
Em meados do século passado, um missionário belga, Placide Tempels, bebeu na sabedoria ancestral dos africanos da África do Sul e resolveu construir uma nova filosofia, baseada nos ensinamentos da religião Bantu.
Nasceu, assim, o Ubuntu.
Toda sua concepção gira em torno da ideia do ser como força.
Tempels percebeu que os bantu se relacionavam com outros seres, animados ou inanimados, com a intenção de fortalecer sua vida ou diminuir a força vital do inimigo. Para ele, o ser é sempre dinâmico, é uma exteriorização de energia e está sempre em relação ativa com a vida.
A ideia de que toda a energia demanda do povo, da solidariedade com o semelhante, esculpiu os três princípios centrais de Ubuntu.
- Todas as pessoas são valiosas em si mesmas, motivo pelo qual ninguém pode ser considerado como inútil na sociedade;
- Se todas as pessoas são valiosas em si mesmas, segue-se que são sujeitos, isto é, agentes que podem e devem incidir na sociedade na qual vivem;
- Os sujeitos são como tais pela relação intrínseca e imprescindível que têm com os outros lato sensu, daí a intersubjetividade inerente e constitutiva das pessoas.
“Na perspectiva do Ubuntu, negligenciar o Outro é, desumanizar-se. Urge, pois, sair ao encontro desse Outro, reconhecê-lo e construir com ele uma solidariedade afetiva, calorosa, como a própria etimologia da ética indica”, como explica o filósofoa africano Jean Bosco Kakozi Kashindi, em evento na Unisinos.
A foto de baixo é da multidão aclamando Lula no seu último dia de liberdade, de autoria do jovem Francisco Proner Ramos. A foto de cima é ilustrativa do Ubuntu.
Deus escreve certo pelas lentes milagrosas de um menino lindo como a luz do novo dia que nascerá.
Roberto
8 de abril de 2018 10:09 pmImagem que alcançou o mundo.
Imagem que alcançou o mundo.
Francisco Magalhães Vieira
8 de abril de 2018 10:31 pmLula é maior que o brasil
Fernando J.
8 de abril de 2018 11:17 pmUm Brasil menor, por Bresser-Pereira, pelo Facebook
Luiz Carlos Bresser-Pereira – Um Brasil menor
O Brasil amanheceu hoje menor. Há muito, desde os anos 1980, deixou de ser uma nação soberana, mas hoje, com o maior líder popular de sua história preso sem justa causa, estamos todos, cidadãos brasileiros, derrotados. Mesmo aqueles que hoje comemoram tolamente a prisão de Lula. Derrotados por uma elite financeiro-rentista disposta a tudo subordinar às reformas neoliberais que defende, e por burocracia pública moralista e cheia de ódio que resolveu moralizar o capitalismo e a política brasileira de um dia para o outro.
Ao se entregar, Lula proferiu um discurso histórico. O discurso de um homem profundamente ferido na sua honra, de um pai preocupado com sua família, de um estadista preocupado com seu povo. Transcrevo apenas um trecho:
“E eu às vezes tenho a impressão, e tenho porque sou um construtor de sonho… Eu, há muito tempo atrás, eu sonhei que era possível governar esse país envolvendo milhões e milhões de pessoas pobres na economia, envolvendo milhões de pessoas nas universidades, criando milhões e milhões de empregos nesse país.
Eu sonhei, eu sonhei que era possível um metalúrgico sem diploma de universidade, cuidar mais da educação do que os diplomados e concursados que governaram esse país.
Eu sonhei que era possível a gente diminuir a mortalidade infantil levando leite, feijão e arroz para que as crianças pudessem comer todo dia. Eu sonhei que era possível pegar os estudantes da periferia e colocar nas melhores universidades desse país. Para que a gente não tenha juiz e procurador só da elite.
Daqui a pouco nós vamos ter juízes e procuradores nascidos na favela de Heliópolis, nascido em Itaquera, nascido na periferia. Vamos ter muita gente dos Sem Terra, do MTST, da CUT formado. Esse crime eu cometi.
