Luis Nassif
Jornalista, com passagens por diversos meios impressos e digitais ao longo de mais de 50 anos de carreira, pelo qual recebeu diversos reconhecimentos (Prêmio Esso 1987, Prêmio Comunique-se, Destaque Cofecon, entre outros). Diretor e fundador do Jornal GGN.
ROSE
17 de janeiro de 2014 7:40 amCuidado com o que deseja…
http://www.nanihumor.com/2014/01/rolezinho.html
Lair Amaro
17 de janeiro de 2014 9:26 amOs pobres vão à praia
“Documento Especial” da extinta TV Manchete mostra um “rolezinho” nas praias da Zona Sul carioca nos anos 90.
“Eles são fedorentos’, diz uma frequentadora da praia.
http://www.youtube.com/watch?v=8j2opX9mwGE
alfeu
17 de janeiro de 2014 3:19 pmLair, vc sabe que eu lembrei
Lair, vc sabe que eu lembrei desse programa quando apareceram as reações aos rolezinhos. Na verdade isso foi fruto da política do Brizola em seu primeiro mandato(anos 80), que estabeleceu linhas de ônibus que saiam da Estação Leopoldina , que atravessavam o Túnel Rebouças e chegavam em Ipanema e no Leblon. Não preciso dizer que a ZS vendo isso rapidamente colocou seus preconceitos para fora, preconceitos estes sempre bem malocados, e o conservadorismo bronzeado da aparência relaxada aflorou. Digo isso por testemunhar pessoalmente com amigos de praia, de volei, frescobol. A cada frango com farofa e outras comidinhas servido e dividido, acompanhados por um refrigerante ou mesmo uma cervejinha tirados do isopor, era motivo para torcerem o nariz. E como toda “elite” terceiromundista, a afirmação de status em pequenas coisas, ou em coisas extremamente superfluas, no caso do rango eram aqueles insípidos sanduíches naturais, inspirados em alguma comunidade californiana ou dos seguidores do Bhagwan Rajneesh. Nessa época, antes ainda do documentário da Manchete, o JB fez uma reportagem com o pessoal que vinham nesses ônibus, traçar um perfil(?). Era interessante o pavor dos lojistas e principalmente das butiques que não vacilavam em chamar a polícia quando havia uma aglomeração em frente as vitrines. Na verdade, a reportagem verificou que como era época de Natal, as pessoas ficavam encantadas com as vitrines, que como essas nunca haviam visto nas suas redondezas.
Marco St.
17 de janeiro de 2014 9:39 amLucha Libre? Wrestling?
Lucha Libre? Wrestling?Nada disso! São banhistas chinesas que para a proteção de suas “peles de porcelana” , radicalizam e usam uma proteção, digamos, “estranha”….Será que não há o fator 60 na China?
This woman knows what I’m talkin’ about.
Mais aqui:
https://www.behance.net/gallery/BEACH/11108271
Antonio Carlos Silva - RJ
17 de janeiro de 2014 9:51 amO Meu Amor Chorou – Paulo
O Meu Amor Chorou – Paulo Diniz
[video:http://youtu.be/40jTRTBWOtk%5D
Um Chopp Pra Distrair – Paulo Diniz
[video:http://youtu.be/pLcfDet3plY%5D
José (E agora José ?) – Paulo Diniz
[video:http://youtu.be/LaOxGd0PCkI%5D
taturanous
18 de janeiro de 2014 1:10 ammuito bom.
