4 de junho de 2026

O cenário de 2014 e 2015 para um gestor de fundos

De Gestor de Fundos Internacionais
 
 
Respeito e concordo com o Luis Stuhlberger em muita coisa.
 
Talvez ele esteja já em 2015, e nós olhando para 2014.
 
Realmente as piores práticas dos últimos anos vão mudar.
 
Não dá para segurar o câmbio mais. O déficit em conta corrente roda em torno de 1/3 das importações, e isto é insustentável.
 
Quando será a mudança?
 
Assim que a política salarial, de crédito ao consumo, e de câmbio mudem.
 
Não deve ser antes das eleições de 2014.
 
É bom salientar que as exportações de plataformas de petróleo são fajutas, são 7 bilhões de dólares a mais de rombo no conta corrente.
 
Os índices de inflação continuarão a apresentar números abaixo de 6 % em 2014, para isto vão comprimir ainda até as eleições os preços administrados, cuja inflação é menor de 2 % enquanto a de preços livres é maior do que 8%.
 
O equilíbrio das contas de muitas empresas públicas só começará a ser resolvido depois das eleições, portanto em 2015.
 
As privatizações de estradas, aeroportos tem realmente sido um sucesso, depois do fracasso das privatizações das estradas federais de 2007, que só serviram para dizer que o pedágio do PT era mais barato que o do PSDB. Para a economia nada foi feito, investimentos na melhoria das estradas não aconteceram conforme os contratos assinados.
 
Finalmente o PT se rendeu à realidade. A economia estava garroteada por falta das mínimas condições logísticas.
 
Os primeiros efeitos serão já sentidos em alguns aeroportos em 2014, mas o grosso da melhoria virá só anos a frente, e não impulsionarão a economia no curto prazo.
 
Finalmente para os investimentos industriais voltarem será necessário uma grande desvalorização, e um comprometimento público do governo de não permitirá nunca mais a taxa de câmbio se valorizar para segurar a inflação. 
Não vai acontecer em 2014.
 
O Luis tem razão, mas errou no timing.
 
O fundo de investimentos internacionais que administro continuará sem um centavo investido em ações e bónus brasileiros, o que já acontece desde quando o déficit em conta corrente apareceu nas contas brasileiras, há uns 5 ou 6 anos. Já nem me lembro mais direito. 
 
No início do governo Lula, em 2003, os ativos brasileiros eram 50 % do portfólio do fundo. Naqueles dias promissores a cotação do real era de mais de 3,50 por dólar. Era possível prever que a economia iria se acelerar e o lucro das empresas iria subir.
 
2014 será só mais um ano empurrando com a barriga. 
 
Minhas esperanças de melhora poderiam chegar com o novo governo, dependendo do que este venha a implementar como políticas fiscais, cambial e principalmente salarias. Com esta política salarial de valorização do trabalho bem acima das possibilidades de arrecadação fiscal, o déficit em conta corrente vai continuar a crescer até termos mais uma destas nossas tradicionais perdas de credibilidade e fuga de capitais. Dai sim será a hora de novamente meu fundo comprar ADRs das melhores empresas brasileiras.
 
Depois de uma grande crise de confiança fica tudo de graça em moeda estrangeira.
 
Feliz Natal, abraço,

Luis Nassif

Jornalista, com passagens por diversos meios impressos e digitais ao longo de mais de 50 anos de carreira, pelo qual recebeu diversos reconhecimentos (Prêmio Esso 1987, Prêmio Comunique-se, Destaque Cofecon, entre outros). Diretor e fundador do Jornal GGN.

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81 Comentários
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  1. Stanilaw Calandreli

    26 de dezembro de 2013 10:35 am

    A Sardinha.

    “O fundo de investimentos internacionais que administro continuará sem um centavo investido”

    Já puxou a sardinha para o lado dele!!!!!

  2. Zanchetta

    26 de dezembro de 2013 10:43 am

    O que importa é ganhar a

    O que importa é ganhar a eleição…

    1. Juliano Santos

      26 de dezembro de 2013 4:23 pm

       E o Zancetta e o autor são

       E o Zancetta e o autor são da turma do “O que importa é meu fundo”.

      Por isso esses pessoal não gosta de eleição. Como o povo atrapalha!

  3. Assis Ribeiro

    26 de dezembro de 2013 10:49 am

    Pensei que estava lendo o PIG.

    “Não é pessimismo. Os empresários brasileiros estão é de mau humor”

    Abílio Diniz

    Como está vendo a “armadilha do crescimento baixo”?

    Não vejo. Economistas gostam de ser irônicos, gostam de frases de efeito, de gracinhas, e essa é mais uma. O que eu acho é que, se você comparar o governo da Dilma com o do Lula, ele teve condições externas muito melhores do que ela. Segundo ponto: a maior parte dos brasileiros que foram tirados de debaixo da linha da pobreza o foi no governo Lula. Depois de determinado ponto, você não consegue mais fazer essa evolução social com a mesma velocidade. Então, o consumo interno ainda está sustentando o crescimento, mas não como sustentou até 2010. Hoje, você precisa de algo mais. E o que foi colocado como segundo motor do crescimento? Os investimentos em infraestrutura. Os projetos foram feitos, o programa foi feito, a direção foi apontada, só que esses investimentos não aconteceram. De quem foi a culpa? Não interessa. Não vou analisar a culpa. O que temos é uma necessidade imensa de investimentos. No momento em que a taxa de investimentos se elevar, com o consumo interno que nós temos, o País vai voltar a crescer.

    Você tem alguma preocupação com a inflação?

    Se eu disser que não tenho preocupação com a inflação estaria sendo um tanto quanto irresponsável. Quem viveu a inflação sempre fica preocupado. Porém, olhando o mundo real e as coisas como elas estão, os controles que o Banco Central tem, tudo o que está acontecendo em termos de inflação, não vejo motivo para preocupação. O BC não usou, nem de longe, medidas duras de combate à inflação. Todas as medidas tomadas até agora foram necessárias. A inflação está sob controle.

    Inflação controlada, retomada da confiança do empresariado… Se isso acontecer, 2014 pode ser um ano surpreendente?

    Não acho que será surpreendente se crescermos mais do que vamos crescer em 2013. Eu espero isso. Porque, de novo, o consumo das famílias vai continuar crescendo. Há alguma preocupação com inadimplência, mas há espaço para mais endividamento. O salário continua crescendo, o emprego continua firme. Por outro lado, a expectativa de que a retomada dos investimentos aconteça fará o País crescer. Outro ponto importante: é ano de Copa e também eleitoral. Dois fatores que contribuem para o aumento de consumo.

    Matéria completa:

    http://blogs.estadao.com.br/sonia-racy/nao-e-pessimismo-os-empresarios-brasileiros-estao-e-de-mau-humor/

     

    1. Lucinei

      26 de dezembro de 2013 8:46 pm

      Emprego, salário, consumo…

      Assis, você sabe.

      Estão de mau humor porque estão perdendo e perdendo eleições, cada vez menos pessoas levam a sério o que eles dizem, estão chegando cada vez mais grupos econômicos que nunca fizeram convescote com eles e, portanto, não “devem” nenhuma lealdade e, enfim, estão com a sensação de que o Estado “deles” está saindo das mãos.

      Por isso o mau humor.

      Que não vai passar!

      Não adianta o “…as piores [sic] práticas dos últimos anos vão mudar”: o noticiário vai ser de “mau humor” de qualquer jeito. A oposição PRECISA  de um noticiário negativo para tentar alguma coisa na eleição.

      Devem estar com enjôos por causa da “determinação do econômico”.

  4. braga - sc

    26 de dezembro de 2013 10:55 am

    o nome da fera? que fundo?

    o nome da fera? que fundo? será o arminio fraga? salário mais baixo? é o arminio mesmo.

    1. chico da dilma

      26 de dezembro de 2013 1:55 pm

      Nome da fera:Santa Claus.Nome

      Nome da fera:Santa Claus.Nome do fundo:RABO PIGAL INVEST!.

  5. Assis Ribeiro

    26 de dezembro de 2013 11:08 am

    Pensei que estava lendo o PIG. (2)

    O governo só se preocupou com o consumo. blá, blá, blá.

    O que estão querendo dizer? reclamar do aumento do salário médio, do aumento do salário mínimo, dos créditos para pobres poderem comprar?

    O governo abandonou os investimentos. blá, blá, blá.

    Ferrovia Leste-Oeste, ferrovia norte-sul, portos no nordeste, aumento substancial da disponibilidade de energia com as várias hidrelétricas inauguradas e outras matrizes, queda do preço de energia, …

    O governo abandonou os empresários. blá, blá, blá.