Eu cometi esse crime que eles não querem que eu cometa mais.”
Ninguém é obrigado a concordar com Lula. Ninguém precisa votar nele. Mas é inaceitável que um homem da estatura de Lula esteja preso porque um grupo de altos burocratas resolveram legitimar sua política moralizadora concentrando seu fogo sobre ele – concentrando seu ataque sobre um político popular que as elites financeiro-rentistas e as classes médias alienadas temem tolamente, ao invés de perceberem que apenas ele tem condições de pacificar este Brasil dividido e humilhado.
jose carlos lima...
8 de abril de 2018 11:27 pmMuito lindo Nassif…eu não
Muito lindo Nassif…eu não sabia da existencia do Ubantu Bantu….nossa sncestralidade veio à tona nesse ato….se ver a foto nos toca, imagina entào quem vinvenciou isso de forma presencial…
jose carlos lima...
8 de abril de 2018 11:33 pmMuito lindo Nassif…eu não
Muito lindo Nassif…eu não sabia da existencia do Ubuntu Bantu….nossa sncestralidade veio à tona nesse ato….se ver a foto nos toca, imagina entào quem vinvenciou isso de forma presencial…grato por compartilhar isso conosco…..dias atrás me veio uma visão de que todos nós somos atados uns aos outros por hexágonos de luz invisíveis….vou buscar mais sobre o tema…
peregrino
9 de abril de 2018 2:38 ambusque sim…
e quando encontrar traz aqui pra gente vê……………………………….
certos conceitos da física quântica são tão lindos quanto o que o Nassif viu e sentiu nas fotos
peregrino
9 de abril de 2018 3:14 ampara o caso de decidir se aprofundar, uma recomendação…
passe pelas ligações sem nada concluir………………………………….porque se concluires, estarás como se apenas a observar o universo
percebeu? imagine qão distante e sem nenhuma ligação, só forças
vá até onde for possível e considere que ali é o centro da vida
percebeu? ali é o seu e só seu
agora imagine milhões neste mesma peregrinação
depois olhe a foto e verás o centro a que me refiro a se expandir, ou só ele ou uma só coisa
foi por isso que me refugiei ou me socorri, por duvidar, nas células, mas não as do universo
você quer mais ligações do que as que já existem em nós mesmos, passados, presentes ou quase?
acredito que não
Marly
8 de abril de 2018 11:39 pmA foto que me calou muito!
Essa foto me impressionou muitíssimo. Ontem mesmo passei por whatsapp para meus poucos contatos, solicitando que dessem um zoom e observassem os braços estendidos àquela cabecinha branca que era o nosso estimado Lula. E hoje vejo que esse sentimento também calou fundo no coração de Nassif!!!
cesarcardoso
9 de abril de 2018 2:07 amA foto da resistência
A foto da resistência democrática. Tirada por um jovem fotógrafo de 18 anos. Uma foto extraordinária para um dia extraordinário.
peregrino
9 de abril de 2018 2:25 ammuito lindo sim…
mas o certo seria ninguém conseguir extraí-lo de lá………………………….
mas se fica o que ele representa, ninguém consegue mesmo, peregrino
mas, confesso, duvidei………………………….
dividei e fui correndo observar e estudar agrupamentos; primeiramente de estrelas e depois das células, sadias, doentes e das prestes a adoecerem
foi no de nossas células que percebi algo muito parecido com o que vemos na foto que o menino fez
o centro da vida
Serjao
9 de abril de 2018 7:05 amBrasil Baraka
Para Wilson Ferreira
antonio francisco
9 de abril de 2018 7:20 amO fotógrafo Francisco Proner Ramos
Francisco Proner Ramos, para quem a fotografia tem o poder de conscientizar e mudar a sociedade, começou a experimentar a fotografia aos 14 anos:
https://www.franciscopronerramos.com/sobre
jose carlos lima...