Acho que voçe achou minha fita K-7 perdida a alguns anos
se tiver creedence,joe cooker,bee gees,bob dilan e jorge ben com
os alquimistas estao chegando e minha viu
Obrigado
Antonio Carlos Silva - RJ
17 de janeiro de 2014 10:03 amHeart Gold – Neil Young
“I
Heart Gold – Neil Young
“I wanna live, I wanna giveI’ve been a miner for a heart of goldIt’s these expressions that never giveKeeps me searching for a heart of goldAnd I’m getting oldThey keep me searching for a heart of goldAnd I’m getting old….” [video:http://youtu.be/u925g6CgKuw%5D
Antonio Carlos Silva - RJ
17 de janeiro de 2014 10:06 amA Horse With No Name –
A Horse With No Name – America
[video:http://youtu.be/zSAJ0l4OBHM%5D
Antonio Carlos Silva - RJ
17 de janeiro de 2014 10:10 amDust Int The Wind – Kansas
Dust Int The Wind – Kansas
[video:http://youtu.be/tH2w6Oxx0kQ%5D
Mahabatara
17 de janeiro de 2014 10:17 am(Sem título)
Antonio Carlos Silva - RJ
17 de janeiro de 2014 10:48 amImagina, Olivia Byington cantando com Chico na casa de Tom
Imagina – Olívia Byington e Chico Buarque
[video:http://youtu.be/pglEYAfSaa4%5D
Antonio Carlos Silva - RJ
17 de janeiro de 2014 11:06 amEntretanto ….
Entretanto – Mart’nália & Paulinho Moska
[video:http://youtu.be/rveaf38tAjc%5D
marcelooliveira
17 de janeiro de 2014 4:31 pmO documentário 3 Antônios e1
O documentário 3 Antônios e 1 Jobim, sobre o encontro dos Antônios Houaiss, Callado, Cândido e Jobim.
Brasil na veia!
http://www.youtube.com/watch?v=o6Zz3CFQ_SI
jns
17 de janeiro de 2014 6:43 pmJets to Brazil
[video:http://youtu.be/MytqJbXEnnY%5D
jns
17 de janeiro de 2014 7:09 pmO Nordeste é Poesia e R A-P-adura
Nordestino agarra a cultura que te veste
[video:http://youtu.be/n_ZXeg6gD_o%5D
Êha! ei! nortista agarra essa causa que trouxeste
Quem não tem cultura, jamais vai saber o que é rapADURA
patativa do assaré
‘O nordeste é poesia, | Deus quando fez o mundo | Fez tudo com primazia, | Formando o céu e a terra | Cobertos com fantasia. | Para o sul deu a riqueza, | Para o planalto a beleza | E ao nordeste a poesia.’
Minhas irmãs, meus irmãos, oxe! se assumam como realmente são
Não deixem que suas matrizes, que suas raizes morram por falta de irrigação
NORTE NORDESTE ME VESTE
Rasgo de leste a oeste como peste do sul ao sudeste
Sou rap agreste norte-nordeste epiderme veste
Arranco roupas das verdades poucas das imagens foscas
Partindo pratos e bocas com tapas mato essas moscas
Toma! eu meto lacres com backs derramo frases ataques
Atiro charques nas bases dos meus sotaques
Oxe! querem entupir nossos fones a repetirem nomes
Reproduzindo seus clones se afastem dos microfones
Trazem um nível baixo, para singles fracos, astros de cadastros
Não sigo seus rastros, negados padrastos
Cidade negada como madrasta, enteados já não arrasta
Esses órfãos com precatas, basta! ninguém mais empata
Meto meu chapéu de palha sigo pra batalha
Com força agarro a enxada se crava em minhas mortalhas
Tive que correr mais que vocês pra alcançar minha vez
Garra com nitidez rigidez me fez monstro camponês
Exerce influência, tendência, em vivência em crenças destinos
Se assumam são clandestinos se negam não nordestinos
Vergonha do que são, produção sem expressão própria
Se afastem da criação morrerão por que são cópias
Não vejo cabra da peste só carioca e paulista
Só frestyleiro em nordeste não querem ser repentistas
Rejeitam xilogravura o cordel que é literatura
Quem não tem cultura jamais vai saber o que é rapadura
Foram nossas mãos que levantaram os concretos os prédios
Os tetos os manifestos, não quero mais intermédios
Eu quero acesso direto às rádios palcos abertos
Inovar em projetos protestos arremesso fetos
Escuta! a cidade só existe por que viemos antes
Na dor desses retirantes com suor e sangue imigrante
Rapadura eu venho do engenho rasgo os canaviais
Meto o norte nordeste o povo no topo dos festivais, toma!