    Mais disponibilização de energia e preços mais baixos, desoneração, financiamento do BNDES, menores juros, aumento do poder de compra da população,…

  6. MRE

    26 de dezembro de 2013 11:11 am

    Era melhor ?
     No início do governo Lula, em 2003, os ativos brasileiros eram 50 % do portfólio do fundo. Naqueles dias promissores a cotação do real era de mais de 3,50 por dólar. Era possível prever que a economia iria se acelerar e o lucro das empresas iria subir  Não entendi a alusão- era melhor àquela época. O Brasil paradão, sem investimentos, as empresas quebrando, um blá -blá do país ir ao FMI. Este dinheiro de fundos ou de outra modalidade similar tem cara de grana especulativa. Tem um artigo de uns 7/8 anos, acho que publicadoa aqui no blog, que mostrava que a grana aplicada no mundo em produção era  ínfima, tipo 0,5% ou 1% da grana que girava no mundo anualmente – em 100 anos o mundo não mudou muito: os ricos exploram os mais pobres e tentam se justificar com teorias e profecias que não mais se sustentam- precisam de ajustes. A política economica no Brasil precisa de ajustes. Se a exportação é menor do que a importação, deve-se ajustar no médio prazo ( utilizando-se o superavit existente). Há de se conscientizar a população a não fazer turismo tupiniquim ( comprar fraldas para neném em N.York), taxar fortemente produtos estrangeiros desnecessärios ( SUVs poluídoras e não projetadas para as ruas urbanas) e promover, ainda mais, a vinda de dinheiro bom e produtivo para o pais. Aproveitar o superavit e mandar estudantes se atualizarem nas universidades de ponta no exterior. Investir em comida para sustentar o mundo mais a frente. Investir em ecologia e preservar as nossas reservas naturais – talvez tenhamos que doar/trocar água com o mundo futuramente. As teorias economicas centenárias precisam de ajustes: o Brasil em  40 anos mais do que dobrou de população. O mundo em mais 20/25 anos vai dobrar e chegar a 14 bilhões de pessoas, que vão ter que trabalhar e consumir. Portanto  ficar criticando por conta das teorias da lei da oferta e procura e similares pode não ser mais a forma correta de se avaliar o momento economico – vivemos a era dos serviços e por algum tempo viveremos uma época de ajustes. É interessante como os economistas “não conseguem largar o osso” e batem na mesma tecla. Em 2008 foi assim também; aí veio um nove dedos, sem diploma, sem inglês, até hoje execrado e não reconhecido por muitos medalhões, e promoveu uma revolução “nunca dantes” pensada e nos tornou uma economia  bem avaliada e até invejada –  F.Time e agências de risco não se cansam de querer ver o Brasil só dos juros .   

  7. Hamilton

    26 de dezembro de 2013 11:11 am

    Vade Retro

    Satanás.

  8. Chico Pedro

    26 de dezembro de 2013 11:17 am

    Depois de 12 anos de governo

    Depois de 12 anos de governo os caras começarem (não tem nada pronto) a prover o Estado com infraestrutura básica (não é nem avançada) é uma coisa ridícula.

    E não se está falando de profunda mudança no sistema de arrecadação de impostos, reforma política ou do judiciário, mas apenas da construção de algumas estradas e aeroportos.

    Vão ser ineptos assim lá longe…

    1. Ulisses s

      26 de dezembro de 2013 5:14 pm

      Aqui mineiro Aecista!

      Se ficar só no PIG, não vê nada mesmo! Eles assintosamente não mostram. Só eles e você acham que o país não cresce!

      Olha que se acha na internet e não se vê no PIG

      Transposição do São Francisco e iirrigação em Petrolina

      http://polonaval.com.br/industria-naval-brasileira-entrega-56-navios-em-2011

      http://transporteelogistica.terra.com.br/noticias/integra/188/ferronorte-deve-escoar-quase-o-total-da-proxima-safra-de-soja-no-mt

      http://www.blogdodecio.com.br/2011/08/17/petrobras-destaca-importancia-de-novas-refinarias/

       

      1. Motta Araujo

        26 de dezembro de 2013 5:40 pm

        Irrigação em Petrolina existe

        Irrigação em Petrolina existe desde o Governo Juscelino. Há quarenta anos Francisco Persico, da firma Persico Pizzamiglio produzia uvas finas em terreno irrigado no Vale do São Francisco, na decada de 90 começou a exportação de frutas em grande escala a partir de Petrolina. É coisa antiga que nã tem a ver com transposição do São Francisco porque o Rio já está lá na cara de Petrolina, não precisa transpor nada.

        1. Orlando Soares Varêda

          26 de dezembro de 2013 7:57 pm

           
          É verdade. Em todo Vale do

           

          É verdade. Em todo Vale do Salitre, Juazeiro BA e Petrolina PE, existe irrigação desde JK.

          O engraçado é que existia, também, implatada por JK, interssante Idustria Naval. Aliás, industria que não resistiu à eficiência dos ditadores militares, muito menos, à competência dos governos da arena-PMD, do Collor e do DEM-PSDB, cujo governo modernoso de FHC preferia comprar navios mais bonitinhos e baratinhos em Singapura. Só recentemente, foi restaurado o sucateado e desimportante setor industrial pelo governo atrasado do metalúrgico Lula.

          Aliás, estes intelectuais sabem de cada coisa, que nem o diabo imagina. Foi assim que FHC fechou as Escolas Técnicas. Fechar, parece ser providência providencial para aqueles gajos atucanados. Assim, o homem foi fechando e vendendo tudo que a vista alcançava. De escola, indústrias, empresas públicas, à Sudene e ao diabo que aperecesse na frente. Uma maravilha pra quem tivesse “QI” poderoso, pra comprar tudo a preço de fim de feira e de sucata. Como fez o professor com as ferrovias que restavam.

          Orlando

        2. Ulisses s

          26 de dezembro de 2013 8:46 pm

          Se você reparasse

          no canto inferior da foto, teria visto o belo canal de transposição do São Francisco! Na foto do estadão, assim como Stalin, tiveram a cara de pau de cortar o canal da foto publicada. Então a direita reaça segue os mesmos metodos Stalinista? Quem são os verdadeiros aparelhadores deste país?

          http://blogs.estadao.com.br/olhar-sobre-o-mundo/vale-do-sao-francisco/

  9. Leonardo Alves

    26 de dezembro de 2013 11:20 am

    Milagre

    Milagre um contraponto ao que se publica costumeiramente neste blog. diferente desse monte de torcedor que habita por aqui, finalmenteuma opinião sensata de um grande player do mercado.

    Você deveria fazer isso mais vezes Nassif, engrandece o seu trabalho de jornalista mostrar diferentes opiniões. 

     

    1. Juliano Santos

      26 de dezembro de 2013 4:32 pm

      Voce não deve frequentar

      Voce não deve frequentar muito o blog. No pig é que tá tudo dominado, só tem opinião desse tipo aí. O Nassif também pública porta-vozes do rentismo, mas só que terão que aguentar a reação da galera

  10. Marco Santo

    26 de dezembro de 2013 11:24 am

    Investem aonde? Na China? na

    Investem aonde? Na China? na Indonésia?…….Não se precisa ser muito administrador de fundo para escrever isso. Volta a mesma ladainha da correção cambial….e o povo que se “exploda”……

  11. W K

    26 de dezembro de 2013 11:25 am

    Quando um “entendido” A em Economia …

    … diz que não investe e o “entendido” B investe (por exemplo, em infra-estrutura de aeroportos, rodovias, etc.), isso significa que ninguém realmente entende mesmo a fundo de economia! 

    Por outro lado, essa história de se investir na valorização do trabalho (e que, tudo indica, se a oposição ganhar a eleição, ela quer acabar com isso) na verdade, nada mais é do que aproximar o valor do trabalho realizado no Brasil pelo valor do trabalho realizado em nações desenvolvidas. 

    Assim, querendo acabar com a valorização do trabalho ou mesmo desvalorizá-la significaria então um amplo retrocesso do país para as nações mais atrasadas economicamente. 

    Algumas considerações desse tal investidor “entendido”:

    se há cinco anos o patrão dele não investe no Brasil, o que ele está fazendo aqui? Só segurando uma “boquinha” para falar mal?

    Ou se achando um “entendido”? E se esse patrão começar a perguntar algo como: “ô cara, porque deixou passar os leilões de concessões?”, qual seria a resposta adequada do mesmo? Lembro que, quem levou o leilão não pensa do mesmo jeito, apesar de usar a mesma matemática no cálculo. 

    Que o Lula teve sorte na evolução da economia durante o mandato dele foi isso mesmo: sorte. A favor dele é que essa onda foi aproveitada onde podia com bons resultados para a camada mais pobre. Se a atual oposição tivesse no governo durante aquele período, com a sua crendice neoliberal certamente teria arruinado ainda mais o país. 

     

     

  12. Francisco A. de Sousa

    26 de dezembro de 2013 12:12 pm

    O distinto deveria tomar

    O distinto deveria tomar cuidado ao fazer projeções com viés. Como administrador de dinheiro ele descartou o Brasil, provavelmente em favor do Mexico e deve estar com o dedo no gatilho para sair fora. Finalmente, nunca li, conversei ou conheci um gestor que faça o que diz, mesmo administrando dinheiro dos outros.

  13. Rodrigo C Moreira

    26 de dezembro de 2013 12:29 pm

    “e um comprometimento público

    “e um comprometimento público do governo de não permitirá nunca mais a taxa de câmbio se valorizar para segurar a inflação.”

    Bom, então é o seguinte: o cidadão vai voltar a pagar caro em produtois importados para bancar essa indústria ridícula, que hoje tem um peso cada vez menor no PIB. 

    Isso, ai, galera. Dá-lhe garantir dividendos para as empresas “brasileiras” do ABC.

    Noutras palavras, vamos continuar fechando a economia e pagar caro por produtos de baixa qualidade.

    Devem achar que nosso dinheiro é capim.

    O slogan do Governo deveria ser “Brasil, um país caro”

     

  14. Eden SP

    26 de dezembro de 2013 12:31 pm

    E as exportações do Pre-Sal?

    A quem puder me responder, agradeco: 2014 nao comecam as exportacoes massissas do pre-sal? Caso sim, isso nao acarretaria em um impacto no resultado das transacoes correntes?

    obrigado

    1. Motta Araujo

      26 de dezembro de 2013 12:38 pm

      Exportações do pre-sal? Está

      Exportações do pre-sal? Está brincando claro. Toda produção do pre-sal que é pequena é para nosso uso e ainda precisamos importar muito combustivel e gás. A conta petroleo em 2013 é deficitaria em no minimo US$11 bilhões.

      1. Raposo Alobado

        26 de dezembro de 2013 2:29 pm

        Não foi essa a pergunta

        A pergunta foi outra, portanto, como de hábito, o comentário depreciativo ao SEU (?) país, não cabe.

        Sabemos que o pré-sal brasileiro, único no mundo a já produzir, graças à mundialmente reconhecida (e aqui escondida) competência e liderança da (estatal de economia mista) Petrobrás (com “s” no final), so vai começar produzir para valer daqui a dois ou três anos, durante uma janela de crescimento até cerca de 2020 e mais.

