Guedes critica quem pede alta de encargos para gastos sociais

Em evento, ministro da Economia disse que auxílio emergencial será encerrado em dezembro e que benefícios ficarão concentrados no Bolsa-Família

Foto: Reprodução

Jornal GGN – O governo brasileiro não vai aumentar impostos por ser uma aliança de centro-direita, nas palavras do ministro da Economia, Paulo Guedes, que também criticou os economistas que têm sugerido mudanças no teto de gastos, sugerindo como contrapartida um aumento de impostos para atender novos gastos sociais.

“Nós não vamos aumentar impostos. Então vamos precisar do teto de gastos. O teto virou símbolo, a bandeira contra excesso de gastos. Vamos precisar dele”, reforçou o ministro durante o 39.º Encontro Nacional de Comércio Exterior (Enaex), segundo o jornal O Estado de São Paulo.

Para Guedes, esses economistas – que ele disse ser “de alto pedigree” – são representantes da social democracia que permitiram o excesso de gastos que levou ao problema fiscal do País.

Sobre o auxílio emergencial, Guedes disse durante o evento que o benefício vai terminar em 31 de dezembro e que, a partir dessa data, os gastos sociais do governo vão aterrissar no Bolsa Família. A declaração foi dada um dia depois de o ministro admitir que o auxílio emergencial será prorrogado no caso de uma segunda onda de covid-19.

 

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