, essa síntese estaria no s parágrafos abaixo, que fazem parte do terceiro capítulo (“Strenghtening our newsroom”):
In the coming years, The New York Times needs to accelerate its transition from a newspaper that also produces a rich and impressive digital report to a digital publication that also produces a rich and impressive newspaper. This is not a matter of semantics. It is a critical, difficult and, at times, painful transformation that will require us to rethink much of what we do every day.
Our leaders know this and we have taken steps in these directions. But it has become increasingly clear that we are not moving with enough urgency.
Depois de ler o documento – não é tão complicado, já que eu, com meu inglês “the-book-is-on-the-table”, o consegui sem grandes problemas -, você pode achá-lo o máximo (como o Niemam Journalism Lab, de Harvard) ou um desastre (como o Politico.com), mas não poderá negar que é um trabalho de fôlego e absolutamente necessário para um jornal que realmente se preocupa com o futuro de seu negócio.
Essa, porém, não parece ser a opinião da Associação Nacional dos Jornais (ANJ). Em congresso realizado semana passada, os patrões definiram quais são suas estratégias para encarar o vagalhão cujas primeiras ondas já chegam às praias de Pindorama: concentrar informações da audiência de cada jornal, perfil dos leitores, formatos básicos, tabela comercial e o contato direto para a publicação e facilitar a compra de mídia. E também fornecer uma rede de sites dos jornais para vender alguns espaços publicitários de forma unificada. É como se os caras tivessem lido uma tradução ruim do relatório do NYT…
Mas, otimista como sempre, ainda tenho esperança de que nem tudo esteja perdido. Nos dias 15 e 16 de novembro, em São Paulo, a revista de João Moreira Salles promoverá o Festival Piauí de Jornalismo, cuja pergunta básica é “Onde isso vai parar?” . Foi no blog do evento – assinado pela jovem e competente Luiza Miguez – que descobri a dica para a análise do Nieman Lab sobre o documento do NYT e, nele, o relatório completo, que segueaqui (atenção, não pode ser impresso– tem que ser lido em digital, mas dá para fazê-lo pelo tablet, baixando o app do Scribd, ou em pdf Alto Conselheiro fez a gentileza de baixar o pdf para facilitar a vida de todos).
Aliás, no mesmo blog, já se pode ler (aqui) uma primeira consequência do Innovation Report (e da queda de Jill Abramson), o qual defende, explicitamente, a abertura de buracos no muro que afasta a redação do “business side”, sempre encarada como tão necessária quanto a da Igreja do Estado, seguindo aos passos do seu mais notório concorrente tradicional, o Washinbgton Post (aqui), mas, por enquanto, só no on line. Como se pode ver nessa matéria, a “publicidade nativa” é um passo adiante dos nossos conhecidos “publieditoriais”, por ser, em teoria, matérias verdadeiras, só que pautadas para buscar anunciantes. O próximo passo, como teme John Oliver no vídeo que consta da matéria da Luiza, é tornar evanescente – para dizer o mínimo – o que é matéria real do que é anúncio. E aí sim, será decretada, de vez, a morte do jornalismo como conhecemos há pouco mais de 100 anos.
http://coleguinhas.wordpress.com/
IV AVATAR
25 de agosto de 2014 10:49 amA bizarra entrevista do comunista Flávio Dino na TV dos Sarney
[video:https://www.youtube.com/watch?v=hausWXgJk1I#t=525%5D
;
Autor: Renato Rovai, na Forum
Você pode achar que já viu de tudo na vida em disputas eleitorais, mas sempre é possível encontrar alguma bizarrice a mais que merece entrar no rol das top 10. Acabo de assistir a entrevista com o candidato a governador do Maranhão Flávio Dino (PCdoB), na TV Mirante, da família Sarney.
Flávio Dino tinha 6 minutos e meio de entrevista para discutir seu programa de governo, mas os apresentadores fizeram-no explicar o estatuto do Partido Comunista do Brasil. Mas não contentes só com isso, também quiseram saber como ele iria implantar a ditadura comunista no Maranhão. E a gente achando que já tinha visto tudo. E pensando que o PitBonner era o pior dos mundos..
http://www.revistaforum.com.br/blogdorovai/2014/08/23/bizarra-entrevista-comunista-flavio-dino-na-tv-dos-sarney/
MiriamL
25 de agosto de 2014 10:55 amMarina e a UDN, 60 anos
Marina e a UDN, 60 anos depois
publicada domingo, 24/08/2014 às 21:54 e atualizada domingo, 24/08/2014 às 22:03
A UDN – que levou Vargas ao suicídio, que derrubou Jango em 64 e que há 12 anos tenta encurralar Lula e o PT – é capaz de embarcar em qualquer aventura. A pergunta é: a democracia brasileira, pela terceira vez, fará esse mergulho no desconhecido em 2014?
por Rodrigo Vianna
Se Aécio minguar, o ponto de interrogação vira exclamação: “o jeito é Marina!”
A velha UDN tinha uma estranha fixação por militares. Os candidatos presidenciais udenistas – derrotados por Dutra (1945), Vargas (1950) e Juscelino (1955) – eram sujeitos que vestiam farda: Juarez Távora e Brigadeiro Eduardo Gomes.
Com um discurso moralista, os udenistas (civis ou fardados) colhiam a insatisfação das classes médias urbanas que detestavam as políticas sociais do trabalhismo. Algo parecido com o discurso do atual bloco demo-tucano (que chama Bolsa-Família de “bolsa-esmola”).
A UDN era ruim de voto. Mas boa na agitação golpista: no dia 24 de agosto de 1954, há exatos 60 anos, Carlos Lacerda (principal agitador udenista) e seus aliados militares encurralaram o trabalhismo – levando Vargas ao suicídio.
A UDN seguiu perdendo eleição, até que em 1960 resolveu buscar um candidato “de fora”. Janio Quadros – líder hstriônico, que passava a imagem de não se render aos “conchavos” políticos – finalmente levou a UDN ao poder. ”O jeito é Janio”: foi o slogan de campanha. Mas Janio não era um autêntico udenista. O governo dele foi uma crise só. Janio renunciou antes de completar um ano no poder.
Em 1989, para impedir a vitória do monstro “Brizula” (Brizola e Lula eram favoritos, diante da crise do governo Sarney), a Globo fez o papel de UDN e escolheu Collor. Caçador de marajás, inimigo de “tudo que está aí”, Collor ganhou. Mas caiu 3 anos depois.
A UDN e o fantasma trabalhista
Em 2014, os conservadores parecem dispostos a embarcar em nova aventura. Depois de 3 derrotas consecutivas, o bloco demo-tucano está dividido. Os setores mais orgânicos insistem com Aécio Neves. Mas parte da mídia, dos bancos e da classe média aceita qualquer nome que seja capaz de derrotar o PT.
Está claro que os “neo-udenistas” legítimos (FHC, Serra, Aécio) não conseguirão derrotar o lulismo no voto. O destino apresentou à UDN um nome “de fora”. Marina Silva, certamente, não é Janio. Não é Collor. Tem uma trajetória respeitável. Mas sua candidatura já foi capturada pelos setores conservadores: economistas neoliberais e a banqueira Neca Setúbal comandam a tropa.
