Ode ao verdadeiro Procurador, por Giselle Mathias & Romulus

Ode ao verdadeiro Procurador  desagravo ao Procurador e Professor Rômulo Moreira, perseguido pelos próprios pares apenas por dissidência de ordem política

Por Giselle Mathias & Romulus

Simples busca no Google pelo nome “Rômulo Moreira” mostra seu crime: ousar dizer que o rei está nu. De novo, de novo e de novo… põe o dedo em feridas purulentas, como os “intocáveis” da Lava a Jato:


Dizem que a função do Ministério Público é proteger a sociedade. O artigo 1º da Lei Orgânica consagra que sua função é a defesa da ordem jurídica, do regime democrático e dos interesses sociais e individuais indisponíveis.

Ah, quão belas são as palavras dispostas no papel!

Quando lidas nos dão segurança: sugerem que essa instituição velará incondicionalmente por nosso país, nossa sociedade e nossa democracia.

Mas a realidade nos bate à porta e nos mostra que essas palavras não passam de… palavras. Sim, é certo que encontraram seu caminho até aquele texto legal pelas mãos de homens de ideais. Mas como, do alto de suas melhores intenções, antever a baixeza de indivíduos que usam a instituição para propagar fanatismos religiosos, falta de cultura, ou mesmo deficiência de educação formal em História, Ciência Política, Economia, Sociologia e Filosofia? Isso quando tal deficiência não lhes nega até mesmo a própria lógica mais elementar.

Antes fosse apenas ignorância… mas não: vezes há em que a ela se soma até mesmo um certo déficit cognitivo. Quando não a desonestidade intelectual, desnudada por citações de textos não lidos. Hegel? Engels? Pois a BBC perguntou se havia confusão entre ambos. Recebeu de volta impropérios.

Sim, “apenas” impropérios… sorte teve essa correspondente estrangeira: logrou não sair conduzida coercitivamente para alguma masmorra austral.

Fanatismos… deficiências… déficits… desonestidades…

A instituição sonhada por aqueles homens de ideais, refletida na redação do Art. 1º da Lei Orgânica, parou por aí: permaneceu um sonho. Não viu a luz do dia.

Que fazer? Suspirar em sentida resignação diante da realidade acre?

Não! Ousando emendar a Pandora do mito, depois de soltos todos esses males, abrimos novamente a Caixa para nos agarrarmos à… esperança. No meio do joio havia o trigo, não é verdade? Pois no seio do próprio Ministério Público há também aqueles procuradores que têm sim justiça e ética por lema e não por palavras abstratas.

Trata-se dos verdadeiros procuradores: do latim, pro (em lugar de) curo (cuidar de). Cuidam do Direito, do país e da própria sociedade em seu lugar. Procuradores dessa cepa não silenciam diante da injustiça e da opressão.

– Holofotes? Deixam-nos para as estrelas de telenovelas.
– “Law & Order” e congêneres? Distração fugaz no ócio, quando muito.

Sim, porque valor dão ao seu próprio país. Sua história, tradição e cultura – jurídica e além! Ser mero “importador” e “representante comercial” exclusivo de contrabando jurídico com mal disfarçado sotaque estrangeiro? Não é para esses…

Tampouco encarnam os santarrões, fariseus promotores de certa moral e certos bons costumes, todos de ocasião. Linchamentos? Infâmias? “Convicção sem provas”? Para esses procuradores, isso sim um escândalo.

Tais procuradores, os verdadeiros, devem ser homenageados e valorizados. E mesmo protegidos! São a encarnação funcional da própria esperança em uma sociedade mais humanizada e democrática…

– … e justa!

Somente esses procuradores poderão tirar da letra morta do papel os princípios basilares do Ministério Público, conforme a disciplina da Constituição de 1988. Tais princípios deveriam nortear todos os que almejam tão bela carreira ou que dela fazem parte. Isso todos sabemos.

