Jornal GGN – O presidente Jair Bolsonaro abandonou seu discurso contra a corrupção e abriu as portas de seu governo para as legendas do chamado Centrão, que reúne partidos considerados fisiológicos e alguns de seus integrantes possuem processos e condenações pelo mau uso dos recursos públicos.
A manobra adotada pelo presidente é a mesma adotada por outros mandatários: obter apoio para manter governabilidade e, sobretudo, adquirir musculatura para derrotar uma eventual manobra de processo de impeachment – os aliados do presidente querem garantir que Bolsonaro cumpra os quatro anos de mandato, independentemente do apoio popular.
Bolsonaro declarou não ver problemas em abrir vagas para o Centrão, mesmo que isso represente abandonar o discurso adotado em campanha, e concluiu que o toma lá dá cá tende a ser um importante pilar em seu mandato.
Segundo informações do jornal Correio Braziliense, Bolsonaro terá respaldo (inclusive entre os militares) para realizar qualquer tipo de articulação política. Segundo informações do jornal Correio Braziliense, o vice-presidente Hamilton Mourão reconhece que a crise “obrigou o presidente a buscar uma nova forma de diálogo com o Congresso”.
Mourão diz que, em um primeiro momento, o foco era se aproximar das chamadas bancadas temáticas –– como a evangélica e a da bala –– para constituir maiorias provisórias no Parlamento, mas a pandemia fez com que o presidente passasse a lidar de maneira diferente com as legendas, para tentar “extrair o melhor” de cada uma.
Tal raciocínio é compartilhado pelos ministros militares: Luiz Eduardo Ramos (Secretaria de Governo), Walter Braga Netto (Casa Civil) e Augusto Heleno (Gabinete de Segurança Institucional).
euclides de oliveira pinto neto
10 de maio de 2020 12:14 pmClaro que a intenção é “extrair o melhor”… grana prá todo mundo… não estão lá para brincadeiras… tudo ratazana com longa atividade nas maquinações políticas e mutretas de todo tipo…
Zé Sérgio
10 de maio de 2020 2:04 pmElites Esquerdopatas da Velha Política de PSDB e PT precisam decidir: é inveja ou é saudade? Geddel Vieira Lima, Eduardo Cunha, Pallocci, Severino Cavalcanti, José Genoíno, FHC, Renan Calheiros, ACM, Paulo Preto, Garotinho, Edson Lobão, José Dirceu, Paulo Casagrande, Jorge Borhausen, Picolé de Chuchu, Rocha Loures, José Serra e Filha e Contas Suíças abarrotadas, Sérgio Cabral, Fernando Capez, José Sarney, Laurence Casagrande, Jader Barbalho, Aécio Neves, Romero Jucá…mandam lembranças !!!! E não veem a hora de voltar à labuta. Não estão todos falando que o Presidente precisa conversar com a Política Brasileira? A NecroPolitica Brasileira dos últimos Governos, destas 4 décadas de farsante Redemocracia esta aí !!!! Precisamos voltar a dialogar com isto? Pobre país rico. Mas de muito fácil explicação.