Aliada ao PSDB e ao DEM, a velha mídia resiste em embarcar no marinismo. Mas em uma ou duas semanas, o jogo estará jogado. Se Aécio minguar para 15%, e Marina passar dos 25%, a velha UDN dará mais um salto no desconhecido.
Por enquanto, as revistas semanais trazem o nome de Marina Silva associado a um ponto de interrogação. Nos bastidores, inicia-se um balé de cobranças e concessões. Marina precisa mostrar-se confiável para o mercadismo (que desconfia da “estatista” Dilma). Em duas semanas, o ponto de interrogação pode virar exclamação: Marina é o jeito, contra “tudo que está aí”!
Sem partido, avessa aos “conchavos”, Marina Silva é uma política profissional que finge detestar a política. Igualzinho a Janio e Collor – ilusionistas do voto.
Pesquisas internas mostram que Aécio se esfacela. O mineiro tenta reagir: conta com os aliados midiáticos, para desconstruir Marina. Dossiês e denúncias saem das gavetas. Mas Abril e Globo talvez não queiram queimar Marina – único Plano B, para derrotar Dilma.
Marina tem uma avenida livre pela frente: PSDB em crise, Aécio perdido entre um discurso oposicionista e as promessas de manter o Bolsa Família (uai, a turma que vota nos tucanos não diz que aquilo é ”bolsa esmola”?), mídia desesperada por derrotar o lulismo..
Se eu pudesse arriscar um palpite, diria que a máquina midiática aliada do tucanato não vai ajudar o candidato do PSDB. Aécio vai minguar, e pode perder até o governo de Minas para o PT.
Misto de líder messiânica da “nova política” e parceira confiável dos bancos, Marina vira favorita. Só Lula será capaz de barrá-la. E talvez nem ele.
Lula talvez precise se guardar para construir alternativas mais à frente. Um eventual governo Marina, não tenho dúvidas, terá o mesmo padrão de instabilidade que marcou Janio e Collor.
A UDN – que levou Vargas ao suicídio, que derrubou Jango em 64 e que há 12 anos tenta encurralar Lula e o PT – é capaz de embarcar em qualquer aventura. Isso já sabemos. Mas a pergunta é: a democracia brasileira, pela terceira vez, fará esse mergulho no desconhecido em 2014?
http://www.revistaforum.com.br/rodrigovianna/palavra-minha/marina-e-a-udn-60-anos-depois.html#more-32482
nilo
25 de agosto de 2014 11:21 amExcelente.
Excelente.
IV AVATAR
25 de agosto de 2014 11:18 am.
IV AVATAR
25 de agosto de 2014 11:19 am.
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25 de agosto de 2014 11:21 am.
IV AVATAR
25 de agosto de 2014 11:24 am.
IV AVATAR
25 de agosto de 2014 11:28 amAumenta a audiência da Globo: Graças ao horário eleitoral
Parece que o programa eleitoral na TV vai quebrar o cercadinho da grande imprensa que, como sabemos, instalou a PTfobia neste pais.,,,Parece que o programa eleitoral na TV vai quebrar o cercadinho da mídia cuja função foi instalar a PTfobia neste pais para emplacar os semvoto
IV AVATAR
25 de agosto de 2014 11:36 am.
Allan Patrick
25 de agosto de 2014 11:43 amBrasil é o país que mais reduziu desmatamento e emissões de CO2
http://www.hugomanso1366.com.br/brasil-e-exemplo-mundial-na-reducao-do-desmatamento/
Brasil é o país que mais reduziu desmatamento e emissões de CO2
Um relatório divulgado hoje (5) na reunião da Organização das Nações Unidas (ONU) sobre mudanças climáticas, destacou o Brasil como exemplo de sucesso na redução do desmatamento e das emissões de gases de efeito estufa. Produzido pela Union of Concerned Scientists (UCS), com sede nos Estados Unidos, o documento intitulado Histórias de Sucesso no Âmbito do Desmatamento: Nações Tropicais Onde as Políticas de Proteção e Reflorestamento Deram Resultado traz um capítulo dedicado ao Brasil, apresentado como o país que fez as maiores reduções no desmatamento e nas emissões em todo o mundo. Dezesseis países da África, América Latina e Ásia também são citados como exemplos de sucesso na proteção às florestas. O relatório indica que o governo brasileiro reduziu o desmatamento na Amazônia, a maior floresta tropical do mundo, por meio da criação de áreas de proteção ambiental a partir da segunda metade da década de 1990, com grande intensificação neste século, e as moratórias acordadas com empresas privadas sobre a compra de soja e carne de áreas desmatadas. “As mudanças na Amazônia brasileira na década passada e a sua contribuição para atrasar o aquecimento global não têm precedentes”, diz o documento. De acordo com o principal autor do trabalho, Doug Boucher, o caso brasileiro mostra que o desenvolvimento econômico não é prejudicado pela redução do desmatamento. “Por exemplo, as indústrias de soja e de carne bovina no Brasil prosperaram apesar das moratórias evitando o desmatamento”. O relatório avalia que a derrubada da floresta, “vista no século 20 como algo necessário para o desenvolvimento e uma reflexão do direito do Brasil de controlar seu território, passou a ser vista como uma destruição de recursos devastadora e exploradora daquilo que constituía o patrimônio de todos os brasileiros”. O estudo destaca o papel desempenhado pelas reservas indígenas na conservação da Floresta Amazônica, iniciativas estaduais e a ação de promotores públicos de Justiça, “um braço independente do governo, separado do Poder Executivo e Legislativo, e com poderes para processar os responsáveis pela violação da lei”. Também é citado o apoio internacional, como o acordo celebrado com a Noruega, que já repassou US$ 670 milhões em compensação pelas reduções das emissões. O documento é considerado de natureza não apenas financeira, mas também política e simbólica, mostrando o compromisso em apoiar os esforços dos países tropicais. Em relação ao futuro, no entanto, o relatório informa que duas mudanças em 2013 levantaram dúvidas sobre a continuidade do sucesso do país na área climática: as emendas ao Código Florestal Brasileiro que anistiam desmatamentos anteriores e o aumento de 28% na taxa de desmatamento entre 2012-2013 na comparação com o período 2011-2012. A avaliação do documento é que ainda é muito cedo para prever se este crescimento será uma tendência, mas ressalta que, embora o desmatamento tenha aumentado 28% no ano passado, em relação a 2012, ele foi 9% menor ao registrado em 2011 e 70% inferior à media entre 1996 e 2005. “O Brasil inscreveu seu plano para reduzir o desmatamento em 80% em 2020 na lei nacional, mas para que haja um progresso continuado será necessário redobrar os esforços para reduzir as emissões” afirma o documento. “Nesse meio tempo, a redução do desmatamento da Amazônia já trouxe uma grande contribuição no combate à mudança climática, mais do que qualquer outro país na Terra”, finaliza.
lucascosta
25 de agosto de 2014 12:28 pmNo fim do texto, a pérola: o
No fim do texto, a pérola: o candidato alega contar com alguma espécie de apoio dos comentaristas da revista VEJA Reinaldo Azevedo e Rodrigo Constantino. Está bem a VEJA: Candidato do PSDB quer kit macho em escola e chama PT de “partido do demo” – UOL
O advogado Matheus Sathler, candidato do PSDB (Partido da Social Democracia Brasileira) pelo Distrito Federal a uma vaga na Câmara dos Deputados, tem chamado a atenção e se tornado alvo de polêmica em Brasília e nas redes sociais.