Refrão:
Êha! ei! nortista agarra essa causa que trouxeste
Nordestino agarra a cultura que te veste
Eu digo norte vocês dizem nordeste
Norte nordeste norte nordeste
Êha! hei! nortista agarra essa causa que trouxeste
Nordestino agarra a cultura que te veste
Eu digo norte vocês dizem nordeste
Norte nordeste norte nordeste
Poesia:
Minhas irmãs, meus irmãos, oxe! se assumam como realmente são
Não deixem que suas matrizes, que suas raizes morram por falta de irrigação
Ser nortista & nordestino meus conterrâneos num é ser seco nem litorâneo
É ter em nossas mãos um destino nunca clandestino para os desfechos metropolitanos.
Devasto as galerias tão frias cuspo grafias em vias
Espalho crias nas linhas trilhas discografias
Arrasto lp’s, ep’s cds, dvds
Cachês, clichês, surdez, vocês? não desta vez!
Esmago boicotes com estrofes em portes cortes nos flogs
Poetas pobres em montes dão choques em hip pops
Versos ferozes em vozes dão mortes aos tops blogs
Repente forte do norte sacode em trotes galopes
Meto a fita embolada do engenho em bilhetes de states
Dou breaks em fakes enfeites cacete nas mix tapes
Bloqueio esses eixos os deixo sem alimentação
Alheios fazem feio nos meios de comunicação
Essas rádios que não divulgam os trabalhos criados em nossos estados
Ouvintes abitolados é o que produz
Contratos que pagam eventos forçados com pratos sobre enlatados
Plágios sairão entalados com esse cuscuz
Ao extremo venho ao terreno me empenho em trampo agrônomo
Espremo tudo que tenho do engenho a um campo autônomo
Juntos fazemos demos oxigênios anônimos
E não gêmeos fenômenos homogêneos homônimos
Caros exteriores agrários são os criadores
Diários com seus labores contrários a importação
São raros nossos autores amparo pra agricultores
Calcários pra pensadores preparo pra incitação
Sou côco e faço cocada embolada bolo na hora
Minha fala é a bala de agora é de aurora e de alvorada
Cortando o céu da estrada do nada eu faço de tudo
Com a enxada aro esse mundo e no estudo faço morada
Sou doce lá dos engenhos e venho com essa doçura
Contenho poesia pura a fartura de rima tenho
Desenho nossa cultura por cima e não por de baixo
Não sabe o que é cabra macho? me apresento rapadura
Espanco suas calças largas com vagas para calouros
Estranha o som do gonzaga a minha sandália de couro
Que esmaga cigarras besouros mata nos criadouros
Meu povo o maior tesouro amor regional duradouro
Recito os ribeirinhos o mara – baixo em vivência
Um norte com essência não enxerga essa concorrência
São tão iguais ouvi vários e achei que era só um
Se no nordeste num tem grupo bom
Não tem em lugar nenhum, toma!
Refrão:
Êha! ei! nortista agarra essa causa que trouxeste
Nordestino agarra a cultura que te veste
Eu digo norte vocês dizem nordeste
Norte nordeste norte nordeste
Êha! ei! nortista agarra essa causa que trouxeste
Nordestino agarra a cultura que te veste
Eu digo norte vocês dizem nordeste
Norte nordeste norte nordeste.
macedo
17 de janeiro de 2014 10:18 pmFestival de cinema francês online. De 17/jan a 17/fev/2014
Festival de cinema francês online. De 17/jan a 17/fev/2014
Assista os filmes aqui:
http://www.myfrenchfilmfestival.com/pt/
Trailer:
[video:http://www.youtube.com/watch?v=PjgwOiCYFKE%5D