        Ainda que tenhamos capacidade de exportar óleo (e teremos certamente com o pré-sal), nosso consumo de derivados é maior do que nossa capacidade de refino. Portanto deriva eminentemente dai o nosso deficit.

        Sua resposta não explica que isto ocorre porque desde muito, os governos neoliberais e anteriores não implantaram mais refinarias no país, pois dentre outras, o alvo era tirar a capacidade de investimento da Petrobrás, sucateá-la e vendê-la, como se fez com tantas outras empresas estratégicas e lucrativas, roubando-os da União.

        Como fez com a infraestrutura e a indústria nacional (não a estrangeira aqui hospedada)..

        Mas este governo “petralha” está investindo (além do social) também em refinarias e infraestrutura, para mitigar o estrago “tucanalha” causado;

        Que cinicamente alguns gostam de criticar como se fosse culpa do governo atual.

        Defendendo a volta dos que o causaram.

        Para continuar o estrago.

         

        1. Motta Araujo

          26 de dezembro de 2013 5:14 pm

          Todos as onze refinarias

          Todos as onze refinarias brasileiras foram construidas ou muito ampliadas no Governo Militar de 64. O Governo do PT planejou construir 4, está construindo uma, a de Pernambuco, que era para ser associada a PFVSA . Como eles pularam fora porque a Venezuela está quebrada, o custo da refinaria Abreu e Lima pulou de US2,3 bilhões para US$24 bilhões,

          dez vezes mais, por culpa dos venezuelanos, teve quer toda reconfigurada porque era para refinar oleo tipoMaracaibo e agora vai ter que processar oleo brasileiro e Brent importado.

          1. Raposo Alobado

            26 de dezembro de 2013 9:01 pm

            Os riscos de chutar

            Primeiro, o sr. não está me desmentindo, apenas complementando com futricos bolivarianos. Os governos neoliberais e anteriores (Sarney/Collor/Itamar/FHC/FHC) há muito (ultima iniciada há quase 40 anos) não faziam.refinarias, como dito.

            Mas eu vou lamentavelmente ter que desmenti-lo ou corrigi-lo, pois o sr. chutou … como de hábito, pra fora.

            1) A ditadura militar (que não era exatamente neoliberal, posto que pelo menos nacionalista) construiu se não me engano, as refinarias de Paulínia e São José, em SP, uma no Paraná e outra no RS. No CE já estava em andamento em 64. Portanto bem menos que 11;

            2) Ampliar é ação mais da Petrobrás do que de governos e ditaduras.

            3) Importantes refinarias como as de Duque de Caxias e Cubatão são anteriores ao golpe.

            4) As demais ou são (bem) anteriores ou particulares, algumas mais antigas que (ou contemporaneas) da própria Petrobrás,como Manguinhos (RJ) e Mataripe (BA).

            5) Estão em construção além da sua mencionada (PE), a Potiguar (RN) e a Comperj (RJ); Não me lembro da situação da quarta, mas construir refnarias e complexos petroquimicos pode levar muitos anos, vc deve saber bem.

            6) Os atrasos devem-se (além do citado) a motivos diversos, em um país carente de recursos, de capital e equacionando os imensos desafios multi-bilionários do pré-sal. Portanto, acalme-se, que é assim mesmo.

            Poderia ser melhor, se pessoas capacitadas e segmentoso de nossa elite covarde e preguiçosa investissem e agissem melhor para o país e não em associações mais “fáceis” com o capital estrangeiro, que também é bem vindo, como em Libra.

            Se não existisse a Petrobrás, sabemos que as petroleiras estariam exportando tudo pará nós, pois nunca lhes interessou produzir aqui, mas sim nos vender derivados com mais valor agregado, de origens menos custosase

            Também não teríamos know how algum e nosso crescimento estaria condicionado a tal fornecimento, certamente em valoes mais altos do que os da Europa.

            Fora a hipersensibilidade econômica a crises.

            O pior é que vc finge que não sabe disso.

            Prefere ficar chutando pra fora!

          2. Diogo Costa

            26 de dezembro de 2013 9:02 pm

            Compulsão pela mentira

            A última refinaria construída e inaugurada em Pindorama data de 1980, ainda no tempo de João Batista Figueiredo. O Brasil ficou 30 anos sem investir em infraestrutura! E isto está sendo feito agora com os programas do governo federal, notadamente o PAC. 

             

            A Refinaria de Abreu e Lima será inaugurada em novembro de 2014. O Complexo do Comperj será inaugurado no início de 2016. As Refinarias Premium I e II serão inauguradas em 2017 e 2018. Só não vê quem não quer.

             

            E digo mais, é muito mais difícil empreender uma obra de infraestrutura hoje, em função das condicionantes ambientais e da atuação do Ministério Público, do que era empreender estas obras há 30, 40 ou 50 anos atrás.

             

            Felizmente o PT está recuperando a infraestrutura nacional, depois de 30 anos de desinvestimento programado e de sucateamento desavergonhado.

  15. Alexandre Weber - Santos -SP

    26 de dezembro de 2013 12:55 pm

    O fim do dinheiro fracionado

    Já postei sobre isto antes aqui no blog, mas colocarei de novo, pois a discussão é interessante, apesar do nível ser um pouco acima da média dos comentários.

    Meu ponto é que, sendo o dinheiro que usamos usado desde os tempos pré-babylonicos ele têm um papel relevante na nossa civilização e não pode ser capturado por meia duzia de espertalhões para, com um governo mundial e uma moeda única, escravizar de forma permantente toda a população do planeta.

    https://jornalggn.com.br/blog/luisnassif/a-questao-das-reservas-da-china

    Rarefied AirBy 

    Infinite Guest

    The following post is by Dealbreaker reader and commenter Infinite Guest.

    A few years ago I was fortunate to attend a lecture given by Paul Wilmott challenging the wisdom of modeling derivatives on the assumption that there is no arbitrage. He floated an alternative approach (as but one of many possible heterodox approaches) outlining the pitfalls therein – chiefly the difficulty of convincing investors to bear with you until your thesis proves out – and toward the end he took questions. Some brave soul asked him, “Where does the money come from?”

    “Thin air?” he replied.

    Whether you consider money a medium of exchange, a store of value, a means of paying taxes or a means of keeping score, money in aggregate is a denominator. It purports to measure things like wealth and income. A “stable” currency in some sense is therefore desirable, and we all have a common interest in seeing to it that money is created or destroyed, made available to the economy or not, in some sort of equitable or at least responsible fashion, by people and institutions we feel can somehow be held accountable for their actions. In ordinary times one you would have very little motivation to question where money comes from but after being told every day of your life for a few years that the global financial system, having lately suffered a near-death experience, is a social ill, inherently flawed, fragile and corrupt, which might at any time blow up the economy and abscond with your job, your house and your savings in tow, then you might become if not strictly speaking curious at least concerned. You might seek safety in a gold standard or some other type of commodity money. You might get worked up about the national debt or the Federal Reserve. You might even, as IMF economists Jaromir Benes and Michael Kumhof have been doing with their excellent working paper “The Chicago Plan Revisited” search for answers in the creative past and, with the benefit of modern technology, conclude that the time has come to end fractional-reserve banking once and for all.

    “The Chicago Plan Revisited” applies mathematics borrowed from quantum physics to a set of ideas generated by creative political economists reeling from the shocks of the Great Depression with confirmatory results. It relies on what’s called a DSGE model of the economy, a type of “bottom-up” model that evaluates macroeconomic conditions more-or-less microeconomically. The monetary recommendations of the original Chicago Plan were eventually articulated by Irving Fisher et al. as “A Program For Monetary Reform,” a thoughtful document that reads as relevant today as it must have then if not more so, although like many old manifestos its commitment to the inevitability of its own premises ironically undermines the credibility of its argument. That is to say, were fractional-reserve banking so inadequate to meet demand for money and the public debt so unsustainably high (in 1939!) that Chicago-style monetary reform would necessarily occur, why bother advocating for it? “The Chicago Plan Revisited” is in that sense more tentative than the original. Full-reserve banking is mathematically superior to fractional-reserve banking given the right initial conditions of leverage and provided that the right institutions have adequate technology and sufficient incentives to behave properly. Both papers assert that full-reserve banking would smooth out the business cycle, reduce public and private debt and consign banking panics to the dustbin of history. The more recent analysis finds, over and above the claims of its ancestor, that full-reserve banking would eliminate inflation and stimulate economic growth. While reasonable people may quibble, let’s assume for the time being that under the right circumstances they’re dead right about all that. What then?

    Among many appealing features of the narrative present in “The Chicago Plan Revisited” is its understanding of money creation, a practitioner’s understanding true to its roots in Fisher’s view of endogenous money. The money we use is not created as a multiple of some pre-existing reserve on a stock of deposits but quite the opposite. Deposits chase lending. Lenders really do create money out of thin air. Reserve requirements from that perspective don’t have as much power as we might like. They don’t effectively constrain lending. Credit creation under such a regime being bound to money creation, reserve requirements don’t constrain that either. Given that somewhere down the line inflation is related to money supply, policy rates don’t appear likely to do much, either. Lending is presumably like any other business. Lenders create as much credit as the can at some premium to the policy rate, one of their more relevant input costs, and when it stops being profitable, they stop lending. Such a decision process on such a production function doesn’t necessarily lend itself to producing a “stable” currency.

    That sums up the supply side of things anyhow. Implicitly lenders are trying to meet some kind of demand. If markets work, they work because they clear at some price level where supply and demand are identical. The authors recognize that the value of liquidity services concentrated within a small group of privileged parties who are authorized to create money may be quite substantial. They seem recognize further, at least with respect to credit, that markets do not always clear. Here they note that at the bottom of the credit cycle lenders tend to avail themselves of the contractual right they bought at the top of the cycle to seize the collateral assets of borrowers who default. In private hands, both the value of liquidity and the legal seizure of assets are presented as types of usury, “the calculated misuse of a nation’s money system for private gain,” the sort of definition that reveals more about the perspective of the people who wrote it than perhaps it intends.