Os motivos são suas bandeiras, plataformas eleitorais, atos e promessas de campanha. Entre suas propostas caso seja eleito, está a luta pela criação do que ele chama de “Kit Macho” e Kit Fêmea”, que seriam cartilhas para serem distribuídas nas escolas para “ensinar homem a gostar de mulher e mulher a gostar de homem”.
De acordo com o candidato, o kit serviria para neutralizar as ações que são desenvolvidas pelo programa federal “Brasil Sem Homofobia”, que estaria ensinando o homossexualismo às crianças brasileiras.
Em entrevista ao UOL, Sathler disse que não gostaria que fosse feita uma reportagem com foco apenas na proposta dos kits macho e fêmea, já que possui uma série de propostas e ideias inovadoras para “livrar a família brasileira de sua total destruição, como vem tentando fazer o PT (Partido dos Trabalhadores), que é o partido de Satanás”. O candidato fez também uma denúncia, a de que existiria um “propinoduto gay” dentro do governo federal.
Após a entrevista com candidato tucano, a reportagem do UOL entrou em contato com o diretório do PSDB do Distrito Federal, para conhecer o posicionamento do partido em relação às ideias de Matheus Sathler.
Leia, abaixo, o que diz Eduardo Jorge Caldas Pereira, presidente do PSDB-DF, sobre o assunto, e, depois, os principais trechos da entrevista com o candidato.
UOL – O partido concorda com os posicionamentos do candidato Matheus Sathler?
Eduardo Jorge Caldas Pereira – O partido não concorda e já expressou isso diretamente a ele.
UOL – O que o partido pensa sobre a proposta de criação do “kit macho” e do “kit fêmea”?
E.J.C.P. – O partido é radicalmente contra essa ideia.
UOL – Se o partido é contrário aos entendimentos do candidato, qual é a lógica em mantê-lo entre seus quadros e de promover a sua candidatura?
E.J.C.P. – Um partido politico não precisa concordar com todas as crenças de todos os seus filiados. O que deve ser exigido é o cumprimento do programa partidário. O candidato, ao pleitear a vaga, se comprometeu a seguir o programa do PSDB. Quando esse assunto foi ventilado pela primeira vez – já depois de escolhido como candidato – e ele manifestou sua opinião, foi chamado pelo presidente do partido e se comprometeu a seguir a orientação partidária. O partido não dará guarida à posição do candidato.
Entrevista com o candidato a deputado federal Matheus Sathler (PSDB-DF)
UOL – O senhor registrou em cartório o compromisso de doar 50% de seu salário como deputado, caso seja eleito, a entidades que tratam crianças que são vítimas de pedofilia homossexual. Há entidades assim específicas?
Matheus Sathler – Veja, eu não gostaria que a matéria ficasse restrita a este foco. Antes, gostaria de dizer que desde o ano de 2008 eu venho denunciando a existência de uma máfia gay dentro do governo federal, que vem desviando recursos públicos da área da Saúde para militantes LGBT (sigla para Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transgêneros).
UOL – De que forma são feitos esses desvios?
M.S. – Por meio do Programa Nacional de DST/Aids, que é controlado por militantes gays. Eles utilizam dinheiro público para participar de congressos internacionais onde homens fazem sexo com homens. O governo envia gente para essas excursões gays sob a justificativa de que são congressos de combate à Aids, fazendo a farra com o dinheiro público. Desde 2011, eu denuncio também o desvio de dinheiro público para ONGs gays, através de convênios geridos pelo CNCD/LGBT (Conselho Nacional de Combate a Discriminação e Promoção dos Direitos de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais).
UOL – Mas qual é a ilegalidade existente nesses convênios?
M.S. – Eles são criados de uma forma ilícita, abrigando somente entidades LGBT, não abrindo participação para as pessoas de bem. Então, foi criado esse propinoduto… espere, vamos ver, vamos dar um nome forte, para pegar o nome mesmo… (pausa) propinoduto LGBT.
UOL – Recentemente, o senhor também foi à polícia denunciar que estava recebendo ameaças e xingamentos em virtude de suas opiniões…
M.S. – Sim, ameaças de morte! Estou denunciando há uma semana. Eles (homossexuais) são os mais intolerantes. O pastor Silas Malafaia (líder do ministério Vitória em Cristo, ligado à Assembleia de Deus) falou recentemente disso que eu também estou sofrendo, essa perseguição do povo gay, via aparelhos do Estado criados para perseguir, contrariar a liberdade de expressão e usar os idiotas úteis para acabar com a espiritualidade e com a família.
UOL – Como se dá essa perseguição?
M.S. – Eles praticam fanatismo, demonizam o PSDB e outros partidos, é parecido com o discurso e os métodos de Adolf Hitler. Criaram um inimigo comum, tentam controlar as palavras. Já não se pode mais falar “homossexualismo”, agora é “homossexualidade”. Não pode dizer “dupla de homens”, é um “casal”. Presidente tem que ser presidenta. Tentam controlar a fala da população, isso é um método ligado ao comunismo histórico, ao stalinismo, e Hitler era nacional-socialista, não era de extrema direita, isso é mentira, ele tinha acordo com a União Soviética, que depois foi quebrado por interesses, não por ideologia. O nome do partido nazista era nacional-socialista.
UOL – Agora podemos voltar ao assunto da sua promessa registrada em cartório de doar metade de seu salário a entidades que cuidam de crianças que são vítimas de pedofilia gay?
M.S. – É um compromisso ao qual eu chamo atenção pela causa altruísta. Eu vou dar o dinheiro para creches, instituições cristãs que já ajudam na recuperação de crianças vítimas de pedofilia, qualquer tipo de pedofilia. Mas eu quero ajudar especificamente as vítimas de pedófilos gays, potencializar o uso da doação nesse sentido. O dinheiro é meu, eu tenho direito. Não podem querer controlar até o que eu faço com o meu dinheiro.
UOL – Entre as suas bandeiras está também a criação dos chamados “kit macho” e “kit fêmea”. Pode explicar do que se trata?
M.S. – Esse programa já está bem explicado em minha página na internet e em vídeos que coloquei no Youtube. O “kit macho” é para educar o menino a ser fiel à esposa, não ser violento, ser o líder da casa, não abandonar o lar, não ser apegado a bebidas e drogas, e, principalmente, a gostar somente de mulher.
UOL – E o “kit fêmea”?
M.S. – O “kit fêmea” é para instruir a mulher a ser feminina, dócil, boa dona de casa, boa mãe, apegada aos filhos e apegada ao marido.
UOL – O senhor é contra a mulher trabalhar fora de casa?
M.S. – Não, não. Não sou contra a mulher trabalhar fora, mas não posso falar da família dos outros. Na minha casa, a minha esposa abriu mão da sua carreira em nome de tomar conta do lar. Eu sustento minha esposa e ela me sustenta no auxílio que eu preciso. Porque o problema social da família está ligado à estrutura familiar, porque o PT quer destruir a família.
UOL – O PT tem por objetivo destruir a família?