9 de abril de 2018 7:49 amRe: peregrino,…sobre ubuntu (filosofia)
Re: peregrino,…sobre ubuntu (filosofia)…carca, não há textos na web sobre o tema, como pode isso, sumiu porque se isso é carregado de tanto signficado….
??????
para não dizer que nada ahei, achei isso, na wikipedia….fora isso, só tem sobre o softwere ubuntu…
[video:https://youtu.be/RGFdkBI0TcI%5D
Nelson Mandela explica o conceito do ubuntu
Ubuntu é uma noção existente nas línguas zulu e xhosa – línguas bantu do grupo ngúni, faladas pelos povos da África Subsaariana.
Na África do Sul, a noção de Ubuntu ligou-se também à história da luta contra o Apartheid e inspirou Nelson Mandela na promoção de uma política de reconciliação nacional. Muitos anos antes, quando Mandela criou a liga da juventude da ANC, em 1944, a noção já estava presente no manifesto do movimento: “Ao contrário do homem branco, o africano quer o universo como um todo orgânico que tende à harmonia e no qual as partes individuais existem somente como aspectos da unidade universal”[1].
Índice
[esconder] 1Aspectos éticos2Aspectos religiosos3Aspectos políticos4Referências5Ligações externas
Aspectos éticos[editar | editar código-fonte]
A palavra Ubuntu, não traduzível diretamente [2], no entanto nessa tentativa seria “humanidade para com os outros”. Exprime a consciência da relação entre o indivíduo e a comunidade [3] [2]. Segundo o arcebispo anglicano Desmond Tutu, autor de uma teologia ubuntu “a minha humanidade está inextricavelmente ligada à sua humanidade”[4]. Essa noção de fraternidade implica compaixão e abertura de espírito e se opõe ao narcisismo e ao individualismo[1].
Nelson Mandela também explica esse ideal (ver vídeo):
“Respeito. Cortesia. Compartilhamento. Comunidade. Generosidade. Confiança. Desprendimento. Uma palavra pode ter muitos significados. Tudo isso é o espírito de Ubuntu. Ubuntu não significa que as pessoas não devam cuidar de si próprias. A questão é: você vai fazer isso de maneira a desenvolver a sua comunidade, permitindo que ela melhore?”
Na tradição sul-africana, a reconciliação se exprime através do ubuntu ou humanismo, que inclui valores como a compaixão e a comunhão – valores que orientaram a Comissão Verdade e Reconciliação e serviram como base para a formulação dos objetivos nacionais de reconstrução e reconciliação. J.Y. Mokgoro, juiz da Corte Constitutional da África do Sul mostrou que esse princípio filosófico fundamental marcou de maneira determinante o direito constitucional do país, desde a constituição provisória de 1993 e está presente na lei fundamental n° 34, de 1995, sobre a Promoção da Unidade Nacional e da Reconciliação :[5].
“[…] A Constituição estipula que a busca da unidade nacional, o bem-estar de todos os cidadãos sul-africanos e a paz exigem a reconciliação entre os habitantes da África do Sul e a reconstrução da sociedade.”
Segundo o Arcebispo Desmond Tutu:
“Uma pessoa com Ubuntu está aberta e disponível para as outras, apoia as outras, não se sente ameaçada quando outras pessoas são capazes e boas, com base em uma autoconfiança que vem do conhecimento de que ele ou ela pertence a algo maior que é diminuído quando outras pessoas são humilhadas ou diminuídas, quando são torturadas ou oprimidas.”
Portanto o conceito exprime a crença na comunhão que conecta toda a humanidade [2]: “sou o que sou graças ao que somos todos nós”. [6]
Aspectos religiosos[editar | editar código-fonte]
Louw (1998) sugere que o conceito do Ubuntu define um indivíduo em termos de seus relacionamentos com os outros, e enfatiza a importância como um conceito religioso, assentado na máxima Zulu umuntu ngumuntu ngabantu (uma pessoa é uma pessoa através de outras pessoas), que aparentemente parece não ter conotação religiosa na sociedade ocidental.[7] No contexto africano, isso sugere que o indivíduo se caracteriza pela humanidade com seus semelhantes e através da veneração aos seus ancestrais. Assim, aqueles que compartilham do princípio do Ubuntu no decorrer de suas vidas continuarão em união com os vivos após a sua morte.