Mas…

Ah, se apenas assim fosse…

Não apenas não é, como se aproxima do oposto: a tais procuradores se tenta eliminar com a contrafação de meios e procedimentos, a priori legais, num contexto de escalada persecutória no país. Persegue-se justamente quem é reto e que, por isso, não se verga.

É desolador constatar que o órgão que deveria precisamente proteger tais procuradores acaba por se alinhar à própria perseguição! Protege não a eles, mas – novo escândalo! – seus antípodas. Aqueles falsos procuradores: santarrões, pregadores de falácias, falsos moralistas e fanáticos de toda sorte.

Nesta triste quadra da História brasileira, nada é tão ruim que não possa piorar. A esse escândalo se somam algumas das nossas conhecidas mazelas político-jurídico-morais: as simulações que a ninguém enganam e que sequer buscam de verdade enganar, a hipocrisia deslavada, o cinismo que corrói e a cara de pau elevada (ou seria rebaixada?) ao paroxismo.

Escárnio? Sim. Mas mal abafado…

Ora, não é necessário: envolve-o uma torpe omertà.

Sim, em tempos de tributos tortos à “Operação Mãos Limpas”, lembremos que omertà diz respeito ao código de “honra” que impõe o silêncio cúmplice diante da infâmia. Mas isso para quem toma parte na farsa. Ou para os fracos que a toleram.

Como nós – em claríssima oposição – acreditamos na verdade, na justiça e na ética, rendemos as mais sinceras homenagens aos verdadeiros procuradores, tão bem representados na pessoa do Procurador de Justiça e Professor Rômulo Moreira. Hipotecamos nosso total apoio à sua luta diária não só por uma sociedade mais justa, mas também por um Ministério Público que exerça sua função constitucional.

Obrigado, Professor Rômulo Moreira por sua luta, por sua força e por ser um dos verdadeiros procuradores deste país!

Obrigado por nos dar esperança quanto a um país mais justo, soberano e democrático.

Obrigado por lutar pelos princípios idealizadores do Ministério Público.

Já por não ter cedido ao carreirismo, à vaidade, ao fanatismo e ao corporativismo, julgamos não haver por que agradecer: como poderia sucumbir  a eles, posto que totalmente alheios ao seu caráter?

Na sua pessoa agradecemos a todos os verdadeiros procuradores do Brasil. Se são maioria ou não é irrelevante: caráter não se mede pelo nível de representatividade dentro de um coletivo, de uma corporação. Caráter e popularidade entre pares não se confundem. Vezes há, inclusive, em que não podem coexistir!

Caráter… ou bem se o tem ou não.

Simples assim.

Aos que o têm, rogamos: não (mais) se calem! Lembrem-se do adágio: quem cala consente!

Adágios?

Que tal “os homens passam, as instituições ficam”?

Já estaria de bom tamanho. Mas, Ah…

(suspiro)

– Antes bastasse apenas a primeira parte, “os homens passam” – sim, passam… para nunca mais… num estalo… – para dar cabo de toda pequenez, mesquinhez e torpeza.

Sonhos? Decerto que sim. Que nos invejem, Professor Rômulo Moreira, todos esses aí que não os conhecem.


Ele em ação.


Eles em ação.

Giselle Mathias & Romulus (xará do Professor)

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Ambos advogados sim aguerridos, mas que podem contar com a retaguarda da dupla-nacionalidade, da proteção consular e de familiares no estrangeiro. Seus pensamentos ao concluir – e ter a liberdade de assinar – este e outros artigos tão contundentes quanto estão com todos os outros milhões de irmãos brasileiros que não têm a mesma sorte.

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Quando perguntei, uma deputada suíça se definiu em um jantar como “uma esquerdista que sabe fazer conta”. Poucas palavras que dizem bastante coisa. Adotei para mim também.