M.S. – Mas sem a menor dúvida! O PT é o partido de Satanás, pode escrever assim mesmo, para dar uma chamada meio forte. Você pode colocar que eu represento a ala mais ortodoxa no sentido liberal-econômico no PSDB. Que eu defendo a extinção do termo superávit primário, para defendermos um superávit nominal, com o pagamento total das dívida interna e externa, e não só dos juros da dívida. Diferentemente do PT e do Lula, que defendem o calote da dívida interna e externa. Eles são caloteiros, nós não somos caloteiros.
UOL – Quais outras teses o senhor defende para que se diga que o senhor é da ala mais ortodoxa do partido?
M.S. – Defendo a redução da carga tributária, tenho um plano de redução da carga na medida de um ponto percentual do PIB por ano, durante 30 anos, até que tenhamos uma das menores cargas tributárias do mundo. Proponho também uma privatização cooperativista do SUS (Sistema Único de Saúde) e do sistema educacional. Ou seja, os professores vão tomar a frente da educação pública. No começo, vai haver repasse de verbas para as cooperativas, o que vai ser reduzido gradualmente na medida que a carga tributária for sendo reduzida e eles puderem conduzir seus negócios por conta própria.
Também defendo a substituição do Bolsa-Família pelo Bolsa-Empresário, onde quem recebe o benefício atual poderá trocá-lo por acesso a microcrédito, cursos de empreendedorismo etc. Assim, todos poderão andar pelas próprias pernas, e não mais depender do Estado. Assim, se uma mulher que recebe o Bolsa-Família terá condição de montar o seu ateliê, seu salão de manicure, ou o que ela quiser, é o livre-empreendedorismo.
UOL – O senhor partilha dessas ideias com algum grupo político ou pessoas com posicionamentos semelhantes? Há peças de sua campanha ao lado do deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ)…
M.S. – Minha relação é muito boa com o Pastor Silas Malafaia, com o deputado Pastor Marcos Feliciano (PSC-SP) e com o Padre Paulo Ricardo (da ala conservadora da Igreja Católica). Também têm entrado em contato comigo o Reinaldo Azevedo e o Rodrigo Constantino (ambos colunistas e blogueiros da revista Veja). Nós, os liberais-conservadores, temos nos articulado, sim.
Cláudio José
25 de agosto de 2014 12:42 pmPROJETO: O MEU AMIGO EX-MORADOR DE RUA
Rio de Janeiro, 25 de agosto de 2014 PROJETO: O MEU AMIGO EX- MORADOR DE RUA Caros amigos (as) gosto de ajudar, quem precisa de ajuda, não tenho muitos recursos, mas temos muitos candidatos para deputados e senadores prometendo muitas coisas para o povo, inclusive emprego. Por isso gostaria de sugerir um projeto, O MEU AMIGO EX- MORADOR DE RUA, onde se cada candidato para deputado ou senador adotar um morador de rua, tirar ele dessa humilhante situação, nós vamos melhorar e salvar a vida de muita gente. Amigos (as) não custa nada sonhar com um mundo melhor, mais justo, solidário e do bem para o pobre povo brasileiro. Atenciosamente:
Cláudio José, um amigo do povo e da paz.
IV AVATAR
25 de agosto de 2014 12:46 pm6 dos candidatos rivais da Dilma são ex-petistas
Que filharada essa do Lula
http://eleicoes.uol.com.br/2014/noticias/2014/08/23/com-marina-6-dos-10-rivais-da-neopetista-dilma-ja-foram-militantes-do-pt.htm
Gão
26 de agosto de 2014 1:43 amQual dos 6 será a verdadeira esquerda ?
Qual conserva a tal inocência perdida do pt original ?
Tem um clichê de filme em que um sujeito se depara com vários clones ou imagens da mesma criatura e tem que descobrir qual o original.
É esta cena que o eleitor sonhático tem que encarar e nem sonha que só a matriz que atende pelo número 13 é mais que quimera, pelo menos 5(vou tirar a marina setúbal) dos concorrentes são muito iguais, o discurso não muda, se fossem sérios formariam uma coligação entre eles e tinham ao menos algum tempo aproveitável de TV, irão argumentar que querem manter a pureza, mas não são todos puros ? qual deles não é ? eles fogem de qualquer oportunidade de ser uma opção viável, estão lá dividindo a esquerda para a direita conquistar.
Maria Carvalho
26 de agosto de 2014 2:53 amPrezado IV AVATAR
Esses filhos tentam seguir o exemplo do pai vitorioso!
IV AVATAR
25 de agosto de 2014 12:49 pmEssa Neca com carinha de pobre
Pra quem só anda vendo cara de pobre em Marina, segue aí a entrevista com a Neca do Itaú, que é a cara dessa pobreza.
Coordenadora do programa de governo de Marina Silva, herdeira do Itaú nega conflito ético
http://tvuol.uol.com.br/video/neca-setubal-ser-acionista-do-itau-nao-produz-conflito-de-interesses147-04024E193972D8895326
Jussara Lourenço
26 de agosto de 2014 3:24 amE o pior, Avatar, é que ela
E o pior, Avatar, é que ela nega o conflito citando exemplos da época da ditadura e dizendo: isso era conflito, era uma outra época…
Realmente, era outra época, onde os militares e empresários eram extremamente ligados e trabalhavam juntos.
Às vezes sinto-me uma ET quando ouço essas coisas…
IV AVATAR
25 de agosto de 2014 12:53 pmPastor Everaldo agride William Bonner com um PUM
Seria o pum uma resposta ao PUM – Partido Unico da Midia
[video:https://www.youtube.com/watch?v=v1081liGDw4%5D
ML Maria Luisa
25 de agosto de 2014 12:59 pmSenha rejeitada
Bom dia, equipe GGN. Não sei porquê, depois de tantos anos, pela primeira vez minha senha não foi aceita, quando tentei fazer o login. Qual seria o problema ? Não troquei de senha… Bom, pedi para enviar para meu email e vou tentar colocar outra senha… Sei la, coisa de hacker ?
Maria Luisa
25 de agosto de 2014 1:19 pmc’est bon 🙂
Consegui ajeitar a senha!!!!!!
IV AVATAR
25 de agosto de 2014 1:30 pmGianetti defende o ensino pago nas universidades
Em palestra em Campinas, no evento “A economia Brasileira: Desafios ao seu crescimento, Eduardo Giannetti, um dos gurus de Marina Silva para a economia, defende o ensino pago nas universidade públicas, pelo menos para os estudantes que podem pagar e, segundo ele, os que fizeram nível médio em escola particular, podem pagar ensino universitário. Diante disso, fiz uma pesquisa para saber quem seria atingido com esta medida e achei um artigo que me responde a dúvida, eeste artigo de Wladimir Saflate, embora não seja uma resposta à Giannetti, é interessante. Como exemplo, ele diz que uma familia que ganha 10 reais por mês teria que escolher, dentre os filhos, um deles para ingressar na universidade, como ocorre no Chilehttp://www1.folha.uol.com.br/colunas/vladimirsafatle/2014/06/1471575-pagando-a-conta.shtml
Cyro
25 de agosto de 2014 6:17 pmpergunta
IV Avatar, não estou achando a palestra em que ele diz que ele defende o ensino pago nas universidades. Você pode passar o link?
