Jornal GGN – A recuperação econômica do Brasil será diretamente afetada pelo fim dos estímulos econômicos, como o auxílio emergencial (gerando impacto direto no consumo das famílias), e a pandemia do coronavírus, segundo relatório elaborado pelo Fundo Monetário Internacional (FMI).
O fundo internacional afirma que o país sofrerá com um corte abrupto das medidas de estímulo econômico adotadas pelo governo, já que os efeitos da crise gerada pela pandemia persistem.
Além disso, o FMI afirmou que o Banco Central deve considerar novos afrouxamentos na política monetária – ou seja, avaliar um novo ciclo de corte dos juros, caso a inflação e as expectativas de inflação continuem abaixo da meta mas com acompanhamento das implicações para o fluxo de capital e a estabilidade financeira.
O FMI também apontou a necessidade de aprovar uma reforma tributária abrangente, acelerar o ritmo de novas concessões e privatizações e finalizar acordos comerciais.
Ontem (01/12), o presidente Jair Bolsonaro voltou a negar a possibilidade de prorrogação do auxílio emergencial, no valor atual de R$ 300, que vem sendo pago para aliviar o impacto da pandemia junto a população mais carente. As informações são do jornal Folha de São Paulo.
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