    Money per se owes its existence to the rule of law. It should be apparent that all kinds of property are created by law. That fact does not necessarily argue in favor of state ownership of all kinds of property any more or less than it argues in favor of state control of money. Good laws distinguish between private and public property. As part of the social contract, good management of public property serves the owners of private property rather than punishing them. Good laws restrict the power of government, protect private property and facilitate the orderly and equitable transfer of private property rather than impairing it. If it is socially undesirable to leave control of the money supply to a privileged few capitalists, it does not absolutely follow that it would be socially desirable to place that control in the hands of appointed officials, either. Economic models are explicitly intended to describe human behavior and within some limited scope to predict it, and of course, economic models rest on assumptions about human behavior. But more than rest on assumptions —here I can’t help thinking about Emanuel Derman’s Models.Behaving.Badly., an extended meditation on the subject — economic models comprise assumptions. The beginning, middle and end of a model economy, no matter how rigorous, complex and lifelike it may appear to be, are all collections of falsifiable statements about who people are, what we do and why. Having that in mind, it’s striking that for all their depth and attention to detail, Benes and Kumhof do not admit the possibility of gross incompetence on the part of their government monetary authority; and specifically excluded from the plan is the possibility that governments may wage war from time to time. The assumption that war is an exceptional circumstance that may be avoided by responsible government underpins both their analysis of monetary history and their model economy. With one gorgeous flourish of a hand-wave, the authors state:

    To be fair, there have of course been historical episodes where government-issued currencies collapsed amid high inflation. But the lessons from these episodes are so obvious, and so unrelated to the fact that monetary control was exercised by the government, that they need not concern us here. These lessons are: First, do not put a convicted murderer and gambler, or similar characters, in charge of your monetary system (the 1717-1720 John Law episode in France). Second, do not start a war, and if you do, do not lose it (wars, especially lost ones, can destroy any currency, irrespective of whether monetary control is exercised by the government or by private parties).

    On the contrary, one might imagine that banks exist precisely because in this world governments are by-and-large larcenous, murderous and stupid.

    The plan itself, following a “transition period” whose brutality is buried beneath a thick carpet of relatively harmless-looking stochastic differential equations, would leave banks largely intact with the same relationships and inter-relationships, under the same management and capital adequacy constraints they now face, and enjoying most of the same privileges and profits they do today, except that ongoing profits from the liquidity services of money would be repatriated to the government in the form of seigniorage. Private debt would be necessarily constrained to a level supported entirely by equity. Unless we share the authors’ optimistic perspective that government can separately (and wisely) dictate the total volume of available credit, reducing banks to beneficent allocators of available capital, it’s not easy to see why we should be so sanguine about the prospects of such an arrangement: if lenders can only lend on equity then they need to show big profits, so that their market value increases, so that they can issue more equity, so that they can make more loans. Eventually they might make really risky loans in order to show big paper profits. When the value of their lending portfolio decreases, if recent history is any guide, they may turn out to be reluctant to take write-downs. They restructure. Only catastrophic collapse is sufficient to restrain them.

    Supposing despite these reservations that full reserve banking of the type that leaves government firmly in control of money would eliminate inflation and smooth out business cycle, would that really be better than the way things are? Peaks of the business cycle encourage innovation. Troughs penalize untimely ideas. The business cycle is a crude motivator, and it isn’t always fair by some universal definition of fairness, but it’s only one element of a larger integrated system that includes other remedies through other institutions. Fair or not, the business cycle is part of a dynamic society in which today’s oligarch may at least potentially be tomorrow’s pauper. Come to think of it, periodic unexpected changes in inflation can be a natural way of keeping the rentier class in check. While a static society may be easier for economists to explain and predict, smoothing the business cycle and eliminating inflation seem likely to have the unfortunate side effects of strengthening the very oligarchy the authors apparently want to unseat.

    What if instead of leaving control of money to the whims of the elite or handing it over to bureaucrats we regard the creation of money as a human right? Informal lending predates official government money, after all. The laws we live with around money really represent past and current governments’ largely successful efforts to take power away from individuals and potential competitors, placing it in the hands of trusted allies. We have available technology today that would allow anyone with a cell phone to create money if only we would remove the artificial regulatory fences that prevent such democratization. On a small but growing scale, we already create credit that way, with no special regulatory framework on reserves, capital adequacy or anything else, for instance through websites like Prosper. The same creativity and freedom that got us out of the Great Depression is today applied in socially beneficial ways to the allocation of credit and might some day soon be used to diffuse seigniorage so broadly that it loses the value associated with any special privilege, leaving only pure money with whatever “real” value it actually has.

    Ultimately the source of our disappointments with money is not that the air it comes from is too thin. It’s too closely contained. You might say it’s downright stuffy.

     

  16. Lionel Rupaud

    26 de dezembro de 2013 1:22 pm

    Curioso que todo o pessoal de “gestão de fundos”

    estavam felizes da vida nos anos fhc, e estão de péssimo humor há 11 anos.

    O mais curioso ainda é que os pecados mortais do “lulopetismo”, como a citação:

    “Não dá para segurar o câmbio mais. O déficit em conta corrente roda em torno de 1/3 das importações, e isto é insustentável.” pode perfeitamente ser entendida como uma referência direta ao final de 1998 (outro período eleitoral). Mas na época nenhum “gestor de fundos” escreveria tal coisa. Poderia até pensar, mas nunca escrever. E o Meirelles também manobrou para valorizar o real bem acima do prudente (2 vezes em 2003-4 e no final de 2008), mas ele é um ídolo destes.

    Tem uma hipocrisia tremenda nisso tudo. Se o tal “gestor de fundos” não tem mais um cent em ativos brasileiros, e provavelmente muitos $$$ em ativos mexicanos (o modelo de sociedade há anos segundo os discursos dessa turma), ele já deve preparar a saída dos ativos mexicanos (estão “caros” agora). E poderá até voltar a “comprar” Brasil, mas só o dirá depois de ter feito o movimento.

    E cá entre nós, como cliente de alguns desses gestores, vejo que eles tem tido resultados bem ruins nos últimos 2-3 anos. Está aparentemente difícil de adivinhar o que vai acontecer no tal “mercado”.

    Era bem mais fácil quando o BACEN fazia reuniões prévias com os líderes do tal “mercado”, antes das reuniões que definiam a taxa SELIC. 

    1. luisnassif

      26 de dezembro de 2013 1:46 pm

      Esse gestor faturou alto em

      Esse gestor faturou alto em 1998 não acreditando no que dizia a mídia sobre FHC e o câmbio. Ganhou em vários momentos em que o governo foi irresponsável com o câmbio.

      1. alexandre a.moreira

        26 de dezembro de 2013 2:25 pm

        esse gestor faturou alto

        Se você baseia seu sucesso em só uma parte da conjuntura como diria JPMorgan:

        “quando há sangue nas ruas….Compre” 

        Entendo que sua visão do xadrez é de onde o rei se posiciona…mas o mundo não é um tabuleiro de xadrez…embora simplifique pensar que sim.

      2. alexandrerp

        26 de dezembro de 2013 2:36 pm

        Cotação Dólar 2014

        Nassif, poderia trazer outras visões de gestores para o dólar em 2014?

         

        Ao que parece, a visão do dólar valorizado é geral. Mas, a qual preço em relação ao Real?

         

        Poderia fazer uma matéria pelo GGN sobre este assunto?

      3. Salvatore

        26 de dezembro de 2013 4:48 pm

        Faturou alto em 98?

        Então já sei quem é!

        O CACCIOLA!

        Brincadeirinha, Nassif, só pra desanuviar.

      4. Lionel Rupaud

        26 de dezembro de 2013 4:56 pm

        Mas Luis, eu também faturei alto (na minha escala)

        apostando contra o real em novembro 1998 e vendendo meus fundos cambiais i.e.. US$, em março 1999. Mas não precisava ser um premio Nobel de economia!

        Mas não fico de tão mau humor só por que o governo não é do psdb.

        De qualquer forma a opinião de “gestor de fundos” não pode ser a bússola de um governo responsável.

        Quanto ao que ele falou, sinto uma ponta de despeito sobre o cambio, que, todos sabemos tende a mostrar ainda desvalorização do real por ondas. O que em si não é ruim para o pais, acho até que pelo contrario.

        Pergunto eu: ele está tão raivoso por que apostou em 2,45 no final do ano e perdeu contra o BACEN (muitos fundos multi-mercados tiveram grandes perdas por causa disto)?

        Sobre as concessões rodoviárias, o que ele falou é digno de FSP ou exame: paguei ontem R$ 7,20 em rodovia paulista num trecho que pago R$ 1,50 na Fernão Dias, haja diferença… O.K. as rodovias não tem o mesmo nível de qualidade mas as de SP já eram assim antes da privatização. Hoje a Fernão tem o nível da Anhanguera, o que é normal visto que são ambas projetos dos anos ’50.

        Mas de qualquer maneira o papo do “gestor de fundos” não me convence por que como investidor comprei, antes das concessões da Fernão Dias e Regis Bitencourt, ações da OHL Brasil, que vendi 3 anos depois com lucro de 250% em média. E o tal “gestor de fundos” acha isso ruim?

        Enfim cada um sua opinião…

  17. alexandre a.moreira

    26 de dezembro de 2013 1:22 pm

    O cenário de 2014 e 2015 para um gestor de fundos

    Bom primeiro é preciso qualificar o comentário sem preconceitos:

    “um grande gestor de fundos”

    A Realidade:

    O Dinheiro, o poder dele atualmente, pratica sua ” inércia de ganhos ” nestes “fundos”;  o nome não podia ser mais apropriado.

    O ponto central da crítica além da futura “mexida” cambial….sempre ela, aquela que ajuda o jogo em “MonteCarlo” com a banca no STF do mal necessário, é pressionar os salários por que a culpa no resultado fiscal é dos salários e não da gigantesca e inalditável sonegação tipo geléia geral que nem a NSA consegue dar conta.