Redação

1 Comentário

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  1. Alerta: meu jeito de escrever é “esquisito”! N diz q n avisei…

    >>Que p… é essa? Ora, essa p… é ‘Romulus’, por… o próprio!<<
     

    ROMULUS
     SEX, 07/10/2016 – 04:27
     ATUALIZADO EM 07/10/2016 – 05:52

    Que p… é essa? Ora, essa p… é ‘Romulus’ – nunca esperei ser ~eu~ o tema em debate no GGN (hahaha), mas…

    Por Romulus

    Totalmente fora de espaço, offtopic, surgiu na seção de comentários do último post do Nassif uma discussão sobre…

    – … mim!

    Ainda outro dia lia entrevista do grande Fernando Brito, do Tijolaço, em que reafirmava seu princípio de que “o jornalista não é notícia”. Não sou jornalista, mas concordo e penso ser também aplicável, mutatis mutandis.

    Mas, para esclarecer de uma vez por todas essa questão, que vira e mexe volta, faço aqui um post para que todos choremos nossas mágoas de leitores maltratados no mesmo lugar.

    A seguir, ~vazo~ (por não haver mal nenhum) parte de um email meu ao Nassif. Ele – editor zeloso e expert na matéria que é – também franze a testa quando vê pela frente um post meu ou “grande demais” ou “caótico”, na expressão dele (!).

    Mas antes, algumas (outras) chineladas que tomei por aí.

    Peraí… chineladas? Em ‘Romulus’?

    Ora, nada mais justo! Não desço a mão em todo mundo todo dia aqui? Direita golpista (vítima preferencial), Ministros do STF, PGR, Parlamentares, PT, PSOL… … …

    Pois passemos então às porradas próprias:

    (i) “Que p… é essa?” – ontem!


    Quando cheguei o comentário já estava com uma estrelinha. Nem precisei contribuir para baixar rs

    *

    (ii) Posts longos

    O recorde: “Brexit” – nada menos que 20 páginas no Word e 3 dias escrevendo e editando. É enorme. Eu mesmo classifiquei de “post enciclopédico”.

    E no entanto…

    Bem, e no entanto é o meu post mais elogiado de longe. Sério! Mandei até a minha mãe ir lá olhar os comentários rs

    Já nesta semana…

    Um post depois…

    *

    (iii) Autocitações nos posts


    Esse eu fidelizei! rs

    *

    (iv) Referências e citações cruzadas entre as várias plataformas de redes sociais (Facebook, Twitter, Whatsapp), com uso de printscreens



    *

    (v) “Desorganização” – mas até com gente “boa” fazendo uso das minhas ideias! Uhuuul!

    O Presidente Lula – em outra era… – bem antes que Obama puxasse o tapete de quem, então, chamou de “o cara”, famosamente disse em tom debochado para com ex-algozes:

    – Vocês não acham chique o FMI pedindo dinheiro emprestado pro Brasil? Bom, então eu disse ao FMI: “o dinheiro tá na mesa… pó pegá!”

    Pois é…

    Minhas ideias tão na mesa – desorganizadas ou não – “pó pegá!”.

    *

    (vi) “Ambições literárias” e paralelos descabidos com gênios

    – Clarice (com “C”, por favor) Lispector

    – James Joyce



    *   *   *

    >>BOMBA<<
    Email ~vazado~!
    Desta vez não pelo MPF, nem pela PF, nem por um juiz…

    >> Caro Nassif,

    Em primeiro lugar, quero te agradecer pelo feedback e pelas dicas. Para mim, que entrei nessa de paraquedas, meio “à força” depois da condução coercitiva do Lula, ter a opinião de uma referência não tem preço!

    Você tem razão quando nota uma evolução do estilo entre as primeiras postagens e as atuais.

    Mas tem aí duas coisas distintas:

    (1) o peso da mão / provocações explícitas

    É certo que há posts onde peso (mais do que o habitual) a mão na pancada. Isso nem é tanto por uma “empolgação” (como você sugere), que poderia até estar presente. Demoro um pouco para escrever. Assim, é difícil para mim escrever algo “no calor dos acontecimentos”. Em geral, começo num dia e acabo no outro, inclusive.