Aspectos políticos[editar | editar código-fonte]
Ubuntu é visto como um dos princípios fundamentais da nova república da África do Sul e está intimamente ligado à ideia da Renascença Africana. No Zimbabwe, Ubuntu tem sido usado como forma de resistência à opressão existente no país. Na esfera política, o conceito do Ubuntu é utilizado para enfatizar a necessidade da união e do consenso nas tomadas de decisão, assumindo-se uma ética humanista.
Referências
↑ Ir para:a b «Nelson Mandela and the Rainbow of Culture» Anders Hallengren, Nobelprize.org, site oficial do Prêmio Nobel.↑ Ir para:a b c Adérito Gomes Barbosa (2012). «Contributos para a Pedagogia Social: Neuroética. Educação vagarosa e ubuntu (Página 6 e a partir da 197, especialmente 209 e 210)» (PDF). Cadernos de Pedagogia Social do Centro Regional do Porto da Universidade Católica Portuguesa. ISSN 1646-7280. Consultado em 10 de março de 2017. Cópia arquivada (PDF) em 10 de março de 2017Ir para cima↑ (em inglês) SAMPSON, Anthony Mandela: The Authorized Biography. Country Boy: 1918-1934 (excerto publicado pelo New York Times)Ir para cima↑ «All you need is ubuntu» (em inglês). BBC. 28 de setembro de 2006Ir para cima↑ «L’idée de réconciliation dans les sociétés multiculturelles du Commonwealth : une question d’actualité ?» (em inglês). Cairn.info. 2 de junho de 2004Ir para cima↑ Desmond Tutu, Mike Nicol. Croire – inspirations et paroles de Desmond Tutu. Acropole Belfond, 2007.Ir para cima↑ (em inglês) Louw, Dirk J. 1998. Ubuntu: An African Assessment of the Religious Other. Twentieth World Congress of Philosophy.
Ligações externas[editar | editar código-fonte]
(em inglês) Ubuntu and the Law in South Africa por Y. MokgoroLouw, Dirk J. 1998. “Ubuntu: An African Assessment of the Religious Other“. Vigésimo Congresso Mundial de Filosofia. (inglês)(em português) Ubuntu, uma lição fácil de aprender, melhor ainda de viver – Reportagem do Jornal Nacional da Rede Globo, sobre o copa do mundo de 2010
https://pt.wikipedia.org/wiki/Ubuntu_(filosofia)
jose carlos lima...
9 de abril de 2018 8:40 amEstou querendo dar
Estou querendo dar continuidade ao tema mas não sei na onde….ao assistir ao filme sobre Mandelubutu apareceu a sugestão de um novo filme sobre a revolução…não sei em que espaço continuar, talvez porque o espaço disponivel é vasto: descobri que tenho um porão: vou batizá-lo de Lulubuntu
https://www.instagram.com/p/BhV62aqgAiG/
Flavio Martins e Nascimento
9 de abril de 2018 11:02 amEstou em Portugal à trabalho
Estou em Portugal à trabalho até o fim do ano que vem; nessa condição excepcional, o que tenho feito desde ontem é pedir aos amigos, especialmente os não-brasileiros, a encherem as caixas de emails das figuras aí abaixo, colocando simplesmente no assunto a frase: LULA LIVRE (ou LULA LIBRE ou ainda FREE LULA). Acho que uma pressão de fora para dentro pode ser até mais significativa.
Não tenho como medir o impacto dessa iniciativa, nem mesmo a adesão, mas talvez possa ajudar, mesmo que um pouco.
[email protected]
[email protected]
[email protected]
[email protected]
edisilva
9 de abril de 2018 7:09 pmMuito bom isto.