Cyro
25 de agosto de 2014 6:35 pmAchei
Achei algo aqui, não desta palestra mas em uma tese da USP.
http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8132/tde-11122012-103750/publico/2012_WilsonMesquitaDeAlmeida.pdf
Free Walker
25 de agosto de 2014 2:51 pmA Bossa sempre Nova de Luiz Henrique Rosa.
Cantor, compositor, violonista e arranjador catarinense. Fez muito sucesso nos EUA entre 1966 e 1971. Faleceu em 1985, na cidade que amava, Florianópolis.Luiz Henrique Rosa nasceu em 25 de novembro de 1938, na cidade de Tubarão, no sul do estado de Santa Catarina. Filho primogênito do casal Raulino e Alice Rosa, ganhou mais tarde outras sete irmãs. Ainda pequeno, viveu em Lages e São José, onde conheceu seu companheiro inseparável por toda a vida: o violão.Aos 11 anos veio com a família para Florianópolis, lugar que adotou desde o início e homenageou até as últimas canções. “Foi amor à primeira vista”, costumava dizer, como relata o escritor, jornalista e amigo de Luiz Henrique, Raul Caldas Filho. Conta-se por aqui, que Luiz Henrique foi o primeiro a se designar “manezinho da Ilha” com orgulho. Até então, a denominação dada aos nativos era considerada pejorativa. A Música, desde o início, foi a sua principal forma de expressão. Mas não a única. Luiz Henrique também tinha grande vocação para o desenho. Aos vinte anos, Luiz Henrique começou a trabalhar na rádio Diário da Manhã, na época uma das melhores do sul do país. Depois de um tempo, já tinha seu próprio programa na emissora, onde tocava suas composições e os sucessos da época, como Pat Boone, Nat King Cole, Elvis Presley, Billy Eckstine, entre outros. Seu estilo ritimista já antecipava a “bossa nova”, que dava os primeiros passos no Rio de Janeiro com Tom Jobim e João Gilberto. Antes de compor as estimadas 200 canções, Luiz Henrique também tocou em festas, bares e bailes.Em 1960, o pianista gaúcho Norberto Baldauf convidou-o a fazer parte do seu conjunto, do qual também fora integrante a consagrada Elis Regina, antes de
Sua fanpage no facebook https://www.facebook.com/musicoluizhenrique?fref=ts Luiz Henrique e Walter Wanderley
despontar para o estrelato. Com este grupo, o cantor excursionou por todo o sul brasileiro, por cerca de um ano.
Em 1961, mudou-se para o Rio de Janeiro, onde se apresentou em diversos nightclubs, no célebre Beco das Garrafas, em Copacabana, e onde também gravou seu primeiro disco. Um compacto com duas músicas: Garota da rua da praia e Se o amor é isso, composições em parceria com Claudio Alvim Barbosa (Zininho), o poeta e autor do Rancho de Amor à Ilha. Em 1963, quando gravou seu primeiro Lp, A Bossa Moderna de Luiz Henrique, conquistou as paradas de sucesso em todo o país com as canções: Sambou, sambou; No balanço do mar e Vou andar por aí.
Em 1965, no auge da bossa nova no Brasil, Luiz Henrique parte para os Estados Unidos, na onda dos brasileiros que estavam fazendo a vida por lá. Em Nova York, conviveu com grandes músicos norte-americanos como Stan Getz, Oscar Brown Jr., Billy Butterfield, Bobby Hacket, entre outros. E com muitos brasileiros comoSivuca, Hermeto Pascoal,Walter Wanderley, João Gilberto, Airto Moreira. Com estes grandes nomes, Luiz Henrique compôs e gravou muitas músicas, em diversos LPs. Foi também durante este período no exterior que conheceu a atriz e cantora Liza Minelli. A forte amizade entre os dois trouxe a estrela para Florianópolis no carnaval de 1979, a
convite de Luiz Henrique. O músico permaneceu nos EUA até 1971, quando então voltou à sua amada Ilha.
Em 1976, lançou seu último LP Mestiço, com faixas gravadas no Rio de Janeiro e em Hollywood.
Em 9 de julho de 1985, ano em que completaria 25 anos de carreira artística, Luiz Henrique morre num brutal acidente automobilístico, aos 46 anos. Como ele próprio dizia: ‘a vida é mesmo assim pode estar no começo e estar chegando ao fim’.
https://www.youtube.com/watch?v=FmdwF0Kiye4&list=PLFK9VwnO3i-GCq0aFYpORYkFDNzp7M_L&index=1 Luiz Henrique e Oscar Brown Jr
https://www.youtube.com/watch?v=XYXuZw-5FDQ&index=14&list=PLFK9VwnO3i-HH7iBvU3-h7GC2jNk7bZL_ Varios videos com Luiz Henrique…https://www.youtube.com/watch?v=_XI8cYEtKJs&list=PLFK9VwnO3i-HH7iBvU3-h7GC2jNk7bZL_
Cláudio José
25 de agosto de 2014 3:37 pmBOA NOTÍCIA
Carioca terá alimento mais saudável e barato na mesa
Com investimento em produtos orgânicos na Ceasa, agricultores esperam baixar preços em 10%. Levantamento aponta que 80% das empresas são familiares
HELIO ALMEIDA
Rio – O Rio terá seu primeiro mercado de alimentos orgânicos, aqueles cultivados sem produtos químicos, como as hortaliças que já são encontradas nos supermercados. A iniciativa pretende incentivar o segmento e tornar o produto, no mínimo, 10% mais barato. A proposta faz parte da modernização da Central de Abastecimento do Rio (Ceasa), em Irajá. De acordo com um levantamento inédito, 80% da produção vendida no local são de empresas familiares.
O Pavilhão Orgânico será montado em uma área de 348 metros quadrados. As etapas para instalação do centro orgânico foram discutidas no último dia 15 de julho entre técnicos da Ceasa, integrantes da Comissão da Produção Orgânica do Rio (CPOrg) e de associações ligadas ao setor. A inauguração do espaço deve acontecer até o fim deste ano.
“Nós queremos fazer um grande mercado atacadista com esses alimentos para baixar os preços dos produtos”, adianta o coordenador do escritório Zona Norte do Sebrae, Leandro Marinho.
Segundo o consultor, a demanda do produto orgânico é grande, mas a ausência de mais estímulos faz o alimento ter preço elevado.
“Na Zona Norte, por exemplo, não há referências de estabelecimentos de produtos orgânicos, apesar de haver público consumidor”, esclarece o coordenador. Os produtos orgânicos são mais caros do que os convencionais em função do maior trabalho com os alimentos, explica a presidenta da União das Associações e Cooperativas de Pequenos Produtores Rurais do Estado do Rio de Janeiro (Unacoop), Maria Helena Timóteo dos Santos.
“O cultivo do produto orgânico precisa de um cuidado especial, como um filho recém-nascido”, compara. “Se o segmento for incentivado, acredito que, de início, o preço pode ficar 10% mais baixo em comparação ao preço atual”, afirma. “Se o consumidor final for até a Ceasa, o desconto pode ser maior, porque não há o preço do frete”, acrescenta.