    O que quero dizer é que as “pancadas” / “provocações” são deliberadas. Sim, reconheço que elas podem sim acabar animando “torcidas” e “rinhas de galo”, como você coloca. Nesses posts não raro há até mesmo abuso do emprego de “memes”! (que eu adoro rs)

    (2) Forma / conteúdo “sui generis”

    Aí já foi uma evolução do estilo pessoal mesmo. Depois de sentir a temperatura da água, entrar na piscina e, finalmente, me acostumar com a temperatura, comecei a nadar em “estilo livre”.

    Qual é esse estilo?

    (i) metáfora sobre metáfora sobre metáfora… (olha eu aqui de novo com “piscina”, “temperatura”, “nado em estilo livre”…). É como o pensamento me vem.

    (ii) textos que saem de um determinado “lé” para liga-lo a um “cré” antes bastante improvável. E aí, também, é como a minha mente funciona. Eu tenho gosto por todos os campos do conhecimento. Difícil, inclusive, me definir como “advogado” / “acadêmico do Direito”. Eu estou todo dia, o dia inteiro, estabelecendo relações na minha cabeça entre campos “estanques”.

    Nos posts, em geral, eu reproduzo os caminhos que a minha cabeça fez antes, numa dinâmica – que só depois (!) soube ser, por outros – stream of cousciouness (fluxo de consciência).

    Isso tem prós e contras:

    Contras:

    (a) os textos ficam grandes e, com isso, afastam leitores mais impacientes / com menos tempo;

    (b) os textos ficam menos “acessíveis”;

    (b) alguns veem como uma ego trip narcisista, o que causa, justificada ou injustificadamente, má vontade. Teve leitor até que, querendo desqualificar a minha dura crítica ao PT, me acusou de copiar, “mal!”, Clarice Lispector.

    Mal sabe ele que:

    (i) cheguei nessa forma de maneira totalmente involuntária e gradual. Quando vi – ou melhor, quando me avisaram – já estava lá;

    (ii) vivo na Suíça! – onde Clarice morou por 5 anos, como esposa de diplomata. Odiava tanto que foi aqui que começou a escrever, como forma de extravasar a sua enorme angústia.

    Já eu adoro! Vivo aqui por opção. Mas, coincidentemente, também escrevo, em parte, para extravasar. Extravaso, contudo, a angústia com o que me chega do ~Brasil~ !

    Prós:

    (a) Tem quem goste do estilo. Mesmo do tamanho maior e de um texto “mais complexo e menos óbvio”, quando não flertando com o “texto aberto” (open text).

    (b) Esse público, embora menor, é “qualificado”. Deixa comentários no GGN ou nas redes riquíssimos, que costumam originar novos posts meus – justamente a graça da web 2.0 (ou 3.0 já…).

    Como já tive a oportunidade de te dizer e de registrar, inclusive em post, esse “ativo” do GGN não tem par na blogosfera: comentários do junior50, do Arkx (que convenci a se cadastrar no GGN lá atrás!), da misteriosa Hydra, do André Araújo, do André B, da Vânia e de tantos outros. Sem esquecer, é claro, do meu amigo Ciro, que eu “arrastei de volta” para o GGN neste ano.

    Gente, inclusive, com posicionamento ideológico e background totalmente diferentes do meu. As visões deles costumam ser diferentes das minhas. Isso me força a retrabalhar as teses. Ou para reafirmá-las, com maior convicção, ou para refutá-las, ou para ficar no meio do caminho, numa síntese (os 3 já aconteceram!).

    (c) Esses textos são, em alguma medida, uma sessão de terapia. Vários me forçaram a ter de formular melhor, “no papel”, meus pensamentos. Também me fizeram, com a escrita, ter de trabalhar e racionalizar sentimentos. Presentes 100% ou latentes.

    Há até mesmo um flerte com a psicanálise, quando o “fluxo de consciência” faz as vezes da “livre associação” freudiana, como revelador do inconsciente.

    Isso causa, inclusive, certa exasperação em pessoas próximas, que ficam preocupadas com uma auto exposição excessiva por esse caminho.