Tem também o
Muito bom isto.
Tem também o abaixo assinado para o nobel. Já está em quase cem mil assinaturas.
arkx
9 de abril de 2018 11:06 amLula, a foto símbolo e a força cósmica do Ubuntu
este comentário foi escrito para ser postado no artigo: Lula, a foto símbolo e a força cósmica do Ubuntu. mas agora vai aqui mesmo. antecipadamente, não levem a mal a extensão do comentário.
“Todas as pessoas são valiosas em si mesmas”, portanto não é nenhuma liderança salvadora que vai nos redimir de nós mesmos. mas isto não invalida a decisiva função, e portanto valor em si mesmo, das lideranças.
então tudo se dá exatamente em que tipo de liderança precisamos para “incidir na sociedade na qual vivem”, fazendo pelo esforço coletivo girar a roda doa História.
e isto só se viabiliza a partir da compreensão, no sentido também de levar à ação, da “intersubjetividade inerente e constitutiva das pessoas”, assim sendo também dos processos sociais.
Lula é claramente um predestinado. disto se soube desde o momento de sua irresistível ascensão logo nas primeiras greves dos metalúrgicos do ABCD, em 1978.
lideranças como Lula são resultado de peculiares circunstâncias da História, sincronizando um dom pessoal com um contexto social e político, no qual milhões de anônimos constroem coletivamente as condições objetivas e subjetivas para uma transformação.
a grandeza, talvez a maior de todas, é se perder numa grandeza anônima.
eu sou porque nós somos. e nós só conseguimos vir a ser, porque cada um de nós assume o desafio de ser quem deve ser.
por isto, uma liderança sempre deveria rechaçar a idolatria e o culto à personalidade. muitos querem ser líderes, embriargar-se com o poder e a fama. mas os autênticas líderes tem consciência do fardo da liderança, e muitas vezes se negam a assumí-lo.
estes são dois erros comuns naqueles com o dom, e a missão, da liderança.
não se pode cobrar alguém por algo que nunca se propôs a ser. Lula nunca se propôs a ser uma liderança revolucionária. muito embora fosse exatamente isto o que a História lhe propôs e lhe capacitou para ser.
a “Revolução” é um processo, por isto deve ser permanente. não é nem um golpe de estado, como em 1917, quando na verdade teve um efeito contra-revolucionário.
tampouco é um acontecimento mítico. uma ruptura romantizada que sempre leva apenas ao recrudescimento da mesmas condições anteriores, mesmo vestindo outra roupagem (e a URSS, ou a China, disto são os lamentáveis exemplos).
Lula sempre foi um moderado conciliador, talvez com exceção do período entre 1979 e 1989, e seu projeto foi claramente reformista.
e por isto Lula deve ser cobrado.
em seu projeto reformista Lula fracassou miseravelmente. e sua prisão deveria por uma pá de cal nesta discussão.
e agora mais do que nunca fica exposto que nenhum projeto reformista no Brasil pode ser bem sucedido ser antes a lumpenburguesia brasileira sofrer sua derrota definitiva, por sua completa eliminação, como ocorreu com a nobreza na França e na Rússia.
a maior de todas as lideranças sociais surgidas após Lula é Guilherme Boulos. inclusive assemelhando-se a Lula pelo timbre da voz e o modo de entonação.
infelizmente Boulos tem dados mostras de não estar a altura dos desafios que a História lhe propõe, assim como Lula.
existem milhares de notáveis lideranças atualmente no Brasil. todas são igualmente valiosas.
dentre elas algumas se destacam a nível nacional, além de Boulos: Marcelo Freixo, no Rio, e Beatriz Cerqueira, em Minas. infelizmente, Nildo Ouriques, em SC, teve um percalço no seu caminho através do PSOL.
a liderança, longe de exigir a capacidade do consenso, é a arte de amalgamar as divisões, sem eliminar as diferenças, numa estratégia de ação.
longe de ser a arte do possível, a política é a capacidade de tornar o impossível uma das possibilidades.
isto é ubuntu.
