Jornal GGN – A Polícia Civil da Bahia finalizou o inquérito sobre a morte do miliciano Adriano Magalhães da Nóbrega, o capitão Adriano, e foi descartada qualquer hipótese de que ele tenha sido executado e torturado.
Segundo o jornal O Estado de São Paulo , o corte que o ex-policial apresentou na cabeça – e que foi usado para questionar se ele teria sido vítima de coronhadas dos policiais – seria, na verdade, um machucado gerado após a queda dele, ao bater em algum objeto.
“Praticamente não tem reação vital. Esse ferimento estaria (se ele estivesse vivo na hora da lesão) bem vermelho. É uma lesão depois dos disparos. O coração não teve força para jogar sangue. Pode ter sido feito no momento em que ele caiu, no momento do socorro. Mas não é, de jeito nenhum, uma lesão feita em vida”, afirmou Mário Câmara, diretor do Instituto Médico Legal, em entrevista ao jornal, quando também explicou a dinâmica relacionada à tentativa de prisão do ex-policial.
As autoridades também criticaram as imagens não-oficiais divulgadas após a morte de Nóbrega, e que endossavam a teoria de que ele teria sido executado – o que chegou a ser defendido pela família Bolsonaro nas redes sociais.
Nóbrega era acusado de ser o chefe do Escritório do Crime, um grupo de matadores de aluguel, e também foi citado na investigação das “rachadinhas” do gabinete do hoje senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ).
Eduardo
26 de agosto de 2020 6:35 pmAposto 10 contra 1 que vai aparecer médico legista questionando esse laudo. Mas não aposto 1 contra 10 a favor de qualquer laudo.
CID ELIAS
26 de agosto de 2020 7:46 pmAh…puliça civil da bahea… diz que não foi execução…çei… qualquer ser com um neurônio funcionando sabe que duas equipes de policiais fortemente armados, contra um homem encurralado e só, num sítio isolado e sem possibilidade de fuga, jamais poderia resultar na morte deste, ao menos que este tivesse muito a revelar.
Curto e grosso
27 de agosto de 2020 7:33 amO cara vivo era mais importante do que morto. Ao que me parece, o meio utilizado diz mais que o laudo. Oras, seria o caso de convencê-lo a se entregar ou de cansá-lo (especule sobre as possibilidades de pegá-lo vivo, caro leitor).