    Acho o comentário deve estar aí por que o Nassif acha que ele tocou no caso do Cambio, sua preocupação pertinente, mas o pequeno Grande gestor não se arrisca nem um pouco na questão da sonegação e da auditoria da dívida que mudaria considerávelmente sua percepção conjuntural.

    Como é natural, o esperto gestor, tem lado…e é dos fundos

     

  18. Marcelo Castro

    26 de dezembro de 2013 1:35 pm

    A banca é que deve se render

    “Finalmente o PT se rendeu à realidade. A economia estava garroteada por falta das mínimas condições logísticas.”

     

    Ao tomar-se o pensamento do megaespeculador à cronologia, percebo que o jogo de soma zero proposto não convém aos interesses maiores do Brasil.

    As politicas publicas e de concessões do governo Dilma tem seguido o timing rigoroso do interesse publico. Foi-se o tempo em que era preciso crescer para dividir o bolo, hoje, mais do que nunca, a sociedade acompanha o ritmo do crescimento.

    O megaespeculador deixa claro que não tem interesse neste modelo, mas acena com investimentos quando os preços cairem, ou seja, o capital não deixará de fluir . Talvez não aumentem significativamente, mas não faltarão. Um jogo de soma zero.

    O governo Dilma deve prosseguir na busca pelos interesses maiores do Brasil e do interesse público.   

  19. Hans Bintje

    26 de dezembro de 2013 1:35 pm

    Visite Pocos de Caldas

    Visite Poços de Caldas, Luis Nassif !!!

    Se ele fosse para lá, poderia parar no meio do caminho, em Holambra (SP) e beber umas cervejas natalinas — muito malte e fortíssima — com o pessoal da “gringolândia malvada”.

    E o pessoal teria dito a ele que a Europa se estrepou, o Japão está ruim e os EUA só não quebraram por conta da imensa quantidade de dólares que o governo despejou no mercado financeiro.

    E que estamos contentes porque o povo no Brasil está comprando o que a gente produz, num mundo onde isso não está acontecendo.

    Quem está errado, os países desenvolvidos ou o Brasil? Se estrepar, como eles estão estrepados, não parece ser uma solução inteligente 😉

    1. Chico Pedro

      26 de dezembro de 2013 2:25 pm

      O povo compra o que eles

      O povo compra o que eles produzem… 

      Mas eles tem que tomar cuidado com o aumento da incidência dos roubos seguidos de morte em suas propriedades (ou será que se sentem protegidos morando em condomínios fechados?)

      Tem que mandar os filhotes estudar em escolas particulares também e não se esquecer dos planos de saúde (ou será que confiam nas públicas e no SUS?)

      E não podem esquecer de deixar uma boa grana nos pedágios das rodovias quando querem dar um rolezinho nos shoppings da capital (por que se quisessem curtir uma viagem de trem até lá teriam essa opção? Não creio)

      Então essa nossa vida no país das maravilhas – e do consumo – é realmente uma delícia.

      Aqui se compra e se vende de tudo e agora pelo que se vê do comentário cinco estrelas já podemos comemorar o bem-estar geral da nação no nível do ex-primeiro mundo.

      Afinal, lá eles já se “estreparam”, nós não…

      1. Hans Bintje

        26 de dezembro de 2013 2:30 pm

        A oposicao precisa de Chico Pedro

        Você deveria escrever o discurso da oposição, Chico Pedro

        O atual está falido e precisa de renovação, urgente.

        Porque o “tripé macroeconômico” de Aécio / Marina / Campos pretende cortar os recursos da segurança pública, educação e saúde para pagar os sacrossantos juros aos bancos.

        Como ocorre na Europa, aliás. Basta lembrar da Grécia, da Espanha e da Inglaterra onde o Estado de Bem-Estar Social está sendo desmontado.

        E os países entram em crises profundas e sem solução.

        1. Alexandre Weber - Santos -SP

          26 de dezembro de 2013 2:51 pm

          Oposição

          Não existe oposição no Brasil, são todos farinhas do mesmo saco.

          Só com a defecção e a revolta dos que estão encastelados no poder resta esperança, mas será que não está morta?

           

           

          O povo seria exterminado em uma revolução.

           

        2. Chico Pedro

          26 de dezembro de 2013 5:00 pm

          Não deixe seu argumento pior

          Não deixe seu argumento pior do que já está, Hans. E não perca o foco. Países europeus entram em crises profundas e sem solução.? Me reponsa, cara.: quantos cidadãos morrem assassinados na Inglaterra, Holanda, Espanha, Portugal e Grécia.?

          Deixe-me ajudar. Na Inglaterra a média está na casa dos 600, na Espanha não alcança mil. Se juntar todos não teremos 5.000, ou seja, a décima parte do que se mata aqui de acordo com números oficiciais. 

          Meu caro, se lá eles desmontam seu estado de bem-estar e estão em crises sem solução o exemplo a seguir é o nosso porque temos pleno emprego e o consumo anda a mil.?

          Vocês vão acordar desse ufanismo imbecil ou é preciso que eu faça comparações sobre saneamento básico, educação, infraestrutura e mobilidade urbana.?

           

          1. Ufanista Imbecil

            26 de dezembro de 2013 5:22 pm

            O truque das manchetes de “Governo” e os Louros

            Qualquer problema que sensibilize o público é jogado midiaticamente na conta do “Governo”.

            Fatalmente, para os distraídos e amestráveis, isso cai sempre na conta do governo Federal

            Aqui estamos falando de política economia, um assunto emnentemente federal.

            E vc vem marotamente com segurança estadual (e até municipal).

            De um país imaturo em índices e políticas socias.

            Porque pouco ou nada nelas se investiu historicamente.

            Os investimentos e o butim público sempre foiam para a Casa Grande.

            E seus muros, grades, escolas e hospitais próprios.

            Ora camaradinha, ou vc é papagaio ou é distraído.

            Como distraídos não são dados a comentar em blogs,..

          2. Chico Pedro

            26 de dezembro de 2013 7:17 pm

            Se alguns assuntos servem

            Se alguns assuntos servem para a mídia manipular incautos, quais são aqueles que vc gostaria de discutir.?

          3. Ufanista Imbecil

            26 de dezembro de 2013 7:42 pm

            Nem percebeu?

            Já comecei por este, se não percebeste, fica difícil.

            Ou difácil.

          4. Chico Pedro

            26 de dezembro de 2013 8:54 pm

            Bom para discutir é qualquer

            Bom para discutir é qualquer coisa desde que a seu modo.?

            Palhacinhos, deixem a cretinice de lado um pouco de vez em quando.

            Tem um país inteiro pela frente a construir e vcs – idiotas – enchem o peito para comemorar voo de galinha.

            E para meu assombro a arrogância e propotência tucana apenas mudou de lado. 

            E estão equivalentes na obtusidade. 

             

          5. Dudu Cartucho

            26 de dezembro de 2013 9:36 pm

            Não tem como nós copiarmos os

            Não tem como nós copiarmos os tucanos.

            Imagina senador do nosso lado ter helicóptero , e ser usado para tráfico de drogas?

          6. Chico Pedro

            26 de dezembro de 2013 9:50 pm

            Hahahahahahaha.. 
            Nossa..,Que

            Hahahahahahaha.. 

            Nossa..,Que cara engraçado..!

            Conta aquela dos ex-inimigos Sarney e Maluf agora.. 

          7. Ufanista imbecil

            27 de dezembro de 2013 3:38 am

            Tenha modos, seu Chico!

            Meu modo de discutir costuma ser baseado em fatos e argumentos, para qualquer assunto.

            Mas topo qualquer modo.

            Desde não seja o de em cinco linhas, apenas meras (des)qualificações, nenhum fato e nenhum argumento,

            Quando muito, opiniões sem fundamento (e uma platitude).Vou lhe ajudar, literalmente “a seu modo”:

            Palhacinhos, cretinice, idiotas, enchem o peito (?), vôo de galinha (leu?), arrogância, prepotência (mas … tucaaama!), obtusidade…

            Não é uma maravilha?!

            O melhor(zinho) que vc conseguiu dizer (além do acima) foi: “tem um país inteiro pela frente a construir” (!!!).

            Ainda bem que nos avisou!

            Como vc vê, podemos discutir qualquer assunto.

            Como por ex. “modos”.

            E vc há de convir que mesmo neste “assunto”, usei fatos e argumentos.

            Com modos.

             

  20. eliseu

    26 de dezembro de 2013 1:46 pm

    BOM PRA QUEM ?

    Pessoal. 

    O referido gestor ESTÁ CERTO. A questão a saber é, O BRASIL ESTÁ BOM (ou não), OU ESTÁ NO CAMINHO CERTO (ou não) PARA QUEM ??? 

    Para o investidor internacional (que não tem pátria), é importante que o país (da periferia do sistema)  faça política econômica que o beneficie, que traga pra ele uma taxa de retorno MUITO ACIMA do que ele consegue nos grandes centros financeiros (ou nos países centrais do sistema). Pra isso, se precisar de desemprego, escola e saúde de má qualidade, falta de crédito pro povo, TAXA SELIC ALTA, que aconteça. E PRA ISSO, BASTA CONTRATAR A GLOBO, A FOLHA,  O ESTADÃO E A VEJA, OS “ESPECIALISTAS” DO MERCADO E DA ACADEMIA.

    Ou seja, HÁ CONFLITO DE INTERESSES !  Nós é que temos de saber (e se preparar) para a luta pelos nossos interesses (do povo). Não adianta esperar deles benemerência.  

    1. Motta Araujo

      26 de dezembro de 2013 5:06 pm

      Absolutamente nada a ver.

      Absolutamente nada a ver. “”Investidores internacionais”” não agem unidos, há visões e apetittes para riscos diferentes entre cada um. Há uma percepção geral mais ou menos uniforme sobre paises que estão no rumo certo e outros que não estão, assim como se percebe olhando uma pessoa se elá está combalida, passando mal ou está sadia.