    Evidentemente busco me preservar – daí o pseudônimo. Serve mais para trolls chatos não terem acesso aos meus trabalhos, contatos, perfis em redes sociais, etc.

    Quem me conhece sabe que sou eu o autor.

    Como nunca escondi minhas posições políticas, o “mal” já estava feito. Já fora, inclusive, retaliado profissionalmente, perdendo oportunidades de emprego no Brasil. A “fama” já estava feita antes do blog, de forma que posso “relaxar e deitar na cama”. Sinto até mesmo uma pressão moral de fazê-lo, por estar protegido aqui na Suíça, sem dever nada a ninguém, e poder dizer sem temer o que colegas no Brasil não podem.

    Resumo da ópera:
    – O fluxo de consciência – que não está presente em todos os posts, diga-se – é hoje “o barato” do blog para mim.
    – A porrada e a provocação ocasionais são mais atos deliberados que propriamente “empolgação”.
    – Entendo as restrições editorias do GGN – que, aliás, fazem todo o sentido!
    – Vou tentar deixar a separação mais clara entre posts “pancada” / “provocação” e os demais.
    – Queria entender se a sua crítica se dirige à “pancada” / “provocação” ou também à mistura de objetividade de análise com a subjetividade do fluxo de consciência e das viagens metafóricas. <<

    *   *   *

    – Um post bem do tipo “ame-o ou deixe-o”:

    Post viajante, com os tais dos “lés” com “crés” improváveis.

    Teve gente que não embarcou:

    Teve gente até vendendo o guia turístico da viagem:

    Teve gente que embarcou e teve uma linda lua de mel com o autor:

    A amiga Andréa vai ao delírio, comparando-me com o maior mito da comunicação política:

    E o autor fica feliz pra caramba por aparentemente ter logrado seu difícil intento: traduzir para palavras o estado de espírito de quem ouviu o discurso de Lula sem condescedência mas de coração aberto, desarmado.

    Por que traduzir para palavras?

    Para ter ali, ao alcance da mão, à distância de um clique, a passagem de volta para aquele sonho.

    Os dias tem sido sombrios. Fiz esse “seguro” para mim mesmo.

    Mas – “socialisme” oblige – quis compartilhar com todo mundo que também precisasse.

    *   *   *

    Um ~autor~ bem do tipo “ame-o ou deixe-o”?

    Espero que não!

    Podem bater em mim sem melindres. Se houver educação vou até responder!

    Bate… pode bater sim… mas S&M leve, ok? Tipo #50shades…

    *   *   *

    E eu não sou o único!

    De forma totalmente aleatória, chegou a mim ~ontem~ o link para um artigo que cunclui simplesmente o seguinte:

    Então, faz-se mister que a Literatura, como realmente denominada, esteja mais presente em ambientes acadêmicos de Direito, para que, com seus exemplos, o discente possa vivenciar suas peculiaridades e envolver-se mais com o cotidiano, fazendo com que realidade e ficção se entrelacem, propiciando um ambiente agradável ao aprendizado. 

    Chegou “aleatoriamente”? Como?

    Simplesmente porque a professora das autoras no ensino fundamental e médio, que já é conhecida de vocês (de “Orlando: a dor indizível de um proto-genocídio que ‘ousa dizer o próprio nome‘”), quis corujar – de novo – suas (múltiplas) ex-alunas brilhantes. Assim, mandou o link do artigo para seus amigos pelo whatsapp, inclusive para mim:

    Obrigdo, de novo, “Professorinha” Elaine, minha amiga das Minas Gerais.

    Parece que a gente vive em sintonia! “Sincronicidade jungiana”, como outra amiga querida me lembrou ontem:

    [video:https://www.youtube.com/watch?v=WiH6oAYtMNI%5D


    *

    – Gente, não esqueçam que “amanhã há de ser outro dia”, porque, afinal, a Direita nunca vai ter uma Clara Nunes! Sorry, mas a arte é gauche! Saravá, Clara!

    *   *   *

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