Segundo dados do programa de Assistência Técnica e Extensão Rural, o estado tem 20 mil produtores com a Declaração de Aptidão ao Pronaf, que dá ao agricultor familiar o acesso à políticas públicas de incentivo. Desse total, dois mil têm potencial para o sistema orgânico. Isso significa que 10% dos agricultores podem migrar para modalidade alternativa.
Para investir em negócios de orgânicos, as empresas se mostram preparadas juridicamente. Segundo levantamento do Sebrae feito em junho, 98% das microempresas são formalizadas e 99,2% das de pequeno porte estão na mesma situação. Por outro lado, a maioria dos empreendedores individuais (60%) é informal. “Temos a possibilidade de formalizar todos. Também queremos regularizar os trabalhadores que encaixotam os produtos e os carregadores, além do entorno do mercado”, diz Marinho.
A maioria das empresas atende até 500 clientes por dia e 23% chegam a mais de mil. Diariamente, 47% comercializam até R$ 5 mil, e 20% superam R$ 20 mil em suas vendas diárias. Em um levantamento mensal, 19,3% superam R$ 500 mil em suas vendas e 9,7% ultrapassam R$ 1 milhão. A média de funcionários formais que trabalham na Ceasa é de 15 trabalhadores, e a de informais é de 3. Contudo, 61,1% das empresas não têm interesse em ampliar o número de pessoal.
Produtos frescos o ano todo
Outro ganho em prol da agricultura foi a recuperação do Pavilhão 30, que vai destinar 80% do espaço para o fomento da agricultura familiar, permitindo a comercialização gratuita para os produtores. Desde maio, a Ceasa assumiu diretamente o pavilhão, concedendo a facilidade para estimular as vendas.
Ainda pensando no agricultor familiar, a Ceasa inaugurou em abril deste ano, no mercado de Irajá, o Pavilhão de Produtos Sazonais. O espaço ocupará uma área de 1.710 metros quadrados e será usado para a venda de produtos de todo o Estado do Rio que estejam na safra.
A criação de um local específico para esse grupo era uma antiga reivindicação dos agricultores, que enfrentavam as dificuldades de vender sua produção sob sol e chuva. Os produtores comemoraram e já batizaram a área como “pavilhão da couve-flor”, por conta do produto que é vendido, praticamente, o ano todo.
Mas para esse sucesso, os pequenos receberam auxílio do Sebrae. Foi o que aconteceu com Azildo Pereira Genevy, produtor rural em Santo Antônio de Pádua, que já colhe frutos de uma boa safra. Antes, Azildo só plantava tomates e fazia uso indiscriminado de agrotóxicos em sua plantação. “Depois da orientação, passei a plantar hortaliças, legumes e frutas”, explica Azildo. “Minha renda aumentou e até ampliei minha casa (de quatro para nove cômodos). Agora quero comprar uma caminhonete”, planeja o produtor.
Restaurantes já compram orgânicos
Foi lançado no último sábado o programa Parceiro do Agricultor. A iniciativa do Instituto Maniva em parceria com o Sindicato de Bares e Restaurantes do Rio (SindRio) pretende incentivar a comercialização da produção agrícola orgânica no Rio. Apoiado pelo governo do estado e prefeitura, o projeto tem o objetivo de fortalecer o papel dos agricultores familiares que, muitas vezes, têm dificuldades de vender diretamente seus produtos nos centros urbanos.
“Este programa possui uma lógica reversa. O sistema atual é focado na oferta e não na demanda. Queremos agora estimular os restaurantes a participarem desta iniciativa”, explica a chef de cozinha Teresa Corção, fundadora do Maniva.
Agricultora orgânica familiar, Fátima Anselmo fornece seus produtos a vários restaurantes cariocas. “Acredito que este programa fortalecerá a agricultura familiar em todo o estado. Isso dará condições aos agricultores de vender seus produtos e de se manter no campo. Vendo para vários restaurantes da alta gastronomia no Rio de Janeiro”, conta Fátima. Segundo ela, o Circuito de Feiras Orgânicas tem sido fundamental para ajudar os produtores. “Estamos chegando diretamente ao consumidor”, diz.
Ricardo Souza
25 de agosto de 2014 4:16 pmGAZA – Desafio do balde de escombros
Jornalista parafraseia campanha do balde de gelo, sucesso na internet, mas diz que água é um bem raro e precioso na região
Um jornalista palestino está gerando repercussão na mídia árabe com uma versão alternativa do “desafio de balde de gelo”, que procura refletir a situação em Gaza.
Dia 22: Desafio do Gelo dá errado e deixa bombeiros feridos em universidade dos EUA
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Na versão palestina, ao invés de água gelada, o jornalista se ‘banha’ com um balde de escombros de ataques.
Em um vídeo postado no YouTube, Ayman Aloul aparece cercado por ruínas de prédios destruídos pelo recente conflito entre o Hamas e Israel, derramando um balde cheio de entulho sobre sua cabeça. Na gravação, ele diz usar os escombros porque a água é rara e preciosa em Gaza e não há eletricidade para congelá-la.
Usando a hashtag “#remainsbucket” (balde de destroços) no Twitter, ele pede às pessoas que façam o mesmo em demonstração de solidariedade com os palestinos.
O “desafio do balde de gelo”, ou Ice Bucket Challenge, é uma campanha para angariar fundos e chamar atenção para a esclerose lateral amiotrófica, que tornou-se viral na internet. A campanha pede que os usuários derramem um balde de água gelada sobre a cabeça, compartilhem o vídeo e desafiem outros amigos a cumprir o ritual.
Entenda: Saiba mais sobre o Desafio do Gelo no Brasil
Na Índia, uma jornalista criou o “desafio do balde de arroz”, no qual as pessoas são incentivadas a doar um balde do alimento aos que necessitam. A ideia foi rapidamente compartilhada pelas mídias sociais, mas não se sabe quantos baldes teriam sido doados.
http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/mundo-insolito/2014-08-25/morador-da-faixa-de-gaza-cria-desafio-do-balde-de-escombros-assista.html
El Cid
25 de agosto de 2014 5:24 pmPATRUS ANANIAS ACUSA PIMENTA DE MENTIR SOBRE OP
O ex-prefeito de Belo Horizonte Patrus Ananias (PT) acusou o candidato ao governo de Minas Pimenta da Veiga (PSDB) de fazer propaganda enganosa; segundo o petista, ao contrário do que diz o tucano, “o Orçamento Participativo (OP) não foi criado durante a sua curta gestão à frente da prefeitura de Belo Horizonte”; “Foi adotado em Belo Horizonte em minha gestão, em 1993, com a participação de toda a equipe de governo e com a adesão da população de BH”, disse Ananias, em nota.
https://www.brasil247.com/pt/247/minas247/150834/Patrus-Ananias-acusa-Pimenta-de-mentir-sobre-OP.htm
em anexo, a comprovação que Pimenta da Veiga mentiu (página 12 em diante):
http://www.pbh.gov.br/comunicacao/pdfs/publicacoesop/revista__15anos_portugues.pdf
MiriamL
25 de agosto de 2014 9:21 pmRegularização das Feiras
Regularização das Feiras Livres completa 100 anos na cidade
São Paulo possui 880 feiras distribuídas por todas as 32 subprefeituras. Espaços têm público cativo que preza pela qualidade de frutas, legumes e verduras a preços acessíveis
12:54 25/08/2014
De Secretaria Executiva de Comunicação
A cidade de São Paulo comemora nesta segunda-feira (25) o centenário da regulamentação das feiras livres. Traço marcante da cultura popular paulistana, o comércio atravessou décadas mantendo sempre o mesmo formato, assim como a qualidade dos produtos comercializados.