      A economia brasileira tem mandando consistentes maus sinais que todos percebem, o que não quer dizer que não venha dinheiro para o Brasil, mas PODERIA VIR MUITO MAIS, dado o tamanho do Pais.

      1. Diogo Costa

        26 de dezembro de 2013 7:06 pm

        Pelas barbas do profeta…

        Absolutamente nada a ver.

         

        A saúde econômica do Brasil está ampla, geral e irrestritamente bem condicionada! O Brasil foi o terceiro país do globo terrestre a receber mais Investimentos Estrangeiros Diretos no ano de 2012:

         

        1. China – U$ 196 bilhões (China, U$ 121 bilhões – Hong Kong, U$ 75 bilhões);

        2. EUA – U$ 168 bilhões;

        3. Brasil – U$ 65 bilhões.

         

        De onde o ilustre missivista catastrofista tira a fantasiosa estória de que a saúde do Brasil vai de mal a pior?

         

        Detalhe, em 2013 estes parâmetros pouco se modificarão. De onde o “analista” tira números para embasar o seu atávico e injustificável catastrofismo? 

         

        Pelas barbas do profeta!

  21. Diogo Costa

    26 de dezembro de 2013 1:55 pm

    “Gestor” de Fundo do Poço sem Fundo…

    A quantidade de sensos comuns existentes neste post é tão gigantesca que fica até difícil saber por onde deve começar a desmistificação. Vejamos o caso do déficit em transações correntes (e nos concentremos nesta questão específica), enaltecido pelo missivista como sendo um sinal do inevitável “apocalipse” que se aproxima:

     

    – Série histórica do Banco Central (1947-2012) – 

     

    Em 66 anos consecutivos da série histórica de transações correntes de Pindorama, segundo o próprio Banco Central, em apenas 12 oportunidades o Brasil apresentou superávit em transações correntes. Foi nos anos de 1950, 1964, 1965, 1984, 1988, 1989, 1992, 2003, 2004, 2005, 2006 e 2007.

     

    Em absolutamente nenhum dos 08 anos de desgoverno do PSDB de FHC o Brasil apresentou superávit nas transações correntes (onde estava o ilustre ilusionista fantasiado de analista neste período?).

     

    Na série histórica do Banco Central, constata-se que em 82% (54 anos do total de 66) dos 66 anos analisados, o Brasil teve déficit em transações correntes, de modo que os resultados atuais não constituem nenhuma novidade histórica e nem mesmo um ponto fora da curva.

     

    Aliás, os “analistas” de fancaria sabem perfeitamente disso e sabem também que em nenhum dos 08 anos de desgoverno tucano houve superávit em transações correntes (mas escondem isto do distinto público).

     

    E é preciso também fazer a verificação do Investimento Estrangeiro Direto, pois ele ajuda a financiar os crônicos e históricos déficits de transações em conta corrente do país. A projeção para 2013 é de um déficit em transações correntes da ordem de U$ 79 bilhões. E de um IED (Investimento Estrangeiro Direto) na casa dos U$ 63 bilhões.

     

    A questão principal hoje, no que se refere ao déficit em transações correntes, vem da conta dos derivados de petróleo. Esta situação será normalizada com a entrada em operação das Refinarias de Abreu e Lima (novembro de 2014) e da Refinaria do Complexo do Comperj (2016).

     

    Nada para assustar quem quer que seja. Mas sempre surgem espertalhões e bobalhões para infundir medo e desconfianças nos incautos.

  22. RACS

    26 de dezembro de 2013 2:05 pm

    KKKK, não entendo

    KKKK, não entendo absolutamente NADA de cambio, economia e esssa pataquada toda. Eu só sei que gestor de câmbio, principalmente os “premiados”, vendem a própria mãe se ela der lucro, imaginem o que fariam ou fazem com o país. 

    “Minhas esperanças de melhora poderiam chegar com o novo governo, dependendo do que este venha a implementar como políticas fiscais, cambial e principalmente salarias. Com esta política salarial de valorização do trabalho bem acima das possibilidades de arrecadação fiscal, o déficit em conta corrente vai continuar a crescer até termos mais uma destas nossas tradicionais perdas de credibilidade e fuga de capitais. Dai sim será a hora de novamente meu fundo comprar ADRs das melhores empresas brasileiras.”   Amante do DEUS MERCADO,  T U C A N A S S O ! ! !, guilhotina nisso enquanto é tempo. 

  23. Alexandre Weber - Santos -SP

    26 de dezembro de 2013 2:19 pm

    O sonho com os doces anos do Carry Trade criminoso

    Vídeo sobre como EUA estão em busca da guerra salvadora da banca.

    [video:https://www.youtube.com/watch?v=swkq2E8mswI%5D

    1. Alexandre Weber - Santos -SP

      26 de dezembro de 2013 5:04 pm

      Desincorporaram o polêmico vídeo

      https://www.youtube.com/watch?v=7qIhDdST27g&list=PLF233B9E44AA10BC7

  24. Mário Mendonça

    26 de dezembro de 2013 2:34 pm

    Nassif
    É pra rir ou

    Nassif

    É pra rir ou chorar…!!!…???….

  25. edmorc

    26 de dezembro de 2013 3:34 pm

    Nula

    Opinião de gestor de fundos tem pouca utilidade para nós, pobres mortais. Eles simplesmente apostam em um cenário e ficam matracando isso em todas as direções para consumar o processo de auto-realização. Assim, ganham horrores quando acertam o lado de suas apostas.

  26. Jaime Balbino

    26 de dezembro de 2013 3:44 pm

    Eu já imaginava que esse

    Eu já imaginava que esse pessoal que gere fundos fosse conservador e refratários a novidades e inovações, quiçá a aprender alguma coisa. O texto acima me fez ter certeza disso! Em resumo, o que ele diz é que se as coisas não forem como antigamente, beneficiando o dinheiro volátil ao invés do produtivo, ele não vai nem tentar saber como ganhar dinheiro no Brasil de hoje. Prefere procurar algum outro lugar que viva no seu passado.

    Lendo esse texto fiquei com uma certeza ainda maior de que o Governo Federal está implementando a política correta. Não são esses abutres egoístas que precisamos por aqui. Felizmente, como tem enorme cagaço, tenho a impressão de que ão financiaram Aécio com medo de que ele “não dê o lucro esperado”.

  27. PauloBR

    26 de dezembro de 2013 4:26 pm

    Quase off topic.
     
    O link

    Quase off topic.

     

    O link para a notícia está aqui: http://economia.uol.com.br/noticias/redacao/2013/12/26/vendas-nos-shopping-centers-sobem-5-no-natal-diz-associacao.htm

    Meus comentários estão em itálico.

    Shopping centers têm pior Natal em cinco anos, diz associação (…Pensei em cortar os pulsos, mas resolvi ler a matéria toda)

    Aiana Freitas
    Do UOL, em São Paulo

     

     

    26/12/2013

    10p6 > Atualizada 26/12/201312p8

    Os shopping centers tiveram o pior Natal em cinco anos, segundo a Associação Brasileira de Lojistas de Shopping (Alshop).

    Considerando-se lojas que já estavam funcionando no Natal de 2012, o faturamento ficou estável –ou seja, na média, não houve alta nem queda

    O desempenho variou de acordo com o setor. O de vestuário foi o que teve o pior desempenho na data: o faturamento caiu 1% (queda de um – só um – por cento, num único segmento = pior Natal dos últimos cinco anos. Que horror, hein?). Esse setor é muito importante para os shopping centers porque concentra a maior parte das lojas nesses empreendimentos. (já que a queda foi só de um por cento, o jeito é carregar na tinta e dizer que foi num setor “muito importante”)

    “Esse foi o pior Natal em cinco anos. Se não fosse o crescimento orgânico dos shoppings e as expansões (e isso não é normal?) , não teria havido crescimento nenhum” (então, houve crescimento?) , diz o presidente da Alshop, Nabil Sahyoun.

    Considerando-se todo o ano de 2013, o faturamento dos shoppings também ficou estável em relação a 2012, segundo a Alshop. (Espera aí! A notícia era sobre Natal. Agora fala do ano todo? Ainda assim, estável não é ruim, ou é?)

    Inflação, endividamento e dólar caro foram ‘vilões’

    Os motivos desse resultado ruim no Natal, segundo a Alshop, foram o aumento da inflação (a inflação por acaso aumentou em relação a 2012? Se sim, quanto?) , o crescimento do endividamento das famílias e a alta do dólar, entre outros.

    “O Brasil cresceu demais (Repita-se: cresceu demais. Isto é algo bom, não ruim. Talvez só não seja possível crescer sempre o mesmo tanto. Continuemos…) nos últimos quatro, cinco anos. Mais de 50 milhões de novos consumidores apareceram (E isto não é, definitivamente, algo bom para o comércio!). Em 2009, eles compravam liquidificador, geladeira, televisão, porque não tinham. Agora, eles só repõem. É natural (é natural, previsível e aceitável – ou não?) que aconteça uma acomodação”, diz o diretor de relações institucionais da associação, Luís Augusto Ildelfonso da Silva.

    O valor médio gasto por cada consumidor em shopping centers populares variou de R$ 35 a R$ 55 neste Natal, de acordo com a Alshop. Nos shoppings destinados às classes de maior poder aquisitivo, ficou entre R$ 75 e R$ 125. Nos dois casos, houve queda de 10% no valor na comparação com o Natal de 2012.

    Crescimento de 5% foi puxado por novas lojas

    A inauguração de novas lojas e shopping centers pelo país, porém, fez com que, de forma geral, o faturamento dos shopping centers subisse 5% no Natal. Esse faturamento é real, ou seja, descontada a inflação.(Opa! Quer dizer que as vendas em shopping centers subiu 5% no Natal? E isto é o crescimento real, já descontada a inflação? Talvez eu não corte meus pulsos.)

    Nesse cenário, o setor que registrou a maior alta foi o de perfumaria e cosméticos, cujas vendas cresceram 10% na comparação com 2012.

