4 de junho de 2026

Lula anuncia novo auxílio para trabalhadores do Rio Grande do Sul

Medida vai beneficiar 326 mil trabalhadores, mas empresas terão de manter empregos por quatro meses no mínimo
Crédito: Ricardo Stuckert / PR

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou, nesta quinta-feira (6), um aporte de dois salários mínimos (R$ 1.412 cada parcela) para 434 mil trabalhadores formais do Rio Grande do Sul por meio de Medida Provisória. 

De acordo com o governo federal, a iniciativa vai beneficiar 326 mil trabalhadores do regime CLT, 42 mil trabalhadores domésticos, 36 mil estagiários e 27 mil pescadores artesanais. Os valores serão liberados em julho e agosto. 

Para tanto, o Planalto exige que as empresas mantenham os colaboradores empregados por, no mínimo, quatro meses e ficarão sobn responsabilidade do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), órgão que coordena a operação. 

“Nós não vamos faltar ao povo do Rio Grande do Sul. Vamos fazer dentro das limitações do Governo Federal tudo aquilo que estiver ao nosso alcance, aquilo que a lei permitir, aquilo que a gente conseguir fazer a Câmara e o Senado aprovar, aquilo que não haja implicação judicial. Nós vamos fazer tudo o que for necessário para a gente dar de volta a dignidade e o orgulho do povo gaúcho”, afirmou o presidente. 

O anúncio foi feito no município de Arroio do Melo, durante a quarta visita do presidente ao estado desde o início das enchentes que colocaram boa parte do Rio Grande do Sul em situação de calamidade. 

Lula ressaltou a importância de continuar prestando apoio aos gaúchos por meio de iniciativas públicas, uma vez que as desgraças tendem a ser esquecidas depois de algum tempo. “Aquilo que foi prometido não foi feito e somente quem cai na desgraça é o povo pobre, que mora em lugares mais degradantes”, emendou.

Expansão

O governo anunciou ainda uma medida provisória que aumenta a lista de municípios que receberão o Auxílio Reconstrução para mais 76 municípios que estão em áreas afetadas pelas inundações. 

“Vai levar um tempo para a gente escolher o melhor lugar para a casa, o melhor lugar para a escola, o melhor lugar para o hospital. A gente vai ter de transformar esse lugar em chão d’água, em bosque, em praça […], mas nunca mais a gente vai colocar as pessoas para morar em um lugar elas vão correr risco de vida”, garantiu o presidente.

O programa Auxílio Reconstrução foi aprovado por MP em maio e vai contar com R$ 1,2 bilhão para,inicialmente, 161 mil famílias habilitadas para receber a ajuda de R$ 5,1 mil. 

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Camila Bezerra

Graduada em Comunicação Social – Habilitação em Jornalismo pela Universidade. com passagem pelo Jornal da Tarde e veículos regionais. É repórter do GGN desde 2022.

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Repórter do GGN há 9 anos. Especializada em produção de conteúdo para as redes sociais.

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1 Comentário
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  1. Carlos Lima

    7 de junho de 2024 1:27 am

    Pois é, não vou questionar, a necessidade e a urgência disso, mas fica uma pergunta, os velhos sem mercado de trabalho e que não se aposentam devido a roubalheira das reformas previdenciárias covardes, nunca são olhados ou ouvidos pelo governo? Fica parecendo que esses grupos de seres humanos idosos e roubados pelo congresso e governos malandros não existem, e o atual governo finge não ver. Esses velhos hoje são invisíveis e deletados, entregues a própria sorte, até o nosso grande Paulo Pain ficou cego, como disse Caetano, ficou cego de tanto ver. A mídia prog “governalizada” e normalizada em assuntos digitais, também abdicou da realidade vivida, nem cita o problema. Viraram uns come e dorme das notícias irrelevantes e idiotizadas, que só influenciam a picaretagem das pesquisas, a mídia Prog. hoje é tão irrelevante como as que existiam, saem do nada e vão para lugar nenhum, infelizmente, viraram o mesmo do mesmo, e pergunto porquê o GGN, nunca fala desse problema, velhos e contribuintes que tiveram a segurança jurídica quebrada, inclusive com o aval do STF, em decisões do congresso leoninas e sem a participação de quem pagou, ou seja contribuiu e foram roubados, tiveram contratos quebrados, e ainda deixaram militares com mais direitos, porquê esse silencio?

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