Atualmente a cidade conta com 880 feiras, distribuídas pelas 32 subprefeituras de terça a domingo. São 12.073 feirantes cadastrados na cidade, donos de 16.300 barracas. Dificilmente eles se limitam a comercializar em um só ponto. Trabalham em diferentes feiras, três, quatro, cinco e até seis vezes por semana.
Prática comercial existente desde a antiguidade, as feiras livres somente tiveram sua atividade regulamentada na capital no início do século passado. Em 1914, o então prefeito Washington Luis assinou o Ato 710, que criava os mercados francos.
Polo de abastecimento, o centro da cidade concentrou as primeiras formações do comércio: considera-se que a primeira feira oficial implantada na cidade foi a do Largo General Osório, na época com 26 feirantes. A segunda feira formalizada instalou-se no Largo do Arouche, com 116 feirantes. Até o ano seguinte outras cinco feiras se consolidaram – mais uma em cada um desses pontos e outras três no Largo Morais de Barros, no Largo São Paulo e na Rua São Domingos.
Perfil
Dos 12.073 feirantes cadastrados na cidade, 7.211 (60%) são homens e 4.862 (40%) são mulheres. No que diz respeito à idade dos feirantes, 7.865 (66%) deles têm de 36 a 65 anos. E se de um lado tem poucos jovens até 25 anos trabalhando nas feiras (319, ou 3% do total), há ainda uma grande incidência de idosos feirantes: 1.678 (13%) deles têm entre 66 e 95 anos.
E a maioria dos feirantes trabalha em família. Basta caminhar por qualquer umas das mais de 880 feiras da cidade para encontrarmos casais, pais e filhos do outro lado da barraca. A feirante Eico Miura Tokuno, 65, estava grávida de sua primeira filha quando ela e o marido, Yoshiro Tokuno, 66, assumiram a barraca de seu pai, há mais de 38 anos. “Desde que me lembro por gente, meu pai trabalhava como vendedor de legumes. Começou como carroceiro e depois comprou uma barraca”, disse a feirante, que atua hoje em cinco feiras na cidade. O casal também tem ajuda do filho mais novo, que apesar de não atuar como vendedor, assumiu a área logística do negócio. Diariamente, ele busca os legumes e verduras em uma chácara em Biritiba-Mirim, cidade a 84 km da capital.
O vendedor de caldo de cana Jorge Shingi Miyashiro, 60, também herdou de sua família a arte de vender em feiras livres. Teve pais, tios, irmãos e primos, todos envolvidos com o negócio. Começou a trabalhar há 48 anos em uma das barracas de frutas da família. Com o tempo, trocou as frutas pela cana. “O pessoal foi saindo, casando, e o trabalho ficou muito puxado. A rotina do caldo de cana é mais branda”, diz ele, que trabalha com a mulher, Fátima Kiyomi Miyashiro, 51. O casal vive no Tremembé e chega às feiras por volta das 6p0 da manhã. Normalmente, os vendedores de frutas, verduras e legumes iniciam o seu trabalho ainda pelas madrugadas, pois têm de buscar seus produtos em chácaras e sítios vizinhos à cidade ou nos mercadões centrais.
José Carlos Santana, de 51, seguiu o caminho contrário ao que segue grande parte dos feirantes da cidade. Até oito anos atrás, ele trabalhava em uma concessionária de carros. Resolveu deixar o seu trabalho para acompanhar os filhos que já atuavam em várias feiras livres da cidade como vendedores de legumes. “Hoje eu sou muito mais feliz porque o trabalho aqui é mais divertido. Passamos o dia brincando e conversando com os outros”, diz o feirante.
Para o contador aposentado Edevar Soares da Silva, 86, o ambiente das feiras livres é fundamental para que ele continue frequentando esses espaços do bairro em que vive há 81 anos, o Limão. “Os feirantes são legais e têm uma relação de carinho com a gente. Eles nos dão muito mais atenção do que teríamos em um mercado”, disse o aposentado enquanto o peixeiro Nelson Yuamoto, 51, tirava um a um os espinhos do salmão que ele levaria para casa.
Segundo Yuamoto, a relação é recíproca. “O cliente de feira é um amigo. Temos vários clientes como o seu Edevar, que compra na nossa mão há mais de 20 anos. No fim, acabamos conhecendo a família toda”, afirmou o peixeiro.
Concorrência
Ainda que nesses 100 anos a clientela tenha diminuido frente à popularização e expansão dos super e hipermercados, as feiras parecem estar longe de seu fim. Têm um público cativo formado pelos que prezam pelo frescor dos alimentos e pelo preço justo. Estima-se que cerca de 3 milhões de pessoas frequentem, semanalmente, esses mercados a céu aberto e se abasteçam com produtos desse ramo de atividade. Hoje, além de consideradas os principais polos comerciais de frutas, legumes, verduras e pescados, as feiras são fontes geradoras de emprego. São responsáveis pelo emprego direto de 70 mil pessoas.
“Faço compra na feira há anos. Gosto delas porque são pertinho de casa e eu não dirijo, então para mim é muito mais prático. Isso sem falar na qualidade dos produtos”, diz Ana Maria Rodrigues, 79 anos, aposentada que frequenta pelo menos três feiras na zona leste.
Para a artesã Andrea Fernantes, de 42, a visita à feira é um programa de família. Para ela, a atividade é importante para que os filhos, Gustavo, 7, e Manuela, 5, tenham uma boa alimentação. “Eles são crianças saudáveis. Comem de tudo. Acho importante que vejam as frutas frescas e não tenham contato com a comida processada e pronta somente”, disse Andréa, moradora do Limão.
Cidade Sustentável
A gestão municipal vem empreendendo esforços na modernização das feiras, tendo em vista a sua coexistência harmônica na estrutura urbana da metrópole. O Plano Diretor Estratégico, aprovado em julho desde ano, redefiniu, por exemplo, a demarcação da Zona Rural na cidade, que desde 2002 havia deixado de existir. São mais de 200 quilômetros quadrados nos distritos de Parelheiros, Grajaú e Marsilac, no extremo sul da capital.
A medida permitirá uma série de instrumentos que vão garantir formas de financiamento da produção na área, vocacionada para a agricultura familiar e orgânica. A cidade possui quatro feiras de produtos orgânicos e uma nova deverá ser inaugurada ainda nesta semana no Largo da Batata, em Pinheiros, zona oeste.
Em abril deste ano, a Secretaria do Trabalho lançou um edital de chamamento público aos produtores de agricultura familiar interessados em ocupar espaço público para comercialização de produtos orgânicos em feiras livres no município.
“A Prefeitura percebeu que existe uma grande oportunidade de incentivar a agricultura familiar e os produtores rurais, mas que também existe uma enorme oportunidade de venda desses produtos. Estamos dando demonstrações, sinalizações e ações de que São Paulo quer resgatar e fortalecer o papel das feiras livres e das feiras de orgânicos como um símbolo da cidade”, afirmou o secretário municipal de Desenvolvimento, Trabalho e Empreendedorismo, Artur Henrique da Silva Santos. A pasta é responsável pela Supervisão de Abastecimento na cidade.