    Em seguida aparecem óculos, bijuterias e acessórios (alta de 9%), e jóias e relógios (9%). O setor de brinquedos teve alta de 5%. Logo depois aparecem eletroeletrônicos e eletrodomésticos (4%) (então, não houve a tal acomodação acima rteferida?) , calçados (3%) e vestuário masculino e feminino (2%). (Espera aí? Não tinha havido queda de 1‘% no setor de vestuário? E – supondo que tenha havido -, teria sido o único segmento em que não houve aumento de vendas?)

    A expectativa para 2014 é de que o setor registre crescimento de 3% no ano. (Que horror, hein? Será o  pior resultado em seis anos, certamente…)

    (Quanta ginástica! Não seria mais correto simplesmente dizer que as vendas no Natal tiveram crescimento real de 5% em relação a 2012?)

    1. Alexandre Weber - Santos -SP

      26 de dezembro de 2013 5:14 pm

      Varejo

      O Wall Mart já dispensou mais de 3000 e o buraco é mais embaixo.

      Vendas nas lojas de shopping centers crescem 5% no Natal

      Flávia Albuquerque

      Repórter da Agência Brasil

      São Paulo – As vendas nos shoppings centers do país durante o
      período de Natal cresceram 5% de acordo com balanço da Associação Brasileira de
      Lojistas de Shopping (Alshop), divulgada hoje (26), na capital paulista. No ano
      passado esse percentual foi 6% ante o mesmo período de 2011. No ano as vendas
      cresceram 8% na comparação com 2012 e o faturamento chegou a R$ 132,8 bilhões. A
      expectativa era a de que houvesse crescimento entre 10% e 11% nas vendas no
      Natal.
      “O resultado do Natal e mesmo do ano se deveu principalmente ao aumento de 16
      mil novas lojas em 38 shoppings inaugurados ou que tiveram expansão no
      país. Se não fosse isso, certamente o resultado do Natal seria negativo e o pior
      Natal. Essa foi a primeira vez que isso aconteceu em cinco anos”, disse o
      presidente da entidade Nabil Sahyoun.
      Segundo os dados, os lojistas admitiram cerca de 135 mil funcionários
      temporários para o período de fim de ano, o que representa um aumento de 5% na
      comparação com o mesmo período do ano passado. A expectativa da Alshop é a de
      que desses, 20% sejam efetivados, o que equivale a 27 mil trabalhadores. 
      Entre os motivos que afetaram as vendas em 2013, a Alshop destacou o maior
      endividamento das famílias, dificuldade para obtenção de crédito pelas camadas
      de menor poder aquisitivo, elevação do dólar que gerou aumento de preços em
      vários segmentos, alta da inflação que inibiu o consumo, movimentos de rua, com
      arrastões que reduziram a confiança do empresário, carga tributária elevada e
      redução dos incentivos do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), além de
      compras feitas no exterior a preços mais convidativos.
      Quando
      separados os segmentos, observa-se que o de perfumaria e cosméticos foi um dos
      que teve maior crescimento (10%). No ano a projeção é de elevação de 12%. O item
      óculos, bijuterias e assessórios cresceu 9% no Natal, e 10% no ano. Vestuário
      apresentou elevação de 2% ante o Natal de 2012 e 3% no ano. A venda de calçados
      foi 3% maior este ano, ante o Natal de 2012 e 4% ante o ano passado. O setor de
      eletroeletrônico e eletrodomésticos tiveram evolução de 4% nas vendas no Natal e
      6% nas vendas do ano. Já os brinquedos venderam 5% a mais no Natal e ao longo do
      ano inteiro o crescimento deve ser de 6% na comparação com janeiro a dezembro de
      2012. 
       
      A pesquisa mostrou ainda que os principais meios de pagamento
      foram cartões de crédito e débito com 65% das vendas, seguidos de cartões
      próprios ou das lojas com 15%, cheques com 10% e dinheiro também com 10%. 
      O presidente da Alshop ressaltou que no momento há 153 shoppings
      centers em construção que devem ser inaugurados nos próximos quatro anos.
      Ao todo estão sendo investidos R$18 bilhões. “A tendência é a de que a
      inauguração de novos shoppings seja esticada porque não existem tantos
      lojistas para tantos shoppings em obras. Automaticamente teremos uma
      queda de 20 a 25 novos shoppings inaugurados até em função do momento passado
      pela economia”, disse Nabil Sahyoun.
      Para Sahyoun, o câmbio é o que mais preocupa o setor por causa da inflação.
      “A Copa deve influenciar positivamente as vendas de alguns setores, como de bens
      duráveis, principalmente televisores, e de alimentos. A perspectiva de
      crescimento real para o ano que vem é 3%, tanto para os shoppings já
      existentes quanto para esses em construção”, disse.
      Edição: Denise Griesinger
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      matérias, é necessário apenas dar crédito à Agência
      Brasil

      1. Assis-Osasco

        26 de dezembro de 2013 9:10 pm

        Seus comentários são sempre

        Seus comentários são sempre bons, mas, vou discordar um pouco do incial. Uma empresa parecida com a citada, tem um problema de gestão (não é apenas crise ecônomica) e não somente no Brasil (outros paises da AL tb). Diz a lenda, que o buraco é mais em baixo, inclusive na compra de terrenos para construção de novas lojas aqui no Brasil (que estão sendo vendidos). Auditoria da matriz americana na filial brasileira. Para não criarmos problemas, digo novamente que é uma empresa parecida não a mesma (kkkkkk).

    2. Felipe Arantes

      26 de dezembro de 2013 6:53 pm

      Incrível a análise do pior natal dos últimos anos!

      Para jogar a bomba de um péssimo Natal, se concentraram nos shoppings centers.

      E o comércio de rua?

       

      E o comércio eletrônico?

      As vendas no comércio eletrônico no Natal do ano passado, aumentaram 18%.

      Este ano, teve um aumento de 41%. Quarenta e um porcento!

      Então, como se faz uma análise dessas? Como não cruzam dados? Não analisam o mercado como um todo?

      Como não se observa que houve há uma tendência de migração para o comércio eletrônico? Será que o brasileiro não está comprando mais pela internet? Será que o brasileiro não está preferindo dar outros tipos de presentes, como eletrônicos, eletrodomésticos, ao invés de roupas?

      Aí observa-se que, para mostrar “fraco” desempenho no Natal, foram analisar dados de Shoppings Centers e, mais especificamente, lojas de roupas e sapatos.

      Incrível a ginástica para dar notícia ruim!

  28. Juliano Santos

    26 de dezembro de 2013 4:50 pm

    “Assim que a política

    “Assim que a política salarial, de crédito ao consumo, e de câmbio mudem.”

    O Nassif é tão obscecado com câmbio que deixou passar essa. “A política salarial mude”. Mudar para onde? Para o arrocho, claro!

    Todos sabemos que um câmbio valorizado além da conta é ruim para a balança comercial. Mas para por aí, o resto que o rentista prega não compensa o controle do cambio.

    “Apertar o cinto para ganhar mais na frente” não engana mais ninguém. A esperteza desses caras é convencer que “o que é bom para meu fundo é bom para o país”.

    Com todo respeito, cidadão, quero que seu fundo…..

    1. Haroldo Mourão Cunha

      26 de dezembro de 2013 6:13 pm

      Iria comentar sobre isso, mas

      Iria comentar sobre isso, mas já que você falou…

      Mais um a querer ‘desrugalamentar’ o trabalho, deixando ao bel prazer do ‘mercado’.

      E sempre assim que que os escravagistam entemdem a economia!

  29. Ninguém

    26 de dezembro de 2013 6:11 pm

    Jus sperniandi

    “O fundo de investimentos internacionais que administro continuará sem um centavo investido.”

    Calma, pessoal, o sanguessuga está apenas exercendo seu direito de reclamar. Só que não percebeu que o país mudou e que o fato de o fundo dele não investir no país não nos faz a menor falta. Aliás, é um grande favor. O que o país menos precisa é de mais especuladores.

    E tem mais: se está tão ruim para esse tipo de gente, é porque alguma coisa de muito acertado o governo federal está fazendo.

     

     

  30. Jorge Moraes

    26 de dezembro de 2013 6:21 pm

    Digestão

    Digiro. Não digiro. 

    O gestor de fundos precisa ter olhos de lince. E um par deles, ainda que de rara acuidade (“de lince”), não serão bastantes. 

    O gestor de fundos precisa enxergar o que lhe chega por trás, ou por enviesadas vias, pela frente. 

    O gestor de fundos não mora nos fundos de casa alguma. 

    Mora de frente, para a praia, para a serra, para o shopping, para o nada. 

    O gestou de fundos precisa antes de tudo se enxergar. 

    Câmbio. Desligo. 

  31. Antonio Passos

    26 de dezembro de 2013 6:29 pm

    Longe de mim querer protestar

    Longe de mim querer protestar contra textos repugnantes como este, no fundo é importante publicá-los, para que fique bem evidente o tipo de bandido que saqueou o país durante tanto tempo e ainda pretende continuar a fazê-lo. É este tipo de escória que fez do Brasil o país ridículo que ele foi durante séculos. Que ele e os da sua laia repousem em paz sobre as montanhas de dinheiro que continuam roubando do povo. E se possível continue bem longe de nosso país, brincando de banco imobiliário com seu fundo, sustentado pelo império que criou e mantém este jogo à força.

  32. tiim

    26 de dezembro de 2013 7:00 pm

    cenário 2014 e 2015.

    Prezados, uma coisa e certa, pra não acontecer nada que o gestor esta prevendo, o Governo Dilma terá que fazer reformas profundas, esse modelo implantado, já a 11 anos pelo PT esgotou-se aqui no Brasil e em partes da Europa.

    Nassif, o que não entendo é a grande dificuldade de seus comentarista em aceitar reforma no governo que defendem de unhas e dentes. Já no passado, na Leste Europeu,  vimos um povo que estavam afogando com o pinico do governo em mãos, e por ser de ideologia comunista,  valia tudo, até afundar junto com a merda.