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Severino Januário
9 de abril de 2018 2:11 pmSempre acreditei que cada
Sempre acreditei que cada pessoa é um universo, mesmo que ela seja o mendigo mais miserável do Mundo. Cheguei à conclusão, ainda na infância, de que retirar a vida de um ser humano pode significar a extinção de toda a Humanidade, porque aquele ser, por mais doente, por mais velho e imprestável que seja, pode de repente ter em suas mãos, mesmo que nada tenha feito para isso, a chave da vida e a possibilidade de salvar a Terra e todos os homens, como quem sem querer descobre uma pedra de Rosetta. Quase nada sabemos dos profundos mistérios da existência. Matar alguém poderá significar estar a matar toda uma espécie, toda uma dimensão, toda uma civilização, todo um planeta ou o próprio Universo. Há fortes pontos de contato entre esta minha filosofia e o Ubuntu.
O neoliberalismo, que é a união e a monopolização progressiva dos fabricantes de produtos que o povo consome e que tende a escravizar paulatinamente seus próprios clientes, tende também a matar gente como animais matam presas e concorrentes de predação, como se estivessem apagando números de um balanço comercial. Estes loucos neoliberais estão pondo em perigo o planeta e nossa espécie. Em lugar dos fabricantes de cerveja fazerem uma associação com os consumidores de cerveja, eles fazem uma associação com os fabricantes de armas e criam aí uma classe única onde fabricar cerveja é o mesmo que fabricar bombas de destruição em massa. E para implantar essa filosofia neoliberal de completo desrespeito aos seres humanos que respiram o mesmo ar que eles respiram no mesmo tempo histórico, estas pessoas, que nem são as melhores inteligências humanas, mantêm parte da população pronta para defender este regime geral de escravidão e exploração de si próprios, com suas ideias aceitas por pura fé, sem qualquer ponderação científica. Eles querem matar Lula porque querem matar a própria Humanidade.
Lula, pelo significado que apresenta de respeito ao ser humano mais humilde que possa haver, é muito mais que a esperança de democracia do país, é uma esperança de sobrevivência da própria Humanidade.
jose carlos lima...
9 de abril de 2018 2:39 pmBuscando uma explicação…
O nosso decrépito Poder Judiciárrio entregou Lulubunt e Olga Benário ao inmigo
A Suprema Corte praticou crime ao concordar com a entrega
Ouça o áudio de Lulubunt nas maõs do inimigo
FAB confirma ameaças a Lula em vôo
https://jornalggn.com.br/noticia/fab-confirma-ameacas-a-lula-em-voo-mas-ate-agora-nao-identificou-autores
Vamos colorir o porão em que Lulubuntu se encontra aprisionado….
Saiba mais
http://www.instagram.com/mensario.marte
edisilva
9 de abril de 2018 7:05 pmEu mandei para o perfil do
Eu mandei para o perfil do twitter do cibazol, ou melhor, dallangnol (acho que é assim), aquela foto do power point que você postou no insta.
jose carlos lima...
11 de abril de 2018 8:19 amObgd.
Resultado para busca no
Obgd.
Resultado para busca no youtube por
[video:https://www.youtube.com/watch?v=I35ck5K7Zy4%5D
Continuidade
https://www.youtube.com/results?search_query=musica+e+ubuntu
edisilva
9 de abril de 2018 7:00 pmGrande inspiração, Nassif. Eu
Grande inspiração, Nassif. Eu uso desde 2005 exclusivamente o sistema operacional GNU-Linux/Ubuntu, que tenta partir desta filosofia, por isto já havia lido algo a respeito.
As fotos são belíssimas.
Marcia Eloy
9 de abril de 2018 8:55 pmLula
Essa foto é lindíssima,representa a liderança do Lula e o amor que o povo dedica a ele
Marcia Eloy
9 de abril de 2018 8:56 pmLula
Essa foto é lindíssima,representa a liderança do Lula e o amor que o povo dedica a ele