Além disso, a administração municipal mantém ainda um projeto piloto de compostagem de restos de frutas e verduras em uma feira em São Mateus, na zona leste. Os resíduos deixam de ser encaminhados para aterros sanitários e começam a virar adubo para o trabalho justamente dos pequenos produtores rurais. Há planos para que a iniciativa seja reproduzida nas mais de 800 feiras semanais do município.
Limpeza
Atualmente, centenas de profissionais de limpeza atuam diariamente a cada fim de feira. São eles os responsáveis por limpar a área e ensacar os resíduos deixados pelos feirantes. Em seguida, um caminhão coleta o lixo e outro, equipado com tanque irrigador, lava a área. Edilson Ferreira dos Santos, de 47, trabalha há 8 anos em uma equipe que atua na feira da Praça Charles Miller, no Pacaembu. “Vez ou outra temos problemas com uma ou outra barraca que não é desmontada a tempo, mas em geral, a dinâmica funciona bem”, disse.
http://www.capital.sp.gov.br/portal/noticia/3599#ad-image-0
Cláudio José
25 de agosto de 2014 9:50 pmPOLÊMICA
25/08/2014 16:37:10 – Atualizada às 25/08/2014 17:28:32
OAB quer impugnação de candidato que propôs ‘kit macho’ em horário eleitoral
Postulante a uma vaga na Câmara dos Deputados, Matheus Sathler, que é advogado, pode perder registro profissional
FELIPE MARTINS
Rio – A OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), por meio da Comissão Nacional da Diversidade Sexual, vai entrar com duas representações contra o candidato a deputado federal Matheus Sathler (PSDB-DF). Ele propôs, na propaganda eleitoral gratuita, a adoção do ‘kit macho’ nas escolas do país, “cartilhas que ensinarão meninos a gostarem somente de mulher”.
Uma das representações contra o candidato será na Justiça Eleitoral pedindo a impugnação da candidatura de Sathler. A outra, na mesma OAB, pode levar o candidato a perder o registro de advogado. Para a presidente da Comissão Nacional da Diversidade Sexual, Maria Berenice Dias, a posição do candidato, que também é advogado, é “incompatível” com a de quem pretende ocupar um cargo legislativo. Ainda segundo Berenice Dias, Sathler “arranha a imagem da OAB”.
Vídeo: Candidato propõe adoção do ‘kit macho’ nas escolas
“A posição de um candidato a um cargo eleitoral que a constituição d eum país prega a igualdade e proibe qualquer tipo de discriminação é incompatível acom uma pessoa que pretende um cargo legislativo. A liberdade de expressão é assegurada mas não pode afrontar um segmento da população”, disse a advogada. A conduta dele fere o código de ética da OAB, acaba arranhando a imagem da instituição”, completou.
A Comissão da OAB vai pedir ainda a reitrada das propagandas de Sathler de todos os meios de comunicação em que foram divulgadas. e que seja assegurado o direito de resposta da entidade no horário eleitoral. Berenice Dias disse que a entidade estuda ainda enquadrar o candidato na Lei de Racismo.
“Já houve decisões judicias que enquadraram atitudes antisemitas e homofóbicas na Lei de racismo. É algo mais complexo , que nós vamos estudar e verificar a possibilidade de acontecer”, explicou.
Em nota, o PSDB do Distrito Federal afirma que “instruiu o candidato a recolher todo o material da propaganda veiculada e não admitirá veiculação de propaganda contrária aos ideais do partido”.
Candidato compara homossexualidade a uma doença
Sathler tem recebido uma saraivada de críticas nas redes sociais. Internautas têm apontado o discurso preconceituoso, homofóbico e machista dele. Em outro vídeo publicado por ele no Youtube, no último dia 7 de julho, ele aparece defendendo a criação do “kit macho” e do “kit fêmea”, para defender crianças da ‘influência homossexual’.
“Eu me comprometo em criar o kit macho e também o kit fêmea, um nome carinhoso para poder rivalizar com o kit gay que está sendo distribuído nas escolas brasileiras, ensinando o homossexualismo ao seu filho a partir dos 4 anos de idade, agora com a antecipação da idade escolar de 4, 5 anos de idade. Seu filho já vai ser educado [entendendo] que dois homens ou duas mulheres não são família”, prossegue Sathler, que não se acanha em comparar a homossexualidade a uma doença. “Prevenir o homossexualismo é melhor do que remediar”, arremata o candidato tucano em seu vídeo.
Em seu discurso, Santhler vai contra as instituições como ONU (Organização das Nações Unidas) e OMS (Organização Mundial da Saúde), que condenam a definição da homossexualidade como doença, inclusive rechaçando o termo ‘homossexualismo’.
Visto por mais de dez mil pessoas, o vídeo recebeu críticas na própria página onde está hospedado no Youtube. “Ninguém escolheria ser homo* em uma sociedade tão escrota, com pessoas como você, Matheus Sathler, que pregam ódio e intolerância, contra minorias e mulheres”, comentou um internauta no site de vídeos.
Mas os homossexuais não são o único alvo do candidato. Ele também ataca outros setores da população. Num vídeo intitulado como “Feminismo: Advogado desmascara Dilma Rousseff”, ele critica o discurso feito pela presidente no Dia Internacional da Mulher, em 8 de março de 2014.
“Quando tive acesso a esse discurso da Dilma Rousseff, eu fiquei impressionado como ninguém se levantou para atacar esse discurso patético, feminista, absurdo e ridículo, e eu me senti profundamente motivado a rebater e a destruir esses argumentos. Eu quero começar com vocês, primeiramente, contra essa palhaçada da Dilma Rousseff querer ser chamada de presidenta. Na verdade é errado, na verdade ela não está querendo ser chamada de presidenta, mas de presidanta, uma justaposição de presidente com um animal irracional”, declarou o candidato no vídeo. Na mesma gravação, ele diz ter orgulho de ser chamado de machista.
Em seus perfis no Twitter e Facebook, o tucano aparece em fotos ao lado do deputado federal Jair Bolsonaro (PP-RJ), notório inimigo da comunidade gay.
*Com informações do IG
Free Walker
26 de agosto de 2014 1:58 amGabriel Medina vs Kelly
Gabriel Medina vs Kelly Slater em Teaohupoo, Tahiti…
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Free Walker
26 de agosto de 2014 2:03 amEm Teahupoo Gabriel Medina
Em Teahupoo Gabriel Medina contra o ET 11 vezes campeao do mundo Kelly Slater…
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Free Walker
26 de agosto de 2014 3:04 amEh campeao….
Gabriel
Eh campeao….
Gabriel Medina, orgulho da raca do surf brasileiro…..
Free Walker
26 de agosto de 2014 2:42 amGabreil Medina, o orgulho da
Gabreil Medina, o orgulho da raca ainda deste o Taihiti..
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Free Walker
26 de agosto de 2014 2:56 amGabriel Medina, o brazuca,
Gabriel Medina, o brazuca, venceu Kelly Staler, o ET, na final em Teahupoo…..Issa..
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