    1. Jaime Balbino

      26 de dezembro de 2013 9:18 pm

      O que temos visto na Europa
      O que temos visto na Europa hoje é uma baita indigestao com essa dieta que você diz ser saudável.

  33. Alberto Porem Jr.

    26 de dezembro de 2013 7:51 pm

    Sobre a BMW no Brasil

    Interessante o que o setor produtivo pensa…

    O Brasil é um BMW.

    Nova fábrica BMW em Araquari, SC.

    Nasce hoje, para um Brasil maior amanhã.

    Ultimamente, parece que está na moda questionar a capacidade do Brasil.

    A capacidade do País de realizar, de crescer, de ser grande, de ser o país que todo mundo espera e precisa.

    Permitam-nos discordar inteiramente dessa percepção. Para nós, o Brasil é um BMW.

    Poucos países no mundo cresceram como este.

    Cresceram em riqueza, cresceram em possibilidades, em autoafirmação e em plena liberdade.

    O Brasil passou de mero espectador a vibrante realizador. Deixou de ser aquele sujeito que ficava à beira da estrada, só assistindo aos carros passarem, para virar motor do seu próprio destino.

    Este país é único. Pensa novo. É original de fábrica na sua natureza, na sua língua, no seu povo.

    Nenhum país hoje no mundo pode escolher um caminho que não passe pelo Brasil. Nada mais natural do que a BMW estar aqui.

    Se alguns duvidam do Brasil, nós investimos 200 milhões de euros.

    Se ficam com o pé atrás, nós pisamos no acelerador: vamos gerar mais de 3.500 empregos diretos e indiretos, numa fábrica com capacidade para produzir 32 mil carros por ano: BMW Série 1, Série 3, BMW X1, X3 e MINI Countryman.

    Esta fábrica que hoje nasce em Araquari. Que vai incorporar o mesmo modelo de produção, excelência e controle de qualidade com que a BMW produz na Alemanha, trazendo mais know-how e tecnologia a este grande país.

    A BMW acredita tanto no Brasil que este será um dos poucos países do mundo a poder fabricar os carros da marca. Um privilégio de pouquíssimos. Aliás, permitam-nos hoje também o privilégio de nos sentir um pouco brasileiros.

    O Brasil não se compara a nenhum outro.

    Seu estilo não tem igual no mundo. E breve, muito breve, ele vai estar ultrapassando, deixando para trás, falando sozinhos os que há pouco duvidavam da sua capacidade.

    O Brasil é um BMW.

    Por isso a gente já está se sentindo em casa.

    1. ulderico

      26 de dezembro de 2013 8:35 pm

      De fato. O Brasil vai se

      De fato. O Brasil vai se transformando num imenso pátio de montadoras estrrangeiras, sem nenhum desenvolvimento importante de sua indústria. Isso e a venda de soja sustentam a farsa econômica.

      1. Chico Pedro

        26 de dezembro de 2013 9:02 pm

        É reino dos obtusos, meu

        É o reino dos obtusos, meu amigo.

        Acostume-se.  

      2. Jaime Balbino

        26 de dezembro de 2013 9:20 pm

        Claro, onde estamos com a
        Claro, onde estamos com a cabeça! Apostar em investimentos produtivos ao invés de no capital especulativo.

      3. Antonio Passos

        26 de dezembro de 2013 9:31 pm

        A “farsa” de hoje nos levou à

        A “farsa” de hoje nos levou à SEXTA economia do mundo. A “realidade” dos tucanos estava nos levando para a DÉCIMA QUINTA. posição. Cada um acredita na verdade que lhe convém. 

      4. Filipe Rodrigues

        26 de dezembro de 2013 9:45 pm

        Nisso eu concordo contigo, o

        Nisso eu concordo contigo, o número de automóveis chineses crescem no país, não entendo como um país com grande mercado como o Brasil não consegue produzir automóveis 100% locais.

         

      5. Farsante Velhinho

        27 de dezembro de 2013 3:16 am

        Não sabe ou esqueceu?

        Ou o Ulderico é garoto e não sabe História ou já está tão velho que já não lembra.

        As montadoras estrangeiras omeçaram esta grande festa na década de 50 (antes a GM e a Ford já faziam caminhões, etc.)

        Houve tentativas nacionais (FNM / Alfa Romeo e Romi / Isetta) e depois outras duas mais (Gurgel e Puma, que não conseguiram apoio dos governos da época). Portanto, pelo menos já 6 décadas de seu “imenso pátio”.farsante.

        Com relação à commodities, o Brasil (ou melhor, uma ínfima e riquíssima parcela) vivia de café e minério. Getulio começou a criar o aproveitamento público dos recursos da União e uma base industrial pra valer, continuada por JK e depois (parcialmente) por militares, até que as oligarquias, sua imprensa associada e o poder estrangeiro os minou também e eles sairam fora com Figueiredo.

        De Getulio a JK foram-se 30 anos de luta por um suado progresso. Aí veio um maluco de vassourinha e depois um refém dos “poderes ocultos”, Segue-se alguma coisa mais ou menos nacional por uns 10 a 15 anos (dos 20) de ditadura,

        Veio um despreparado substituto de Tancredo que ficou sob fogo cerrado com seu Cruzado e depois Collor que explodiu a industria nacional sem nenhum planejamento, prazo, dó ou piedade. Itamar pelo menos segura a onda e acaba com a inflação. Vem FHC aprimora Collor e tenta dar o golpe final, destruindo as estatais estratégicas e entregando o ouro aos seus escancarados chefes estrangeiros. Brasil quebrado, endividado, quase parado e sem sociedade, industria, infraestrutura e capacidade de competir e cuidar de si.

        Portanto, nos últimos 83 anos, tivemos uns 30 de construção, uns 4 de confusão, uns 13 de nacionalismo ditatorial,Uns 7 de apatia ditatorial (“lenta e gradual”…), Cinco de conflito monetário interno, a abertura irresponsável de Collor, seguida do fim da inflação com Itamar e o neoliberalismo entreguista na veia de FHC.

        Lula e Dilma pegam essa peteca e recomeçaram há 11 anos.

        Resumo: em 83 anos de entregolpes: 30 de construção, 20 de ditadura,10 de confusão (metade antes e outra depois), 12 de destruição arrasadora (*) e 11 de reconstrução.

        Aí vem vc joga uma “farsa econômica” de montadoras e de commodities nas costas de Lulilma?

        Ou não sabe História ou já se esqueceu dela.

         

        (*) JK fez um plano quinquenal de governo chamado “50 anos em 5”. FHC fez um plano bi-quadrienal de governo, inominável evidentemente, mas secretamente chamado de “destruir 50 anos em 8”. Foi bem sucedido!

    2. Orlando Soares Varêda

      26 de dezembro de 2013 8:48 pm

       
      Também acho Alberto Porem

       

      Também acho Alberto Porem Jr.

      A imagem que me vem à mente quando vejo essa renitente lamúria, tal qual, aquele latido nervoso dos cães inconformados com a passagem do bonde.

      É também, como resíduos de materiais capturados do inconsciente coletivo. A reproduzir a lamuriosa cantilena do Velho do Restelo. Quiçá, puto por não poder viajar, fazia augúrios vaticinando mil desgraças aos navegantes.

      De jeito similar, procedem hoje seus herdeiros do cartel, Não! Não me refiro à Alston, falo do cartel midiático e seu mau agouro militante. Apenas que, diferente do que movia o Velho do Restelo, estes nossos, são velhacos, e o fazem por dinheiro, mesquinharia, burrice e muito preconceito.

      Orlando.

    3. Marcos Chiapas

      26 de dezembro de 2013 10:15 pm

      Faltou escrever

      Afinal, em nenhum outro lugar do mundo há uma elite disposta a pagar tanto pelos nossos carros e onde há um povo disposto a viver com um BF sem incomodar a tranquilidade de nossos clientes.

      Para nós da BMW que queremos vender pouco e para poucos, o Brasil é país.

  34. Jose Saguy Tenorio

    26 de dezembro de 2013 9:30 pm

    Temos que ter tolerância com

    Temos que ter tolerância com essa gente, pois enquanto uns mostram o Gripen, outros lutam para esconderem o Heliçoptero. Simples assim. Não é Chico Pedro?

  35. Jaime Balbino

    26 de dezembro de 2013 9:33 pm

    Temos aqui uma previa do
    Temos aqui uma previa do próximo debate eleitoral. Veremos essa defesa do capital especulativo de um lado e do modelo desenvolvimentista do outro. Aquele anunciando a catástrofe e este mostrando resultado. Convenhamos que não há nada que Dilma faça que agrade esse Mercado. Quem quer aproveitar as oportunidades não reclama das regras, as usa a seu favor.

  36. Filipe Rodrigues

    26 de dezembro de 2013 9:40 pm

    Apenas torcida…nada mais

    Quando a Dilma assumiu já diziam que o modelo era insustentável, na época havia mais razão para acreditar pois o dólar se situava próximo de R$ 1,60.

    Atualmente a moeda americana está próxima de R$ 2,40 o que afasta risco de desindustrialização (vai subir mais, porém lentamente), os coxinhas que criticam a política econômica do governo são aqueles que gostariam de um Dólar muito valorizado para ir a Disney todo ano.

    Assim que a política salarial, de crédito ao consumo, e de câmbio mudem. 

    Resumindo, estão querendo arrocho salarial…

    Finalmente o PT se rendeu à realidade.

    Finalmente o BNDES deu uma dentro ao comprar ações e aumentar de 49% para 61% a participação do governo no aeroporto do Galeão.

    O que reduz a inflação é aumentar investimentos públicos (principalmente estoque ou armazenamento e refino de petróleo), medidas parecidas com a redução da conta de luz e uma lei anti-fusões ou pró-concorrência ainda mais rigorosa que a atual para reduzir o “lucro Brasil”.

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